Notícias representação
Notícias representação
"Uma comitiva com oito atletas da OCB viaja nesta quarta-feira (12/7) para participar do 4º Intercoop - Jogos Intercooperativos do Centro-Oeste, que acontece de 13 a 15 de outubro, em Cuiabá. O evento conta com a participação das quatro Unidades Estaduais da OCB/Sescoop da Região Centro-Oeste. Cada ano, uma Unidade Estadual da OCB/Sescoop sedia os jogos e fica responsável em organizar toda a logística para recepcionar os jogadores dos outros estados. Este ano, é a vez do Sescoop-MT. A previsão é que 650 atletas dos Estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e do Distrito Federal estarão em Cuiabá para a disputa de 16 modalidades esportivas.
O Sescoop-DF tem a responsabilidade de transportar os atletas ao local do evento, número estimado de 208 pessoas, com a participação de cooperativas dos ramos saúde, crédito, agropecuário, bem como das unidades de representação: OCB/Sescoop Nacional, OCB/Sescoop-DF e Bancoob. A OCB/Sescoop Nacional participou do V Cooperjogos e contribuiu com as equipes que se classificaram para participar do 4º Intercoop.
A programação conta com o concurso ""Rainha e Rei do 4º INTERCOOP"" que acontecerá no dia 14, a partir das 19h30min, no Ginásio de Esportes da UFMT, sendo que as inscrições deverão ser encaminhadas pelo respectivo coordenador de cada Estado participante (MT, MS, DF, GO) até às 15hs do dia 14. Os quesitos avaliados serão: beleza, elegância e simpatia. Já as premiações serão concedidas às três primeiras (os) candidatas (os) vencedores. Para o primeiro lugar os vencedores receberão um troféu e uma faixa de Rei e Rainha; o segundo lugar tanto no feminino quanto no masculino levará um troféu beleza e para o terceiro lugar a vencedora e o vencedor vai receber o troféu simpatia."
O Sescoop-DF tem a responsabilidade de transportar os atletas ao local do evento, número estimado de 208 pessoas, com a participação de cooperativas dos ramos saúde, crédito, agropecuário, bem como das unidades de representação: OCB/Sescoop Nacional, OCB/Sescoop-DF e Bancoob. A OCB/Sescoop Nacional participou do V Cooperjogos e contribuiu com as equipes que se classificaram para participar do 4º Intercoop.
A programação conta com o concurso ""Rainha e Rei do 4º INTERCOOP"" que acontecerá no dia 14, a partir das 19h30min, no Ginásio de Esportes da UFMT, sendo que as inscrições deverão ser encaminhadas pelo respectivo coordenador de cada Estado participante (MT, MS, DF, GO) até às 15hs do dia 14. Os quesitos avaliados serão: beleza, elegância e simpatia. Já as premiações serão concedidas às três primeiras (os) candidatas (os) vencedores. Para o primeiro lugar os vencedores receberão um troféu e uma faixa de Rei e Rainha; o segundo lugar tanto no feminino quanto no masculino levará um troféu beleza e para o terceiro lugar a vencedora e o vencedor vai receber o troféu simpatia."
Notícias representação
O artesanato paraense foi uma das grandes atrações da Fenacoop. O presidente da Cooperativa dos Artesãos de Icoaraci, Carlos Alberto França, declarou que a participação no evento é uma oportunidade de apresentar para a sociedade o trabalho que a cooperativa desenvolve.
A Coarti, que conta com 38 associados, está localizada na região norte do estado do Pará, no distrito de Icoaraci, onde se encontra um dos maiores acervos cultural-cerâmico do Brasil. Há 27 anos a cooperativa trabalha em prol do artesão. De acordo com a coordenadora de capacitação da OCB-AP, Neuma Simões, os artesões que confeccionam as peças têm a preocupação com a memória e resgate da civilização indígena da região.
Conforme Neuma, os índios Maracás, que habitavam o interior do Amapá, utilizavam urnas funerárias de barro para armazenar as cinzas dos seus mortos. Externamente, as urnas eram decoradas com desenhos gráficos relativos às crenças e aos deuses adorados. Os artesãos do Amapá e do Pará inspirados nas peças decidiram produzir réplicas das urnas como objetos decorativos.
O material utilizado pelos artesãos é o barro colhido nas margens dos igarapés da região. De acordo com o artesão e presidente da Coarti, a peça é modelada, à mão ou em torno-de-pé. Após modelados os objetos são queimados em rústicos fornos a lenha.
Notícias representação
O presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara Federal, Deputado Ronaldo Caiado (PFL-GO), participou na sexta–feira (7/10) da segunda edição da Feira Nacional de Cooperativas, Fenacoop que aconteceu no Centro dos Imigrantes, em São Paulo. Caiado foi recebido pelo superintendente da OCB, Marco Aurelio Fuchida.
O deputado declarou que apesar de todo o crescimento e sucesso do agronegócio, observa-se que os ganhos ocorridos ao longo dos anos têm sido distribuídos de maneira injusta entre os diferentes agentes econômicos. De acordo com Caiado, a pesada tributação transfere para o governo cerca de 35% do valor da produção e os juros elevados praticados no mercado transferem para os bancos e para os comerciantes de fertilizantes e defensivos, outros 30%.
“A agricultura tem sido penalizada devido à atuação de cartéis no mercado de insumos e serviços (fertilizantes, combustíveis, produtos fito sanitários, serviços bancários) e no mercado de produtos (soja, carnes, açúcar, álcool, suco de laranja, fumo). Não existe concorrência no mercado de insumos nem na comercialização destes produtos”.
