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Brasília (18/9/19) – Foi com muita satisfação que o presidente da Unimed do Brasil, Orestes Pullin, recebeu a notícia de que sete coops singulares do sistema figuram no top 10 das melhores notas do Programa de Qualificação das Operadoras 2018 (ano-base 2017), divulgadas nesta semana pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Os dados divulgados apontam que o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) que mede a satisfação do consumidor é resultado, também, da realização de um bom dever de casa que consiste na adequação de processos, na melhoria da gestão e da governança. “A acreditação é um reconhecimento da excelência das cooperativas na prestação de serviços e mostra ao mercado a seriedade com a qual são conduzidas a sustentabilidade administrativa das Unimeds e o atendimento a seus clientes”, comenta o presidente.
Para ele, a participação das cooperativas médicas no programa Qualifica Unimed, desenvolvido em parceria pela Fundação Unimed, Unimed do Brasil e Sescoop, possibilita às operadoras participantes a obtenção da melhoria de gestão, padronização e foco na qualidade, pontos fundamentais para o setor e que tornam as operadoras aptas a serem acreditadas.
Confira a entrevista com o presidente da Unimed de Brasil.
Institucionalmente, qual a relevância da participação de sete cooperativas do Sistema Unimed no ranking dos maiores IDSS do país?
Esse resultado reflete o nosso compromisso com a constante melhoria da qualidade assistencial e com a sustentabilidade do Sistema Unimed. Temos uma atuação central na Unimed do Brasil, disponibilizando iniciativas como o Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade, apoiando projetos como o Programa Qualifica Unimed e orientando as Unimeds para que possam oferecer a seus beneficiários e cooperados atendimentos humanos, sérios e justos. Esse trabalho é amplificado pelas atitudes das próprias cooperativas, que, sem dúvidas, são as principais responsáveis pelo sucesso alcançado.
São dados que nos deixam felizes, pois mostram que estamos no caminho certo, e que também nos alertam de que a busca pela melhoria deve ser intermitente e de que ainda há muito a ser feito.
Todas as sete cooperativas presentes no topo do ranking são acreditadas. Você acha que esse fato reforça a necessidade de mais cooperativas se acreditarem? Nesse sentido, qual seria a importância do Programa Qualifica Unimed?
Com certeza. A acreditação é um reconhecimento da excelência das cooperativas na prestação de serviços e mostra ao mercado a seriedade com a qual são conduzidas a sustentabilidade administrativa das Unimeds e o atendimento a seus clientes.
O Programa Qualifica Unimed é uma importante iniciativa conduzida pela Unimed do Brasil, Faculdade Unimed e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) com o objetivo de padronizar os procedimentos operacionais, visando a sustentabilidade da marca Unimed, a melhoria da qualidade dos serviços prestados aos beneficiários e a redução dos custos assistenciais das cooperativas. Neste projeto, colaboradores das cooperativas são capacitados em boas práticas de gestão, de liderança e de melhorias dos processos, visando às certificações ISO 9001:2015, RN nº 277 e Organização Nacional de Acreditação (ONA) - níveis I, II e III.
Considerando todas as operadoras de saúde do país, quais os diferenciais das cooperativas Unimeds?
Os diferenciais podem ser elencados a partir do modelo de negócio. O cooperativismo confere características fundamentais, que nos permitem atender a mais de 17 milhões de beneficiários e ter a maior parcela do mercado de saúde suplementar brasileiro, com 37% do setor. As cooperativas são resilientes e adaptáveis diante de dificuldades financeiras e representam uma inversão do perfil mercadológico (relação trabalho x renda). As Unimeds são compostas a partir da união dos médicos em cada região, o que possibilita maior capilaridade à marca.
O fato de os próprios médicos serem os donos do negócio também reflete em um olhar e uma abordagem mais humanizados no relacionamento com as pessoas que tenham qualquer contato com as cooperativas. Isso resulta em um ciclo virtuoso, afinal há o esforço intensificado na melhoria constante da qualidade do atendimento; consequentemente, com a boa percepção dos usuários, as Unimeds geram melhores oportunidades de trabalho aos cooperados.
Pode citar alguns dos desafios e das oportunidades das cooperativas de saúde brasileiras?
Estamos em um momento de recuperação dos princípios e ideais que diferenciam as cooperativas dos outros players de mercado. A Unimed é apoiadora do movimento SomosCoop, criado pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) para disseminar à sociedade que nosso modelo de negócios tem o potencial de contribuir, e muito, ao desenvolvimento econômico e social do país.
Por estarem, em alguns casos, sediadas em regiões nas quais o atendimento público é precário, as cooperativas assumem um importante papel no desenvolvimento comunitário. Além disso, possuímos no Sistema Unimed excelentes exemplos de sucesso em áreas como modelo assistencial, tecnologia, intercâmbio, rede hospitalar, entre outras, e nos postamos totalmente à disposição dos órgãos públicos, como o Ministério da Saúde para promover intercâmbios de informações e experiências em prol da sustentabilidade da saúde no país.
Brasília (10/9/19) – Pela 18ª vez consecutiva, quando questionados sobre qual a marca de confiança em planos de saúde, os leitores da revista Seleções apontaram a Unimed como sua favorita. O resultado é parte do Prêmio Marcas de Confiança e reconhece o desempenho do maior sistema cooperativo de saúde do mundo na categoria Assistência Médica. Os vencedores foram divulgados na última semana. Desde que a pesquisa foi lançada, em 2002, a Unimed é a única ganhadora em seu segmento, com ampla margem para as demais concorrentes.
Desenvolvido em parceria com o Instituto Datafolha, o prêmio coleta a opinião dos assinantes da revista Seleções e reconhece marcas, instituições, profissões, ONGs e personalidades que se destacam como as preferidas dos leitores do veículo. A Unimed obteve a preferência de 43% dos respondentes em sua categoria, acima da concorrente A (15%), concorrente B (6%) e concorrente C (5%).
“Temos uma forte conexão com os brasileiros e isso se deve primeiro ao fato de sermos um sistema cooperativista constituído pelos médicos para os médicos e para a sociedade. As Unimeds estão em 84% do território do País, atuando junto e em prol das comunidades nas quais estão inseridas, portanto se fazem muito relevantes para o progresso social brasileiro e tornam a marca cada vez mais importante e querida”, enfatiza Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil.
RAIO X
O Sistema Unimed é composto por 344 cooperativas e detém 37% do mercado de saúde suplementar nacional, com 18 milhões de beneficiários e 115 mil médicos cooperados. A partir de sua representatividade, promove ações em âmbito nacional ligadas à sua marca, como o Movimento Mude1Hábito, que impulsiona iniciativas em prol da saúde e do bem-estar dos brasileiros com campanhas e experiências práticas.
“A Unimed construiu sua reputação sobre alicerces como o cuidado, a transparência e a confiança. Não à toa somos a principal marca de assistência médica no Brasil há tantas décadas. Procuramos sempre reforçar que somos um sistema cooperativo que busca disseminar saúde, por isso enfatizamos nosso papel junto às comunidades e as incentivamos na busca da melhoria da qualidade de vida. Ganhar o Marcas de Confiança pelo 18º ano seguido é uma prova de que estamos no caminho certo”, afirma Aline Cebalos, gerente de Comunicação e Marketing da Unimed do Brasil.
MUDE1HÁBITO
Lançado como campanha institucional pela Unimed em 2017 para encorajar a melhoria de qualidade de vida das pessoas a partir de pequenas mudanças, o Mude1Hábito logo ampliou sua dimensão na estratégia de marca da Unimed, tornando-se um movimento nacional do Sistema Unimed.
O Movimento visa incentivar práticas mais saudáveis e criar uma onda de cuidados em todo o País. Para isso, desenvolve uma série de atividades em diversos Estados, oferecendo ações em três frentes: Equilíbrio, Movimento e Alimentação. Seguindo estes pilares, as comunidades podem contar, por exemplo, com iniciativas de estímulo à leitura, prática de ioga, conscientização sobre a importância da dedicação de mais tempo à família e amigos, destinação correta do lixo, além de parcerias com teatros e cinemas, academias ao ar livre, passeios ciclísticos, corridas e caminhadas, quitandinhas de frutas, bike suco e incentivo às trocas saudáveis na alimentação.
O conceito do Mude1Hábito se baseia em resultados de uma pesquisa da Duke University, dos Estados Unidos, que demonstra que cerca de 40% de tudo que fazemos cotidianamente não são decisões de fato, mas repetições de hábitos que já estamos acostumados a fazer. Sendo assim, conclui-se que mudar esses comportamentos, geralmente automáticos e inconscientes, é importante para a adesão a um novo estilo de vida, mais voltado à saúde e ao bem-estar. Para mais informações, acesse www.mude1habito.com.br. Vamos juntos?
SOBRE A UNIMED
A Unimed, maior sistema cooperativo de saúde do mundo, possui 52 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 344 cooperativas médicas, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo país. Entusiasta do movimento SomosCoop, do Sistema OCB, a Unimed conta com mais de 115 mil médicos, 120 hospitais próprios e 2.506 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. Sua marca é ratificada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como de alto renome por seu grande nível de conhecimento pelo público, autoridade incontestável e fama que ultrapassa os limites do segmento de saúde. (Fonte: Unimed)
Brasília (11/9/19) - No famoso livro de Lewis Carrol Alice no País das Maravilhas, a protagonista pede ajuda a um gato para decidir qual direção tomar ao encontrar uma encruzilhada. A resposta do felino é categórica: depende do lugar a que se quer chegar, porque “quando não se sabe para onde ir, qualquer caminho serve”.
A lição do gato para Alice também poderia ser aplicada à melhoria da gestão das nossas cooperativas. Quando a gente sabe onde está e aonde precisa chegar, é mais fácil caminhar na direção certa.
Justamente por isso, o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) desenvolveu um conjunto de ferramentas capazes de ajudar os gestores cooperativistas a saberem qual é o estágio de desenvolvimento de seus empreendimentos e quais são os caminhos a serem percorridos rumo à excelência.
Esse portfólio de soluções tem colaborado ativamente para o desenvolvimento organizacional do cooperativismo, atendendo a um dos pilares de atuação do nosso S: o diagnóstico. Atualmente, dispomos de quatro instrumentos de avaliação que abrangem os seguintes eixos estratégicos:
IDENTIDADE
Analisa os documentos e as políticas internas da cooperativa para verificar se eles estão alinhados às legislações que regulam o setor e aos valores e aos princípios do cooperativismo.
GOVERNANÇA
Autoavaliação realizada pela própria cooperativa a partir de um questionário que identifica o grau de maturidade da governança cooperativa da instituição, com o foco na autogestão, no direcionamento estratégico dos negócios e no atendimento aos interesses dos cooperados.
GESTÃO
Autoavaliação realizada a partir de questionários focados no aperfeiçoamento dos processos organizacionais e na gestão de recursos humanos e financeiros.
DESEMPENHO
Avaliação dos resultados econômicos, financeiros, sociais e ambientais. A recomendação metodológica é que a cooperativa realize o monitoramento de seus resultados financeiros e estratégicos mensalmente. No entanto, em função da estratégia da unidade estadual do Sescoop, podem ser firmadas parcerias com as centrais ou federações para a realização de forma sistêmica com as suas singularidades – especialmente para os ramos crédito e saúde.
Com base nos resultados desses diagnósticos — munidos de estudos setoriais sobre as tendências de mercado e as perspectivas regionais de cada ramo —, a equipe técnica do Sescoop consegue sugerir melhorias para as cooperativas avaliadas. Com isso, contribui efetivamente para o avanço dos resultados e da sustentabilidade, não só da organização avaliada, mas de todo o cooperativismo brasileiro.
“As organizações cooperativas muitas vezes não têm um panorama dos seus principais e prioritários desafios. Os diagnósticos disponibilizados pelo Sescoop servem como uma bússola, apontam oportunidades de melhoria e norteiam possíveis soluções. São insumos importantes para o processo de tomada de decisões e para o direcionamento estratégico dos negócios”, destaca a gerente de Desenvolvimento da Gestão de Cooperativas do Sescoop, Susan Miyashita Vilela.
SOLUÇÕES COM RESULTADOS
Com ciclos periódicos de avaliação ou autoavaliação, os diagnósticos do Sescoop permitem o aperfeiçoamento contínuo dos resultados e o acompanhamento da evolução de cada cooperativa. Além disso, orientam o Sescoop na oferta de soluções de gestão, de acordo com as necessidades das organizações.
