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Com sede no município de Itu, a CECCASP foi formada em 2003 e percorreu um longo caminho para atingir maturidade e fazer frente aos grandes abatedouros. A cooperativa foi a alternativa encontrada por um grupo de criadores de avestruzes de São Paulo para garantir a entrada do produto no mercado a um preço justo e competitivo.
A cooperativa estabeleceu parceria com frigoríficos, fornecedores de insumos e distribuidores de carnes e hoje reúne 23 criadores das regiões de Itapetininga, Sorocaba, Avaré e Campinas e está em busca de novos associados. A meta é chegar a 100 cooperados em três anos e o objetivo garantir escala para ganhar ainda mais mercado e entrar para o mercado exportador.
A pesquisa das marcas de confiança está em seu quarto ano e é feita sob encomenda da revista Seleções Reader’s Digest. Por meio de um questionário, foram ouvidos 3.510 pessoas, que avaliaram quatro atributos de confiança: qualidade do produto, relação custo/benefício, imagem forte e percepção adequada das necessidades dos clientes.
As cooperativas de saúde, como a Unimed, são formadas por profissionais especializados na promoção e na preservação da saúde humana: médicos, enfermeiros, dentistas, psicólogos e terapeutas, entre outros. Neste ramo estão registradas na OCB 883 cooperativas que possuem mais de 326 mil associados. De maneira geral, os cooperados têm um maior comprometimento em atender bem, porque são donos do próprio negócio.
Para a discussão da implementação dos Critérios para Identificação de Cooperativa de Trabalho, realizou-se em Porto Alegre, nos dias 21 e 22 julho, o Seminário Estadual do Cooperativismo de Trabalho. Ficou definido o dia 28 de setembro como data limite para que as cooperativas façam sua adequação aos critérios de identificação.
Para Vergílio Périus, ex-auditor do TCU e professor aposentado da Unisinos, os critérios para identificação das cooperativas de trabalho são o divisor de águas que a OCB institui no cooperativismo de trabalho brasileiro. Para ele, o sistema deve exigir o seu cumprimento por todas as cooperativas de trabalho, descredenciando as que se negarem a cumpri-los.
Dulce Acosta, representante estadual do Ramo Trabalho na OCERGS, disse que existem vários grupos de trabalho em atividade que estudam e assessoram na implantação dos critérios e estudos sobre aplicação do ato cooperativo.
Participaram do seminário Vicente Bogo, presidente da OCERGS, Luis Carlos Volcan, presidente da FETRABALHO-RS, Rozani Holler, representante nacional do Ramo Trabalho e mais 150 dirigentes e associados das cooperativas, além de representantes do TCU (Tribunal de Contas da União), TCE (Tribunal de Contas do Estado), do GRAC (Gabinete da Reforma Agrária e Cooperativismo) e da FAMURS (Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul).
Quatro cooperativas agrícolas da região vão receber o aporte de mais de R$ 600 milhões em investimentos federais e estaduais através de bancos oficiais como o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e o BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), além de incentivos no ICMS (Imposto de Circulação de Mercadoria e Serviços).
A Lar investiu R$ 10,5 milhões na UPL de Itaipulândia - tem sede em Medianeira e unidades na maioria das cidades do Oeste (Matelândia, Missal, Santa Helena) – e pleiteia financiamento de R$ 15 milhões no BNDES para construir unidades de beneficiamento de sementes no Paraguai.
Em Matelândia, a Lar que já possuiu uma unidade industrial avícola, está investindo R$ 3 milhões na implantação de um matrizeiro composto por mais de 20 aviários. Todo o complexo terá capacidade para abrigar em torno de 45 mil matrizes. Os ovos coletados serão encaminhados para o incubatório localizado em Santa Helena. A cooperativa abateu 40 milhões de frango em 2004.
"O Brasil tem encontrado uma boa estabilidade econômica, uma balança de pagamento positiva e o setor que está equilibrando tudo isso é o agronegócio. Os investimentos têm apoio do Governo do Estado, através do BRDE, e de incentivos com o ICMS", diz o presidente da Cooperativa Lar, Irineu da Costa Rodrigues.