Notícias representação
A 2ª Feira Internacional das Cooperativas, Fornecedores e Serviços (Fenacoop 2005), realizada em São Paulo entre os dias 5 e 7 de outubro, recebeu cerca de 16 mil visitantes. "Ainda é cedo para uma avaliação definitiva, mas os expositores fizeram muitos contatos e a meta estipulada deve ser alcançada ou ultrapassada”, afirma Luiz Branco, diretor da WTM Management, empresa organizadora da feira. A previsão é que sejam gerados R$ 30 milhões em negócios. Em 2004, a feira recebeu pouco mais de 5.000 visitantes e gerou negócios da ordem de R$ 20 milhões. A edição de 2006 já está marcada. Será realizada de 18 a 20 de outubro, no mesmo local (Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo).
O superintendente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Marco Aurélio Fuchida, diz que a Fenacoop 2005 foi um sucesso pelo aumento da participação, não só das organizações representativas de cooperativas, como do público. “A Fenacoop se consolida como evento nacional do cooperativismo brasileiro, principalmente pela profissionalização apresentada pelas cooperativas e empresas interessadas nesta segunda edição. A feira torna-se um indicativo de que há muito espaço para a participação das cooperativas na economia brasileira e instrumento para fortalecer o sistema cooperativista”, diz Fuchida.
Um exemplo desse sucesso é o da Associação de Mulheres Empreendedoras de Uberaba. “Conseguimos apresentar nosso projeto e ainda fizemos contatos com grandes lojas e exportadores”, afirma a presidente da associação, Alda Teixeira. Ela disse que o público da feira é qualificado, que “vem para fazer negócios e não para passear”.
O gerente da Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais (Ocemg), Alexandre Gatti, disse que a entidade queria reforçar a marca da associação no mercado e apresentar os produtos das seis cooperativas mineiras que vieram à feira. “Já acertamos nossa participação na Fenacoop 2006. Existem 797 cooperativas em Minas. Nesta edição pudemos trazer apenas seis, mas vamos ampliar nosso estande para trazer um número maior no ano que vem”, diz o gerente da Ocemg.
Uma das cooperativas de Minas, a Cooxupé (Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé), deve acertar a venda de seu produto para cooperativas de consumo de São Paulo. “Hoje, em São Paulo, nosso café é encontrado somente na rede Pão de Açúcar, que tem espaço de comercialização de cafés especiais. Em breve cooperativas de consumo devem passar a oferecê-lo também”, diz José Antonio Rodrigues, representante em São Paulo.
“A feira melhorou em público, em número de expositores e na qualidade de produtos expostos, mas precisa ampliar as oportunidades de negócios, segundo o diretor-executivo da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina, Paulo Von Dokonal. “A oportunidade é impar para as cooperativas mostrarem seus produtos ao mercado e na divulgação do cooperativismo, mas é preciso que empresários do ramo varejista saibam das oportunidades que a Fenacoop oferece. É preciso trazer mais empresários ao evento para ampliarmos ainda mais os contatos”, diz.
Já o coordenador administrativo da Organização das Cooperativas do Estado do Rio Grande do Sul (Ocergs), Dalci Matiello, acha que as cooperativas é que precisam melhorar sua capacidade de divulgação. “Sabemos produzir muito bem, mas ainda temos que aprender a comercializar nossos produtos”, afirma. Para ele, “a feira abriu oportunidades de negócios para as cooperativas de produção e as cooperativas de serviços adquiriram experiências das cooperativas do Sudeste”.
Notícias representação
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o Serviço Nacional de Aprendizado (SESCOOP) de Mato Grosso, realizam no período de 13 a 15 de outubro em Cuiabá (MT) o 4º INTERCOOP - Jogos Intercooperativos do Centro-Oeste. Esta é a primeira vez que o evento, que acontece de dois em dois anos, será realizado em Mato Grosso.
Ao todo, espera-se a participação de 900 pessoas envolvidas nos jogos entre atletas, técnicos, árbitros, coordenadores de delegações, dirigentes, superintendentes e coordenadores operacionais. Destas, cerca de 650 irão disputar 16 modalidades esportivas. A OCB-GO trará a maior delegação de atletas para o 4º INTERCOOP, são 209 atletas já inscritos. A OCB-DF vem em segundo com 175 atletas. A OCB-MT contará com 155 atletas e a OCB-MS inscreveu 110 atletas.
O INTERCOOP tem como objetivo principal promover a integração esportiva e social de dirigentes, funcionários, associados e familiares das cooperativas e das Unidades do Sistema OCBOCEs e SESCOOPs dos estados de Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal. “Desta forma, espera-se difundir e desenvolver a prática desportiva no sistema cooperativo da região Centro-Oeste, despertando o interesse pela prática da cooperação e pelo cooperativismo, bem como proporcionar aos atletas a descontração através do esporte”, disse o presidente da OCB/Sescoop – MT, Onofre Cezário de Souza Filho.
O 4º INTERCOOP será realizado nas dependências do Campus da UFMT, Associação Atlética Banco do Brasil (AABB) e no CTG – Velha Querência. As 16 modalidades serão disputadas tanto no masculino quanto no feminino. As modalidades são: futebol soçaite masculino e feminino, futebol de salão masculino, voleibol masculino e feminino, atletismo masculino e feminino, natação masculino e feminino, cabo de guerra masculino e feminino, jogo de damas masculino e feminino, futebol de salão masculino, truco (unissex), sinuca (unissex), bocha masculino e teste cooperativo.