“Há muita demanda por cursos de formação que tragam informações capazes de ajudar a cooperativa a fazer um reposicionamento de mercado, com temas como planejamento estratégico, modelo de negócio e cadeia de valor”, lista a gerente de Desenvolvimento da Gestão de Cooperativas do Sescoop. De fato, ao final de cada avaliação, são identificados processos de melhoria que poderiam ser implementados na cooperativa. Algumas ações com o apoio de assessoria especializada, outras soluções com o suporte técnico do Sescoop. E vale destacar: quanto mais abrangentes as informações e os dados obtidos, mais profundas são as análises realizadas e mais consistente é o conhecimento gerado acerca da realidade da cooperativa. “Essa compreensão fidedigna da realidade da organização oportuniza o desenvolvimento de estratégias capazes de realmente melhorar a gestão e, consequentemente, os resultados das cooperativas”, completa Susan.
Quer mais? A consolidação dos indicadores obtidos a partir do diagnóstico das cooperativas brasileiras ajuda o Sescoop a desenvolver estudos setoriais de diversos agrupamentos de cooperativas (por região, unidade federativa, ramos de atuação, entre outras). Essas análises subsidiam o Sistema OCB no desenvolvimento de estratégias de atuação.
GESTÃO SISTÊMICA
Além de servir como ferramenta de diagnóstico para cooperativas singulares, as soluções de desenvolvimento organizacional do Sescoop também podem ser utilizadas pelas chamadas cooperativas de segundo grau, como as centrais e federações.
De que maneira? Como uma ferramenta de gestão sistêmica, uma vez que possibilitam a integração dos resultados de suas singulares e a análise como um sistema unificado. É assim que funciona no Central Ailos de Blumenau (SC), que reúne 13 cooperativas de crédito e atua em 59 municípios dos três estados do Sul do Brasil, com mais de 660 mil cooperados.
“Os diagnósticos do Sescoop nos ajudam a avaliar amplamente a gestão e a governança das nossas cooperativas, algo fundamental para a sustentabilidade do Sistema Ailos. Assim que esses instrumentos foram lançados, enxergamos seu grande potencial; tanto na aplicação da ferramenta de autoavaliação quanto na elaboração dos planos de ação necessários para a implementação de melhorias contínuas na gestão e na governança”, explica a gerente de governança cooperativa e organização do quadro social da Central, Elaine Rodrigues.
De acordo com a gestora, sem a adoção de boas práticas de gestão e de governança, não é possível atingir resultados de longo prazo, fundamentais para a perenidade da organização. “Boas práticas garantem bons resultados e dão aos cooperados a garantia de boa qualidade nas ações e decisões, e resultados sustentáveis”, garante.
CADA VEZ MELHOR
As cooperativas que optaram por fazer uma reflexão sobre seus processos internos com a ajuda das quatro ferramentas de diagnóstico do Sescoop tiveram uma melhora significativa na qualidade de gestão. O grupo que aderiu ao processo em 2013 — e continuou a realizar sua autoavaliação anualmente — performou, em média, 49% a mais, quando comparadas ao início das análises.
NÚMEROS DE 2018
- Mais de 2 milhões de pessoas beneficiadas pelas ações de responsabilidade socioambiental do Dia de Cooperar (Dia C)
- Cerca de 500 mil pessoas foram capacitadas pelo Sescoop em todo o Brasil
- Cerca de 2 mil empreendimentos apoiados para o aprimoramento da governança e da gestão por meio do PDGC
Brasília (2/9/19) – Depois de uma longa espera, saiu o resultado do prêmio ABDE-BID 2019 na categoria Sistema OCB: Desenvolvimento e cooperativismo de crédito. O artigo intitulado Os efeitos das fusões nas cooperativas de crédito brasileiras, de autoria de Marcelo Henrique Shinkoda Santos, doutorando do Programa de Pós-graduação em Economia Aplicada, e Marcelo José Braga, professor do Programa de Pós-graduação em Economia Aplicada e do curso de Bacharelado em Cooperativismo, foi o grande vencedor.
E, em segundo lugar, ficou o artigo intitulado Segmentos do Sistema Financeiro Nacional e eficiência do cooperativismo de crédito. O trabalho foi realizado por Gustavo Henrique Dias Souza, Edleuza Paulina Loures da Silva, Valéria Gama Fully Bressan e Jacqueline Veneroso Alves da Cunha. Os quatro são pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais.
Os trabalhos premiados serão publicados em livros e receberão, respectivamente, R$ 8 mil e R$ 4 mil. O prêmio é promovido desde 2014 pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o apoio do Sistema OCB. O objetivo é estimular a elaboração de trabalhos escritos de divulgação, reflexão e apresentação de proposições sobre o financiamento do desenvolvimento, em especial sobre o Sistema Nacional de Fomento (SNF).
Um dos pré-requisitos para a inscrição do trabalho no prêmio ABDE-BID é que o material também fosse submetido ao processo de seleção dos artigos a serem apresentados durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC), realizado pelo Sistema OCB. Neste ano, o evento ocorrerá entre os dias 9 a 11 de outubro, em Brasília (saiba mais).
SAIBA MAIS
Link do Prêmio: http://abde.org.br/premio-abde/
Link do EBPC: https://www.ocb.org.br/EBPC
Brasília (29/8/19) – Líderes do cooperativismo de crédito terão uma excelente oportunidade de atualização e networking em outubro próximo. A segunda edição do Fórum Integrativo Confebras promete trazer alguns dos maiores expoentes em economia, legislação e governança do País para Brasília. Sob o tema “#Cooperativismo de Crédito: +Intercooperação, +Cidadania, +Negócios”, o evento deverá reunir cerca de 400 participantes entre os dias 10 e 11 de outubro, no Centro de Convenções Parque Cidade Corporate, na capital federal.
Para os dois dias da programação, já estão confirmados nomes como o economista e apresentador Ricardo Amorim, que falará no primeiro dia sobre “O atual cenário econômico brasileiro: desafios e perspectivas”. Um painel exclusivo com o Banco Central do Brasil tratará inicialmente sobre “Os Pilares do Cooperativismo de Crédito na Agenda BC#”.
Também estão confirmadas as presenças de Ênio Meinen, diretor de Operações do Bancoob e autor de obras consagradas no setor, além da especialista em liderança das mulheres, Maria Alice Mendes, diretora da Korn Ferry, que tratará da importância do papel da mulher como dirigente das organizações, no Painel Sucessão de Administradores.
TECNOLOGIA E O PODER FEMININO
“Os impactos da inovação das tecnologias emergentes na governança cooperativista” será o tema da palestra especial com Meiry Kamia, psicóloga e consultora organizacional. Já um apanhado sobre a Lei Geral de Proteção de Dados – (LGPD) e seus efeitos nas Cooperativas de Crédito serão tratados por Márcio Cost, mestre em Direito pela FADISP, especialista em CyberLaw pela Harvard Law School – EUA, com extensão universitária em Direito da Tecnologia da Informação, pela FGV-EPGE. Haverá um espaço para reflexão com a palestra de Beia Carvalho, publicitária e presidente da 5 Years From Now, que promete envolver a plateia ao tratar sobre “Desafios e oportunidades da intercooperação para o fortalecimento dos negócios”.
“Esperamos mobilizar os líderes de todo o País, especialmente os dirigentes das cooperativas Independentes e de Capital e Empréstimo, para este evento de negócios e inovação. Será uma grande oportunidade para as cooperativas avançarem em seus propósitos de intercooperação e troca de conhecimento referentes à competitividade dos produtos e serviços direcionados ao cooperativismo financeiro”, resume o presidente da Confebras, Kedson Macedo.
Para esta edição os dirigentes e colaboradores das cooperativas singulares de Capital e Empréstimo, e, independentes terão condições financeiras especiais para participar. Confira!
Não deixe para a última hora. As vagas são limitadas!
Confira a programação completa em: http://www.confebras.coop.br/fic/
Mais informações: (61) 3323-2335 |
Brasília (29/4/19) – Quatro startups que desenvolveram soluções para a cafeicultura participaram, na última quinta-feira (22/8), do Demoday do Avança Café – programa de pré-aceleração de startups do café. O evento, que ocorreu no Anfiteatro da Agência de Inovação do Café (InovaCafé) da Universidade Federal de Lavras (UFLA), ter por objetivo premiar os negócios que mais se desenvolveram ao longo de 12 de semanas de trabalho, realizadas no InovaHub e nos polos parceiros do Instituto Federal do Sul de Minas (IF Sul de Minas) em Muzambinho e Machado.
Após os pitches (discursos de venda) apresentados ao público, uma banca de avaliação reuniu-se para decidir quais startups receberiam a premiação, distribuída conforme a classificação: 1º lugar – R$ 10 mil; 2º lugar – R$ 7 mil; e 3º lugar – R$ 4 mil. Os valores deverão ser reinvestidos no desenvolvimento das próprias empresas.
JULGAMENTO
A banca foi composta pelo analista técnico e econômico da OCB, Tiago Barros, pelo chefe-geral da Embrapa Café, Antônio Guerra, pelo pesquisador da Gerência Adjunta de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café, Antônio Heberlê, e pelo presidente da Minasul, José Marcos Magalhães. Após avaliarem critérios como discurso e histórico de participação das startups, os vencedores da noite foram ScanFito (1º lugar), QIPixel (2º lugar) e AgroRenda (3º lugar).
CAPACIDADE
“Trabalhamos com startups, pois sabemos o real poder de impacto desse tipo de negócio, que é escalável, repetível e altamente inovador. Ao pensarmos nessas empresas inseridas no mercado, vemos o quanto elas são capazes de melhorar a vida de todos os envolvidos na cadeia produtiva do café e, principalmente, dos pequenos e médios produtores”, ressaltou o coordenador do InovaHub, Rennan Campos. Segundo ele, é também objetivo do programa manter a competitividade da cafeicultura nos mercados nacional e internacional através da inserção de novas tecnologias.
Para o chefe-geral da Embrapa Café, Antônio Guerra, foi uma grata surpresa o resultado do programa. “Conhecemos jovens empreendedores que apresentaram ideias fantásticas de negócios e de tecnologias para o setor cafeeiro, que vão facilitar a vida das pessoas e gerar recursos. Essas equipes têm reais possibilidades de se tornarem empresas de sucesso e, assim, contribuir para toda a cadeia produtiva e para a sociedade”, declarou.
Conheça as startups finalistas:
- ScanFito (Lavras) – Utiliza VANTs (Veículos Aéreos Não Tripulados) e desenvolve tecnologia voltada para a aquisição e gestão da informação cafeeira, com o objetivo de reduzir custos e aumentar a produtividade.
- QIPixel (Lavras) – Oferece ao agrônomo agilidade e precisão no monitoramento das lavouras, gerando economia de tempo e deslocamento para a realização da diagnose.
- AgroRenda (Lavras) – De forma simples e intuitiva, viabiliza ao cafeicultor a gestão contínua de sua lucratividade a partir do levantamento facilitado dos custos e o acompanhamento dos preços no mercado físico e futuro.
- Viva Café (Machado) – Destina-se aos corretores e produtores com o propósito de facilitar a comunicação e viabilizar os negócios entre ambos, entregando novas formas de vendas aplicadas ao café.
AVANÇA CAFÉ
O Avança Café é uma iniciativa do InovaHub/InovaCafé, em parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Café), por intermédio do Consórcio Pesquisa Café, e já tem anunciada sua segunda rodada, prevista para o segundo semestre deste ano.
Realizado de 27 de maio a 22 de agosto, o programa priorizou projetos com base em Tecnologia da Informação (T.I). Em um futuro próximo, pretende-se expandir sua abrangência para projetos de hardware. Foram executadas, na primeira rodada, as etapas de Prospecção, Sensibilização e Pré-Aceleração. Nesta última, foram realizadas as seguintes fases: Formação de Equipe, Validação de Dor de Mercado, Mínimo Produto Viável (MVP), Pitch, Desenvolvimento de Produto, Mercado, Financeiro, Vendas, Marketing e Planejamento Estratégico.
Na metade do ciclo, foi realizada uma banca tipo exportação, eliminando os projetos que não atingiram o grau de desenvolvimento esperado. Na ocasião, 75% das equipes foram desligadas do programa, restando quatro equipes que seguiram até o final do processo, já realizando suas primeiras vendas. (Fonte: Ascom InovaCafé)
Brasília (26/8/19) – O Brasil tem o desafio de voltar a crescer. O Produto Interno Bruto (PIB), soma das riquezas produzidas no país, encerrou 2018 com crescimento de 1,1%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A melhora do cenário em 2019 passa por reformas estruturantes – como a da Previdência e a Tributária –, além de implementação de medidas para destravar a economia e melhorar o ambiente de negócios. Mas as dificuldades para os empreendedores, em geral, e o cooperativismo, em particular, não param por aí.