O MDL permite que países em desenvolvimento convertam a redução da emissão de gás carbônico em créditos que podem ser vendidos aos países industrializados. As RCEs são títulos que possuem natureza jurídica de valor mobiliário para efeito de regulação, fiscalização e sanção por parte da Comissão de Valores Mobiliários.
A cooperativa assinou contrato em 30 de setembro de 2004 com a empresa canadense AgCert Canadá Co. da cidade de Edmonton, província de Alberta. Pelo contrato, a empresa financia todo o projeto, implantação dos biodigestores, escavações, medidores e queimadores automáticos de gás, etc, nas propriedades, em troca do direito de comercialização dos créditos de carbono gerados pelas RCEs. A restituição do valor financiado se fará mediante a cessão das RCEs.
Os investimentos totais em preservação do meio ambiente e Mecanismos de Desenvolvimento Limpo são de aproximadamente cinco milhões de reais e beneficiarão 65 propriedades rurais sem nenhum desembolso da parte dos cooperados.
Adori Bernadi, assessor da diretoria da Copercampos, informa que apesar de nenhum incentivo do governo, algumas instituições financeiras, indústrias, e empresas estão se antecipando e se ajustando ao novo processo produtivo e de industrialização que será implantado em nível mundial.
Na opinião de Bernardi, a Copercampos, por certo, neste ato de visão de sua direção terá brevemente o reconhecimento, não só nacional, mas internacional, pelo modelo de criação de suínos totalmente limpo implantado na região. (Copercampos)
Os dirigentes da ANEEL abordarão os seguintes temas: contrato para as cooperativas que receberão a outorga como permissionárias; como se dará o equilíbrio econômico-financeiro da permissão e da autorização; como ficam as usinas de geração de energia existentes e as futuras, dentro das outorgas - cooperativas permissionárias e autorizadas entre outros assuntos.
Ainda pela manhã haverá uma palestra com o Coordenador Geral do Programa do Ministério das Minas e Energia, João Alderi do Prado, que falará sobre o Programa ""Luz Para Todos"". Já na parte da tarde haverá uma apresentação sobre o ""Realinhamento Tarifário e as Cooperativas"" com Nélisson Sérgio Höewell do Ministério das Minas e Energia."
O objetivo é ampliar a visibilidade do evento e do sistema cooperativista para toda a mídia e empresários, valorizando o setor e mostrando sua força, qualidade e competitividade através de um grande leque de produtos e serviços.
Durante a Fenacoop 2005 o Supermercado Cooperativo estará em sinergia com o Fórum de Negócios e a exposição, onde os participantes estarão interagindo com os mais de 15 mil visitantes através de promoções específicas em seus estandes, ou através das rodadas de negócios, workshops e painéis empresariais.
De acordo com os organizadores, a Fenacoop que está em sua segunda edição tem como o objetivo apresentar e divulgar as potencialidades do mercado cooperativista e mostrar que as cooperativas estão preparadas para trabalhar em conjunto com o setor empresarial, governo e demais entidades. Mais informações sobre o evento WTM MANAGEMENT FEIRAS E CONGRESSOS Tel. (11)6193-7740 – Fax: (11)6941-5340 - www.fenacoop.com.br -
Para amenizar a situação dos produtores de arroz da região Sul, o ministro Roberto Rodrigues solicitou ao Banco do Brasil a adoção de mecanismos previstos no manual do crédito rural e de outras alternativas aplicáveis para ampliar o prazo de quitação de dívidas de custeio em até 90 dias, para viabilizar uma melhor comercialização da safra. Para o ministro, a prorrogação das dívidas de custeio representa mais um avanço nas ações para reduzir os efeitos da crise da agricultura, em decorrência de fatores como valorização do câmbio, custos elevados, problemas climáticos e baixo preço de alguns produtos.
Nesta quinta-feira o governo prossegue as ações de apoio à comercialização de arroz, com a realização do segundo leilão de contratos de opção, com a oferta de 75 mil t de opção pública e 125 mil t de opção privada. Segundo o secretário de Política Agrícola, Ivan Wedekin, o governo pretende promover a recuperação do preço do arroz, o que depende de uma forte articulação da cadeia produtiva.
