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Mondragon é referência em gestão, educação e pesquisa

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O conglomerado Mondragon se diferencia mundialmente por conjugar o cooperativismo de produção e distribuição (consumo), além da aplicação prática dos princípios cooperativistas, especialmente a intercooperação. Abarrategui mostrou o como se dá a governança, o relacionamento profissional entre Conselho Reitor (de Administração) e demais instâncias de Mondragon, que conta com um modelo de gestão moderno e estruturado estrategicamente para concorrer no ambiente globalizado. Segundo ele, pessoas experientes e capacitadas pela própria Mondragon compõem o Conselho Reitor e as gerências das cooperativas singulares.
Ao atuar como debatedor nesse painel dedicado à experiência internacional e conduzido pelo professor da USP, Sigismundo Bialoskorski Neto, o superintendente da Confederação Sicoob do Brasil, Marco Aurélio Borges de Almada Abreu, destacou o compromisso de Mondragon com a educação, ao colocar a doutrina cooperativista em prática e o investimento em pesquisa. Segundo Abarrategui, 10% do lucro (sobra) obtido em Mondragon vão para educação e pesquisa.
"Os cooperados de Mondragon têm orgulho de deter a propriedade de patentes industriais", disse Almada, contrapondo a situação brasileira, onde o investimento privado praticamente inexiste. "No Brasil, investimos pouco em pesquisas, e somente o governo aplica recursos no desenvolvimento de novas tecnologias. Mondragon é diferente; tem esse valor", destacou.

Ao comentar a apresentação de Abarrategui sobre a governança em Mondragon, o cirurgião geral Alexandre Ruschi, presidente da Unimed Vitória, propôs o princípio da paciência para se chegar ao modelo de gestão profissional da cooperativa espanhola. Segundo ele, é preciso paciência também para enfrentar as sucessivas crises que submetem as cooperativas a riscos e a falta de políticas públicas de incentivo a essas organizações. Ruschi atuou como debatedor, representando Celso Barros, presidente da Confederação Unimed do Brasil.

 

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