É preciso preparo para conquistar um lugar ao sol na economia do século XXI, que sofreu profundas transformações. Indústria 4.0, diversidade e sustentabilidade são alguns dos conceitos-chave nesse novo mundo.
Uma boa notícia, de acordo com o consultor financeiro Teco Medina, é que o Brasil parece estar comprometido com a agenda de responsabilidade fiscal e desburocratização necessária à retomada do crescimento. Na avaliação de Medina, se as principais reformas estruturantes propostas para a economia forem aprovadas, em breve voltaremos a crescer. Para ele, a reforma da Previdência, em tramitação no Congresso, é considerada a mais importante, já que colaborará significativamente para sanar as contas públicas.
“Para investir e atrair investimentos, é preciso zerar o déficit primário, formado, em grande parte, pela Previdência. Não existe país, em 2024, se a reforma não passar”, afirmou, durante sua palestra “O Mercado Brasileiro de Hoje no Futuro”, 14º CBC.
Dispostas a não ficarem à mercê das marés do mercado financeiro, as cooperativas estão se preparando para enfrentar qualquer um dos cenários possíveis para o país. Justamente por isso, o cooperativismo é um dos setores da economia mais qualificados para aproveitar as oportunidades que podem surgir nos próximos anos.
“Pode ser que, na próxima década, o Brasil deixe de ser o país do futuro para ser o país do presente. Vocês, cooperativistas, estão muito bem preparados para isso. Não deixem de pegar esse ciclo do começo. Se as coisas derem certo de novo, elas vão dar muito certo. A partir do ano que vem, tem enormes chances de a economia voltar a andar”, afirmou.
Medina falou também sobre a importância de um ambiente de negócios favorável ao empreendedorismo, incluindo suas novas formas. “A gente precisa tornar o Brasil um lugar melhor para se investir. Não existe país em que o governo atrapalhe mais os negócios.
O Brasil precisa decidir se vai ser o país das cooperativas, das fintechs e da inovação, ou o país do pedágio, do ascensorista”, comentou.
UMA NOVA ECONOMIA
Outra boa notícia para as nossas cooperativas: estamos em sintonia com um fenômeno que está mudando as relações econômicas no mundo. A Indústria 4.0 (ou quarta revolução industrial), é um conceito que engloba as novas tecnologias de automação e informação. Isso inclui, por exemplo, as startups, pequenas empresas com modelo inovador de negócios, que muitas vezes impactam a vida de suas comunidades.
A velocidade com que surgem esses novos empreendimentos é um desafio para quem está no mercado. O positivo é que o cooperativismo tem muito em comum com a Indústria 4.0. “Nada está sendo como antes, pois a velocidade de transformação está muito alta. A cada instante, está surgindo um novo negócio que pode acabar com nosso negócio. Há uma nova lógica de consumo, que envolve menos comprar para ter posse, e mais para ter acesso. Com o Uber, por exemplo, não preciso ter um carro na garagem para me locomover. Basta ter acesso ao carro”, explica Andréa Dietrich, empreendedora e consultora de estratégia digital.
Andréa, que presta consultoria tanto para startups quanto para grandes companhias, também esteve no CBC falando sobre “A Marca na Indústria 4.0”, ressaltando que, em um cenário de competição acirrada – no qual a tecnologia eleva a qualidade a um novo patamar –, o grande diferencial pode ser o propósito da empresa, bem como a experiência oferecida aos clientes.
Transparência, visão das necessidades do consumidor e impacto social agregam valor à marca. “O que diferencia uma empresa de outra é como você vai colocar sua ideia em prática. Tudo isso é muito alinhado com o cooperativismo. A marca 4.0 é pautada pela experiência que deixa na vida das pessoas. A marca do futuro é construída sobre três pilares fundamentais: propósito, empatia e coragem. A causa por trás é que vai fazer a diferença, e o cooperativismo tem isso muito forte.”
DIVERSIDADE
O respeito à diversidade e a inclusão de todas as pessoas também são diferenciais importantes no mercado 4.0, tornando qualquer negócio mais oxigenado e competitivo. Nesse quesito, mais uma vez, as cooperativas saem na frente. “O conceito de diversidade engloba aceitação e respeito. Significa entender que cada indivíduo é único e reconhecer nossas diferenças individuais.
Vivemos um momento de polarização e, ao mesmo tempo, de grande expressão social, com as ditas minorias se posicionando”, afirma o psicólogo Djalma Scartezini, que tem MBA em Recursos Humanos pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e também esteve no 14º CBC, falando sobre “A Diversidade como Diferencial Competitivo.”
Ele destaca que, para se comunicar, a empresa precisa compreender a sociedade. “O negócio é atrair pessoas”. O psicólogo explica, ainda, que um grupo pouco diverso de colaboradores no interior das empresas fornece um número igualmente limitado de soluções. Além disso, ressalta que, para funcionar, a diversidade precisa ser uma política efetiva, para além do marketing.
“A diversidade de pensamento é que vai trazer para a organização um diferencial competitivo. Parecer ser diverso é fácil. A gente contrata alguém para fazer uma campanha de marketing. O marketing é o papel embrulhando o presente. Não adianta desembrulhar e não ter nada dentro”, diz. Para Djalma, o cooperativismo tem a semente da diversidade na gestão coletiva. “Todo mundo é dono [do negócio]. A gente [mercado] quer esse valor que já existe no cooperativismo, que é a decisão coletiva. Assim, teremos mais engajamento e produtividade”, afirma.
FONTES RENOVÁVEIS
Em franca expansão e alinhado com a nova economia, o setor de energia sustentável vai gerar muitas oportunidades de negócios nos próximos anos e, por isso, precisa estar no radar das cooperativas. Quem garante é Filipe Braga Ivo, especialista em tecnologia, empreendedorismo e diretor de novos negócios da Sunew, empresa líder mundial na fabricação de filmes fotovoltaicos orgânicos (OPV, um filme gerador de energia solar com design flexível e inteiramente orgânico).
Em sua palestra sobre “O Potencial Brasileiro na Energia Renovável”, durante o CBC, Braga Ivo ressaltou que fontes de geração de energia, como petróleo e carvão, vão perder cada vez mais espaço, não apenas por serem fontes esgotáveis, mas devido ao dano ambiental que causam.
O consumo de carvão chegou a um pico em 2015 e, desde então, a tendência é de queda. O especialista diz que o mesmo deve ocorrer com o petróleo, muito antes de as reservas se esgotarem.
“A transição energética está acontecendo, não interessa se vemos o copo meio cheio, ou meio vazio”, resume. Os substitutos ao modelo atual já estão entrando em ação. A geração de energia solar já é a que mais cresce no mundo. A produção de energia eólica também sobe a um ritmo acelerado. Os custos de produção de ambas vêm caindo vertiginosamente. A eletrificação dos carros também já é uma realidade. “As montadoras têm previsão de eletrificar as frotas”, diz Felipe. As cooperativas também aderiram à revolução energético.
GERANDO A PRÓPRIA ENERGIA
Marco Olívio Morato, analista técnico e econômico do Sistema OCB, explica que, somente no Ramo Infraestrutura, há 76 cooperativas gerando energia. Dessas, nove atuam no chamado sistema de compensação – ou seja, geram energia para consumo próprio e, com isso, pagam mais barato na conta de luz. As demais produzem energia para venda. Além disso, há 159 cooperativas de outros ramos gerando a própria energia no sistema de compensação.
A maior parte é formada por Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs). Mas há também geração a partir de biomassa, fotovoltaica e uma cooperativa geradora de energia eólica. Com 22 cooperados, a Cooperativa Brasileira de Energia Renovável (Coober), de Paragominas (PA), é uma das que geram energia com placas solares no sistema de compensação. “A energia gerada é injetada nas redes de distribuição e compensada na conta de luz, que tem um desconto de 60% para os cooperados.
Hoje, eles geram 9 mil Kw/h por mês, o equivalente ao abastecimento de 50 famílias de quatro pessoas”, explica Morato.
VALORIZAÇÃO
Os cooperativistas contam ainda com a promessa de fortalecimento e interlocução por parte do novo governo. Segundo o secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Fernando Schwanke, a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, quer valorizar o setor.
“Estamos preparando programas importantes de acesso tanto a mercados institucionais quanto privados, em âmbitos nacional e internacional”, afirmou.
Segundo Shwanke, o governo está elaborando suas políticas com base no documento Brasil
Mais Cooperativo, da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB). “A ideia é ter cooperativas irmãs, com troca de boas práticas (veja matéria da página 44)”.
Outra novidade é que, a partir de 1º de julho, as cooperativas de crédito poderão receber depósitos da poupança rural. O anúncio foi feito pelo chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e de Instituições Bancárias do Banco Central, Harold Espínola.
As políticas voltadas para o cooperativismo também serão desenvolvidas no âmbito da Secretaria de Inclusão Social e Produtiva Urbana (Senisp), vinculada ao Ministério da Cidadania. A secretaria deve atuar em três eixos: intermediação de mão de obra, qualificação e empreendedorismo – contando com 644 parceiros, entre instituições públicas e privadas. A Senisp reúne as antigas Secretaria de Inclusão Produtiva, do extinto Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), e Secretaria Nacional de Economia Solidária, do extinto Ministério do Trabalho.
Brasília (16/8/19) – Fim do suspense! O Sistema OCB acaba de divulgar a lista com os nomes dos autores dos 105 trabalhos selecionados e que serão apresentados durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores do Cooperativismo (EBPC). O evento ocorrerá nos dias 9 a 11 de outubro, em Brasília.
Para a edição deste ano, a comissão julgadora teve muito trabalho, já que o número de inscrições foi recorde: 275. “Todo esse volume de trabalhos passou por um processo de avaliação às cegas em pares, ou seja, cada um, sem a identificação dos autores, era avaliado por dois pareceristas, que puderam verificar a qualidade científica das pesquisas”, explicou a gerente de Desenvolvimento Social de Cooperativas do Sescoop, Geâne Ferreira.
Segundo ela, ao todo, foram selecionados 105 trabalhos: 90 para a apresentação oral e 15 para pôster.
CUSTEIO
Os apresentadores dos 66 trabalhos com as melhores notas terão as passagens aéreas (válido apenas para voos nacionais) e hospedagem custeados pela organização do evento. A comissão organizadora entrará em contato por e-mail, individualmente, com os autores dos trabalhos para emissão dos vouchers.
As submissões foram divididas em cinco eixos temáticos:
Eixo Temático |
Nº de Trabalhos aprovados |
Identidade e Cenário Jurídico |
11 |
Educação e Aprendizagem |
17 |
Governança, Gestão e Inovação |
38 |
Capital, Finanças e Desempenho |
17 |
Impactos Econômicos e Sociais |
22 |
ATENÇÃO
Agora, os apresentadores dos trabalhos selecionados devem se inscrever, gratuitamente, no evento para efetivar sua participação. (Clique aqui)
COMO PARTICIPAR
As inscrições no evento também são gratuitas para os interessados em conhecer mais sobre o universo acadêmico das pesquisas em cooperativismo. As vagas são limitadas. Poderão participar: pesquisadores, profissionais, colaboradores de unidades estaduais do Sistema OCB e demais interessados. As inscrições começaram nesta sexta-feira e vão até o dia 30/9.
