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Notícias negócios

 

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Sescoop capacita conselheiros fiscais



Brasília (22/5/19) – Com um mercado cada vez mais competitivo, estar preparado é fundamental. É por isso que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) realiza em todo o país ações de desenvolvimento profissional voltadas a quem cuida dos rumos das cooperativas brasileiras. Uma dessas iniciativas é o programa de capacitação de conselheiros fiscais.

Nesta semana, por exemplo, representantes de todos os estados estarão em Brasília, entre os dias 21 e 22 para participar da programação que englobará, dentre outros assuntos, questões ligadas à representação institucional, auditoria, planejamento, normativos, leis, cenários e tendências.

De acordo com o gerente de Pessoas do Sescoop, Marco Antonio Franzi, o objetivo da iniciativa é assegurar o desenvolvimento contínuo dos participantes para que, assim, aprimorem o desempenho de sua atribuição como conselheiro fiscal.

“A gente sempre diz que a atividade dos conselheiros fiscais é tarefa essencial para garantir a saúde econômico-financeira de uma organização. São eles os verdadeiros guardiões da execução da estratégia e do orçamento, assegurando a sustentabilidade dos negócios. Esses conselheiros atuam, dentre outras frentes, para garantir o foco na transparência da gestão dos recursos financeiros”, reforça.

 

PROGRAMAÇÃO

Dia 21

13h30 - 14h

Recepção dos participantes e entrega de material

14h - 14h30

Abertura do evento e apresentação dos participantes

14h30 -15h30

Apresentação Institucional

15h30 - 16h30

Alinhamento Estratégico

16h30 - 17h

Intervalo

17h - 18h

Questões relevantes para a atuação do Conselho Fiscal

               

Dia 22

8h30 - 9h

Abertura Institucional

9h - 10h

Palestra: Principais Atos Normativos e Constitutivos

10h - 10h30

Intervalo

10h30 - 12h

Palestra: Cenários e Tendências

12h - 13h30

Almoço

13h30 - 16h

Plano de Trabalho do Conselho Fiscal - Procedimentos

16h - 16h30

Intervalo

16h30 - 17h30

Plano de Trabalho do Conselho Fiscal - Procedimentos

17h30

Encerramento

 

MANUAL

Além de realizar ações periódicas de desenvolvimento profissional voltadas não só aos conselheiros fiscais, mas a todos aqueles que assumem funções administrativas nas cooperativas, o Sistema OCB, do qual o Sescoop faz parte, publica uma série de materiais de orientação para cargos como esse. Um bom exemplo é o Manual de Orientação para o Conselho Fiscal, que aborda desde aspectos da sua constituição a atribuições gerais e especificidades da função.

“Assim, consciente de seu papel, o conselheiro fiscal poderá contribuir de forma cada vez mais efetiva na fiscalização da gestão e apresentação do resultado econômico-financeiro, contribuindo-se diretamente com o desenvolvimento sustentável do cooperativismo brasileiro”, finaliza Franzi.

Parcerias que transformam o mundo

Brasília (10/5/19) – “O último ODS é, em minha opinião, um que merece maior destaque em debates como esse. O ODS 17 fala sobre alianças e nós só conseguiremos alcançar todas as metas impostas pela agenda 2030 da ONU se firmarmos parcerias concretas com aqueles que podem solucionar problemas conosco”.

Foi com esse pensamento que Graciela Fernandez, presidente da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas) iniciou sua participação na mesa redonda ‘‘Cooperativas e Parcerias para a implementação dos ODS’’, durante o 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo. Para a líder cooperativista uruguaia, cooperativas precisam fortalecer suas ligações para que práticas sustentáveis sejam implementadas e tenham sucesso em âmbito global.

E é como um case de sucesso da aplicação do ODS 17 que a cooperativa Sicoob Creditapiranga, do município de Itapiranga, localizado no extremo-oeste de Santa Catarina, se destaca. Mesmo antes de a agenda 2030 da ONU ser lançada, a cooperativa já trabalhava em prol da construção de parcerias eficazes para implementar práticas sustentáveis na comunidade em que está inserida. Desde 2014 a cooperativa realiza o Programa Cooperjovem, que tem o objetivo de disseminar a cultura da cooperação com base nos princípios e valores do cooperativismo, a partir de atividades educativas em várias escolas públicas da região.

Atualmente, o programa está implementado nas 11 escolas de ensino fundamental do município e atende cerca 2500 alunos. ‘‘O que viabiliza a existência deste projeto são as parcerias. Começamos com o Sescoop, que repassa as orientações e fornece capacitação. Depois temos o alcance da cooperativa, que oferece parte da equipe e dá os subsídios necessários para execução, depois a secretaria municipal de educação e a prefeitura. E por fim, as escolas, alunos e comunidade que são o ponto central de atuação desse programa’’, pontuou Gilvane Kern, gerente de comunicação e marketing do Sicoob Creditapiranga.

A educação colaborativa proposta nas escolas conta com o apoio de mais de 200 professores e as temáticas abordadas durante a execução do Cooperjovem surgem a partir do contato direto com a comunidade. ‘‘A escola promove entrevistas com pais e com a comunidade e aí define quais são os desafios a serem vencidos na escola em questão. Esses desafios vão desde melhorias na escrita e leitura dos alunos quanto a melhorias que precisam ser feitas em espaços dos colégios. É uma rede que conta com o apoio, direto de 7500 pessoas trabalhando no propósito de melhorar a comunidade’’, pondera Kern.