As competições serão regidas por um regulamento específico e disputadas de acordo com as regras oficiais de cada modalidade, combinadas com as disposições elaboradas pela Comissão Central de Organização de Mato Grosso.
Notícias representação
A valorização da mulher já pode ser percebida em algumas cooperativas, como na Nutricoop – Cooperativa dos Produtores Artesanais do Setor de Alimentação de Belo Horizonte, presente na segunda edição da Fenacoop. A cooperativa, que é presidida por Helie Sarrizo de Oliveira, trabalha para fornecer aos seus cooperados instrumentos que organizam e estimulam a produção artesanal, orientando o produtor em todas as questões relativas ao segmento de alimentações e promovendo a sua capacitação profissional por meio de treinamentos. “Hoje nós contamos com o grande apoio da Organização das Cooperativas de Minas Gerais (Ocemg) para treinar e organizar nossos cooperados”, declara Helie.
Ela explica que na Nutricoop, o cooperado atua no mercado de forma organizada e muito mais produtiva, uma vez que a cooperativa propicia a legalização de suas vendas, além de auxiliar nos assuntos jurídicos, tributários e contábeis. “Procuramos contribuir com toda a orientação necessária para uma gestão de sucesso”, finaliza. Setenta por cento dos associados da cooperativa são mulheres que geram aproximadamente 800 empregos diretos e indiretos.
No Brasil, a participação das mulheres no cooperativismo, em números, ainda é tímida. Elas são 25% dos 6,15 milhões de cooperados, segundo dados da OCB. Entre os empregados de cooperativas, o contingente feminino chega a 40%.
Notícias representação
Uma das maiores atrações da Fenacoop 2005 ficou por conta do Supermercado Cooperativo. O projeto consiste em mostrar que é possível abastecer um supermercado apenas com produtos e serviços de cooperativas. O “mix” é composto por produtos de cooperativas de todo o Brasil, muitas delas com estandes na feira.
“A iniciativa é importante para que a sociedade tenha conhecimento que as cooperativas estão inseridas no mercado nacional e internacional com produtos de alta qualidade”, afirmou o gerente geral de Desenvolvimento de Cooperativas da OCB, Ramon Belisário. No ano de 2004 as vendas das cooperativas para o exterior superaram a marca de US$ 2 bilhões.
O Supermercado Cooperativo tem a participação de vários ramos do cooperativismo. Os ramos Agropecuários e Produção cuidam dos produtos a serem comercializados e o ramo Trabalho fornece os funcionários (promotoras e caixas). O ramo Consumo, por sua vez, traz toda a infra-estrutura física e de logística de distribuição.
Notícias representação
Com a participação de 19 Organizações Estaduais de Cooperativas a Fenacoop 2005 – Feira Internacional das Cooperativas, Fornecedores e Serviços, chegou nesta quinta-feira (6/10) ao segundo dia cumprindo a sua principal missão que é a de integrar o cooperativismo, promovendo novos negócios.
Dois grandes estandes mostram a força do cooperativismo nas regiões do Norte e do Nordeste. Lá o visitante pode conhecer tudo sobre as cooperativas que se destacam em produção artesanal, confecção de artigos de cama e mesa, decoração de bordados à mão, produtos alimentícios típicos da região, artesanato em couro e em cerâmica entre outros produtos do Norte e do Nordeste.
Já as Organizações do Sul e Sudeste expõem produtos de cooperativas do ramo agropecuário, um dos mais fortes do cooperativismo. Segundo dados da OCB, as cooperativas agropecuárias faturaram R$ 60 bilhões em 2004 (40% da produção de grãos). As 1.398 cooperativas do ramo no país empregam 117 mil pessoas e possuem 865.173 cooperados. “O Brasil é hoje um dos líderes do agronegócio em todo o mundo e as cooperativas são cada vez mais responsáveis pela produção de alimentos no país”, afirma o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.
A OCDF, representante da região Centro-Oeste, trouxe à feira exemplos de um cooperativismo bem diversificado, com cooperativas habitacionais, de turismo, transporte, produção, trabalho, agropecuário e crédito.
Notícias representação
Numa promoção da Associação dos Juízes Federais do Brasil (AJUFE), com apoio da OCB, Sescoop Nacional e do Sistema Ocepar/Sescoop-PR, teve início na manhã desta quinta-feira (6/10), em Curitiba (PR), o 1º Seminário Nacional sobre Direito Cooperativo com a presença de 120 juízes federais e advogados de todo país que atuam em questões vinculadas ao cooperativismo. O objetivo, explica o presidente da Ajufe, Jorge Maurique, é discutir os principais entraves jurídicos do setor a fim de preparar os juízes para um melhor embasamento de suas decisões envolvendo cooperativas.
“Temos milhares de ações tramitando atualmente no Judiciário federal sobre o tema e é preciso que os juízes conheçam esse contexto. O principal entrave a superar é o problema da falta de informação”, afirma. O presidente da Ajufe fez questão de ressaltar durante a abertura do evento que o sistema cooperativista tem uma vitalidade importante para a economia e que, muitas vezes, alguns setores da sociedade, como é o caso de boa parte do judiciário, desconhece tal fato. “Que o cooperativismo passe a ser encarado, dentro da realidade jurídica e no âmbito da Justiça Federal, com a seriedade que merece e que consigamos separar o que efetivamente é cooperativismo sadio, que contribui para a economia, gerando empregos e fazendo o Brasil crescer, daquele que parece ser cooperativismo, mas não é”, destacou Maurique.
