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O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, participou nesta quinta-feira (16/06), na sede da OCB em Brasília de reunião das câmaras setoriais da Cadeia Produtiva de Insumos Agropecuários e Temática de Financiamento e Seguro do Agronegócio. No encontro, esteve presente o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, parlamentares e representantes de toda a cadeia produtiva desses segmentos. Foi discutido o cenário atual da agricultura, além da comercialização da atual safra e o financiamento de insumos e plantio da próxima safra 2005/2006.
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Amanhã inicia a segunda edição do Encontro Nacional dos Superintendentes, no Hotel Nacional, em Brasília. No primeiro dia o grupo abordará a “Otimização da Arrecadação” e Harmonização de Procedimentos”. Já no segundo dia os superintendentes terão uma palestra com o professor Luiz Cláudio da Fundação Dom Cabral (MG). O encontro tem como base a pauta estabelecida no primeiro encontro que aconteceu no mês de abril, quando foi elaborada uma programação de trabalho para os superintendentes das Organizações Estaduais de acordo com a linha de ação da Unidade Nacional. A coordenação dos trabalhos é da superintendência Nacional com da Assessoria de Pessoas.
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Já começou o aquecimento para a 6ª Copa de Futebol Soçaite das Cooperativas do Espírito Santo (Futcoop) organizado pela OCB/ES. Os jogos, que têm início neste sábado (11/6), às 9 horas, no Centro Recreativo dos Servidores da Universidade Federal do Espírito Santo, em Vitória (ES), visam integrar as cooperativas do estado por meio da prática esportiva.
De acordo com o coordenador de Esportes e Cultura da OCB/ES, Edson Miranda, o evento tem contribuído para reunir dirigentes e associados de diversas cooperativas. "O esporte também tem auxiliado na promoção de valores como ajuda mútua, trabalho em equipe e a intercooperação", diz.
No total 13 cooperativas participam desta edição do campeonato, que diferente dos anos anteriores, prestará homenagem ao cooperativista Luiz Carlos de Oliveira, que iniciou sua trajetória no cooperativismo em 1960 pelo Incra e atuou, de 1990 a 2004 na OCB/ES. Além da premiação dos quatro primeiros lugares, será entregue o troféu ao jogador mais disciplinado, ao artilheiro do campeonato, ao goleiro menos vazado e a melhor torcida.
A partida que definirá o time campeão está agendada para o dia 3 de setembro. Nesta oportunidade, também será celebrado o 33º aniversário do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Espírito Santo (OCB/ES), constituído em 4 de setembro. Com média de público de 500 pessoas, o Futcoop reuniu em 2004 quinze equipes, no total de 305 atletas. Foram marcados 113 gols em 30 jogos.
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Quem não trabalha, com certeza tem o pai ou a mãe, ou alguns dos irmãos, tios, primos ou então um amigo que presta serviço ou já trabalhou na cooperativa Agroindustrial Consolata (Copacol). Este é o reflexo da importância da Copacol para toda região de Cafelândia, distrito de Cascavel (PR). A primeira cooperativa do oeste paranaense conta com mais de 4 mil colaboradores, 4,3 mil associados e responde por 80% do Produto Interno Bruto (PIB) de Cafelândia.
"Nosso maior orgulho é saber que estamos ajudando nossa comunidade e principalmente o pequeno produtor", declarou o presidente da cooperativa, Valter Pitol, nesta quinta-feira (9/6) aos presidentes das Unidades Estaduais da OCB que estão visitando as cooperativas premiadas na primeira edição do Prêmio Cooperativa do Ano 2004 promovido pela OCB e pela revista Globo Rural. Ele lembrou que os associados da Copacol são pequenos produtores com áreas de até 50 hectares.
Um exemplo de desenvolvimento é a propriedade dos produtores rurais Ardino Motter e Rose Zonta Motter, que o grupo foi conhecer. O casal possui 24 hectares e conta com uma remuneração garantida que vem da avicultura. "Não me queixo da vida, a renda com a avicultura nos permitiu que construíssemos uma nova casa com melhores condições de conforto para minha família", declarou Rose. Ela conta que é responsável pelo trabalho diário na chácara. "Levanto às 5h e encho os comedouros do aviário". Em média, a propriedade rende cerca de R$ 1.500 por mês. "Sou sócio a 35 anos da Copacol. A cooperativa já me proporcionou muito conhecimento", revelou Ardino.
O presidente da Copacol, acompanhado pela diretoria, apresentou o projeto que foi o grande vencedor na categoria Qualidade e Produtividade em 2004. O prêmio foi dado graças ao Programa de Qualidade Total na Avicultura. Desde 2000 a cooperativa vem promovendo, juntos aos avicultores, cursos e treinamentos focados na filosofia de Qualidade Total, visando qualificação e profissionalização para alcançar resultados de produtividade, qualidade do produto e satisfação do cooperado. Os resultados se refletem num processo de conscientização, fazendo com que o produtor passasse a encarar sua atividade como um ramo empresarial.