 

UM POUCO DE HISTÓRIA

O sucesso da implementação do programa realizado há quase cinco anos pode ter relação direta com a fundação da cooperativa em 1932. A instituição, uma das mais antigas de Santa Catarina, surgiu junto com o município de Itapiranga, criado em 1926. Com os propósitos de reter economias locais e desenvolver a comunidade, a cooperativa foi crucial para auxiliar as pessoas a conseguirem empréstimos para compras de terras na cidade. Desta forma, toda a cidade foi construída com base na cooperação e na parceria. Portanto, hospitais, igrejas, praças e salões comunitários foram erguidos pelos moradores que doavam seu tempo e trabalho em prol do bem de todos.

Após 87 anos, a Sicoob Creditapiranga já possui mais de 21 mil associados. Para Kern, esse é um número expressivo que representa a forte atuação da cooperativa. ‘‘O mais significativo é perceber que dos 26 mil habitantes dos três municípios mais próximos, 74% é ligado diretamente ao nosso trabalho. Conseguimos fazer muito mais em prol do social visto que nossa cooperativa tem uma entrada de mercado muito grande’’, comemora o gerente de comunicação.

Ainda, segundo ele, as instituições do município são sempre parceiras da cooperativa e isso facilita a apresentação e a inclusão de diversos projetos locais. ‘‘Dificilmente um município vizinho se nega a fazer uma parceria com uma cooperativa com tanto alcance e influência. Nossa obrigação é aproveitar o espaço que temos para fechar mais parcerias e trabalhar em outras frentes’’, finalizou. A iniciativa foi nacionalmente premiada na categoria Cooperjovem do prêmio SomosCoop em 2018.

O objetivo de instigar os participantes a buscarem mais parcerias deu certo. Ao final da mesa redonda, Jair Piovesan, presidente do Sicredi Espumoso do Rio Grande do Sul, pontuou a importância de as cooperativas se unirem em prol de projetos como esse. ‘‘Uma belíssima atuação como essa precisa ser expandida. Sei que minha cooperativa pode contribuir para alcançar mais parcerias e saio daqui motivado para dar continuidade à essa articulação’’, concluiu o participante.

Cases de sucesso para governança e gestão

Brasília (10/5/19) – Na manhã desta quinta-feira (9/5), foi realizado, em uma das oito salas de atividades simultâneas, a palestra Governança e Gestão Cooperativa, focando em um dos temas centrais do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo, trazendo dois cases ligados ao assunto.

Na primeira parte da atividade, o case abordado foi Sucessão, com Tiago Schmidt, do Sicredi Pioneira. Na ocasião, o colaborador mostrou o funcionamento de sucessão na cooperativa. Segundo o palestrante, falar em sucessão é garantir a estratégia da cooperativa. Esse processo na cooperativa da qual faz parte é feito de forma coletiva e não individual, não se limitando apenas a sucessões individuais, por meio de avaliações de desempenho realizadas entre os próprios membros, buscando possibilitar que os conselhos sejam cada vez mais diversificados, trazendo renovação.

O segundo case da atividade intitulado “Conquista do Selo Pró-Ética” - iniciativa do Instituto Ethos e da Controladoria-Geral da União (CGU), cujo objetivo é avaliar e divulgar companhias engajadas com a integridade e confiança nas relações comerciais - pela Unimed BH, única cooperativa brasileira a ter o selo. O colaborador convidado pelo Sistema Coop, da Unimed de Belo Horizonte, Fernando Coelho, discutiu a importância de gestões baseadas na ética. “É necessário fazer o certo e não o que é fácil”, frisou.

De acordo com Fernando, os principais passos para um trabalho ético em uma corporação é a transparência, equidade entre os membros, prestação de contas, responsabilidade e compliance (o conjunto construído a fim de cumprir as normas, diretrizes e atividades do negócio, além de detectar, tratar e evitar qualquer desvio na conduta desse conjunto. “O selo não é um fim, mas sim um meio. Ele serve como alavanca para nos ajudar a indicar lacunas e resolvê-las”, finalizou.

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Livros são lançados durante congresso

Brasília (9/5/19) – Quem achou que o 14º Congresso Brasileiro de Cooperativismo Brasileiro seria apenas um olhar para o futuro se enganou. No fim das atividades desta quinta, 9, foi realizado o lançamento de livros que tratam sobre o cooperativismo brasileiro, no momento atual. Confira!

 

AS OBRAS

 - José Aroldo Galassini: uma visão compartilhada – Dessa vez Elias Awad, escritor, palestrante, jornalista e administrador de empresas, escolheu contar a história de José Aroldo Gallassini,  presidente da maior cooperativa agrícola da América Latina, a Coamo.

 - A tributação das sociedades cooperativas de crédito – Entender as unidades cooperativas brasileiras, focando, principalmente, no cooperativismo de crédito e as formas de tributação das atividades cooperativistas no contexto legal brasileiro. Essa é a obra do Mestre em Direito Empresarial, pela Faculdade de Direito Milton Campos.

 - Cooperativismo financeiro: virtudes e oportunidades. Ensaios sobre a perenidade do empreendimento cooperativo – O gaúcho Ênio Meinen, pós-graduado em Direito da Empresa e da Economia pela Fundação Getúlio Vargas, dentre outras qualificações, trás em seu livro uma reflexão para o futuro do cooperativismo financeiro.

Gestão criativa e colaborativa em pauta no CBC



Brasília (9/5/19) – O 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo trouxe em sua programação o workshop Colaboração e Cooperação. Iniciado na quarta-feira (8/5), o encontro apresentou aos participantes novas técnicas de mercado, onde o cooperativismo pode gerar lucro com uma consciência coletiva e, assim, buscar impactos positivos no cenário global, com maior abertura comercial, mas mantendo o foco nas relações entre colaboradores, mercado e clientes.