OUTROS ESCLARECIMENTOS
Para dirimir eventuais dúvidas encaminhe um email para
LISTA DE SELECIONADOS (COM CUSTEIO DE DESPESAS)
Título Do Trabalho |
Eixo Temático |
Modalidade |
Apresentador(a) |
Autores (Em Ordem Alfabética) |
A Construção De Referentes Teórico-Metodológicos De Ater Para Gestão De Cooperativas De Agricultores Familiares: Luxo Ou Necessidade? |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Marcos Gregolin |
Marcos Gregolin, Renato Santos De Souza |
A Extensão Rural E A Educação Na Construção Do Cooperativismo: A Experiência Do Instituto Paranaense De Assistência Técnica E Extensão Rural - Emater Paraná |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Francieli Pilati Gervasoni Oliveira |
Dalvan Joel Petry Mallmann, Francieli Pilati Gervasoni Oliveira |
A Formação Da Força De Trabalho Híbrida Em Cooperativas: Estudo De Caso Em Uma Cooperativa Agropecuária Certificada Pelo Fairtrade |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Layon Carlos Cezar |
Alexandre Reis Rosa, Layon Carlos Cezar |
A Influência Das Dimensões Cultura, Liderança E Aprendizagem Na Inovatividade De Uma Organização Cooperativa |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Patricia Taradenko |
Alex Antonio Ferraresi, Patricia Taradenko |
A Livre Adesão Nas Cooperativas De Crédito: Estamos Captando Cooperados Ou Correntistas? |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Anderson Roberto Pires E Silva |
Anderson Roberto Pires E Silva, Cássia Marcelle Dias Pinho, Maria Iolanda Santos Souza. |
A Prática Da Intercooperação No Cooperativismo De Crédito: Um Estudo De Caso De Uma Agência Compartilhada Por Quatro Cooperativas De Crédito De Minas Gerais |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Antônio Carlos Guerra Junior |
Antônio Carlos Guerra Junior, Tueli Rodrigues Tavares |
A Preservação Do Ato Cooperativo De Entrega Ou Recebimento Na Lei 13.288/2016 |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Gabriel Fernandes Khayat |
Gabriel Fernandes Khayat |
A Trajetória, Mudanças Organizacionais E Perspectivas De Uma Cooperativa De Crédito Solidário: Um Estudo De Caso Em Minas Gerais |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Isabela Renó Jorge Moreira |
Almiro Alves Junior, Isabela Renó Jorge Moreira, Paulo Henrique Da Silva |
Abordagem Sobre Cooperativismo Entre Médicos Anestesiologistas: Um Estudo Em Uma Cooperativa Médica |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Maria De Fátima Oliveira Dos Santos |
Ana Laís Oliveira Dos Santos, André Pacelli Viana Bezerra, Maria De Fátima Oliveira Dos Santos, Marília Augusta Raulino Jácome |
Alocação De Direito De Propriedade Em Modelos Alternativos De Cooperativas Agropecuárias Em Mato Grosso Do Sul |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Alessandra Hocayen Da Silva |
Alessandra Hocayen Da Silva, Silvia M. Q.Caleman |
Análise Da Aprendizagem Sobre A Taxonomia De Bloom A Partir Da Utilização Dos Jogos De Empresa. |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Murilo Sena Baiero |
Murilo Sena Baiero, Pablo Murta Baião Albino |
Análise Da Eficiência Sócio Financeira De Cooperativas De Crédito No Brasil |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Brício Dos Santos Reis |
Brício Dos Santos Reis, Mateus De Carvalho Reis Neves |
Análise De Eficiência De Cooperativas De Crédito: Uma Comparação Entre As Cooperativas Com Foco Em Crédito Solidário E As Voltadas Ao Mercado |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Vilmar Rodrigues Moreira |
Rafael Luiz Junges, Vilmar Rodrigues Moreira |
Análise Fundamentalista De Cooperativas Agrícolas Do Interior Do Rio Grande Do Sul |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Raiziane Cássia Freire Da Silva |
Darlan Kohl Bronstrup, Luciana Moro De Souza, Raiziane Cássia Freire Da Silva, Régis Friedrich, Rosane Maria Seibert |
As Cooperativas Na Redução Da Desigualdade De Renda No Meio Rural Brasileiro |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Carlos Otávio De Freitas |
Carlos Otávio De Freitas, Felipe De Figueiredo Silva, Mateus De Carvalho Reis Neves |
As Reformas Legislativas Para A Capitalização Das Cooperativas Agrícolas Francesas |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Regel Antonio Ferrazza |
Regel Antonio Ferrazza |
Avaliação De Processo Do Programa Mais Gestão Na Perspectiva Dos Atores Envolvidos Na Implementação |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Rafael Guimarães Farias |
Alair Ferreira De Freitas, Rafael Guimarães Farias |
Balanced Scorecard Por Unidades De Negócio Em Uma Cooperativa Médica |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Neusa Maria Da Costa Gonçalves Salla |
Berenice Beatriz Rossner Wbatuba, Eduardo W. Martins, Lisandro R. Grassel, Marcos Felipe M Barbosa, Neusa Maria Da Costa Gonçalves Salla |
Classificação De Cooperativas Agropecuárias Em Minas Gerais |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Paulo Marcos Dos Reis Ciro |
Paulo Marcos Dos Reis Ciro |
Conflitos De Agência Em Cooperativas Agropecuárias E Suas Implicações Para O Processo De Sucessão Do Presidente |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Luisa Rhoden Rech |
Erlaine Binotto, Katia Katsumi Arakaki, Luisa Rhoden Rech, Manoela Morais, Pedro Vinícius Juchem Herrera |
Cooperativas Abertas E Cooperativas Modernas: Análise De Dois Conceitos Para O Cooperativismo Contemporâneo. |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Rui Samarcos Lora |
Rui Samarcos Lora |
Cooperativismo De Crédito E Diversidade: Análise Das Campanhas De Comunicação Sicoob E Cresol |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Jéssica Suzana Magalhães Cardoso |
Ivonete Da Silva Lopes, Jéssica Suzana Magalhães Cardoso |
Cooperativismo E Agricultura Familiar: Uma Análise A Partir De Publicações Científicas Brasileiras No Período Entre 2010 A 2018 |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Suany Machado Da Silva |
Bruno De Jesus Lopes, João Paulo Louzada Vieira, Kátia De Fátima Vilela, Marco Paulo Andrade, Suany Machado Da Silva |
Cooperativismo Na Agricultura Orgânica No Brasil: Contribuições De Chayanov |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Gean Carlos Tomazzoni |
Gean Carlos Tomazzoni, Sérgio Schneider |
Cooperativismo, Renda E Emprego Na Agricultura Familiar Em Goiás |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Marcelo Dias Paes Ferreira |
Guilherme Resende Oliveira, Lindomar Pegorini Daniel, Marcelo Dias Paes Ferreira, Marcelo José Braga |
De “Banquinho Do Sindicato” À Sistema Cresol: A Modernização Do Cooperativismo De Crédito Solidário Em Minas Gerais |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Almiro Alves Junior |
Alair Ferreira De Freitas, Alan Ferreira De Freitas, Almiro Alves Junior |
Desafios E Oportunidades Na União Entre Cooperativas De Crédito Solidarias; O Caso Da Cresol Vale Europeu |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Marcos Catelli Rocha |
Ana Cecilia Guedes, Eloiza Andrea Moraes, Fábio Luiz Búrigo, Marcos Catelli Rocha, Stéfani Tamara Pérez |
Desempenho Nas Cooperativas Financeiras Por Meio Da Análise De Eficiência: Uma Comparação Entre Os Principais Sistemas Brasileiros |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Valéria Gama Fully Bressan |
Lua Syrma Zaniah Santos, Rafael Morais De Souza, Renata Turola Takamatsu, Valéria Gama Fully Bressan |
Digital Participation: A Comparative Analysis Between Platform And Traditional Cooperatives |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Dieisson Pivoto |
Camila Luconi Viana, Carlos Alberto Oliveira De Oliveira, Claudionor Guedes Laimer, Dieisson Pivoto, Mário De Conto |
Disputas Conceituais E Metodológicas Na Concepção De Um Projeto De Ater Para Cooperativas De Agricultores Familiares |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Marcos Gregolin |
Marcos Gregolin, Renato Santos De Souza |
Dos Princípios À Responsabilidade Social: Um Estudo Sobre A Percepção Acerca Da Res Em Uma Cooperativa De Crédito |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Krisna Mello Da Silva |
Krisna Mello Da Silva, Pablo Murta Baião Albino, Thiago Heleno Mariano |
Educação Cooperativista E Inovação Social: O Caso Da Cooperativa De Trabalho De Pessoas Com Deficiência E Familiares - Coopdef |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Naldeir Dos Santos Vieira |
Airton Cardoso Cançado, José Maria Ribeiro Neto, Naldeir Dos Santos Vieira |
Efeito Do Risco De Crédito No Desempenho Financeiro Das Cooperativas De Crédito De Livre Admissão Brasileiras |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Stella Fernanda De Azevedo |
Rosiane Maria Lima Gonçalves, Stella Fernanda De Azevedo |
Eficácia Do Treinamento No Trabalho E Autoeficácia Em Sociedades Cooperativas |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Vilmar Rodrigues Moreira |
Alex Sandro Quadros Weymer, Eliane Lourenço Goulart Festa, Vilmar Rodrigues Moreira |
Eficiência Social E Econômica: Uma Análise Das Cooperativas Agropecuárias De Minas Gerais |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Nágila Da Silva Santos |
Nágila Da Silva Santos |
Eficiência Técnica E Ciclo De Vida Em Cooperativas: Uma Análise De Dados Em Painel |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Lucas Batista Dos Santos |
Davi Rogério Moura Costa, Lucas Batista Dos Santos |
Empoderamento Feminino: Estudo De Caso Em Três Cooperativas De Crédito Do Centro Oeste Mineiro |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Hélia Geralda Siqueira |
Hélia Geralda Siqueira, Marlene Catarina De Oliveira Lopes Melo |
Entrincheiramento Gerencial E Criação De Valor Nas Cooperativas De Crédito Brasileiras |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Bruno José Canassa |
Bruno José Canassa, Davi R De Moura Costa, Marcelo S Pagliarussi |
Fatores De Influência Na Participação Dos Membros De Uma Cooperativa Agropecuária |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Celina Martinez Georges |
Celina Martinez Georges, Maísa Gomide Teixeira, Patricia Campeao, Renato De Oliveira Rosa |
Fatores Que Motivam A Associação Em Uma Cooperativa De Crédito |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Danilo De Oliveira Sampaio |
Danilo De Oliveira Sampaio, Gleice Santana Morais, Lupércio França Bessegato |
Identificação Organizacional Cooperativa: Construção E Validação De Escala Para Cooperativas De Crédito |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Marcia Helena Dos Santos Bento |
Gabriel Murad Velloso Ferreira, Jaime Peixoto Stecca, Lúcia Rejane Da Rosa Gama Madruga, Marcia Helena Dos Santos Bento, Vania De Fátima Barros Estivalete |
Influência Do Cooperativismo No Desenvolvimento Humano Municipal |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Lucas De Paula Rocha |
Lucas De Paula Rocha, Marco Ufv, Wesley De Almeida Mendes |
Interpretação Técnica Icpc 14: Um Comparativo Dos Impactos Nos Índices Financeiros De Cooperativas |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Anderson Roberto Pires E Silva |
Anderson Roberto Pires E Silva, Andreza Costa Ribeiro, Frederick Fagundes Alves, Ruannyres Rebelo Lopes |
O Cooperativismo Habitacional E A Gestão Coletiva Da Propriedade Como Garantia Da Segurança Da Posse De Populações Vulnerabilizadas: O Community Land Trust |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Renata Cristina Do Nascimento Antao |
Renata Cristina Do Nascimento Antao, Tarcyla Fidalgo Ribeiro |
O Processo De Implantação De Modelo De Gestão E Governança Em Uma Cooperativa De Crédito: Um Estudo De Caso. |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Pedro Luís Büttenbender |
Ariosto Sparemberger, Dirce Schreiner, Pedro Luís Büttenbender |
Obstáculos E Desafios Da Prática Da Intercooperação Nas Cooperativas De Crédito |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Joyce Ferreira Rodrigues |
Ana Lúcia Magri Lopes, Joyce Ferreira Rodrigues |
Organizações Sociais Na Agroindústria Familiar Do Estado De Rondônia. |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Paula Almeida Brito |
Daniel Menéndez Llerena, Gleimiria Batista Da Costa, Mariluce Paes De Souza, Paula Almeida Brito, Tomás Daniel Menendes Rodrigues |
Os Desafios À Educação Cooperativista: Análise De Uma Experiência Em Uma Cooperativa De Crédito Na Bahia |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Anerita Oliveira De Almeida Neta |
Anerita Oliveira De Almeida Neta, Eliene Gomes Dos Anjos |
Os Efeitos Das Fusões Nas Cooperativas De Crédito Brasileiras |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Marcelo Henrique Shinkoda Santos |
Marcelo Henrique Shinkoda Santos, Marcelo José Braga |
Participação De Cooperativas Em Licitações Na Perspectiva Da Política De Compras Governamentais |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Kalina Maria Donato De Araújo Sales |
Felicia Borges Carvalho De Faria, Kalina Maria Donato De Araújo Sales |
Política De Distribuição De Sobras Em Cooperativas De Crédito |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Letícia Luanda Maia |
Bárbara Alice Campos Souto, Letícia Luanda Maia, Valéria Gama Fully Bressan |
Práticas De Controle Interno Em Cooperativas De Crédito: Análise Sob A Ótica De Presidentes, Conselheiros De Administração E Auditores Internos |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Marília Augusta Raulino Jácome |
Carlos Fernandes Florêncio De Carvalho Junior, Maria De Fátima Oliveira Dos Santos, Marília Augusta Raulino Jácome |
Problemas De Governança Em Cooperativas De Produtores De Leite No Estado Do Rs |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Mariele Boscardin |
Adriano Lago, Marcelino De Souza, Mariele Boscardin, Renata Milani, Rosani Marisa Spanevello |
Programa De Excelência Em Gestão: O Caso Da Frísia Cooperativa Agroindustrial |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Sandra De Souza Schmidt |