Por Daniela Lemke, enviada especial do Sistema OCB que está acompanhando a comitiva de presidentes.
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A apresentação cultural que a cooperativa Agrária Mista Entre Rios, do Paraná, preparou para recepcionar a comitiva de presidentes das Unidades Estaduais da OCB, nesta terça-feira (7/6), foi uma pequena amostra do trabalho social realizado pela cooperativa, que rendeu o Prêmio de Cooperativa do Ano 2004 na Categoria Responsabilidade Social. Crianças e jovens cantaram e dançaram músicas populares alemãs. O grupo folclórico faz parte do Centro Cultural Mathias Leh, mantido pela cooperativa e que tem como principal objetivo estimular a ação cultural à língua, as tradições e as raízes do povo alemão.
O presidente da cooperativa, Jorge Karl, declarou durante a recepção que tem "uma gratidão muito grande pelo grupo que veio conhecer o trabalho da cooperativa e que o prêmio entregue no ano passado pelo órgão máximo do cooperativismo, a OCB, é motivo de muito orgulho. "Quando trabalhamos com metas claras os resultados vêm naturalmente", disse Karl. O presidente enfatizou que as duas categorias que a cooperativa se destacou são justamente as que melhor espelham o cooperativismo: Gestão Profissional e Responsabilidade Social são a essência da nossa doutrina", finalizou.
A Cooperativa Agrária surgiu há 50 anos na região de Entre Rios. Foi colonizada por 500 famílias refugiadas da Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Meio século depois a cooperativa coordena vários empreendimentos, entre eles, uma das principais maltarias do Brasil, respondendo por 15% do malte cervejeiro do país, com cerca de 130.000 toneladas. O grupo conheceu na manhã desta quarta-feira (8/6) todo o processo de transformação da cevada em malte que é coordenado pelo cervejeiro, Frank Nohel. "O produto é vendido para as grandes cervejarias brasileiras e por outras indústrias que transformam em alimento com grande valor nutritivo", declarou Nohel.
A cooperativa é ainda responsável por uma fábrica de rações, moinho de trigo, pela produção de flores e sementes entre outros produtos. Além disso, possui uma Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária (Fapa) que serve como um pólo de difusão de tecnologia. "São repassadas as informações geradas para os técnicos e agricultores da região, por meio de reuniões, treinamento, dia de campo e publicações, informou o vice-presidente, Paul Illich.
Na parte da tarde, a comitiva formada por 21 presidentes que está percorrendo as cooperativas vencedoras do Prêmio Cooperativa do Ano 2004, realizado pela OCB em parceria com a Editora Globo, seguiu para Campo Mourão onde visitaram a Coamo - Cooperativa Agroindustrial.
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Em entrevista concedida à Revista Universo Unimed n° 15, o deputado federal por Pernambuco, Roberto Freire (PPS), afirmou que os cooperativistas precisam pressionar o Congresso Nacional para que a Lei n°5764/71 seja reformada. O parlamentar, que é membro da Frencoop, destacou que o momento é propício para regularização da Lei e que, do jeito em que se encontra hoje, traz problemas para as cooperativas. Freire lembrou que a reforma da lei n°5764/71 é um tema que, infelizmente, no Brasil, foi relegada a um segundo plano nas últimas décadas.
A iniciativa do deputado Roberto Freire de se pronunciar a favor da reforma da lei, mostrando qual o caminho a ser seguido pelos cooperativistas que acreditam no cooperativismo brasileiro e desejam a reforma da Lei n°5764/71, reforça a luta da OCB e das suas representações estaduais para o cooperativismo em todo o país.
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O encontro do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com lideranças do agronegócio, da qual participaram o presidente e o vice-presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas e Luiz Roberto Baggio, que também é representante nacional do ramo agropecuário e diretor da Ocepar, já apresenta os primeiros resultados. Sua primeira conseqüência foi um encontro das lideranças e arrozeiros gaúchos com o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Roberto Rodrigues, em seguida à reunião no Palácio do Planalto, quando ele anunciou a liberação de R$ 1 bilhão para apoiar a comercialização de arroz e algodão. Deste total, R$ 400 milhões serão concedidos a partir de agora e os R$ 600 milhões restantes no segundo semestre.
Mesmo reconhecendo que esse volume de recursos não atende integralmente as necessidades dos produtores que sofreram grandes perdas de renda com a quebra da safra este ano, o ministro Roberto Rodrigues disse que sua liberação era a manifestação da preocupação do governo com a perda de renda da agricultura brasileira. Na avaliação do ministro, o anúncio da liberação dos recursos "vai dar um sinal claro para o mercado de que o governo do presidente Lula não quer que a renda caia ainda mais. Já chegamos num limite insuportável da perda de renda para esses produtos".