A temática do impacto da transformação digital e social tem sido um tema debatido com frequência por quem está diretamente no mercado. E Este assunto foi um dos destaques do workshop, que teve Pedro Mello e Mauro Peres, ambos da Reset – especialistas em treinamentos sobre gestão de vendas e Open Leaders Organization, como palestrantes.

‘‘A gestão colaborativa surgiu em oposição aos modelos tradicionais, cuja a figura do líder está relacionada ao poder e ao conhecimento como uma forma de hierarquia linear. Neste tipo de gerenciamento, todos os setores de uma empresa compartilham responsabilidades para o sucesso do negócio. Em um ambiente colaborativo, todos são incentivados a aplicarem suas ideias e talentos em prol de um conjunto’’, afirmou Pedro Mello.

E é aí que além de garantir o desenvolvimento social da comunidade na qual está inserida, a cooperativa pode se transformar constantemente ao se apoderar de ferramentas que facilitam o dia a dia de acesso à serviços, seja através de aplicativos ou soluções móveis. Segundo Pedro, inovar é levar em conta o pensamento criativo e os novos processos para melhorar os resultados que se deve oferecer aos clientes. ‘‘Em momentos de crise, a inovação se torna uma vantagem competitiva e coloca o gestor à frente do mercado na volta do crescimento econômico”.

Para ele, a transformação não exige muito para ocorrer. “As organizações têm uma maneira equivocada de acreditar que grandes feitos vão trazer resultados grandiosos e não é necessariamente desse jeito. Toda transformação começa de uma forma muito significativa e particular, pautada na construção de um ambiente seguro e de confiança para os colaboradores que, só assim, podem colaborar mais. São pequenas intervenções capazes de gerar grandes mudanças. Colaboradores mais motivados e confiantes implementam coisas rápidas, práticas e o índice de cooperação é muito mais eficaz”, disse o especialista.

 

GESTÃO COLABORATIVA

Junto com um ambiente dinâmico e criativo, o colaborativo é a nova forma de gerir negócios. A gestão colaborativa foi o tema abordado na segunda parte do workshop, apresentado por Mauro Peres, nesta quinta-feira (9), e abordou os pilares para o desenvolvimento de uma geração de empresas focadas em alcançar a excelência na gestão.

“Estamos vivendo a terceira grande revolução histórica. Primeiro foi a agricultura e a revolução industrial, agora a revolução tecnológica demanda um foco maior das empresas e necessita que elas sintam e ouçam seus clientes. Atualmente, o mundo gira muito rápido e as empresas precisam se adaptar a esse novo momento mercadológico. Uma coisa é certa: o momento é decisivo para que organizações pensem em pessoas, retenham talentos e incentivem os colaboradores. Em ambientes colaborativos, onde todos falam a mesma língua, os resultados finais são muitos mais positivos que a de empresas que continuam insistindo em um modelo antigo e ultrapassado”, afirmou Peres.

O Congresso Brasileiro de Cooperativismo ainda debate outros temas como os métodos de comunicação interna e externa, mudanças políticas e econômicas, os desafios de cativar novas gerações e desenvolver novas lideranças, entre outros.

Estande do SomosCoop divulga carimbo do movimento

Brasília (9/5/19) – O estande do movimento SomosCoop é o espaço mais visitado de toda 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo. Os mais de 1,5 mil participantes recorrem ao local a fim de verem de perto como 30 cooperativas estão utilizando o carimbo da iniciativa em seus produtos, serviços, publicações e materiais diversos.

Um dos visitantes do espaço foi Fernando Schwanke, secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Ele se mostrou bastante entusiasmado com a proposta do movimento Somoscoop, de divulgar tudo que é feito pelas mãos de cooperados.

Além disso, o secretário destacou a necessidade de as cooperativas ampliarem seu nível de qualificação e processos internos, visando o mercado internacional. “As cooperativas têm que estar preparadas para competir. Isso trará muita competividade e força para que acessem desde os mercados menos exigentes até os mais complexos do mundo. É fundamental se dar conta de que, quem está preparado, acessa qualquer mercado”, avalia.  

Em 2017, último ano de divulgação dos dados segmentados das exportações brasileiras, as cooperativas movimentaram mais de US$ 6 bilhões, exportando produtos como carnes, grãos e frutas, a países dos continentes europeu, americano e asiáticos.   

 

UNIÃO

Além de mostrar os rostos por trás de um rótulo e, ainda, todos os CPFs que integram um único CNPJ, o Movimento SomosCoop representa a união entre todas as cooperativas do país.

 

“Esse carimbo traz o significado de time. Nós, cooperativistas, somos um grande time, que jogamos em prol do desenvolvimento econômico do país. Quando as cooperativas assumem esse carimbo em seus produtos e serviços, elas mostram à sociedade aquilo que temos de mais forte em nós: a união”. Gilberto Ronchin, da cooperativa de crédito Crevisc (SC)

 

“Independentemente da marca das cooperativas, o carimbo SomosCoop mostra que estamos unidos e que trabalhamos de forma cooperada. Acredito muito que esse carimbo pode influenciar o consumidor na hora de decidir o que vai comprar, pois quem conhece o cooperativismo se apaixona. Ele materializa a relação de ganha-ganha que todo mundo quer.” Michele Silva, da cooperativa Unicredi/MT

Atividades simultâneas debatem o cooperativismo do futuro


 

Brasília (9/5/19) – Nos dois primeiros dias do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, cerca de 1,5 mil pessoas, entre dirigentes de cooperativas, lideranças, corpo diretivo, observadores e convidados de honra, participaram das salas simultâneas, com estudos de caso e atividades interativas, desenvolvidas por facilitadores. O público pode escolher uma trilha de debates, baseada em um dos seis macro temas evento. : Comunicação, Governança e Gestão, Inovação, Intercooperação, Mercado e Representação.