Alfredo Benedito Kugeratski Souza, Ana Lucia Soares Gonçalves, Matheus Felipe Da Silva, Rodrigo Gandara Donini, Sandra De Souza Schmidt |
Protagonismo Das Cooperativas Na Promoção Dos Objetivos De Desenvolvimento Sustentável: Reflexões E Agenda De Pesquisa |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Alessandra Hocayen Da Silva |
Alessandra Hocayen Da Silva, Antonio Joao Hocayen Da Silva |
Rating Para Avaliação De Cooperativas De Crédito: Uma Aplicação Do Modelo Pearls |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Vilmar Rodrigues Moreira |
Paulo Fabricio Huscher, Rodrigo Alves Silva, Vilmar Rodrigues Moreira |
Reflexos Das Fusões E Incorporações Nos Indicadores Financeiros No Setor De Cooperativas De Crédito |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Wilmar Cagnini |
Wilmar Cagnini |
Reflexos Do Cooperativismo Da Agricultura Familiar No Desenvolvimento Territorial Na Bahia |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Eliene Gomes Dos Anjos |
Ana Georgina Rocha, Daciane Oliveira Da Silva, Eliene Gomes Dos Anjos, Fabiana Simão |
Relações Cooperativas: Um Estudo Na Cadeia Da Carne Bovina Diferenciada No Estado Do Paraná |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Jaiane Aparecida Pereira |
Amanda Ferreira Guimarães, Jaiane Aparecida Pereira, José Paulo De Souza, Rejane Heloise Dos Santos, Sandra Mara De Alencar Schiavi |
Segmentos Do Sistema Financeiro Nacional E Eficiência Do Cooperativismo De Crédito |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Gustavo Henrique Dias Souza |
Edleuza Paulina Loures Da Silva, Gustavo Henrique Dias Souza, Jacqueline Veneroso Alves Da Cunha, Valéria Gama Fully Bressan |
Survival And Failure Of Brazilian Credit Unions: An Analysis Of Corporate Governance Characteristics |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Bruno José Canassa |
Bruno José Canassa, Davi R De Moura Costa, Mateus De Carvalho Reis Neves |
Technical Efficiency And Organizational Forms: The Case Of Dairy Processing Industry In Southern Brazil |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Caetano Luiz Beber |
Caetano Luiz Beber, Ioannis Skevas, Sebastian Lakner |
Terceirização Via Cooperativismo: O Cenário Antes Da Reforma Trabalhista E Agumas Perspectivas |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Marília Pacheco |
Ana Laura Gschwend Monteiro, Anna Flora Carvalho De Oliveira, Carol Matias Brasileiro, Marília Pacheco, Sielen Barreto Caldas De Vilhena |
Tradução E Controle Da Estratégia Em Cooperativas Agroindustriais: Proposição De Um Mapa Estratégico Dinâmico |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Roberto Max Protil |
Luiz Carlos Duclós, Reginaldo Ferreira Barreiros, Roberto Max Protil |
Um Ensaio Sobre O Desempenho Econômico-Financeiro Das Sociedades Cooperativas Sob As Dimensões De Mercado, Do Cooperado E Do Desenvolvimento Regional |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
Paola Richter Londero |
Anelise Krauspenhar Pinto Figari, Fabiana Cherubim Bortoleto, Luana Zanetti Trindade Ferraz, Paola Richter Londero |
Utilização De Jogos De Empresa No Treinamento Gerencial E Desenvolvimento Cooperativista De Cafeicultores Familiares Da Zona Da Mata Mineira |
Educação E Aprendizagem |
Poster |
Roberto Max Protil |
Gustavo Duarte Mota, Roberto Max Protil |
LISTA DE SELECIONADOS (SEM O CUSTEIO DE DESPESAS)
Título Do Trabalho |
Eixo Temático |
Modalidade |
Apresentador(a) |
Autores (Em Ordem Alfabética) |
A (In)Aplicabilidade Do Código De Defesa Do Consumidor Nas Relações Jurídicas Entre Cooperativas De Crédito E Seus Cooperados |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Sabrina De Andrade Azevêdo Carvalho |
Henrique Azevêdo Carvalho, Sabrina De Andrade Azevêdo Carvalho |
A Atuação Da Educação Cooperativista No Recôncavo Da Bahia: O Caso Da Coopeducar |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Ana Virgínia Pereira Dos Santos |
Ana Virgínia Pereira Dos Santos |
A Autonomia Deliberativa Das Cooperativas De Saúde Na Admissão De Novos Associados |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Eliane Lourenço Goulart Festa |
Eliane Lourenço Goulart Festa, Leila Andressa Dissenha |
A Disseminação Da Cultura Cooperativista Através De Programa Social Institucional: Um Estudo Sobre O Alcance Em Percepção De Valor Dos Associados |
Educação E Aprendizagem |
Poster |
Daniela De Oliveira Soares |
Daniela De Oliveira Soares |
A Educação Cooperativa Como Gerador De Mudanças Sociais: Um Estudo Sobre A 6ª Semana Da Educação Financeira Na Cidade De Itamaraju/Ba. |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Daniele Carmo Scopel |
Daniele Carmo Scopel, Estella Oliveira Dos Santos |
A Intercooperação Nas Cooperativas De Crédito Da Região Do Vale Do Aço: Discurso Ou Efetividade? |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Edair Costa De Assis |
Ana Lúcia Magri Lopes, Edair Costa De Assis |
Análise Da Percepção Dos Controles Internos Nas Cooperativas Agropecuárias Do Rio Grande Do Sul |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Matheus Loro |
José Máximo Daronco, Matheus Loro, Paola Richter Londero |
Apicultura No Norte De Minas: Cooperativismo E Novos Mercados |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Ailana Fernanda Silva Dutra Santos |
Ailana Fernanda Silva Dutra Santos, Sara Gonçalves Antunes De Souza |
Construção De Indicadores-Padrão Para Cooperativas Agropecuárias De Mato Grosso Do Sul |
Capital, Finanças E Desempenho |
Apresentação oral |
José A Moura Aranha |
Agnes Akemi Yahiro, José A Moura Aranha, Laísa Aparecida Pereira De Souza |
Contribuições Do Cooperativismo De Crédito Para O Desenvolvimento Econômico E Social Das Comunidades: Um Estudo Na Sicredi União-Rs |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Poster |
Carla Rosane Da Costa Sccott |
Carla Rosane Da Costa Sccott, Fernando Reichert Haas, Janaína Balk Brandão, Sandro José Fin, Vitor Reisdorfer |
Controles Internos E Gestão De Riscos: Um Estudo De Caso De Uma Cooperativa De Crédito De Livre Admissão Do Alto São Francisco De Minas Gerais |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Letícia Matos Duarte |
Letícia Matos Duarte, Pedro Henrique Melillo |
Cooperativa Escolar E A Preparação De Novas Gerações Para O Futuro Do Cooperativismo- Estudo De Caso Da Cooebompa-Rs |
Educação E Aprendizagem |
Poster |
Vitor Reisdorfer |
Amanda Da Rocha Balzan, Carla Rosane Da Costa Sccott, Gilmar Jorge Wakulicz, Vitor Reisdorfer, Wagner Nart Macedo |
Cooperativas De Trabalho: Sustentabilidade, Identidade Jurídica E Direito De Contratar Com A Administração Pública |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Érica Almeida Leal |
Catrine Cadja Indio Do Brasil Da Mata, Érica Almeida Leal, Ferlanda Luna |
Cooperativas Na Política Agrícola De Crédito Rural |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Ricardo Theodoro |
Davi R De Moura Costa, João Tomas F. Biavaschi, Marco V. Azevedo Fabbri, Pedro De Mesquita Santos, Ricardo Theodoro |
Cooperativismo Agropecuário E Sucessão Geracional: Um Estudo De Caso Com A Cooperativa Agropecuária Cotricampo- Rs |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Mariele Boscardin |
Adriano Lago, Camila Weber, Gabrieli Dos Santos Amorin, Mariele Boscardin, Vitória Benedetti De Toledo |
Cooperativismo De Crédito, Sistema Financeiro E Crescimento Econômico No Rio Grande Do Sul |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Ricardo Höher |
Osmar Tomaz De Souza, Ricardo Höher |
Cooperativismo Mineral No Brasil E Na Bolívia |
Identidade E Cenário Jurídico |
Apresentação oral |
Alan Ferreira De Freitas |
Alair Ferreira De Freitas, Alan Ferreira De Freitas, Everton Alves Pereira, Paulo Henrique Da Silva |
Cooperativismo Modelo De Negócios De Hoje Para A Construção Do Amanhã |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Poster |
Joao Luiz Gomes Garay Brandão |
Ivanir Casagranda, Joao Luiz Gomes Garay Brandão |
Desafios No Processo Sucessório Em Uma Cooperativa Financeira Do Semiárido Baiano |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Sara Vilas Boas Dos Santos Almeida |
Sara Vilas Boas Dos Santos Almeida |
Educação Cooperativa: O Case Do Programa De Capacitação Em Gerenciamento De Cooperativas Para Conselheiros Do Sistema Cresol (Gercoop) |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
José Carlos Vandresen |
Franciele Lorenzi, José Carlos Vandresen, Luiza Maria Da Silva Rodrigues, Rosiane Dalacosta, Wellington Alvim Da Cunha |
Educação Financeira Como Fator De Desenvolvimento Sustentável No Cooperativismo |
Educação E Aprendizagem |
Apresentação oral |
Samuel Tiago Dos Santos |
Ana Lúcia Magri Lopes, Samuel Tiago Dos Santos |
Emergência De Novos Arranjos Organizacionais No Cooperativismo De Crédito Rural - O Caso Do Sulcredi |
Governança, Gestão E Inovação |
Poster |
Felipe Dagnese |
Fábio Luiz Búrigo, Felipe Dagnese |
Estudo Do Critério Governança Transformado Em Plano De Ação Para A Coapecal Cariri. |
Governança, Gestão E Inovação |
Poster |
Laudemiro Lopes De Figueredo Filho |
Irislânia Barbosa Da Silva, Janaina Da Costa Santiago, Laudemiro Lopes De Figueredo Filho |
Governança Corporativa: Desafios E Perspectivas De Sua Implementação Nas Cooperativas De Crédito Rural |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Wilmar Cagnini |
Wilmar Cagnini |
Governança E Desempenho Se Associam? Evidências Em Cooperativas De Crédito No Brasil |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Marindia Brachak Dos Santos |
Flavia Luciane Scherer, Gabriel Murad Velloso Ferreira, Igor Sonza, Marindia Brachak Dos Santos |
Governança Sob A Ótica Da Economia Institucional: Estudo Em Uma Cooperativa Fair-Trade |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Aíla Fialho |
Aíla Fialho |
Intercooperação Através Da Experiência Das Compras Coletivas De Cooperativas Filiadas A Fecovinho |
Governança, Gestão E Inovação |
Poster |
Jessyca Leon Bolzan |
Jessyca Leon Bolzan |
O Impacto Da Implantação De Cooperativas Sociais De Trabalho No Sistema Penitenciário Brasileiro Sobre O Índice De Reincidência De Seus Egressos: Reflexões Sobre A Educação Social |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Poster |
Eduardo Damião Da Silva |
Eduardo Damião Da Silva |
O Papel Das Cooperativas Agropecuárias Em Roraima No Acesso E Na Comercialização De Alimentos Para Os Mercados Institucionais Públicos: O Caso Da Coopercinco |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Apresentação oral |
Hudson Do Vale De Oliveira |
Hudson Do Vale De Oliveira, Mary Lúcia Silva Perim, Serguei Aily Franco De Camargo |
Organização Do Quadro Social: Expressão Da Gestão Democrática |
Governança, Gestão E Inovação |
Poster |
Cleberson Da Silva Santos |
Cleberson Da Silva Santos |
Percepção Dos Funcionários Das Cooperativas Agropecuárias Sobre A Criação De Valor Oferecida Aos Cooperados: Um Estudo Comparativo |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Luana Zanetti Trindade Ferraz |
Luana Zanetti Trindade Ferraz, Vanessa Schaefer |
Pesquisa De Satisfação Dos Associados Vale A Pena? O Antes E O Depois Na Experiência Em Uma Cooperativa De Crédito |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Leonardo Pinheiro Deboçã |
Eduardo Marques Dos Santos, Leonardo Pinheiro Deboçã, Patrícia Rosvadoski-Da-Silva |
Práticas Da Governança Corporativa Em Cooperativas Médicas |
Governança, Gestão E Inovação |
Poster |
Joaquim Fernandes Pinto |
Joaquim Fernandes Pinto |
Prerrogativas E Proventos Das Cooperativas Diante Do Mercado Institucional: Análise Da Produção Científica No Tema |
Impactos Econômicos, Sociais E Ambientais |
Poster |
Bruno De Jesus Lopes |
Angelina Moreira Melo, Bruno De Jesus Lopes, Isabela Renó Jorge Moreira, Kátia De Fátima Vilela, Suany Machado Da Silva |
Processo De Controle De Estoque Com Atuação Da Auditoria Interna Em Uma Fábrica De Rações De Uma Cooperativa Agropecuária. |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
José Guilherme Pretto |
Ciro Weber, José Guilherme Pretto, Paola Richter Londero |
Progrid: Uma Ferramenta De Disseminação De Educação Cooperativista Na Cooperativa De Crédito Viacredi Entre Os Anos De 2016 E 2017 |
Educação E Aprendizagem |
Poster |
Henrique Azevêdo Carvalho |
Henrique Azevêdo Carvalho, Maria José Carvalho De Souza Domingues |
Representações Sociais Do Agricultor: Um Analise De Uma Ong Internacional Em Seu Trabalho Com Cooperativas De Cafeicultores Em Minas Gerais |
Identidade E Cenário Jurídico |
Poster |
Luiza Rocha Rosa Vieira |
Luiza Rocha Rosa Vieira |
Retorno De Investimentos Em Capacitações Em Cooperativas Agropecuárias Do Estado Do Rio Grande Do Sul/Br. |
Capital, Finanças E Desempenho |
Poster |
Henrique Fernando Lidório |
Angelo Lorensi Leivas, Fernando Sérgio De Toledo Fonseca, Henrique Fernando Lidório, José Cardoso Sobrinho, Ricardo Höher |
Sucessão Rural E Em Cooperativas Agropecuárias: Analise De Três Estados Brasileiros |
Governança, Gestão E Inovação |
Apresentação oral |
Erlaine Binotto |
Carolina Vilella Castelo Branco Oliveira, Eduardo Luis Casarotto, Erlaine Binotto, Luisa Rhoden Rech, Manoela Morais |
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Brasília (29/7/19) – A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) recebeu o Distinguished Service Award durante a conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês). O evento ocorre até o dia 1º de agosto em Nassau, Bahamas. O prêmio é a maior honraria destinada pelo cooperativismo de crédito mundial a indivíduos e instituições e foi concedido em reconhecimento aos serviços prestados pela OCB em prol da disseminação do segmento no Brasil e fora dele. A honraria foi indicada pelo Sicredi ao Woccu por meio de um case que ilustrou a atuação nacional da OCB em países como Uganda, México, Equador e Cuba.