Os recursos são oriundos do orçamento das Operações Oficiais de Crédito (2OC) e serão aplicados em Aquisições do Governo Federal (AGF), leilões de opções e de Prêmio de Escoamento de Produto (PEP). Rodrigues disse que os agricultores da região Nordeste, principalmente os produtores de mandioca, também serão beneficiados com esta verba.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, também participou dessa audiência com o ministro da Agricultura, juntamente com o representante da OCESC, Miltom Dalago, do representante do governo de Santa Catarina, Valdir Colato, e dos deputados Odacir Zonta (PPB-SC), presidente da Frencoop, Francisco Turra (PPB-RS), Paulo Pimenta (PT-RS) e Luiz Carlos Heinze (PP-RS), além do novo ministro do Tribunal de Conta da União, Augusto Nader.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, recebeu hoje (8/6) no Palácio do Planalto, líderes da agropecuária brasileira, entre eles o presidente e o vice-presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas e Luiz Roberto Baggio, que também é representante nacional do ramo agropecuário da entidade e diretor da Ocepar, além de presidentes de entidades que integram a Rural Brasil. Na ocasião, as lideranças fizeram uma explanação detalhada sobre a crise que atinge o setor e solicitaram do Governo medidas urgentes de apoio ao campo.
Márcio Lopes de Freitas defendeu a necessidade de se fazer uma sintonia fina da agenda para eleger as prioridades com um só discurso para o setor agropecuário. Ele anunciou a realização em Brasília, no próximo dia 20, de uma reunião com as cooperativas agropecuárias para a definição de uma posição comum diante dos problemas que estão sendo enfrentados pelo setor agropecuário, cujas questões climáticas e de preços levaram a uma queda da renda este ano estimada em R$ 10 bilhões, dos quais o setor cooperativista responde pela terça parte.
Diante desses números, o presidente da OCB considera a situação da agricultura de gravíssima. ""Se perguntarmos a um produtor hoje sobre o que mais lhe aflige, ele terá dificuldade em listar todos os problemas que afetam a sua atividade. Ele sabe que teve uma perda de renda pesada, mas não sabe identificar se é resultado de uma única origem. Na realidade elas são diversas e devemos tomar cuidado na avaliação dos problemas"".
Ele afirmou que é nesta hora o governo precisa ser sensível e tomar medidas urgentes, pois a agropecuária é quem vem carregando o País nas costas, tanto na área internacional como interna. ""Tenho plena certeza de que o governo será sensível aos nossos reclamos e temos o melhor advogado que é o ministro Roberto Rodrigues e acreditamos que podemos reverter tudo isso"", destacou Márcio Lopes de Freitas.
Luiz Roberto Baggio disse que o presidente Lula foi bastante receptivo e informou aos agropecuaristas que já havia tomado conhecimento da situação através do próprio ministro Roberto Rodrigues e que providências estão sendo estudadas. Acrescentou que as lideranças rurais solicitaram ao presidente da República a implantação de quatro medidas em caráter emergencial:
1) alocação de R$ 2,4 bilhões no orçamento das Operações Oficiais de Crédito (2OC) para suporte à comercialização agropecuária na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM);
2) prorrogação dos financiamentos bancários dos empréstimos de custeio, investimento e das parcelas vencidas e a vencer em 2005 do Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa) e da securitização das dívidas rurais;
3) alocação de recursos em linha de crédito para refinanciar dívidas dos produtores junto a fornecedores de insumos e máquinas;
4) suspensão das importações predatórias de produtos agrícolas, a exemplo do arroz, trigo e milho, no âmbito do Mercosul.
Em documento entregue ao presidente da República, o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antônio Ernesto de Salvo, destaca que ""a renda da agricultura, mensurada pelo Produto Interno Bruto (PIB), caiu 1,7% em 2004 e, para 2005, a projeção é de queda de 6% em decorrência da perda de 18,2 milhões de toneladas da produção de grãos e da redução dos preços de comercialização de importantes produtos agropecuários"".
O presidente da CNA argumentou ao presidente Lula que o setor agrícola tem sido responsável pelo bom desempenho da balança comercial e garantido alimentos a preços baixos no mercado interno, mas tem sofrido perda de renda, o que pode comprometer a capacidade de investimento em médio prazo. ""Embora a economia nacional se tenha beneficiado dos resultados do agronegócio, parte dos produtores rurais ficou alijada desse processo e encontra-se, eventualmente, impossibilitada de honrar os compromissos financeiros"", cita o documento da CNA.