Entre palestras e atividades interativas, sempre ligadas à idéia de renovação e novas práticas, trinta atividades foram desenvolvidas nas oito salas do complexo que recebe a reunião. O objetivo é que os debates subsidiem a definição das diretrizes estratégicas a serem colocadas em prática, ao longo da próxima década, por todo o movimento cooperativista do país.

Alessandro Chaves, associado a duas cooperativas do Sicoob de Minas Gerais, participou da palestra Big Data e Análise de Dados, onde o objetivo central era mostrar os dados como uma ferramenta de otimização de processos e inovação. Ele se disse satisfeito com a atividade. “Fica um ensinamento muito importante: as cooperativas já dispõem de muita informação para a tomada de decisão, e ela precisa ser usada para melhorar sua performance tanto no atendimento ao associado e comunidade e, principalmente, no desenvolvimento do negócio”.

O 14º Congresso do Cooperativismo Brasileiro, além de buscar agregar valores para o futuro do cooperativismo por meio de sua programação, também oportuniza a troca de experiências, por meio da convivência, entre os vários participantes. Para Lila Mesquita, Sicoob Uni, as atividades desenvolvidas nas salas simultâneas e o evento em geral, serviram para “abrir a cabeça”.

“Estou ampliando minha visão sobre o cooperativismo e meu networking. Hoje, almocei com o presidente de uma cooperativa de leite de Minas e pude conhecê-lo melhor, entender melhor o que é a realidade de uma cooperativa de produto, e não só a financeira. Eu só conhecia o cooperativismo financeiro até então. Eu venho de mercado, com pouco tempo de cooperativismo. Estou achando encantador o propósito, a sustentabilidade e a forma como as coisas acontecem por aqui”.

A palestra A Marca na Indústria 4.0 foi mais uma do ciclo visando a construção do cooperativismo do futuro através da inovação. Realizada pela facilitadora Andrea Dietrich, trouxe uma reflexão para a utilização de novos recursos tecnológicos na construção de relações mais empáticas e verdadeiras, entre as cooperativas, consumidores e comunidade.

Angelo Curbani, cooperativista da Sicoob Confederação acha que, “questão da inovação está em constante transformação. Estamos passando por um processo de transformação digital, e o cooperativismo precisa estar atento a isso e se adaptar. O que podemos perceber aqui é que existe um caminho, mas precisamos estar atentos e, eventualmente, mudar a forma de pensar e de trabalhar”.

Dimas Ribeiro, da UniOdonto, de Rondônia, destaca o papel de cada um na construção do cooperativismo do futuro. “Já é concreto o quanto o cooperativismo provoca mudanças em tudo que está relacionado a essa forma competitiva de mercado, por meio de uma visão diferente. Mas precisamos cuidar da reformulação de vida do indivíduo, pois somente assim, ocorrerão mudanças no coletivo. Por mais que aumentemos a produção, como vem sendo falado, se não existir uma mudança interna, em prol do coletivo, infelizmente eu acho que não vai”.

 

PROGRAMAÇÃO

A 14ª edição do CBC segue até amanhã, quando os participantes irão eleger as diretrizes estratégicas prioritárias para a próxima década. Clique aqui para conferir a programação.

Cooperativas de crédito poderão captar poupança rural



Brasília (26/4/19) – O Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu que as cooperativas singulares de crédito poderão, a partir de 1º de julho, solicitar autorização para captar depósitos de poupança rural. O objetivo da medida é ampliar as fontes de recursos para o crédito rural e aumentar a competição nesse segmento, por meio da ampliação da autonomia de captação das cooperativas e, ainda, do aproveitamento da capilaridade do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.

Para o Banco Central, a medida resultará no crescimento dessa modalidade de crédito. No presente ano agrícola, as cooperativas de crédito responderam por R$ 21,8 bilhões em financiamentos rurais.

 

RAIO X

Presentes em praticamente 100% do território brasileiro, as cooperativas de crédito são, em diversos municípios, a única opção de serviços financeiros. Graças à capilaridade dessas instituições, em 2018, mais de 10,5 milhões de cooperados no país tiveram acesso a todos os produtos disponíveis na rede bancária, mas com custos, em média, 30% mais baixos do que no segmento bancário tradicional.

Esse número, na última década, cresceu 179,89%, resultado de uma série de fatores, dentre eles: precificação diferenciada para os produtos de seu portfólio (tais como: conta corrente, empréstimos, financiamentos, investimentos, planos de previdência e seguros), atendimento personalizado e participação dos cooperados no processo de gestão, pois, além de clientes, são donos do negócio.

Além desses, outro aspecto que torna uma cooperativa de crédito a alternativa mais viável para cidadãos e empreendedores que buscam opções mais vantajosas no Sistema Financeiro Nacional, é o Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop). Criado para assegurar valores de até R$ 250 mil, por depositante, em casos de intervenção ou liquidação extrajudicial, o fundo trouxe mais segurança institucional, credibilidade e competitividade para todo o SNCC.