Defesa do sistema - Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que participou da abertura do evento, esta é uma oportunidade importante para que o sistema possa falar a um público tão seleto. “No Paraná a Ocepar já realiza um trabalho interessante junto aos magistrados. Ao apoiar este evento pretendemos ampliar o entendimento sobre o cooperativismo em nível federal”. O dirigente lembra que “é importante criar um raciocínio em prol do cooperativismo. Temos dificuldades com alguns marcos legais. Nossa meta é reforçar a importância do cooperativismo para o desenvolvimento do País e estreitar um relacionamento com os magistrados”, destaca Freitas. Também participaram da abertura do evento, o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, Pedro Ancelles, da Secretaria da Receita Federal, e o desembargador do Tribunal Regional Federal 1ª Região, Antonio Eziquiel da Silva.
Palestras - O Seminário acontece no Hotel Bourbon Curitiba e prossegue até o meio dia desta sexta-feira (7). A palestra de abertura foi apresentada pela coordenadora de Autogestão Cooperativista do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Vera Lúcia Daller, que fez uma análise do cooperativismo no Brasil contemporâneo. As principais teorias do ato cooperativo, a tributação em cooperativas e a relação das agências reguladoras com o setor estão entre os temas que serão debatidos no evento. Haverá também palestras sobre a lei do colarinho branco nas cooperativas de crédito e a participação das cooperativas de trabalho em licitações. O encerramento amanhã ficará por conta do presidente da Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar), João Paulo Koslovski. (Fonte: Ocepar)
Notícias representação
Uma audiência emergencial para discutir a crise que assola o mercado de produção de leite em Santa Catarina e no país será realizada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados no próximo dia 19, às 14 horas, em um dos auditórios do Congresso Nacional, em Brasília. A iniciativa é do deputado federal Odacir Zonta (PP/SC), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e líder da Frente Parlamentar da Agricultura que está convocando à capital federal os produtores, as cooperativas, as indústrias e as autoridades do setor.
Foram convocados para a audiência pública o secretário de Política Agrícola, Ivan Wedekin e o secretário de Defesa Agropecuária do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Gabriel Maciel, além do secretário de Desenvolvimento da Produção, do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Antônio Sérgio Martins.
Zonta apontou que, entre outros fatores, a crescente produção de leite está provocando queda nos preços ao produtor. Em razão da crise com a seca que atingiu a produção de grãos na Região Sul do país, os produtores elevaram a produção de leite para compensar os prejuízos. Mas os resultados não foram animadores e o excedente chega a 20% da produção.
No período de entressafra, de março a agosto, os preços sofreram queda, contrariando as tendências de mercado. Em agosto, o preço médio pago ao produtor pelo leite de tipo “C” foi abaixo de R$ 0,51 por litro. Ao longo dos últimos anos, o setor lácteo se preparou para uma expansão, investindo em qualidade e competitividade.
A recuperação na produção da Argentina e do Uruguai, que exporta parte da produção para o Brasil, e os fartos subsídios na União Européia permitem prever que os preços devem continuar recuados.
O parlamentar destacou que a crise no setor leiteiro resulta do desequilíbrio entre as exportações e importações, do baixo consumo de leite, da utilização discriminada de soro importado e, também, das dificuldades de adequação dos pequenos produtores à Instrução Normativa nº 51, do Ministério da Agricultura, que estabelece novos padrões de produção e qualidade de leite.
O deputado Odacir Zonta assinala que em 2004 o Brasil conquistou a auto-suficiência na produção leiteira. Em Santa Catarina, 60.000 produtores geram 1,2 bilhão de litros de leite por ano, maior parte (800 milhões de litros) concentrada no grande Oeste Catarinense.
Notícias representação
Uma reunião realizada hoje na sede da OCB, em Brasília, marcou o início de uma cooperação técnica entre o Brasil e a Itália para o desenvolvimento do cooperativismo nos dois países. Alessia Benizzi, representando a Legacoop (a organização das cooperativas italianas), Maria Cristina Sampaio Lopes, assessora da Casa Civil da Presidência da República e representante do governo brasileiro, discutiram com os gerentes da OCB Ramon Gamoeda Gerência Geral de Desenvolvimento de Cooperativas) e Marcelo Barroso (Gerências de Fomento) os dispositivos do acordo firmado entre os dois países para fomentar o cooperativismo.
Durante a reunião foi feita uma apresentação institucional das funções da OCB, de representação do sistema cooperativista brasileiro, e acertada a realização, como prevê o acordo, de um seminário sobre o cooperativismo nos dois países. Neste seminário, a contrapartida do governo brasileiro estará a cargo do Ministério da Agricultura.
Durante a reunião foi feita uma apresentação institucional das funções da OCB, de representação do sistema cooperativista brasileiro, e acertada a realização, como prevê o acordo, de um seminário sobre o cooperativismo nos dois países. Neste seminário, a contrapartida do governo brasileiro estará a cargo do Ministério da Agricultura.
Notícias representação
O maior evento anual do cooperativismo brasileiro, a Feira Internacional das Cooperativas, Fornecedores e Serviços (Fenacoop 2005), será realizado esta semana, de quarta até sexta-feira, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Mais de 170 expositores, entre cooperativas, organizações representativas do setor, entidades de apoio ao empreendedorismo e fornecedores participarão da feira neste ano.
Na cerimônia de abertura, às 13 horas desta quarta-feira, está prevista a presença do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
"Por meio da OCB, a Fenacoop 2005 apresentará os números relacionados ao cooperativismo, mostrará a importância do sistema para a economia do país e o quanto este sistema está preparado para trabalhar em parceria com todos os setores empresariais", afirma Luiz Branco, diretor da WTM Management, empresa organizadora da feira.