Também participaram da reunião no Palácio do Planalto os presidentes de 13 Federações de Agricultura, da Sociedade Rural Brasileira (SRB), João de Almeida Sampaio; e da Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Walter Potter."
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, acompanhado do ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, recebeu hoje (8/6) no Palácio do Planalto, líderes da agropecuária brasileira, entre eles o presidente e o vice-presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas e Luiz Roberto Baggio, que também é representante nacional do ramo agropecuário da entidade e diretor da Ocepar, além de presidentes de entidades que integram a Rural Brasil. Na ocasião, as lideranças fizeram uma explanação detalhada sobre a crise que atinge o setor e solicitaram do Governo medidas urgentes de apoio ao campo.
Márcio Lopes de Freitas defendeu a necessidade de se fazer uma sintonia fina da agenda para eleger as prioridades com um só discurso para o setor agropecuário. Ele anunciou a realização em Brasília, no próximo dia 20, de uma reunião com as cooperativas agropecuárias para a definição de uma posição comum diante dos problemas que estão sendo enfrentados pelo setor agropecuário, cujas questões climáticas e de preços levaram a uma queda da renda este ano estimada em R$ 10 bilhões, dos quais o setor cooperativista responde pela terça parte.
Diante desses números, o presidente da OCB considera a situação da agricultura de gravíssima. ""Se perguntarmos a um produtor hoje sobre o que mais lhe aflige, ele terá dificuldade em listar todos os problemas que afetam a sua atividade. Ele sabe que teve uma perda de renda pesada, mas não sabe identificar se é resultado de uma única origem. Na realidade elas são diversas e devemos tomar cuidado na avaliação dos problemas"".
Ele afirmou que é nesta hora o governo precisa ser sensível e tomar medidas urgentes, pois a agropecuária é quem vem carregando o País nas costas, tanto na área internacional como interna. ""Tenho plena certeza de que o governo será sensível aos nossos reclamos e temos o melhor advogado que é o ministro Roberto Rodrigues e acreditamos que podemos reverter tudo isso"", destacou Márcio Lopes de Freitas.
Luiz Roberto Baggio disse que o presidente Lula foi bastante receptivo e informou aos agropecuaristas que já havia tomado conhecimento da situação através do próprio ministro Roberto Rodrigues e que providências estão sendo estudadas. Acrescentou que as lideranças rurais solicitaram ao presidente da República a implantação de quatro medidas em caráter emergencial:
1) alocação de R$ 2,4 bilhões no orçamento das Operações Oficiais de Crédito (2OC) para suporte à comercialização agropecuária na Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM);
2) prorrogação dos financiamentos bancários dos empréstimos de custeio, investimento e das parcelas vencidas e a vencer em 2005 do Programa Especial de Saneamento de Ativos (Pesa) e da securitização das dívidas rurais;
3) alocação de recursos em linha de crédito para refinanciar dívidas dos produtores junto a fornecedores de insumos e máquinas;
4) suspensão das importações predatórias de produtos agrícolas, a exemplo do arroz, trigo e milho, no âmbito do Mercosul.
Em documento entregue ao presidente da República, o presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antônio Ernesto de Salvo, destaca que ""a renda da agricultura, mensurada pelo Produto Interno Bruto (PIB), caiu 1,7% em 2004 e, para 2005, a projeção é de queda de 6% em decorrência da perda de 18,2 milhões de toneladas da produção de grãos e da redução dos preços de comercialização de importantes produtos agropecuários"".
O presidente da CNA argumentou ao presidente Lula que o setor agrícola tem sido responsável pelo bom desempenho da balança comercial e garantido alimentos a preços baixos no mercado interno, mas tem sofrido perda de renda, o que pode comprometer a capacidade de investimento em médio prazo. ""Embora a economia nacional se tenha beneficiado dos resultados do agronegócio, parte dos produtores rurais ficou alijada desse processo e encontra-se, eventualmente, impossibilitada de honrar os compromissos financeiros"", cita o documento da CNA.
Também participaram da reunião no Palácio do Planalto os presidentes de 13 Federações de Agricultura, da Sociedade Rural Brasileira (SRB), João de Almeida Sampaio; e da Federação dos Arrozeiros do Rio Grande do Sul (Federarroz), Walter Potter."
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O presidente da Unimed Londrina, Carlos Augusto Marques da Costa Branco, e o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Paraná, Eduardo Cheida, assinaram, nesta segunda-feira (6/6) documento que estabelece "Parceria Desperdício Zero" entre a cooperativa e o Governo do Estado de Paraná. Com a parceria, a cooperativa assumiu o compromisso de reduzir em 30% a geração de resíduos sólidos.