O gerente geral da Organização das Cooperativas de Minas Gerais, Francisco Gonçalves, destacou que a contratação de pessoas pelo Sescoop sempre gerou dúvidas para muitas Organizações. "Este é o momento de todos terem o mesmo entendimento a respeito do processo de seleção". Outro ponto que o coordenador de capacitação do Paraná, José Ronkoski, ressaltou é que o grupo ficará concentrado na interpretação da legislação trabalhista e tributária.
Para ele este ponto é fundamental, tendo em vista que o Sescoop é auditado pela Controladoria Geral da União (CGU). Rokonski entende que a participação do coordenador Geral de Auditoria do Sistema "S"da CGU, Dilermano Silva, foi de extrema importância. "Devemos nos adequar de acordo com as exigências da CGU, finaliza o administrador".
A gerente de Controladoria e Finanças da OCB de Espírito Santo, Valdirene de Souza Menergardo, acha importante a integração entre os estados e para ela é fundamental que cada tenham as mesmas informações para diminuir os apontamentos realizados pela auditoria independente.
Ontem à noite (19/7), o superintendente do Sistema OCB, Marco Aurelio Fuchida, apresentou aos participantes o planejamento estratégico do Sistema. Amanhã as discussões continuam com os consultores da área de Departamento Pessoal e Legislação Trabalhista, Cristian Portela Borges, e na sexta-feira (22/7), último dia, com Marcos César Mota.
De acordo com o presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infra-estrutura (Infracoop), Jânio Vital Stefanello, um dos pontos positivos do projeto de regularização é a definição das áreas geográficas de atuação das cooperativas como forma de garantir suas atividades diante da concorrência das grandes empresas distribuidoras de energia elétrica. "Assim eliminam-se conflitos de abrangência dos serviços", avalia Stefanello.
Na parte da manhã, o grupo formado por representantes de cooperativas, federações e confederações discutiu o desequilíbrio que existe nas tarifas cobradas às cooperativas pelas concessionárias de energia elétrica que vem a cada ano aumentando. A proposta de ajuste no realinhamento tarifário para as cooperativas, que vêm sendo penalizadas, foi o assunto abordado pelo representante do Ministério de Minas e Energia Nélisson Sérgio Höewell. Ficou definido que nos próximos dias será marcado uma audiência com o Ministro de Minas e Energia, OCB e cooperativas para tratar do realinhamento tarifário que atenda as cooperativas.
Outro ponto apresentado pelo representante do Ministério das Minas e Energia, João Alderi do Prado, foi "Luz para Todos", programa do Ministério de Minas e Energia que quer universalizar o acesso à energia elétrica em todo território brasileiro. A previsão é que, até 2008, 12 milhões de pessoas tenham acesso ao serviço. Para o superintendente da Infracoop, José Zordan, este programa vai proporcionar energia elétrica em 100% das zonas rurais. Ele informou que as cooperativas interessadas devem encaminhar ao ministério propostas de integração ao programa federal. "Este é um compromisso social que devemos assumir".
Existem no Brasil 122 dessas cooperativas de eletrificação, com 750 mil associados e que atendem a mais de três milhões de pessoas, grande parte nas áreas rurais. Elas operam 23 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), com mais 20 projetos em andamento e têm 140 mil quilômetros de rede de energia.
De acordo com o assessor jurídico da OCB, Guilherme Krueger, com o novo Código Civil e o acúmulo de conhecimento decorrente das discussões sobre Pis/Cofins, houve a necessidade de uma reavaliação das posições da OCB sobre a lei cooperativista. "O Grupo Técnico cumpriu sua principal missão que era de preparar subsídios para a tomada de decisões políticas do Sistema OCB", esclarece.
As discussões fazem parte de dois grandes projetos do Plano de Trabalho do Sistema OCB para 2005, que são: propiciar o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo e identificar, estabelecer e implementar estratégias para solucionar pontos críticos da legislação cooperativista.