O que também mostra a solidez do SNCC é o número de cooperativas (940) e de postos de atendimento (5.391). Atualmente, o SNCC ocupa o primeiro lugar no ranking das maiores redes de serviços financeiros do país.

 

EXPERIÊNCIA

Segundo o Banco Central, para captar depósitos de poupança rural, as cooperativas terão que demonstrar experiência no mercado de crédito rural. Ou seja, já terão que possuir autorização para realizar essas operações. Os depósitos deverão ser destinados às centrais e confederações, que terão a responsabilidade de controlar o cumprimento dos direcionamentos.

As instituições financeiras autorizadas a captar recursos por meio da poupança rural são obrigadas a direcionar 60% desses valores a operações de crédito rural. No corrente ano agrícola, esse direcionamento significou um volume de R$ 38,2 bilhões – valor que corresponde a 29,7% dos recursos destinados ao financiamento dos produtores. Inicialmente, as cooperativas terão que cumprir um direcionamento menor: 20%. Esse percentual deve subir, gradualmente, até chegar aos 60%.

 

COMO ERA

Pelas regras atuais, só podiam captar depósitos de poupança rural: a) o Banco da Amazônia S.A.; b) o Banco do Brasil S.A.; c) o Banco do Nordeste do Brasil S.A.; d) os bancos cooperativos; e e) instituições integrantes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), quando operarem em crédito rural.

O CMN também decidiu fazer mais um ajuste no Manual de Crédito Rural (MCR). As regras dos Depósitos Interfinanceiros Vinculados ao Crédito Rural (DIR) foram adaptadas às modificações feitas em fevereiro, quando foi definido que os recursos captados via Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) alocados para o crédito rural pudessem ser aplicados em condições livremente pactuadas entre as partes. Com a modificação, foi criado o DIR-LCA, para o cumprimento do direcionamento da LCA a taxas livremente pactuadas. (Com informações do Banco Central)

 

CONFIRA

Clique para ler a Resolução nº 4.716

Clique para ler a Resolução nº 4.717

Nova diretoria da OCB/GO toma posse nesta sexta-feira

Goiânia (22/4/19) – O Sistema OCB/GO realiza, na próxima sexta-feira (26/4) a cerimônia de posse dos novos membros do Conselho de Administração da OCB/GO, eleitos em março, durante Assembleia Geral Ordinária (AGO). O atual vice-presidente da Casa, Luís Alberto Pereira, assume o comando da instituição, juntamente com Astrogildo Gonçalves Peixoto, que passa a ser o vice, e sua equipe de conselheiros. O prazo do mandato é de quatro anos.

Ao ser empossado como presidente da OCB/GO, Luís Alberto também assume, automaticamente, a presidência do Sescoop/GO, segundo preveem a Medida Provisória 1.715/1998 e o Decreto 3.017/99, que regem a entidade. Com isso, ele passa a ser presidente do Sistema OCB/GO. A solenidade de posse será na sede do Sescoop/GO, a partir das 11 horas. A nova equipe (presidente, vice, secretário e conselheiros) inicia seus trabalhos no Sistema, no dia 2 de maio.

 

PERFIL

O novo Conselho de Administração da OCB/GO está representado por dirigentes de cooperativas dos ramos agropecuário, transporte, trabalho e crédito - com a presença de três centrais de crédito (Sicoob Goiás Central, Sicoob Uni, Central Sicredi Brasil Central), além da Centroleite.

Luís Alberto Pereira tem 58 anos e é formado em Engenharia Civil, pela Universidade Federal de Goiás (UFG). É um dos fundadores e atual vice-presidente do Sicoob Engecred-GO. A cooperativa de crédito nasceu, em 2001, segmentada para profissionais engenheiros e, hoje, é de livre admissão. Luís Alberto atuou no Conselho de Administração da cooperativa por 13 anos, sete deles como presidente. Atuou como vice do Sistema OCB/GO de 2015 a 2019.

O novo presidente do Sistema OCB/GO também é funcionário de carreira da Secretaria da Fazenda de Goiás (Sefaz), desde 1984. Ingressou como auditor fiscal, por concurso público, mas já exerceu, ao longo de mais de 30 anos, os cargos de superintendente-executivo da Sefaz, superintendente do Tesouro Nacional, superintendente de Gestão de Ação Fiscal na Receita Estadual e diretor-financeiro e de Relações com o Mercado. Foi, ainda, um dos formuladores do Programa de Desenvolvimento Industrial de Goiás (Produzir), instituído, por lei, em 2000.

Luís Alberto é empresário da área de construção civil, sócio-fundador e diretor administrativo financeiro da Santa Cecília Empresa de Engenharia e Arquitetura.

 

Diretoria eleita para a gestão 2019/2023

Presidente

Luís Alberto Pereira (Sicoob Engecred-GO)

 

Vice-Presidente

Astrogildo Gonçalves Peixoto (Coapil)

 

Secretário

Vanderval José Ribeiro (Sicoob do Vale)

 

Conselheiros de Administração

Dourivan Cruvinel de Souza (Comigo)

Clidenor Gomes Filho (Sicoob Uni)

Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira (Central Sicredi Brasil Central)

Pedro Barbosa de Oliveira (Centroleite)

Clayton Silva Pires (Sicoob Credisaúde)

Valdenor Cabral dos Santos (Coopmego)

 

Conselheiros Fiscais Efetivos

Clóvis Ribeiro Dias (Sicoob Credi Comigo)

Zeir Ascari (Sicredi Cerrado GO)

Lister Borges Cruvinel (Sicoob Centro-Sul)

 

Conselheiros Fiscais Suplentes

José Altair Neto (Cooperabs)

João Gonçalves Vilela (Cagel)

Douglas Augusto Ribeiro (Cootreg)

 

POSSE

Dia: 26 de abril (sexta-feira)

Horário: a partir das 11 horas

Local: sede do Sescoop/GO - Av. H, 550, esquina com Rua 14, Jardim Goiás, Goiânia-GO

Fonte: Sistema OCB/G

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Conheça as Embaixadoras Coop!