Também durante todo o dia de hoje a Unimed Londrina está desenvolvendo atividades nas principais vias públicas da cidade, entre elas, a ação "Motorista Consciente" visa despertar a consciência ecológica através da distribuição de cartilhas e lixeiras para automóveis. As ações fazem parte do Programa Gestão Ambiental que a Unimed está implantando e será desenvolvido em comemoração a Semana Mundial do Meio Ambiente (1º a 7 de junho).
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A Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco (OCB/PE) realizou a última reunião do Programa de Reestruturação da Central de Cooperativas de Laticínios e suas filiadas. O encontro aconteceu em Caruaru (PE) nos últimos dias 02 e 03 com a presença do presidente da OCB/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira.
Durante os dois dias os cerca de 30 participantes (três de cada cooperativa) traçaram o Planejamento Estratégico da Central com objetivo de identificar as dificuldades enfrentadas atualmente e buscar soluções para superá-las e detectar os pontos fortes e intensificar os investimentos neles.
O consultor paulista, Diamantino Barrionuevo, foi convidado para junto com os representantes da Central e das filiadas elaborarem um projeto de implantação de infra-estrutura para comercialização e industrialização da Central. Com isso, a Central estará preparada para aumentar sua produção e fazer novos convênios e negócios que gerem mais renda para a região.
Mobilização Política - Com o objetivo de viabilizar os novos projetos da Central, na última sexta-feira (3/6) foi realizado um almoço com prefeitos e deputados estaduais das regiões onde atuam as cooperativas. Participaram parlamentares ligados à Frente Parlamentar do Cooperativismo de Pernambuco (Frencoop/PE), entre eles, Adelmo Duarte, Roberto Liberato e João Fernando Coutinho.
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O governo federal leiloou nesta quinta-feira (2/6) 110 mil toneladas de milho dos estoques oficiais, por meio de VEP (Valor do Escoamento de Produto), para atender os mercados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Norte e Nordeste. Foram arrematadas 34.050 toneladas - 19.900 para o NO e NE e 14.150 para o RS e SC - no pregão realizado através do sistema eletrônico da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
"O resultado foi bom porque conseguimos ajudar no abastecimento de milho no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e nos estados do Norte e Nordeste, onde está havendo dificuldade de atender a cadeia produtiva de aves e suínos com a produção local", avaliou Sílvio Farnese, coordenador-geral de cereais e culturas anuais da Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).
O milho leiloado no RS e em SC está estocado no Paraná e no Mato Grosso do Sul. No Paraná, o produto foi vendido a R$ 18,00 a saca de 60 kg, com VEP de R$ 2,64, e no MS, a R$ 16,00, com VEP de R$ 2,04. No NE e NO, o governo federal ofertou milho de Goiás e do Mato Grosso. O produto de GO foi leiloado a R$ 16,00 a saca de 60 kg, com VEP de R$ 8,82, e o do MT, a R$ 12,50, com VEP de R$ 8,04.
"O produto vai chegar no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e nos estados do Norte e do Nordeste com o mesmo preço de uma eventual importação", disse Farnesi. Segundo ele, o VEP é o valor pago pelo governo federal para o transporte do milho do local onde está estocado até o estado consumidor.
No próximo dia 9, o Mapa vai realizar, também através do sistema eletrônico da Conab, outro leilão de milho por meio de VEP. "Serão ofertadas mais 110 mil toneladas de milho", adiantou Farnese.
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Os agricultores atingidos pela seca poderão contar com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) para o refinanciamento de suas dívidas junto aos fornecedores de insumos. O Conselho Deliberativo do FAT (Codefat) aprovou hoje (02/06) a liberação de R$ 1 bilhão para que essas operações sejam realizadas através do Banco do Brasil.
A proposta encaminhada ao Conselho prevê taxa de juros para o produtor de 8,75% ao ano. A definição com relação a prazo e spread bancário deverá sair até o início da próxima semana. "Isso é uma iniciativa inédita do Codefat para permitir o refinanciamento de dívidas de produtores rurais com fornecedores locais. É mais um esforço do governo para amenizar as dificuldades da agricultura brasileira", afirmou o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Ivan Wedekin.
O refinanciamento será possível apenas para aqueles agricultores que estejam localizados em municípios atingidos pela estiagem que tenham tido o estado de emergência reconhecido pelo Governo Federal.
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O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, propôs ontem ao presidente da Febraban (Federação Brasileira de Bancos), Márcio Cypriano, o estabelecimento de uma ponte com o setor agropecuário visando a ampliação da oferta de recursos para financiamento das próximas safras com uma maior participação dos bancos privados na concessão de crédito agrícola.