Também fazem parte do Grupo Técnico os advogados, Dionísio Olicshevis, José Cláudio Oliveira, Karla Amaro, Paulo Roberto Stöberl, Thiago Motta, Waldemar Caetano Gomes, Tânia Zanella e José Carlos Fernandes Cemirim.
A indústria também vai arcar com parte do custo do refinanciamento na proporção de 5% da taxa de juros. "A reunião foi positiva e ficou muito clara a boa vontade das empresas em contornar esse momento de crise. Agora eu volto para Brasília para encontrar um meio de operacionalizar essa parceria", disse o ministro.
O presidente da Ocesp considerou um sinal positivo a disposição da indústria em participar do refinanciamento agrícola. "Ainda não sabemos como operacionalizar o sistema, mas eu penso que o governo estava esperando um sinal mais forte da indústria para regulamentar o refinanciamento e fazer com que o dinheiro chegue às mãos do produtor. Este sinal foi dado na reunião de hoje", avaliou.
A participação das indústrias no refinanciamento das dívidas vai cobrir os R$ 1 bilhão já liberados pelo Banco do Brasil e também a verba adicional de R$ 3 bilhões que será distribuída pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a partir de recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT). No total serão R$ 4 bilhões para renegociar o endividamento por um prazo de dois anos.
Segundo o presidente da Câmara Setorial de Insumos Agrícolas, e também da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), Cristiano Simon, "a indústria tem interesse em receber os pagamentos do produtor rural e de manter o fornecimento para as próximas safras. Daí a disposição do setor em bancar esses 5% para que o produtor tenha condições de pagar e não fique inadimplente". Segundo Simon, haverá retração no setor na próxima safra com pequena redução de área e queda no uso de tecnologia, entre 5% e 10% em relação à safra anterior.
O objetivo do encontro é trocar opiniões e experiências sobre o desenvolvimento do setor, as perspectivas do modelo empresarial cooperativo e as políticas públicas de promoção, fomento e desenvolvimento setorial de cada um dos países do continente americano. E serve, segundo o deputado, para identificar os temas comuns que se encontram em debate nos parlamentos nacionais dos países participantes, assim como as respostas, ações e tendências que estão sendo discutidas em relação aos mesmos. Zonta levou em sua bagagem um documentário sobre o cooperativismo brasileiro, produzido pela OCB.
A Ocepar vinha solicitando a oficialização dos contratos de arrendamento há muitos anos e, recentemente, expôs o problema ao ministro Paulo Bernardo, que prometeu solução definitiva. Serão beneficiadas pelo contrato as cooperativas que já estão utilizando esses armazéns: Cocamar, Coamo, Coagel, Cocari (duas unidades), Valcoop e Coceal. As cooperativas paranaenses são detentoras de 46% da capacidade armazenadora do Paraná, que totaliza 21,3 milhões de toneladas. (Fonte:Ocepar)
Os criadores paraibanos estiveram na última quarta-feira, 13/7, na cidade de Itu, onde conheceram a Ceccasp (Cooperativa de Exploração Comercial da Cadeia Produtiva de Avestruzes do Estado de São Paulo), acompanhados pelo técnico em cooperativismo do Sistema Ocesp/Sescoop-SP Yuri Costa de Oliveira. No dia anterior, o grupo conheceu a sede da Ocesp e obteve informações sobre o cooperativismo agropecuário paulista. Américo Utumi, diretor da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), também participou da reunião.
O presidente da OCB-PB, Agostinho dos Santos, integra a comitiva paraibana neste intercâmbio com São Paulo, que é realizado a partir de um convênio com o Denacoop (Departamento Nacional de Associativismo e Cooperativismo), órgão ligado ao Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O Sescoop-SP recebeu também, nesta quarta-feira, duas profissionais do Sescoop-ES, que vieram conhecer projetos e procedimentos administrativos do Sistema em São Paulo. Valdirene Menegardo, da Gerência de Controladoria e Finanças, e Kátia Cristina Lessa, gerente técnica, conheceram de perto o trabalho desempenhado em São Paulo no recolhimento de GFIPS (Guia de Recolhimento do FGTS Informações à Previdência Social).