Márcio Lopes de Freitas, disse, por sua vez, que a Fenacoop já é um sucesso. “Considero o evento uma excelente oportunidade de troca de experiências entre as cooperativas, o setor privado e o público em geral A tendência para os próximos anos é aumentar o número de visitantes e potencializar ainda mais o fluxo de negócios gerados."
A feira terá por destaques a cadeia de fornecedores e a presença de representantes do exterior, como a delegação norte-americana. Essas participações servem de contraponto à força dos expositores nacionais. A organização estima que mais de 15 mil pessoas visitarão a Fenacoop 2005, que ocupará uma área de 10.000 m2. No ano passado, a feira recebeu 5 mil visitantes e gerou negócios da ordem de R$ 20 milhões.
A novidade deste ano é um supermercado, montado totalmente com produtos de cooperativas. A intenção é mostrar que é perfeitamente possível abastecer um supermercado apenas com produtos gerados pelo sistema, destacando a relação custo-benefício dessa iniciativa, onde até mesmo os serviços podem ser prestados por cooperados.
Na cerimônia de abertura, às 13 horas desta quarta-feira, está prevista a presença do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, e do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
"Por meio da OCB, a Fenacoop 2005 apresentará os números relacionados ao cooperativismo, mostrará a importância do sistema para a economia do país e o quanto este sistema está preparado para trabalhar em parceria com todos os setores empresariais", afirma Luiz Branco, diretor da WTM Management, empresa organizadora da feira.
Márcio Lopes de Freitas, disse, por sua vez, que a Fenacoop já é um sucesso. “Considero o evento uma excelente oportunidade de troca de experiências entre as cooperativas, o setor privado e o público em geral A tendência para os próximos anos é aumentar o número de visitantes e potencializar ainda mais o fluxo de negócios gerados."
A feira terá por destaques a cadeia de fornecedores e a presença de representantes do exterior, como a delegação norte-americana. Essas participações servem de contraponto à força dos expositores nacionais. A organização estima que mais de 15 mil pessoas visitarão a Fenacoop 2005, que ocupará uma área de 10.000 m2. No ano passado, a feira recebeu 5 mil visitantes e gerou negócios da ordem de R$ 20 milhões.
A novidade deste ano é um supermercado, montado totalmente com produtos de cooperativas. A intenção é mostrar que é perfeitamente possível abastecer um supermercado apenas com produtos gerados pelo sistema, destacando a relação custo-benefício dessa iniciativa, onde até mesmo os serviços podem ser prestados por cooperados.
Notícias representação
A Associação dos Juizes Federais do Brasil – AJUFE realiza nos próximos dias 6 e 7, em Curitiba, um Seminário de Direito Cooperativo sob a coordenação acadêmica de Renato Lopes Becho. O Serviço Nacional de Aprendizagem em Cooperativismo está apoiando o evento, que reunirá 75 juízes federais. O SESCOOP está convidando 25 advogados do sistema cooperativo para participarem do evento. A abertura do evento contará com a participação do ministro Roberto Rodrigues e do presidente da OCB, Marcio Lopes de Freitas. No seminário, serão temas a teoria do ato cooperativo e as relações entre as cooperativas e tributação, agências reguladoras, Lei do Colarinho Branco e licitações.
O evento chama a atenção de um importante segmento profissional formador de opinião para os temas candentes hoje para as cooperativas. Além do mais, o SESCOOP e o Judiciário têm funções concorrentes, pois ambos se dedicam, ainda que de forma distinta, ao controle do cooperativismo. Na opinião de Guilherme Krueger, assessor jurídico da OCB, a troca de opiniões e conhecimentos entre os magistrados e os profissionais do SESCOOP potencializará uma convergência de entendimentos, o que contribuirá sobremaneira para uma maior segurança jurídica para as cooperativas.
O evento chama a atenção de um importante segmento profissional formador de opinião para os temas candentes hoje para as cooperativas. Além do mais, o SESCOOP e o Judiciário têm funções concorrentes, pois ambos se dedicam, ainda que de forma distinta, ao controle do cooperativismo. Na opinião de Guilherme Krueger, assessor jurídico da OCB, a troca de opiniões e conhecimentos entre os magistrados e os profissionais do SESCOOP potencializará uma convergência de entendimentos, o que contribuirá sobremaneira para uma maior segurança jurídica para as cooperativas.
Notícias representação
O presidente Organização das Cooperativas do Estado do Paraná, João Paulo Koslovski, (Ocepar) apresentou ontem, em Brasília, uma proposta para a criação de uma Frente Parlamentar em Defesa da Triticultura Brasileira, durante audiência pública da Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados. A audiência foi solicitada pelo deputado federal Moacir Micheletto (PMDB-PR) e teve como objetivo debater o momento difícil pelo qual passa a triticultura nacional. A proposta de Koslovski é fortalecer a produção interna do cereal. “Não podemos ficar à mercê dos moinhos, que podem utilizar os estoques públicos do governo e mecanismos para a importação (do trigo)”, disse o representante das cooperativas paranaenses.
Informações levantadas pela Ocepar mostram que o Brasil gasta quase um bilhão de dólares com a importação do cereal. O representante do Paraná, estado que produz cerca de 60% do trigo brasileiro, disse ainda que, sem o apoio do Congresso, os produtores não têm força de negociação. “Precisamos rediscutir a política de importação de trigo. Sozinho o setor primário não tem força para discutir isso com o Ministério da Agricultura. Precisamos do apoio da Comissão (de Agricultura). A idéia de Koslovski é estabelecer cotas de importação para dar vazão ao trigo do País. A entrada de trigo de outros países prejudica os nossos produtores”, completou o presidente durante a audiência pública realizada na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados em Brasília.
Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a triticultura tem registrado quedas de produção anualmente. Em 1987, o Brasil colheu 6 milhões de toneladas de trigo. Dez anos depois, a colheita foi de apenas 2,2 milhões de toneladas. Apenas na região Sul, a produtividade de trigo das lavouras na região Sul manteve a média de 2 mil quilos por hectare nos últimos anos.
Informações levantadas pela Ocepar mostram que o Brasil gasta quase um bilhão de dólares com a importação do cereal. O representante do Paraná, estado que produz cerca de 60% do trigo brasileiro, disse ainda que, sem o apoio do Congresso, os produtores não têm força de negociação. “Precisamos rediscutir a política de importação de trigo. Sozinho o setor primário não tem força para discutir isso com o Ministério da Agricultura. Precisamos do apoio da Comissão (de Agricultura). A idéia de Koslovski é estabelecer cotas de importação para dar vazão ao trigo do País. A entrada de trigo de outros países prejudica os nossos produtores”, completou o presidente durante a audiência pública realizada na Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados em Brasília.
Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a triticultura tem registrado quedas de produção anualmente. Em 1987, o Brasil colheu 6 milhões de toneladas de trigo. Dez anos depois, a colheita foi de apenas 2,2 milhões de toneladas. Apenas na região Sul, a produtividade de trigo das lavouras na região Sul manteve a média de 2 mil quilos por hectare nos últimos anos.
Notícias representação
A OCB iniciou esta semana ações no Senado Federal para inserção na Medida Provisória 252, conhecida como a MP do Bem, de emendas de destaques que caracterize como operação de parceria a utilização da propriedade do associado pela cooperativa e explicite a possibilidade de compensação dos créditos presumidos de exportação com outros tributos federais, ou o seu ressarcimento.
Essas matérias constavam de emendas de destaques apresentados à MP 252 quando ainda tramitava na Câmara dos Deputados, mas que não chegaram a ser votadas devido à falta de acordo das lideranças. A MP deve ser votada no Senado até o dia 13 de outubro.
Para encaminhar as reivindicações do sistema cooperativista, e para manter as conquistas obtidas na Câmara, o superintendente da OCB, Marco Aurelio Fuchida, acompanhado do presidente da OCEPAR, João Paulo Koslovski, do seu assessor técnico João Caetano e do gerente geral de Desenvolvimento de Cooperativas da OCB, Ramon Gamoeda Belisário, reuniu-se ontem com o Senador Romero Jucá (PMDB-RR), sub-relator da MP no Senado, que ficou de verificar com a Receita Federal a possibilidade de acolher as emendas.
O pleito do cooperativismo também foi levado às assessorias técnicas dos Senadores José Sarney (PMDB-AP), relator da MP 252, Osmar Dias (PDT-PR), Aloizio Mercadante (PT-SP), Sérgio Guerra (PSDB-PE), Demóstenes Torres (PFL-GO), Sérgio Zambiazi (PTB-RS) e Gilberto Goellner (PFL-MT).
Nas conquistas obtidas durante a tramitação da MP do Bem na Câmara dos Deputados está a redução a zero das alíquotas do PIS e da Cofins para o leite em pó, o requeijão e queijos tipo mussarela, minas, prato, coalho e ricota. A alteração também concede crédito presumido de 80% para a aquisição de leite de produtores pessoas físicas.
O texto aprovado na Câmara também acolheu emenda estabelecendo que as cooperativas de transporte rodoviário de cargas poderão, na apuração dos valores devidos a título de PIS e Cofins, excluir da base de cálculo os ingressos decorrentes do ato cooperativo.
Essas matérias constavam de emendas de destaques apresentados à MP 252 quando ainda tramitava na Câmara dos Deputados, mas que não chegaram a ser votadas devido à falta de acordo das lideranças. A MP deve ser votada no Senado até o dia 13 de outubro.
Para encaminhar as reivindicações do sistema cooperativista, e para manter as conquistas obtidas na Câmara, o superintendente da OCB, Marco Aurelio Fuchida, acompanhado do presidente da OCEPAR, João Paulo Koslovski, do seu assessor técnico João Caetano e do gerente geral de Desenvolvimento de Cooperativas da OCB, Ramon Gamoeda Belisário, reuniu-se ontem com o Senador Romero Jucá (PMDB-RR), sub-relator da MP no Senado, que ficou de verificar com a Receita Federal a possibilidade de acolher as emendas.
O pleito do cooperativismo também foi levado às assessorias técnicas dos Senadores José Sarney (PMDB-AP), relator da MP 252, Osmar Dias (PDT-PR), Aloizio Mercadante (PT-SP), Sérgio Guerra (PSDB-PE), Demóstenes Torres (PFL-GO), Sérgio Zambiazi (PTB-RS) e Gilberto Goellner (PFL-MT).
Nas conquistas obtidas durante a tramitação da MP do Bem na Câmara dos Deputados está a redução a zero das alíquotas do PIS e da Cofins para o leite em pó, o requeijão e queijos tipo mussarela, minas, prato, coalho e ricota. A alteração também concede crédito presumido de 80% para a aquisição de leite de produtores pessoas físicas.
O texto aprovado na Câmara também acolheu emenda estabelecendo que as cooperativas de transporte rodoviário de cargas poderão, na apuração dos valores devidos a título de PIS e Cofins, excluir da base de cálculo os ingressos decorrentes do ato cooperativo.