Freitas foi recebido pro Cypriano na sede da Febraban em companhia dos presidentes da OCESP, Evaristo Machado, da OCEPAR Paulo Koslovski, da OCESC, Neivor Canton, e da OCB-GO, Antônio Chavaglia. Eles pleitearam a renegociação das dívidas dos produtores agrícolas e o presidente da Febraban disse que pediria aos bancos filiados à entidade que tivessem uma postura de relação aberta com o setor.
O presidente do Sistema OCB explicou ao presidente da Febraban que um terço da produção agrícola do país passa pelas cooperativas, que agrega à renda do setor R$ 34 bilhões. Com os prejuízos da quebra da safra, estimados em R$ 10 bilhões, as cooperativas estão amargando uma perda de renda da ordem de R$ 3 bilhões.
Márcio Lopes de Freitas pediu que os bancos privados tivessem uma presença mais marcante também no seguro rural, para que se possa construir uma grande carteira de seguro da renda rural no país. Ele explicou que o Ministério da Agricultura não dispõe dos recursos que respondam às necessidades de ampliação da oferta de seguro rural.
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O ministro da Previdência Social, Romero Jucá, determinou hoje (02/06) à sua assessoria um estudo para a transferência, para o SESCOOP (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo), da contribuição sobre a folha de salários das cooperativas de crédito. Essa contribuição, de 2,5%, que atualmente está sendo recolhida diretamente para o INSS, pode representar um incremento de 30% no orçamento do SESCOOP.
Jucá tomou essa providência atendendo reivindicação que lhe foi levada pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. Ele também pediu ao ministro da Previdência o re-parcelamento dos débitos de cooperativas com o INSS e que oferecesse aos funcionários do próprio INSS a opção para receberem seus salários nas cooperativas de crédito.
A contribuição sobre a folha de salários é a principal fonte orçamentária das entidades que formam o Sistema S, como o SENAI (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), e que tem no SESCOOP o seu braço do sistema cooperativo. Ela financia as ações sociais e de formação de trabalhadores para suprir as necessidades de capacitação profissional dos setores econômicos a que estão ligadas as entidades. O INSS recolhe a contribuição das empresas e depois repassa às entidades do Sistema S.
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A comitiva da Federação Regional de Cooperativas Agrícolas da Região de Ille de France (França) visitou nesta quinta-feira (2/6) a sede da OCB, em Brasília (DF) para conhecer a atuação do sistema cooperativista brasileiro. O grupo, formado por presidentes e diretores de cooperativas francesas, foi recepcionado pelo presidente e pelo superintendente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas e Marco Aurelio Fuchida.
"Para nós é uma alegria receber os irmãos cooperativistas da França na Casa do Cooperativismo", disse Freitas, que contou a trajetória da OCB desde sua fundação em 1969 pelo cooperativista Antônio Rodrigues, pai do atual ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues.
De acordo com o adido agrícola da Embaixada da França, Bertrand Camacho, o Brasil é visto pelos franceses como uma referência no setor agropecuário e o interesse pelas cooperativas brasileiras é crescente. "Hoje temos muitos grupos de produtores que vêm ao Brasil para conhecer mais sobre a realidade do agronegócio", informa.
A região de Ille de France compreende os arredores de Paris e é conhecida por produzir hortaliças e cereais. As cooperativas francesas respondem atualmente por 70% da produção de grãos do país e, segundo os produtores, o desenvolvimento do setor se deve principalmente a organização e dedicação dos cooperativistas.
O gerente Geral de Desenvolvimento de Cooperativas da OCB, Ramon Belisário, apresentou um panorama do cooperativismo agropecuário brasileiro e mostrou os resultados do estudo intitulado "O Brasil Cooperativo Mostra seu Valor". O levantamento ressalta o diferencial de renda entre associados de cooperativas e não associados.
Segundo o estudo, caso o produtor brasileiro não fosse associado de uma cooperativa ele pagaria mais por assistência técnica e serviços especializados, teria uma produtividade menor e custos mais altos de insumos, entre outras desvantagens. Além disso, as cooperativas brasileiras são responsáveis pelo desenvolvimento das comunidades em que atuam , finalizou o presidente do Sistema OCB, reafirmando o compromisso ambiental e a responsabilidade social das cooperativas do país.
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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou hoje (01/06) a liberação de R$ 250 milhões que serão utilizados no apoio à comercialização do arroz e algodão. De acordo com o secretário de Política Agrícola do Mapa, Ivan Wedekin, com esses recursos, o governo poderá fazer operações de AGF (Aquisição do Governo Federal), contratos de opção de venda e opções privadas.
"Os R$ 250 milhões não são suficientes para o apoio demandado pelos produtores, por isso, é fundamental a retomada do lançamento de opções privadas de arroz", afirmou Wedekin.As operações de Prêmio de Risco para Opções Privadas (Prop) para o arroz foram suspensas em razão da queda do preço do produto no mercado. De acordo com o secretário, o governo combinou com o setor estudar novos níveis de prêmio de risco e de preço de exercício.