"Estamos passando por uma reestruturação em nosso estado e foi importante acompanhar o controle de GFIPS, tanto para conferir se as cooperativas estão realizando o procedimento correto no Espírito Santo como para promover treinamento para nossas associadas", diz Valdirene. "A troca de experiências é fundamental. Vou aproveitar para conhecer também os projetos das áreas de capacitação e promoção social", complementa Kátia.
Em Mato Grosso estão registradas na OCB/MT, quatro cooperativas de leite, com 5.400 cooperados e mais de 500 funcionários. Juntas representam 41% do valor recolhido do ICMS do setor lácteo estadual. As cooperativas Coopnoroeste (Região Oeste), a Comajul (Região Sul), a Coopernova (Região Norte) e a Campileite (Região Leste), produzem mais de 120 milhões de litro/ano, o que corresponde a 30% da produção de leite de Mato Grosso.
O diretor do departamento econômico da Confederação Brasileira das Cooperativas de Laticínios (CBCL), Vicente Nogueira Netto, falará sobre as Perspectivas de Mercado para as Cooperativas de Leite. Também serão debatidos temas como o fortalecimento das cooperativas mato-grossenses, estímulos fiscais (Pró-Leite), cadeia produtiva e outros temas de interesse do setor.
""As cooperativas promovem o desenvolvimento econômico e social, proporcionando benefícios diretos para os associados, funcionários e familiares, e também para toda a comunidade. Embora seja um empreendimento econômico, a cooperativa difere de uma empresa comercial na medida em que proporciona benefícios indiretos para toda a região onde está inserida, o que no caso das empresas existe em escala menor"", explica Barroso.
Desenvolvimento regional - O gerente explica que o lucro é o fim das empresas, enquanto as cooperativas devem ter o resultado econômico como meio de atender aos interesses dos associados. Para exemplificar este impacto social do cooperativismo, Barroso disse que as cooperativas são sociedades de pessoas que se organizam em suas comunidades para resolver problemas. ""Um grupo de médicos, por exemplo, que se une em uma determinada região para formar uma cooperativa, terá provavelmente uma renda maior do que tinha trabalhando para empresas de planos de saúde. Este aumento na renda será investido na própria região onde os profissionais e suas famílias estão inseridos, em vez de ter como destino o dono da empresa, que na maioria das vezes não reside na região e aplica seus lucros em bancos. Com a renda aplicada na própria região, a economia cresce com melhor distribuição de renda"", compara.
Melhor definição - O conceito de economia social contribui para esclarecer uma confusão que existe na sociedade sobre o que é uma cooperativa. Por influência de uma visão norte-americana, as organizações no Brasil são enquadradas apenas em três formas: primeiro setor (órgãos públicos), segundo setor (empresas privadas) e terceiro setor (associações sem fins lucrativos). ""Insistimos em realçar a diferença das cooperativas para as empresas e, ao mesmo tempo, não podemos dizer que somos governo e nem do terceiro setor; portanto, a melhor definição é mesmo a economia social"", defende Barroso.
Sobre a relação entre Economia Social e Responsabilidade Social, que é o tema do evento do dia 28, o gerente da OCB afirma que há proximidade entre os assuntos. ""A cooperativa, quando pratica os sete princípios do cooperativismo, caminha para a responsabilidade social em sua relação com os vários públicos de relacionamento - clientes, associados, funcionários, familiares e comunidade em geral. A discussão da responsabilidade social pretende estimular as cooperativas a agregar de forma prática, como parte do plano estratégico, a gestão estruturada desta responsabilidade social"", adianta.