Presente no evento para receber o prêmio, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, destacou a relevância do reconhecimento. “Pela legitimidade que tem o Woccu, essa homenagem é uma grande honra e receber essa distinção por uma indicação do Sicredi nos dá mais orgulho ainda, pois é o reconhecimento de quem vive o dia a dia do cooperativismo no Brasil. Outro ponto é que essa presença maciça do cooperativismo brasileiro na Conferência Mundial do Woccu, sendo a segunda maior delegação no evento, é fantástica, pois nos permite dividir com todos esse prêmio. Se a OCB está onde está, é porque o cooperativismo tem construído bases para isso. A entidade é o espelho do que está acontecendo no movimento cooperativista”, declarou Freitas.
Já para o presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, o reconhecimento recebido pela OCB é resultado de um sólido trabalho realizado. “A OCB tem dado ao cooperativismo de crédito o alicerce necessário para o seu desenvolvimento e aprimoramento. O suporte oferecido pela entidade para questões fundamentais como as relações com as instituições públicas regulatórias, por exemplo, nos proporcionou avanços que nos impulsionaram em direção à expansão, pois viabilizaram importantes melhorias no Sistema Nacional de Crédito Cooperativo”.
O PRÊMIO
Criado para reconhecer contribuições destacadas para o desenvolvimento de cooperativas de crédito, o Distinguished Service Award é concedido anualmente na Conferência Mundial de Cooperativas de Crédito. As inscrições da delegação do Sicredi na Conferência Mundial do Woccu contaram com o apoio do Sescoop que, junto com a OCB e a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), formam o Sistema OCB.
SOBRE O SICREDI
O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento dos seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. O modelo de gestão do Sicredi valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados, os quais exercem papel de donos do negócio. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados* e no Distrito Federal, com mais de 1.700 agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros (www.sicredi.com.br).
*Acre, Alagoas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. (Fonte: Sicredi)

Stapp (direita) e pelo CEO da instituição, Brian Branch.
Brasília (31/7/19) – O Sicredi, instituição financeira cooperativa com presença em 22 estados brasileiros e no Distrito Federal, recebeu o prêmio Growth Award durante a Conferência Mundial do Woccu (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito, na tradução da sigla em inglês), nesta segunda-feira (29/7), em Nassau, nas Bahamas. A premiação, conferida pela entidade internacional em reconhecimento ao crescimento do Sicredi no segmento de cooperativismo de crédito, foi entregue durante a Assembleia Geral Anual do Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito.
Após receber o prêmio de Steven Stapp e Brian Branch, respectivamente presidente e Ceo do Woccu, o presidente da SicrediPar, da Central PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, Manfred Alfonso Dasenbrock, destacou a relevância da honraria. “Este é um prêmio a todos os presidentes das cooperativas que integram o Sicredi, assim como a todos os colaboradores e associados, que, diariamente, trabalham em suas regiões para que a nossa instituição siga tendo um crescimento continuo e sustentável”, ressalta Dasenbrock.
Recentemente, o Sicredi ultrapassou a marca de quatro milhões de associados e já conta com mais de 26 mil colaboradores e mais de 1.700 agências em mais de 1300 cidades brasileiras.
FUTURE FORUM
Além receber o prêmio Growth Award nesta terça-feira, o Sicredi também participou da programação do Future Forum, uma agenda da Conferência Mundial do Woccu que reúne lideranças das principais cooperativas de crédito do mundo. Na ocasião, o Sicredi debateu temas como “Liderança Estratégica”, “Tecnologia e Desenvolvimento”, “Remuneração das Lideranças” e “Marcas Sistêmicas e Campanhas Publicitárias”, liderados por João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi.
O executivo apresentou o modelo de marca única da instituição cooperativa, também dividindo com os participantes a estratégias de campanhas nacionais de posicionamento institucional, somadas a ações de comunicação regionais e locais.
“Na busca por gerar entendimento sobre os benefícios do cooperativismo de crédito e do Sicredi, procuramos unir forças para fazermos juntos a diferença com mensagens unificadas, mas respeitando a autonomia para que as cooperativas utilizem, por exemplo, a linguagem regional para se comunicar de uma maneira próxima com os associados. Foi uma oportunidade extraordinária de mostrar a executivos de grandes cooperativas do mundo os pilares de governança estruturada, responsabilidade solidária, padrões operacionais e respeito às decisões estratégicas, que são o que sustenta nossa marca. Recebemos feedbacks de que o modelo do Sicredi é algo a ser seguido mundialmente, o que nos deixa muito orgulhosos”, resumiu Tavares.
Também participaram dos debates, que têm como dinâmica a rotatividade dos presentes entre os grupos de discussões temáticas, a vice-presidente da Cooperativa Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG, Angelita Cadona; Wellington Ferreira, presidente da Cooperativa Sicredi União PR/SP; Domingos Sousa, vice-presidente da Cooperativa Sicredi Celeiro MT e Jaime Basso, presidente da Cooperativa Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP. Os dirigentes puderam dividir os exemplos das suas cooperativas e do Sicredi de maneira geral, além de conhecerem o trabalho de cooperativistas de países como Estados Unidos, Canadá, Colômbia a Austrália.
As inscrições da delegação do Sicredi na Conferência Mundial do Woccu contaram com o apoio do Sescoop. (Fonte: Sicredi)
Brasília (24/7/19) – Representantes de 49 cooperativas educacionais de todo o país participam nesta quarta-feira (24/7) de um Seminário Nacional promovido pela OCB, com o objetivo de discutir gestão e inovação do negócio. No total, 170 pessoas acompanham a programação que inclui palestras e debates a respeito da gestão do negócio cooperativo, cenário educacional, gestão e inovação do ambiente escolar, entre outros, além de atividades de alinhamento estratégico.
O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, deu as boas-vindas aos participantes do seminário e destacou a importância do evento. “Temos vivido momentos de intensos desafios no país e o setor educacional está entre os setores impactados, por isso, é importante nos lembrarmos da premissa que move as cooperativas educacionais, que é oferecer uma educação de qualidade, contribuindo para a formação de cidadãos mais cooperativos. É isso que fará do Brasil, um país mais forte, mais próspero. A educação é o grande motor do desenvolvimento”, avalia Nobile.
A condução das reflexões a respeito dos assuntos pertinentes ao evento ficou por conta da analista de Desenvolvimento e Gestão de Cooperativas do Sistema OCB, Pamela Lima, do presidente da Unimed Fortaleza, Elias Leite, do palestrante Renato Casagrande, especialista em educação, da gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabiola Motta, o professor da Universidade de Brasília, Francisco Thiago Silva, e o diretor de Marketing da Tecnisa, Romeo Busarallo, especialista em inovação.
A programação do seminário também contou com um painel moderado pela gerente Técnica e Econômica da OCB, Clara Maffia, e que teve por objetivo apresentar um pouco do que tem sido feito pela OCB em prol das cooperativas educacionais. O painel também teve a participação dos representantes das cinco regiões do país no Conselho Consultivo do Ramo Educacional, coordenado pelo Ricardo Lermen.
NÚMEROS
O ramo educacional abrange 265 cooperativas no Brasil, com 60,7 mil cooperados e 3,4 mil empregados, segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro.
Brasília (22/7/19) – A atuação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) dentro e fora do país, com foco nas cooperativas de crédito, rendeu um novo prêmio à entidade. No próximo domingo (28/7), a partir das 16h30, o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, receberá o Distinguished Service Award (Prêmio por Serviço Eminente), honraria conferida pelo Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito (Woccu, na sigla inglesa). O prêmio é um reconhecimento à atuação internacional em prol do desenvolvimento do cooperativismo de crédito.
A cerimônia de entrega ocorrerá durante a abertura da Conferência Mundial do Woccu, que ocorrerá em Nassau, nas Bahamas, entre os dias 28 e 31 de julho. O evento deve reunir cerca de cinco mil representantes de cooperativas de crédito de mais de 50 países para discutirem iniciativas que possam melhorar a vida das pessoas.
A indicação da OCB para receber o prêmio partiu do Sicredi, instituição financeira cooperativa que valoriza a participação dos mais de 4 milhões de associados. Com presença nacional, o Sicredi está em 22 estados e no Distrito Federal, com mais de 1,7 mil agências, e oferece mais de 300 produtos e serviços financeiros.
O prêmio pode ser visto como um grande reconhecimento à atuação internacional da OCB e coloca a entidade como a primeira organização representativa latino-americana a receber a honraria.
Para tomar a decisão de premiar a OCB, a comissão julgadora do prêmio levou em consideração o acordo de cooperação com Moçambique, que tem resultado numa intensa troca de expertises entre as diversas delegações estrangeiras que a entidade tem recebido ao longo dos últimos anos para compartilhar informações sobre o cooperativismo de crédito no Brasil.