No caso do algodão, a proposta do Mapa é continuar o lançamento de Prop e de Pep (Prêmio de Escoamento do Produto). "A opção privada vem sendo um grande sucesso. Em dois leilões realizados, foram ofertadas 74.520 toneladas e vendidas 68.580 toneladas", afirmou o secretário.
FAT - Além desses recursos orçamentários, o Codefat (Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo do Trabalhador) vai apreciar amanhã (02/06) proposta para a criação de uma linha de R$ 1 bilhão que servirá para o refinanciamento das dívidas dos produtores rurais com fornecedores de insumos, principalmente, fertilizantes e defensivos. Os recursos, também reivindicados pelo Sistema OCB, seriam liberados pelo FAT e operacionalizados pelo Banco do Brasil.
Pela proposta encaminhada pelo governo ao Codefat, a dívida do produtor com o fornecedor, negociada caso a caso, poderá ser refinanciada a juros de 8,75% ao ano para o produtor.
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As cooperativas de crédito são reconhecidas pelo atual governo como um dos pilares da sua política destinada a fortalecer o mercado interno e o consumo popular mediante a ampliação da oferta de crédito. A afirmação consta da primeira de uma série de reportagens especiais produzidas pela Agência Brasil, órgão oficial do governo, divulgada hoje.
A reportagem, que trata das limitações de crédito no país, hoje da ordem de 29% do PIB, contra 142% na China e 113% em países da Europa, assinala que "foi para resolver esse problema que o governo federal estabeleceu nos últimos anos um plano de apoio às microfinanças e o microcrédito". O microcrédito é o tema da campanha do Dia Internacional do Cooperativismo, que este ano será comemorado em 2 de julho.
Na semana passada, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, reuniu-se com o ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Ricardo Berzoini, que se manifestou favoravelmente à aprovação de uma lei que assegure às cooperativas de crédito acesso a recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), reivindicada do ramo. "O MTE não faz óbice a essa reivindicação", disse o ministro durante audiência em que estava também o Deputado Odacir Zonta (PP-SC), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
A reportagem explica que as cooperativas funcionam como bancos, prestando serviços como poupança, cartão de crédito ou cheque especial. "A diferença é que aqui o público é "associado" e não cliente. Isso significa que ele também participará da gestão dessa instituição, que não é destinada a obter lucro. O resultado de tudo isso são juros mais baixos e empréstimos de prazo mais longo e em melhores condições de negociação". As cooperativas de crédito têm hoje 2 milhões de associados e seus empréstimos ultrapassam a casa dos R$ 8 bilhões, segundo dados do Banco Central.
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O presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Neivor Canton, considerou positiva a decisão do Conselho Monetário Nacional (CMN) em autorizar a criação de uma linha de crédito de capital de giro e custeio a cooperativas agropecuárias. A linha, que terá prazo de três anos para resgate e um ano de carência e financiará, pela primeira vez, a integralização das chamadas cotas-partes dos produtores cooperados. Não foram definidos limites para esses recursos que poderão ser contratados até 31 de outubro, de acordo com o Ministério da Agricultura.
A demanda inicial será de pelo menos R$ 300 milhões de reais. Os recursos virão das exigibilidades bancárias e da poupança rural, operada pelo Banco do Brasil e bancos cooperativos. Parte dos recursos terão juros subsidiados de 8,75% e parte, taxas de mercado. Pela regra, os produtores contratarão empréstimos individuais em operações estruturadas até o limite de suas dívidas em insumos com as cooperativas. Os recursos reforçarão o capital de giro das cooperativas, afetadas pelo endividamento de seus associados por causa da seca no Sul e Centro-Oeste.
Canton também destacou outras medidas do governo para ajudar produtores prejudicados pela seca. Aqueles que têm dívidas de custeio pela linha Proger Rural - faixa intermediária entre a agricultura familiar e a empresarial - terão até dois anos para pagar. Os débitos somam R$ 217 milhões, mas devem ser roladas R$ 95 milhões. A medida custará R$ 12 milhões ao Tesouro. O CMN também decidiu remanejar recursos dos programas de investimento do BNDES para a atual safra. A medida atende a demandas adicionais por crédito em linhas como o Moderagro (recuperação de pastagens e correção de solos) que subiu de R$ 900 milhões para R$ 1,046 bilhão. O Prodeagro (programas específicos) saltou de R$ 200 milhões para R$ 300 milhões.
A Ocesc defende um novo programa de capitalização para as cooperativas agropecuárias de todo o país. Essa matéria está em estudo no Grupo Técnico Interministerial instituído pelo Presidente da República no ano passado, com objetivo de elaborar o Plano Brasil Cooperativo. O GTI solicitou sugestões da OCB que, por sua vez, constituiu um grupo de profissionais das organizações estaduais.