Brasília (5/4/19) – A OCB acaba de divulgar o nome das 20 vencedoras do concurso Embaixadoras Coop! No total, 493 mulheres de 23 estados do país encaminharam suas frases para participar da seletiva. Além de virem a Brasília, com tudo pago, para participarem da 14ª edição do Congresso Brasileiro de Cooperativismo, que ocorrerá entre os dias 8 e 10 de maio, as campeãs poderão opinar nas discussões e votar nas resoluções na grande plenária do evento, garantindo mais diversidade no cooperativismo brasileiro!

Confira, abaixo, quem são as Embaixadoras Coop!

 

  1. Amanda Luiza de Sousa

Sicoob União Centro Oeste (MG)

Frase: O Cooperativismo do futuro deve ser construído com a União e o Empoderamento feminino; a mulher atual não quer elogios, quer respeito e possui grandes ideias, estando disposta a lutar por elas e pela mudança no rumo do Cooperativismo no mundo.

 

  1. Carolina Mussolini Celestino de Oliveira

Sicredi Rio Paraná PR/SP (SP)

Frase: Ser como Eliza Brierley, que em 1846 foi pioneira no cooperativismo. Mulheres juntas, com sororidade, podem constituir um alicerce para uma sociedade mais justa, assim como o cooperativismo, sem diferenças, todos por um só fim, um mundo mais feliz.

 

  1. Daniela Vogel

Cooperativa de Crédito de Livre Admissão De Associados de Itapiranga (SC)

Frase: É preciso adotar o cooperativismo como uma filosofia de vida, inserindo ele na educação das crianças e jovens, com homens e mulheres trabalhando unidos por uma prosperidade conjunta e assim construir uma sociedade cooperativa e de sucesso.

 

  1. Elisete Paganini Bellettini

Cooperativa Agroindustrial Cooperja (SC)

Frase: Sendo cooperados ativos e atuantes da cooperativa, mostrando ao mundo a importância do trabalho coletivo em prol de um objetivo comum. Para isso, é preciso cada um conquistar seu espaço querendo o melhor para as gerações futuras.

 

  1. Isabela Albuquerque

Lar Cooperativa Agroindustrial  (PR)

Frase: Disponibilizar mais espaço para que lideranças femininas possam demonstrar seu potencial com muita garra e determinação no desenvolvimento da comunidade por meio da cooperação.

 

  1. Jamile Barbosa Guimarães de Vasconcelos

Sicredi Ceará Centro Norte (CE)
Frase: Impactando a sociedade a partir de nosso próprio exemplo cooperativista, demonstrando na prática que juntos não só somos mais fortes, como também somos capazes de transformar vidas e realidades através do cooperativismo.

 

  1. Jentje Petter
    Castrolanda Cooperativa Agroindustrial (PR)

Frase: Cooperativismo necessita de uma boa equipe de trabalho, com espírito de União e Harmonia para trilhar o caminho, não menosprezando o ontem. A União é um começo! Manter unidos é o Progresso! Trabalhar juntos é o sucesso!

 

  1. Katia Zalasik Monteiro

Viacredi (SC)

Frase: A base para construir o cooperativismo do futuro é a união das pessoas, é sensibiliza-las o quão importante é o cooperativismo no mundo, cooperativismo é justiça e igualdade para todos.

 

  1. Lais Cherigatto da Silva

Cooperativa de Crédito Cocre – Sicoob Cocre (SP)

Frase: Através da educação cooperativista aliada a educação financeira, conscientizando crianças/jovens sobre a importância do cooperativismo no desenvolvimento social/econômico, plantando a semente cooperativista hoje para colher uma sociedade justa amanhã.

 

  1. Lilian Berlitz Chaves

Cooperativa de Crédito da Foz do Rio Itajai Açu – Credifoz (SC)

Frase: Precisamos mostrar que o cooperativismo vai além de resultados financeiros, e precisa ser visto como gerador de inclusão social, respeito e desenvolvimento sustentável para as pessoas. Quero um futuro de economia compartilhada, alcançando vantagens para todos.

 

  1. Luciana Fernandes de Moura Magalhães

Cooperplan (DF)

Frase: Acreditando que juntos, podemos projetar nosso sistema como modelo, compartilhando com a sociedade a possível realidade de tornar factível a satisfação financeira por meio do nosso propósito, intercooperação e eficácia. Nossa jornada começou!

 

  1. Luciani Roberta Reuter de Oliveira

Sicredi Aliança PR/SP (PR)

Frase: Só a participação efetiva e afetiva da família associada, na vida da cooperativa no presente garantirá o cooperativismo do futuro. Cooperativismo significa: nenhum de nós é tão bom quanto todos nós juntos.

 

  1. Maria Jose Francisco Mansano

Cooperativa de Credito, Poupança e Investimento Vale Do Piquiri ABCD - Sicredi Vale do Piquiri ABCD PR/SP (PR)

Frase: Quando olharmos para sociedade com olhar inovador pensando na sustentabilidade e no progresso como aliados, iremos permitir que as vulnerabilidades sociais e ambientais sejam sanadas ou amenizadas.