SEGUNDA VEZ
Essa é a segunda vez que o Brasil recebe o prêmio. Em 2015, Roberto Rodrigues foi um dos quatro homenageados. Assim, a OCB se juntará a um grupo de grandes organizações internacionais homenageadas, dentre elas estão, por exemplo, a Igreja Católica, agraciada em 2005; a Associação Nacional das Cooperativas de Crédito dos Estados Unidos (CUNA) e a Fundação Konrad Adenauer, que receberam o prêmio em 1988.
SICREDI
O Sicredi também estará presente nas principais agendas da Conferência, representado por uma comitiva formada por 134 integrantes, entre dirigentes, executivos, colaboradores e associados.
FUTURE FORUM
No Future Forum, momento em que líderes das maiores cooperativas de crédito do mundo se reúnem para discussões sobre tendências do segmento, João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, vai liderar um debate sobre Marcas Sistêmicas e Campanhas Publicitárias.
As sessões de debates do Future Forum também contarão com a presença de Wellington Ferreira, presidente da Cooperativa Sicredi União PR/SP; Pedro Caldas, presidente da Cooperativa Sicredi Planalto Central; Angelita Cadona, presidente da Cooperativa Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG; Domingos Sousa, vice-presidente da Cooperativa Sicredi Celeiro MT e João Bezerra Júnior, presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Sicredi Evolução, da Paraíba.
INTERCONEXÃO
Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente dos Conselhos de Administração da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu, estará presente na Conferência e ressalta que o evento é o principal momento de interconexão entre os cooperativistas em nível mundial.
“O cooperativismo de crédito é um modelo que está em plena expansão no mundo, principalmente em lugares onde chegou mais tarde, como a América do Sul e Ásia, por exemplo. Dados recentes divulgados pelo Woccu revelam que já são quase 90 mil cooperativas de crédito e 260 milhões de adeptos ao redor do planeta e a Conferência Mundial do Woccu é uma oportunidade para buscarmos soluções e trocarmos conhecimento sobre como podemos levar os benefícios da atuação focada no desenvolvimento das comunidades até um número ainda maior de pessoas”, explica Dasenbrock, que também coordena os trabalhos do Conselho Nacional do Ramo Crédito da OCB.
OPORTUNIDADE
Desenbrock também destaca que os momentos para networking durante a Conferência são oportunidades para apresentar ao mundo exemplos positivos do cooperativismo de crédito no Brasil e conhecer o que está sendo feito no mundo. Por isso, a agenda do Sicredi nas Bahamas inclui, um jantar organizado pela própria instituição para cerca de 300 convidados ligados ao segmento, entre eles Brian Branch e Steven Stapp, respectivamente, CEO e presidente do Woccu. A programação do encontro contará com a palestra A quarta revolução industrial, reinventando empresas, ministrada por Vinicius David, líder de Produtos da HP, uma das maiores companhias de Tecnologia da Informação do mundo.
SUSTENTABILIDADE
Na Conferência, o Sicredi também vai participar de sessões especiais de debates. Em uma delas, Manfred Dasenbrock tratará sobre sustentabilidade com o tema Tomando a Frente na Sustentabilidade – Fazer a coisa certa também é um bom negócio. Felipe Sessin, superintendente de Operações de Produtos do Sicredi, vai discutir Como a Tecnologia Cognitiva pode ajudar a fornecer um melhor serviço aos associados.
Já Gisele Gomes e Ingrid Muller Costa, duas das 11 representantes do Sicredi no Global Women's Leadership Network (GWLN) que estarão na conferência, vão debater Inteligência Cultural e Diferenças Interculturais. Gisele Gomes ainda participará do painel O futuro das culturas cruzadas, países e pessoas: uma perspectiva profissional jovem. As agendas do Global Women’s Leadership Network, terão foco em apresentações e debates para discutir a presença feminina no cooperativismo de crédito e na sociedade de forma geral.
FORÇA JOVEM
Durante o evento do Woccu, o Sicredi também vai destacar a força dos jovens no cooperativismo de crédito. Neste ano, a instituição vai apresentar 11 projetos brasileiros para o World Council Young Credit Union People (WYCUP), um programa que premia jovens que fizeram contribuições significativas às suas cooperativas de crédito, que têm potencial de causar impacto global.
Em 2018, duas iniciativas de associados da instituição foram vencedoras no WYCUP. Na edição deste ano, os projetos inscritos pelo Sicredi evidenciam ações voltadas as áreas de educação, inclusão, sustentabilidade e liderança juvenil. Além disso, representantes do Sicredi apresentarão aos participantes do WYCUP o trabalho realizado pela instituição no Brasil com os Comitês de Jovens. A intenção é que a inciativa sirva de inspiração para que o modelo seja replicado mundialmente. (Com informações do Sicredi)
Brasília (27/6/19) – Na terça-feira, o presidente do Banco Central, Roberto de Oliveira Campos Neto, esteve na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras, em Brasília. Ele explicou como o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) pode contribuir com as ações da chamada democratização financeira, foco da Agenda BC#, lançada há um mês. Durante o discurso, ele fez questão de destacar como o cooperativismo de crédito é percebido pelo banco. Confira alguns trechos:
PILAR
Um dos pilares do Banco Central é o cooperativismo. As cooperativas de crédito estavam entre os primeiros grupos que estudamos fortemente. Ao longo dos últimos anos, o Banco Central tem apoiado bastante o setor, por meio do desenvolvimento de regulação que considera as particularidades, do fomento e aprimoramento da governança, controle gerencial e de risco e a supervisão especializada em busca de atender os negócios cooperativos.
EVOLUÇÃO
O Banco Central já vem trabalhando muito, mas temos ainda diversos outros projetos vindos aí pela frente. É interessante ver a evolução do cooperativismo de crédito. De fato, é impressionante. É a modalidade de crédito que mais subiu em ativos concedidos e depósitos, entre 2009 e 2019. Então, mesmo durante as crises da década anterior, o cooperativismo se manteve firme nessa trajetória de crescimento, desde 2009, ano da publicação da Lei Complementar nº 130. A gente tem agora que trabalhar para consolidar o setor, por isso temos, dentre os 14 grupos de trabalho, um específico para consolidar e expandir o cooperativismo.
CONSOLIDAÇÃO
Em 2018 tivemos uma redução de cerca de 4% no número de cooperativas singulares (de 967 para 925). Desde 2014, as cooperativas foram repensadas e usam mais tecnologia. Elas não deixam a desejar em nada para cooperativas de outros sistemas e países mais avançados, então, isso é um motivo de grande felicidade. Apesar da redução no número de cooperativas, o número de cooperados ultrapassou 10 milhões entre pessoas físicas e jurídicas. Elas estão presentes em cerca de 2,5 mil cidades e seus postos de atendimento superam a casa dos 5,4 mil. Esse desempenho está diretamente ligado ao modelo de negócio das cooperativas, focado na proximidade com os associados, e ocorre, ainda, graças à sua presença massiva no interior do país.
COOPERATIVA X SPREAD
Um dos problemas de crédito que temos no Brasil, atualmente, e por isso o spread é alto, está dividido em duas partes: um problema de informação assimétrica, ou seja, não existe um sistema de informação muito eficiente e a cooperativa elimina isso, porque ela está mais perto da pessoa que toma o crédito. E o outro problema diz respeito à recuperação de garantias. Na cooperativa isso também é solucionado, porque ela conhece o cooperado, sabe a garantia que ele pode dar, sabe onde ela está. Então, esses dois problemas são eliminados no ambiente da cooperativa.
CRESCIMENTO
O cooperativismo de crédito continua aumentando sua representatividade no Sistema Financeiro Nacional com crescimento bem maior que os demais segmentos. A gente ainda tem objetivos bastante ambiciosos, mas o trabalho de vocês, até agora, é impressionante. Estamos muito contentes com isso.
INCLUSÃO
As cooperativas de crédito são fundamentais para a inclusão financeira, com efeito multiplicador de poupança, de educação financeira. Há vários trabalhos que mostram que quando um agente agrícola, por exemplo, entra numa cooperativa começa a aprender a administrar melhor os insumos, fica mais eficiente. Essa proximidade com o produtor, que é tomador de crédito, gera esse aumento de eficiência de produtividade que nós precisamos.
COOPERAÇÃO
As cooperativas nasceram do rural, mas hoje têm um espectro mais amplo. A gente precisa receber de vocês os inputs para poder melhorar ainda mais a penetração em outras áreas. É uma rua de duas mãos. Precisamos trabalhar juntos. Nós precisamos entender quais são os novos negócios que as cooperativas querem fazer e como podemos ajudar nesse caminho.
O QUE VEM POR AÍ
- Permissão de empréstimo sindicalizado;
- Depósito Interfinanceiro Cooperativo (funding inter cooperativas e sistemas);
- Captação de poupança por cooperativas singulares;
- Uso de Fundos Constitucionais como funding;
- Definição de política para área de atuação nos sistemas organizados;
- Modernização do conceito de área de admissão;
- Realização de assembleias também por meios digitais, garantidos a participação e o voto;
- Possibilidade de as centrais exercerem “intervenção” em cooperativas singulares, bem como de confederações em centrais;
- Aprimoramento da governança e ampliação do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop);
- Meta de desenvolvimento regional.
Essas são as medidas que já estamos tomando.
DESAFIOS
Os desafios que temos para o setor são:
- Aumentar a participação do crédito tomado pelos cooperados. Atualmente em 24% e nós projetamos um aumento para 40%.
- Aumentar a participação das cooperativas de crédito no sistema financeiro nacional de 8% para 20%.
- Aumentar a participação dos cooperados de renda mais baixa (até 10 salários mínimos), de 1/3 para 50%. Isso faz parte do movimento de inclusão.
- Aumento da presença das cooperativas nas regiões Norte e Nordeste. Ainda nos falta um projeto integrado de aumento.
Pretendemos contribuir com tudo isso, e o primeiro passo é o aprimoramento da Lei Complementar 130/2009.
Brasília (6/6/19) – Pesquisador, se o foco de seu trabalho é o cooperativismo, corra para inscrever seu material. Ele pode ser um dos escolhidos para ser apresentado durante a quinta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC). O prazo para garantir a participação na seleção termina nesta sexta-feira (7/6). Basta acessar o site do evento e seguir o passo-a-passo.
Cada autor pode participar com até três artigos, sendo que cada um dos materiais pode ter no máximo cinco escritores. Os autores selecionados virão à Brasília com todas as despesas pagas para mostrar que teoria e prática podem caminhar de mãos dadas. O encontro ocorrerá em Brasília, entre 9 e 11 de outubro de 2019, e o tema norteador será Negócios sustentáveis em cenários de transformação. A previsão é de que o resultado da seleção seja divulgado no dia 16 de agosto.
Vale destacar que serão considerados válidos os trabalhos que estejam correlacionados com pelo menos um dos seguintes eixos: Identidade e Cenário Jurídico; Educação e Aprendizagem; Governança, Gestão e Inovação; Capital, Finanças e Desempenho; Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.
OBJETIVO
O EBPC tem por objetivos: estimular o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas sobre as cooperativas e contribuir com o crescimento do setor e, consequentemente, do país. (Leia mais)
Brasília (28/5/19) – O estímulo à pesquisa científica voltada ao cooperativismo brasileiro é uma das vertentes na atuação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) e deve crescer cada vez mais. Entre os exemplos concretos está a realização do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC), a chamada pública realizada em parceria com o CNPq e, também, possibilidade de seus funcionários desenvolverem e apresentarem os resultados de seus trabalhos.
Este é o caso das gerentes Susan Miyashita Vilela (Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas) e Giulianna Fardini (gerente de Controladoria) e, ainda, do analista em Desenvolvimento Social de Cooperativas, Guilherme José Cabral Gonçalves, que participam ao longo desta semana da Conferência da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), em Quebec, no Canadá.
Realizado graças à parceria entre Associação das Cooperativas de Educadores do país, o Comitê de Pesquisa da ACI e a Associação Canadense de Estudos em Cooperativos, o evento é um dos mais importantes do mundo e contribui diretamente para o desenvolvimento das cooperativas em mais de 100 países.
Os brasileiros apresentarão os resultados de suas atividades envolvendo ferramentas de gestão e governança, atualmente utilizadas pelas cooperativas brasileiras. A programação que começou nesta segunda-feira (27/5) termina na próxima quinta.