Sua finalidade será adequar a estrutura patrimonial das cooperativas agropecuárias a seu processo produtivo e propiciar condições para realizar novos investimentos, inclusive em conjunto com outras cooperativas e entre centrais e filiadas. Esse programa integrará o portfólio do BNDES, com repasses de recursos para as cooperativas agropecuárias. O público-alvo será formado pelas cooperativas agropecuárias singulares e centrais. O volume dos recursos pretendido situa-se na casa dos R$ 3,2 bilhões de reais.
Será proposto prazo de financiamentos de doze anos, com três de carência. Operarão com essa linha de recapitalização das cooperativas agropecuárias todos os agentes financeiros credenciados pelo BNDES, entre eles, os bancos cooperativos.
Notícias representação
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Um grupo formado por advogados do sistema cooperativista se reuniu nesta segunda-feira (30/5) na sede da OCB, em Brasília, para discutir a legislação cooperativista. O encontro dá continuidade a uma série de reuniões com advogados especializados em cooperativismo que irão propor atualizações à Lei 5.764, de 1971, que rege o cooperativismo brasileiro.
Na reunião foram definidas algumas diretrizes da lei do cooperativismo que o grupo vai revisar. São elas: número mínimo de associados que hoje é de 20 pessoas; a aplicação de normas subsidiárias; extensão da responsabilidade do cooperado, tendo em vista a norma contida no Código Civil; capital social; nomenclatura dos fundos obrigatórios: fundos de reserva para reserva legal; renovação e prazo de mandato dos membros dos órgãos administrativo e fiscal.
As discussões fazem parte de dois grandes projetos do Plano de Trabalho do Sistema OCB para 2005, que são: propiciar o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo e identificar, estabelecer e implementar estratégias para solucionar pontos críticos da legislação cooperativista.
O Grupo Técnico (GT) coordenado pelo assessor jurídico da OCB, Guilherme Krueger, é composto pelos advogados: Ênio Meinen, Dionísio Olicshevis, José Cláudio Oliveira, Karla Amaro, Paulo Roberto Stöberl, Thiago Motta, Waldemar Caetano Gomes, Tânia Zanella e José Carlos Fernandes Cemirim. A próxima reunião acontecerá no próximo dia 20 de junho na Casa do Cooperativismo, em Brasília."
Um grupo formado por advogados do sistema cooperativista se reuniu nesta segunda-feira (30/5) na sede da OCB, em Brasília, para discutir a legislação cooperativista. O encontro dá continuidade a uma série de reuniões com advogados especializados em cooperativismo que irão propor atualizações à Lei 5.764, de 1971, que rege o cooperativismo brasileiro.
Na reunião foram definidas algumas diretrizes da lei do cooperativismo que o grupo vai revisar. São elas: número mínimo de associados que hoje é de 20 pessoas; a aplicação de normas subsidiárias; extensão da responsabilidade do cooperado, tendo em vista a norma contida no Código Civil; capital social; nomenclatura dos fundos obrigatórios: fundos de reserva para reserva legal; renovação e prazo de mandato dos membros dos órgãos administrativo e fiscal.
As discussões fazem parte de dois grandes projetos do Plano de Trabalho do Sistema OCB para 2005, que são: propiciar o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo e identificar, estabelecer e implementar estratégias para solucionar pontos críticos da legislação cooperativista.
O Grupo Técnico (GT) coordenado pelo assessor jurídico da OCB, Guilherme Krueger, é composto pelos advogados: Ênio Meinen, Dionísio Olicshevis, José Cláudio Oliveira, Karla Amaro, Paulo Roberto Stöberl, Thiago Motta, Waldemar Caetano Gomes, Tânia Zanella e José Carlos Fernandes Cemirim. A próxima reunião acontecerá no próximo dia 20 de junho na Casa do Cooperativismo, em Brasília."
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Representantes das cooperativas de Infra-estrutura apresentarão nesta terça-feira ao diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica da (Aneel), Jerson Kelman o trabalho desenvolvido pelo setor. O encontro acontece durante um café da manhã com a presença do presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, na Casa do Cooperativismo.
O representante nacional do ramo de Infra-estrutura, Waldir Pimenta, e o presidente da Confederação Nacional das Cooperativas de Infra-estrutura (Infracoop), Jânio Vital Stefanello, além de deputados federais já confirmaram presença no café marcado para as 8h.
Stefanello explicou que a aproximação da Annel com a OCB é muito importante para o desenvolvimento das cooperativas. "Queremos que o diretor conheça nosso trabalho e as dificuldades que enfrentamos no processo de regularização das cooperativas de eletrificação rural".