 

  1. Marlian Zenilda Catarina

Credicomin (SC)

Frase: Tendo interesse genuíno no ser humano, com foco no coletivo e não no individual, cada cooperativista assumindo a missão de viver este propósito fará do mundo, um lugar melhor, mais justo e mais cooperativo.

 

  1. Mayara Magry Araujo de Andrade

Sicredi Sudoeste MT/PA (PA)

Frase: Podemos construir o cooperativismo do futuro Atuando de forma unificada para que cada vez mais as pessoas conheçam o nosso negócio e vejam o quanto ele é forte e sustentável. Acreditando que juntos podemos mais e que juntos fazemos a diferença.

 

  1. Michele Sebastiana Moura da Silva

Cooperativa de Crédito dos Médicos, Profissionais da Saúde e Empresários de Mato Grosso

Frase: Disseminando e incentivando a cultura do cooperativismo para as crianças e adolescentes, pois quando se entende o que é cooperar, é impossível não se apaixonar por essa ideologia; Assim podemos garantir os representantes do futuro do cooperativismo.

 

  1. Nathercia Jorge Abrao

Unimed Juiz de Fora Cooperativa de Trabalho Medico LTDA (MG)

Frase: Investindo na construção de uma sociedade mais ética, justa e igualitária, que colabore na transformação de uma nova ordem social e econômica, mais generosa e solidária, como preconiza o cooperativismo.

 

  1. Paula da Silva Feransin

Coop Cooperativa de Consumo (SP)

Frase: Atuar de forma integrada é o que fará a diferença para o cooperativismo. O futuro do cooperativismo é decorrente não da ação isolada de uma única instituição, mas da complementariedade e da sinergia entre as instituições.

 

  1. Rosangela Pereira Cotrim

Cooperativa de Credito de Livre Admissão do Centro Sul Rondoniense - Sicoob Credip (RO)

Frase: Engajados no dinamismo das novas tecnologias, isso sem esquecer de que a base para cooperar está nas relações humanas e fundamentada no altruísmo que quando usado com veemência e reciprocidade leva ao crescimento de todos, proporcionalmente.

 

  1. Vera Lucia Ventura

Sicoob Norte Sul (BA)

Frase: Incluindo as mulheres e jovens com iguais condições de participação na cooperativa, principalmente na governança.

AgroBrasília adota ações estratégicas de responsabilidade socioambiental

Brasília (10/4/19) – Ser uma referência em sustentabilidade ambiental, no segmento de eventos do Agronegócio, é um dos objetivos da AgroBrasília. Além de incentivar a realização de negócios e promover a agricultura brasileira, a Feira pretende estimular boas práticas e a promoção do desenvolvimento sustentável.

Para isso, a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), organizadora da Feira, adotou um Plano de Sustentabilidade com ações estratégicas a serem desenvolvidas antes, durante e depois do evento, visando alcançar maior desempenho socioambiental e econômico, e contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) propostos pela Organização das Nações Unidas (ONU) para a humanidade.

Inspirada nesses ideais e para o cumprimento da agenda, a Coopa-DF implantará as iniciativas levando em consideração cinco temas:
 

  • Planeta: uso racional da água; gerenciamento dos resíduos sólidos; prevenção da poluição do solo, ar e água;
  • Pessoas: saúde e segurança do trabalho; inclusão e acessibilidade; educação de qualidade;
  • Parceria: parcerias com a comunidade;
  • Paz: comunicação e educação;
  • Prosperidade: fomento da economia local e redução de desigualdades.
     

Dessa forma, o objetivo da comissão organizadora é, além de contribuir para o fomento do setor, enquadrar-se em diretrizes sustentáveis nos aspectos econômicos, sociais e ambientais, mitigando os impactos negativos e potencializando as oportunidades à toda a comunidade influenciada pela Feira.

A preocupação dos organizadores do evento com o meio ambiente está expressa em alguns cuidados, como, por exemplo, durante a montagem e desmontagem dos estandes, fase esta que acaba gerando um grande volume de resíduos.

O gerenciamento dos resíduos é uma das iniciativas a serem implantadas e que tem como objetivo destinar adequadamente todos os materiais que forem gerados na Feira, buscando adotar os preceitos indicados na Política Nacional de Resíduos Sólidos, que são baseados na não geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final dos rejeitos.

Com isso, pretende-se adequar a infraestrutura do evento de modo a torná-lo mais sustentável, minimizando ou até eliminando os impactos negativos gerados.

Os participantes com mobilidade reduzida também encontrarão toda uma infraestrutura adequada, que beneficia a locomoção de cadeirantes, com terreno plano e pavimentado, exceto nas áreas que são cobertas com grama. No entanto, nestas últimas áreas citadas serão instalados os estandes dos expositores, os quais geralmente possuem infraestrutura acessível.

Para Kallel Kopp, diretor de Operações da Neutralize, empresa responsável pela elaboração e implantação do Plano de Sustentabilidade da Feira, a AgroBrasília se insere nesse “movimento de vanguarda, de preocupação com o planeta, se alinhando com os principais players e grandes empresas do mercado”.

Segundo Kopp, ao trazer essa pauta de sustentabilidade, a Feira “se posiciona entre os maiores e melhores do mundo, criando um compromisso de que acredita, sim, no desenvolvimento justo e equitativo, e que é possível aliar produção e geração de emprego com o desenvolvimento sustentável”.

