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Nova métrica contribui para valorar efeito de metano no aquecimento global

Estudo com análise sobre nova métrica para emissão de Gases de Efeito Estufa (GEE), principalmente para o gás metano, foi publicado pelo Observatório de Bioeconomia, do Centro de Estudos do Agronegócio da Fundação Getúlio Vargas (FGV). A análise leva em conta a métrica sugerida pelo Painel Internacional Sobre Mudanças Climáticas (IPCC) e também o Acordo de Paris, que definiu uma meta limite de aumento da temperatura global até 1,5º C acima dos níveis pré-industriais, ao invés do volume de emissões dos GEE, até 2050.

A nova métrica de conversão do metano é denominada de Global Warming Potential Star (GWP*) ou Potencial de Aquecimento Global Estrela em português. Ela é baseada na variação das emissões ao longo do tempo (ao invés da emissão anual) e considera os impactos em diferentes momentos da permanência do gás na atmosfera, afetando diretamente a atividade pecuária. Representa ainda um menor potencial para o aquecimento global se comparado com outras métricas oficiais como a GWP100, onde são considerados os gases que permanecerão 100 anos na atmosfera.

Segundo o estudo da FGV, o gás metano (CH4) é o segundo gás de efeito estufa presente na atmosfera, sendo responsável por 17,6% das emissões globais. Já o dióxido de carbono (CO2) representa 74,4%. O esforço global está na neutralidade do metano, pois o ciclo de vida do gás na atmosfera tem duração média de 12 anos, enquanto o CO2 permanece por 100 anos. Então, a redução de metano na atmosfera simboliza um método mais rápido de frear o aumento da temperatura do planeta.

O cooperativismo apoiou o estudo que ajuda a comprovar a sustentabilidade da agropecuária brasileira. Saiba mais no site Cooperação Ambiental.

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