GDH
Guilherme apresentou, nesta terça-feira (28/5), o estudo Gestão do Desenvolvimento Humano: as contribuições da ferramenta para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras, através da formação profissional e promoção social de seus empregados e associados.
Segundo o autor, para realizar a gestão e o acompanhamento das demandas das cooperativas, foi desenvolvida uma ferramenta informatizada denominada Gestão do Desenvolvimento Humano (GDH), que permite o controle físico e orçamentário das soluções de desenvolvimento humano.
Para ele, “a ferramenta GDH exerce um papel fundamental na gestão das ações de formação profissional e na promoção social, realizadas pelas unidades estaduais do Sescoop, à medida que faz a ponte entre o diagnóstico de necessidades das cooperativas e a execução das ações, propiciando acima de tudo, elementos de acompanhamento e controle, como planilhas de dados e relatórios gerenciais”.
GESTÃO
A apresentação do resultado da pesquisa comandada por Susan, Giulianna e Karla Oliveira (gerente geral do Sescoop e que ficou no Brasil) ocorrerá na quinta-feira (30/5). Elas mostrarão o diagnóstico de governança das cooperativas brasileiras, realizado entre 2013 e 2017, e cujo objetivo é destacar os pontos críticos da governança em termos de conformidade, relacionamento com cooperados e questões relacionadas aos valores e princípios cooperativos.
Para obterem os resultados, dois questionários foram utilizados, com foco em aspectos legais da governança, segundo a legislação brasileira e, ainda, nos processos de governança baseado nos valores e princípios que norteiam a atuação das cooperativas em todos os países onde o movimento cooperativista existe de forma estruturada.
Brasília (30/5/19) – Mais de 130 pessoas participaram da capacitação para conselheiros de administração de cooperativas e unidades estaduais, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop). O objetivo foi atualizar o conhecimento de quem já é conselheiro a respeito de assuntos como legislação, por exemplo, e, ainda, oferecer informações aqueles que irão desempenhar a função pela primeira vez.
Esse é o caso de Fernando Schwanke, secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que, nesta quarta-feira (29/5), tomou posse no Conselho Nacional do Sescoop.
Nesta quinta-feira, o presidente do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de destacar a importância de capacitações como essa para o desenvolvimento sustentável das cooperativas brasileiras. Segundo ele, quanto mais qualificadas estiverem as pessoas que ocupam cargos eletivos, de gestão ou de liderança numa cooperativa, mais seguras serão as tomadas de decisão.
“Uma gestão participativa sólida, envolvente e consciente é o que o nos diferencia dos demais modelos de negócios presentes no nosso país. É exatamente o fato de sermos organizações focadas no bem-estar das pessoas que nos possibilitou atravessar crises econômicas sérias ao longo da história do movimento cooperativista brasileiro”, enfatizou Márcio Freitas.
CONTEÚDO
Oriundos de todas regiões do país, os conselheiros de administração discutiram, em dois dias de curso, questões ligadas à planejamento estratégico, ao papel do Conselho de Administração, aos cenários e tendências e, ainda, às boas práticas que podem contribuir efetivamente com o desempenho da função de conselheiro.
Brasília (23/5/19) – Na 6ª Semana Nacional de Educação Financeira (ENEF), o Instituto Sicoob promove atendimento financeiro gratuito e individualizado para a população em todo o país. Em Brasília, o Programa Clínica Financeira entre os dias 23 a 25 de maio, das 11h às 18h, no térreo do Shopping Conjunto Nacional. Será possível consultar o SPC/Serasa e receber orientações sobre como administrar o dinheiro e manter uma vida financeira saudável.
Segundo o superintendente do Instituto Sicoob, Luís Edson Feltrim, o objetivo da Clínica Financeira é melhorar a situação econômica do país, promovendo a justiça e a educação financeira. Além da Clínica, o Instituto também promove palestras e o programa Se Liga Finança, workshop destinado a jovens entre 15 a 29 anos com o objetivo de alcançar o entendimento, pelo jovem, das consequências que as suas escolhas financeiras podem acarretar no horizonte de curto, médio e longo prazo.
A Semana Nacional de Educação Financeira (Semana ENEF) é uma iniciativa pública do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef) que reconhece a educação financeira e previdenciária como ferramenta de inclusão social, de melhoria da vida do cidadão e de promoção da estabilidade, concorrência e eficiência do sistema financeiro do país.
SOBRE O SICOOB
O Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob), possui 4,4 milhões de cooperados em todo o país e está presente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal. É composto por 450 cooperativas singulares, 16 cooperativas centrais e a Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação). A rede Sicoob é a quinta maior instituição financeira do país, com mais de 2,9 mil pontos de atendimento e é considerado o 41° maior grupo empresarial do Brasil. (Fonte: Sicoob)
Brasília (29/5/19) – O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, anunciou nesta quarta-feira uma série de medidas para melhorar a saúde financeira do brasileiro e, por consequência, a economia do país. Ao lançar a Agenda BC#, baseada em quatro pilares (inclusão, competitividade, transparência e educação), o executivo destacou a atuação das cooperativas de crédito.
Segundo ele, o modelo é ideal para incluir mais brasileiros no Sistema Financeiro Nacional (SFN), por isso, é uma das estratégias do Banco, localizadas no pilar Inclusão. De acordo com o IBGE, ainda há cerca de 60 milhões de pessoas ‘desbancarizadas’ no país, ou seja, cerca de ¼ da população ainda é considerada “sem-banco”.
VANTAGENS
Presentes em praticamente 100% do território brasileiro, as cooperativas de crédito possuem, juntas, a maior rede de atendimento bancário do país e um portfólio de produtos e serviços (tais como: conta corrente, empréstimos, financiamentos, investimentos, planos de previdência e seguros) similar à dos demais integrantes do SFN, mas com juros e taxas cerca de 30% menores.
Além de economia, as cooperativas oferecem inclusão e educação financeira a cerca de 11 milhões de brasileiros, muitos deles moradores de uma das dezenas de cidades onde elas são as únicas instituições financeiras presentes. Só na última década, o número de pessoas que se vincularam à uma cooperativa se crédito cresceu praticamente 180%.
Um desses brasileiros é o economista Daniel Lopes. Segundo ele, as cooperativas de crédito só oferecem vantagens para os cooperados. “Além de ter uma lista bem interessante de produtos, também tem um atendimento diferenciado e, ainda, me dá a oportunidade, como cooperado, de participar do processo de gestão, pois sou um dos donos do negócio”, comemora.
Outro aspecto que torna uma cooperativa de crédito a alternativa mais viável para cidadãos e empreendedores que buscam opções mais vantajosas no Sistema Financeiro Nacional, é o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). Criado para assegurar valores de até R$ 250 mil, por depositante, em casos de intervenção ou liquidação extrajudicial, o fundo trouxe mais segurança institucional, credibilidade e competitividade para todo o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC).
ESTRATÉGIA
Essa nova agenda, baseada em inclusão, competitividade, transparência e educação veio para substituir a chamada Agenda BC+ que, até então, era o norteador da autoridade supervisora do SFN. Assim, o Banco Central do Brasil atuará, em conjunto com as cooperativas, em três grandes vetores: 1) Fomento de atividades e negócios; 2) Aprimoramento da organização sistêmica e promoção do aumento da eficiência do segmento; e 3) Aprimoramento da gestão e da governança.
Para o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, o que os brasileiros mais querem são juros baixos duradouros, serviços financeiros melhores e a participação de todos no mercado, ou seja, democratização financeira. Ele explicou que a Agenda BC# reúne uma pauta de trabalho centrada na evolução tecnológica para desenvolver questões estruturais do sistema financeiro.
QUATRO DIMENSÕES
A reformulação da agenda foca em quatro aspectos:
- INCLUSÃO: Facilidade de acesso ao mercado para todos: pequenos e grandes, investidores e tomadores, nacionais e estrangeiros.
- COMPETITIVIDADE: Adequada precificação por meio de instrumentos de acesso competitivo aos mercados.
- TRANSPARÊNCIA: No processo de formação de preço e nas informações de mercado e do BC.
- EDUCAÇÃO: Conscientização do cidadão para que todos participem do mercado e cultivem o hábito de poupar.
LINKS
E os detalhes dos pilares e das ações que compõem cada um podem ser visualizados aqui. Já o pronunciamento completo do presidente do Banco Central, pode ser visualizado por aqui.
Brasília (22/5/19) - Com o objetivo de estimular o desenvolvimento de pesquisas acadêmicas sobre as cooperativas, contribuir com o crescimento do setor e, consequentemente, do país, vem aí a 5ª edição do EBPC (Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo). Esta é uma super oportunidade para pesquisadores de todo o Brasil e o espaço também está aberto para estudantes interessados no tema! O encontro ocorrerá em Brasília, entre 9 e 11 de outubro de 2019, e o tema norteador será Negócios sustentáveis em cenários de transformação.
Os interessados têm até 7 de junho para a submissão dos trabalhos. Cada autor poderá participar com até três artigos, sendo que cada um dos materiais pode ter no máximo cinco escritores. Os autores dos 50 melhores trabalhos serão convidados a apresentá-los no evento, em Brasília, com todas as despesas custeadas pela organização do encontro. A previsão é de que o resultado da seleção seja divulgado no dia 16 de agosto. Confira todas as diretrizes para as inscrições neste link.
Vale destacar que serão considerados válidos os trabalhos que estejam correlacionados com pelo menos um dos seguintes eixos:
· Identidade e Cenário Jurídico;
· Educação e Aprendizagem;
· Governança, Gestão e Inovação;
· Capital, Finanças e Desempenho;
· Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais.
OPORTUNIDADE DUPLA
Os interessados em participar do EBPC com um trabalho voltado ao cooperativismo de crédito também poderão se inscrever o Prêmio ABDE-BID 2019 (categoria: “Desenvolvimento e cooperativismo de crédito”). Os dois primeiros colocados terão os artigos publicados em livros e receberão, respectivamente, o prêmio de R$ 8 mil e R$ 4 mil. Um detalhe muito importante: para participar do ABDE-BID (com inscrições até 30 de junho) é necessário também participar do EBPC (com inscrições até 7 de junho). Por isso, fique ligado para não perder nenhum dos prazos!
Para mais informações, clique aqui.
Brasília (28/5/19) – Promover a cultura cooperativista e o aperfeiçoamento da gestão para o desenvolvimento das cooperativas brasileiras. Essa é a missão do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) que, há duas décadas, promove ações de capacitação direcionadas à cooperados, colaboradores de cooperativas e também de suas unidades estaduais.
Um exemplo de ações como essa é a capacitação para conselheiros de administração de cooperativas e unidades estaduais, que ocorrerá amanhã e quinta-feira (29 e 30/5), em Brasília. A ideia é trabalhar o desenvolvimento contínuo dos participantes com foco no aprimoramento do papel de integrantes desse tipo de Conselho. Cerca de 120 pessoas confirmaram a participação.
Segundo o gerente de Pessoas do Sescoop, Marco Antônio Franzi, o Sescoop contribui para a autogestão da sua cooperativa, garantindo maior competitividade e, principalmente, o atendimento aos interesses dos cooperados.
“Para nós é muito claro que, não importa aonde se quer chegar, o desenvolvimento humano está no centro do trabalho realizado pelo Sescoop. É por isso que sempre identificamos os cursos que atendem, sob medida, a necessidade do movimento cooperativista brasileiro. Assim, ganha o colaborador, ganha o cooperado, ganha a cooperativa e ganha o país”, enfatiza o gestor.
PROGRAMAÇÃO
Dia 29
- 13h30 - 14h: Recepção dos participantes e entrega de material
- 14h - 14h30: Abertura do evento e apresentação dos participantes
- 14h30 - 15h30: Apresentação Institucional
- 15h30 - 16h: Intervalo
- 16h - 17h: Planejamento Estratégico e Papel do Conselho de Administração
- 17h - 18h: Relação entre o Conselho de Administração e o Conselho Fiscal
Dia 30
- 8h30 - 9h: Boas-vindas
- 9h - 10h: Principais Atos Normativos e Constitutivos
- 10h - 10h30: Intervalo
- 10h30 - 12h: Cenários e Tendências
- 12h - 13h: Almoço
- 13h - 13h30: A Importância do Conselho de Administração
- 13h30 - 14h30: Case de Sucesso – Boa Prática de Conselho de Administração
- 14h30 - 15h30: Atuação Estratégica do Conselho
- 15h30 - 15h45: Intervalo
- 15h45 - 17h45: Atuação Estratégica do Conselho
- 17h45 - 18h: Encerramento