Notícias representação
"Setenta e uma cooperativas integram o ranking 2005 das 500 maiores empresas do agronegócio do País da Revista Globo Rural, divulgado ontem, em Goiânia, durante o lançamento pela revista do Anuário do Agronegócio 2005. Elas foram escolhidas pelo critério de Receita Líquida, como é conhecida a receita operacional líquida, ou faturamento líquido. Esse critério representa o valor das receitas de vendas e da prestação de serviços do exercício, deduzidos os impostos (ICMS, IPI, ISS, PIS) as vendas canceladas e os abatimentos.
Entre as cooperativas que aparecem no ranking da revista Globo Rural destacam-se a Coamo, do Paraná, em 10º lugar; a Copersucar, de São Paulo, em 14º; a Copercentral, de Santa Catarina, em 37º; a C. Vale, do Paraná, em 38º; a Carol, de São Paulo, em 46º; a Cocamar, do Paraná, em 48º; a Itambé, de Minas Gerais, em 49º; a Cooxupé, de Minas Gerais, em 57º; a Comigo, de Goiás, em 63º, e a Coopercitrus, de São Paulo, em 67º. A Coamo e a Itambé receberam, ainda, o título de empresas campeãs do ramo em que atuam.
A divulgação do ranking ocorreu em solenidade no Hotel Oliveira’s Place, em Goiânia, e teve a participação do governador de Goiás, Marconi Perillo, do diretor geral da Editora Globo, Juan Ocerin, e do presidente da OCB, que promove com a revista Globo Rural o Prêmio Cooperativas do Ano. Márcio Lopes de Freitas considerou que o grande número de cooperativas incluídas no ranking da revista é uma vocação natural do setor, hoje responsável por um terço da produção de alimentos do país."
Entre as cooperativas que aparecem no ranking da revista Globo Rural destacam-se a Coamo, do Paraná, em 10º lugar; a Copersucar, de São Paulo, em 14º; a Copercentral, de Santa Catarina, em 37º; a C. Vale, do Paraná, em 38º; a Carol, de São Paulo, em 46º; a Cocamar, do Paraná, em 48º; a Itambé, de Minas Gerais, em 49º; a Cooxupé, de Minas Gerais, em 57º; a Comigo, de Goiás, em 63º, e a Coopercitrus, de São Paulo, em 67º. A Coamo e a Itambé receberam, ainda, o título de empresas campeãs do ramo em que atuam.
A divulgação do ranking ocorreu em solenidade no Hotel Oliveira’s Place, em Goiânia, e teve a participação do governador de Goiás, Marconi Perillo, do diretor geral da Editora Globo, Juan Ocerin, e do presidente da OCB, que promove com a revista Globo Rural o Prêmio Cooperativas do Ano. Márcio Lopes de Freitas considerou que o grande número de cooperativas incluídas no ranking da revista é uma vocação natural do setor, hoje responsável por um terço da produção de alimentos do país."
Notícias representação
A Coordenação Geral de Agrotóxicos e Afins da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) aprovou, no dia 22 de setembro, o primeiro registro de produto técnico equivalente, o Glifosato Genérico, para fins industriais. O Glifosato é um dos principais herbicidas usados no pré-plantio das lavouras para remover plantas daninhas da área onde será semeada uma determinada cultura.
A OCB, juntamente com as principais entidades de representação do setor agrícola e da indústria de insumos, vem solicitando a aceleração do processo de registros, no âmbito do Comitê Técnico de Assessoramento para Agrotóxicos (CTA), para prover a redução dos custos de produção ao agricultor e suas cooperativas, que vivem uma forte crise financeira. O registro de produtos genéricos ajudará os produtores a reduzirem sensivelmente os custos da produção. A tendência agora é de liberação de outros registros de agrotóxicos genéricos.
Notícias representação
A Organização das Cooperativas do Distrito Federal (OCB/DF) em parceria com o Instituto Julieta Araújo promoveu na semana passada curso de Culinária e Camareira para capacitação de mulheres de baixa renda para o mercado de trabalho. O curso aconteceu no Centro de Ensino nº 3, da cidade satélite de Ceilândia, e inclui noções básicas sobre cooperativismo. A intenção é inseri-los no mercado por meio de uma cooperativa cujo objetivo seja prestar serviços culinários.
Notícias representação
"
O CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola promoveu na última quarta-feira (21/09), em parceria com outras entidades, o evento “A Reforma Trabalhista e as Novas Relações de Trabalho”. O encontro foi realizado na sede do CIEE, no Itaim Paulista, em São Paulo, e contou com a presença de empresários, dirigentes de cooperativas, mantenedores de ensino, entre outros convidados. O ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Almir Pazzianotto, apresentou a primeira edição da CLT, de 1943.
“Como meu tema é o Envelhecimento da CLT, pensei que só de mostrar aos senhores esta edição, minha apresentação estaria concluída”. Jurista especializado em Relações do Trabalho, Pazzianotto defendeu a reforma trabalhista. “O problema da legislação trabalhista não é doutrinário, é prático; não é remoto, é imediato. A reforma trabalhista é simples, mas depende do Congresso Nacional que é capaz de tudo, menos de legislar”, criticou.
Para o ex-ministro, discutir esse tema é colocar em pauta a sobrevivência de milhões de brasileiros. “Eles precisam trabalhar, mas são impedidos por causa de uma legislação anacrônica e inadequada para o século XXI e para a globalização”. Na opinião de Pazzianotto, a sociedade brasileira está, culturalmente, presa e submissa à CLT, o que colabora para a desigualdade social. “As leis atuais impedem a criação de novos empregos. Com isso, há o aumento das taxas de desemprego, de informalidade e da violência”.