Programação "" O encontro terá também palestra de José Gregori, presidente da Comissão Municipal de Direitos Humanos e ex-ministro da Justiça, que falará sobre a Responsabilidade Social a Serviço dos Direitos Humanos. Também será realizado um painel com a presença de Eric Altit, do Conselho Empresarial Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), que abordará o ""Papel das empresas frente ao desenvolvimento social sustentável"", e haverá explanação de experiências das cooperativas Coplana, Coocerqui, Unimed do Brasil e das empresas Petrobrás e Serasa. O encontro é direcionado a cooperativas, estudantes e interessados em geral. Mais informações e inscrições: (11) 5576-5951 ou 5576-5985. (Fonte:Ocesp)"
Governo abre fronteira para carne do ParaguaiCOMIGO enfrentará seleção de masters em seu aniversário
De acordo com a circular 28 do Mapa, estão autorizadas as importações de carne bovina desossada ou com osso procedente de frigoríficos habilitados pelo Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal (Senacsa) do Paraguai. Também poderão ingressar no Brasil bovinos vivos com comprovada qualidade genética - destinados exclusivamente para reprodução - sêmen e embriões de bovinos; e animais com finalidade de participar de exposições por período de até 30 (trinta) dias.
As regras definem ainda que os animais vivos somente serão autorizados a entrar no Brasil se forem nascidos no Paraguai e registrados em associação de criadores com representatividade nacional, cujas propriedades sejam cadastradas e controladas sob o aspecto sanitário pelo Senacsa. Os animais a serem exportados deverão ser submetidos à quarentena por um período não inferior a 30 dias, passando por vacinação contra febre aftosa no início da quarentena. Além disso, o ingresso somente poderá ser realizado pelos postos de Ponta Porã/Pedro Juan Caballero e Novo Mundo/Salto Del Guairá. No Brasil, os animais devem ser registrados no Sistema Nacional de Identificação de Bovinos e Bubalinos (Sisbov).
A autorização poderá ser suspensa a qualquer momento em decorrência do registro de eventos sanitários que possam colocar em risco o rebanho brasileiro ou no caso de descumprimento dos itens especificados pela Secretaria de Defesa Agropecuária. Em julho de 2003, o Brasil suspendeu a importação de carne maturada e desossada do Paraguai em razão da ocorrência de foco de febre aftosa próximo à divisa do daquele país com a Argentina e a Bolívia."
Ronaldo Scucato lembrou em seu discurso que ao contrário dos escândalos políticos que o Brasil vive hoje, o cooperativismo mantém sua honra e cumpre suas obrigações sociais. O presidente da Ocemg falou de três personagens históricos que exemplificam os ideais da política: Cícero, a dinastia Tang, e Mêncio, pioneiro dos planos econômicos. Nos três casos, os políticos defendiam a honra e a importância dos homens públicos, que segundo Scucato, hoje em dia são raros. Após seu discurso, Ronaldo Scucato apresentou a maquete da nova sede da Casa do Cooperativismo em Minas, que ficará pronta em outubro de 2006, destacando a importância do empreendimento.
Já o presidente da OCB, Márcio Lopes, parabenizou a Ocemg pelos seus 35 anos e ressaltou a grandiosidade da instituição, com suas 800 cooperativas e mais de um milhão de associados. Ao falar sobre o Dia Internacional do Cooperativismo, lembrou a importância da doutrina para o mundo. "Somos mais de 800 milhões de cooperativistas no planeta, em cerca de 150 países. Se imaginarmos que cada um desses tem pelo menos três familiares, esse número aumenta para cerca de 2,5 bilhões de pessoas ligadas diretamente ao cooperativismo. Ou seja, quase a metade do planeta faz parte de nosso sistema", afirmou.
O presidente da Frencoop/MG, deputado Paulo Piau, também fez um discurso no qual parabenizou a Ocemg pelas comemorações do Dia Internacional do Cooperativismo. Ele convocou as cooperativas para que se juntem ao povo brasileiro e façam uma cruzada para construir o Brasil com que todos sonham e anunciou que dentro de 60 a 90 dias, formará uma comissão especial na Assembléia Legislativa para discutir todos os ramos do cooperativismo em Minas.
A apresentação foi feita para a coordenadora de comunicação da OCB/PE, Mirella Monteiro, que realizou a visita técnica na Escola. "É muito gratificante ver o resultado do ensino cooperativista nas crianças. Exemplos como esse nos fazem acreditar num futuro de cooperação", declarou Mirella.