O advogado do Ramo Trabalho da OCB, José Eduardo Pastore, que ministrou a palestra “Cooperativismo na Atividade Fim”, destacou a importância do trabalho digno, independentemente do vínculo de emprego. “O que deve ser privilegiado na execução de qualquer atividade é o princípio da dignidade e liberdade humanas, no contexto da autonomia de vontade. Se essas circunstâncias não forem observadas, o estado pode cometer brutal violação dos direitos ao trabalho em detrimento do direito do trabalho”.
O advogado especialista em Cooperativismo também acredita que há preconceito e desinformação no meio jurídico em relação ao sistema cooperativista. “Esse é o um dos obstáculos mais sérios que enfrentamos. Já é hora de externalizarmos sem medo as incongruências da legislação trabalhista no Brasil”. Em sua palestra, Pastore citou alguns casos de precarização das relações de trabalho, sob a égide da CLT, e abordou ainda a polêmica sobre atividades meio e fim. “Essa questão é irrelevante diante do caráter social do trabalho. O princípio do trabalho com dignidade está contido na Declaração dos Direitos do Homem, nos documentos da Organização Internacional do Trabalho e em alguns artigos da Constituição Federal”.
O consultor jurídico da OCB também ressaltou o anacronismo da CLT e a necessidade da reforma trabalhista. “A CLT tem 60 anos. Talvez levemos outros 60 anos para mudar alguma coisa. Não importa, temos que começar e trazer essa discussão a público”."
O CIEE - Centro de Integração Empresa-Escola promoveu na última quarta-feira (21/09), em parceria com outras entidades, o evento “A Reforma Trabalhista e as Novas Relações de Trabalho”. O encontro foi realizado na sede do CIEE, no Itaim Paulista, em São Paulo, e contou com a presença de empresários, dirigentes de cooperativas, mantenedores de ensino, entre outros convidados. O ex-ministro do Trabalho e ex-presidente do Tribunal Superior do Trabalho, Almir Pazzianotto, apresentou a primeira edição da CLT, de 1943.
“Como meu tema é o Envelhecimento da CLT, pensei que só de mostrar aos senhores esta edição, minha apresentação estaria concluída”. Jurista especializado em Relações do Trabalho, Pazzianotto defendeu a reforma trabalhista. “O problema da legislação trabalhista não é doutrinário, é prático; não é remoto, é imediato. A reforma trabalhista é simples, mas depende do Congresso Nacional que é capaz de tudo, menos de legislar”, criticou.
Para o ex-ministro, discutir esse tema é colocar em pauta a sobrevivência de milhões de brasileiros. “Eles precisam trabalhar, mas são impedidos por causa de uma legislação anacrônica e inadequada para o século XXI e para a globalização”. Na opinião de Pazzianotto, a sociedade brasileira está, culturalmente, presa e submissa à CLT, o que colabora para a desigualdade social. “As leis atuais impedem a criação de novos empregos. Com isso, há o aumento das taxas de desemprego, de informalidade e da violência”.
O advogado do Ramo Trabalho da OCB, José Eduardo Pastore, que ministrou a palestra “Cooperativismo na Atividade Fim”, destacou a importância do trabalho digno, independentemente do vínculo de emprego. “O que deve ser privilegiado na execução de qualquer atividade é o princípio da dignidade e liberdade humanas, no contexto da autonomia de vontade. Se essas circunstâncias não forem observadas, o estado pode cometer brutal violação dos direitos ao trabalho em detrimento do direito do trabalho”.
O advogado especialista em Cooperativismo também acredita que há preconceito e desinformação no meio jurídico em relação ao sistema cooperativista. “Esse é o um dos obstáculos mais sérios que enfrentamos. Já é hora de externalizarmos sem medo as incongruências da legislação trabalhista no Brasil”. Em sua palestra, Pastore citou alguns casos de precarização das relações de trabalho, sob a égide da CLT, e abordou ainda a polêmica sobre atividades meio e fim. “Essa questão é irrelevante diante do caráter social do trabalho. O princípio do trabalho com dignidade está contido na Declaração dos Direitos do Homem, nos documentos da Organização Internacional do Trabalho e em alguns artigos da Constituição Federal”.
O consultor jurídico da OCB também ressaltou o anacronismo da CLT e a necessidade da reforma trabalhista. “A CLT tem 60 anos. Talvez levemos outros 60 anos para mudar alguma coisa. Não importa, temos que começar e trazer essa discussão a público”."
Notícias representação
O Brasil está garantido entre os membros do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional. Resultado da eleição realizada na última sexta-feira, 23/9, durante a Assembléia Geral da ACI, na Colômbia, reelegeu Américo Utumi, conselheiro e ex-presidente da Ocesp. Eram 22 candidatos de várias partes do mundo para 15 vagas. Nas vésperas da eleição, Utumi defendeu assim sua aspiração: "Seria muito importante que o Brasil continuasse representado na diretoria da ACI, já que o país tem um cooperativismo em pleno desenvolvimento e precisa se articular também internacionalmente".
Uma delegação formada por dezenas de dirigentes cooperativistas brasileiros acompanhou o processo eleitoral na Colômbia, ajudando inclusive na conquista de votos para o nosso candidato. A ACI, entidade ligada à ONU, é o órgão mundial do cooperativismo, representando cerca de 800 milhões de cooperados. Na próxima edição, mais informações sobre a Assembléia da ACI.