De acordo com Ronaldo Triacca, coordenador-geral da Feira, cada vez mais o produtor rural brasileiro está preocupado e consciente quanto à preservação e conservação de seu bem maior que é a terra em que cultiva e gera renda para sua família. “A AgroBrasília inova quanto à sustentabilidade em eventos, pois traz para esta edição um projeto com várias ações de sustentabilidade, caminhando lado a lado com o homem do campo, com o intuito de deixar a terra ainda mais produtiva e ambientalmente correta para as gerações futuras".

Para Luciano Conceição, diretor-executivo da OrganoGran, fábrica de fertilizante organomineral localizada no Programa de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), não existe qualquer segmento hoje em dia que não tenha compromisso com a sustentabilidade. “Os que não o tem, estão sendo omissos”, afirma.

Segundo o empresário, a AgroBrasília sai na frente e dá um exemplo de responsabilidade e compromisso com o meio ambiente, principalmente por ser um dos principais eventos do agronegócio brasileiro. “Como diretor da OrganoGran, empresa que apoia o Plano de Sustentabilidade, e é parceira neste projeto, me orgulho em participar de um evento que, como nós, cumpre sua responsabilidade ambiental”, finaliza.

 

RESPONSABILIDADE SOCIAL

A inclusão social é um fator importante na AgroBrasília. Nos últimos anos, o Rotary explora um restaurante no Parque, cuja renda obtida é destinada a entidades de Unaí (MG), no noroeste de Minas Gerais.

Para José Carlos Ferrigolo, produtor de grãos e presidente da Cooperativa Agrícola de Unaí Ltda. (Coagril), é fundamental a sensibilização dos produtores e de todo o setor para essas demandas sociais. “Essa questão social é muito importante. Esse setor precisa estar sensibilizado e voltar o olhar para essa demanda social. Não é uma obrigação, é mais uma função que esses produtores precisam também cumprir, e a Feira tem sensibilizado os produtores nesse sentido, e isso é muito importante”, avalia. (Fonte: Assessoria de imprensa da feira)

 

SAIBA MAIS

O que: AgroBrasília
Quando: 14 a 18 de maio de 2019
Onde: Parque Ivaldo Cenci, PAD-DF, BR-251, Km 5, Brasília-DF

GDH é foco de treinamento em Rondônia

Brasília (2/4/19) – O movimento cooperativista de Rondônia e a unidade nacional do Sescoop iniciam amanhã a elaboração de uma nova página na história do Sistema Gestão do Desenvolvimento Humano (GDH), uma ferramenta que contribui com a gestão das iniciativas de formação profissional e de promoção social realizadas com foco no desenvolvimento das cooperativas.

Em 2016, a ferramenta foi implantada no estado. Na época, uma equipe passou por ações de capacitação, que se repetirão amanhã e na quarta-feira. O treinamento será conduzido pela unidade nacional do Sescoop e envolverá a equipe responsável pela gestão e realização das iniciativas de desenvolvimento das cooperativas rondonienses.  

Segundo Guilherme Gonçalves, analista de Promoção Social do Sescoop, o GDH oferece maior agilidade nas atividades cotidianas, gera segurança da informação, possibilita o armazenamento de dados em um mesmo local e a emissão de diversos relatórios gerenciais e operacionais para acompanhamento. Além dessas funcionalidades, o sistema também permite realizar toda a gestão do cadastramento de prestadores de serviços e de beneficiários.

Gonçalves explicou também que a unidade nacional do Sescoop tem grande preocupação com o perfeito desenvolvimento de seus programas e, por isso, realiza visitas periódicas em suas organizações estaduais, com o objetivo de acompanhar e assegurar a operacionalização do sistema.

 

NÚMEROS

Atualmente o GDH está presente em 20 organizações estaduais e apresenta os seguintes resultados:

  • 261.350 beneficiários cadastrados;
  • 1.257 empresas do tipo “treinamento” cadastradas;
  • 3.106 instrutores cadastrados;
  • 20 unidades estaduais utilizando o sistema;
  • 1.433 cooperativas atendidas (tiveram pelo menos um beneficiário atendido);
  • 73.748 horas (carga horária realizada).
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Mês Unimed leva onda de cuidado a todo o país



Brasília (2/4/19) – A Unimed traz no mês de abril um projeto nacional em prol da saúde e bem-estar dos brasileiros: o Mês Unimed. Com a iniciativa, o maior sistema cooperativo de saúde do mundo, com 345 cooperativas, une esforços para promover em todo o Brasil uma série de eventos culturais, educacionais e esportivos, aproveitando sua capilaridade.

O Mês Unimed reforça o movimento nacional Mude1Hábito, criado pela Unimed para encorajar a melhoria de qualidade de vida das pessoas a partir da mudança de pequenos hábitos. Segundo a gerente de Comunicação e Marketing da Unimed do Brasil, representante institucional do Sistema Unimed, Aline Cebalos, abril é um mês especialmente selecionado por contar com o Dia Mundial da Saúde, celebrado no dia 7/4.

“O Mês Unimed chega para criar uma grande onda de cuidado em todo o país. Essa ação converge com o propósito da Unimed, de ser uma marca cuidadora, e com o nosso Jeito de Cuidar Unimed, iniciativa que visa tornar qualquer experiência com a marca a melhor possível”, ressalta.

Para o diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil, Darival Bringel de Olinda, trata-se de um empreendimento do tamanho do Sistema Unimed, portanto nacional – a Unimed está representada em 84% do território brasileiro. “O fato de sermos um sistema cooperativista nos permitiu atingir o tamanho e a representatividade que temos atualmente. O Mês Unimed é uma forma prática e inteligente de aproveitar essa característica para levar ações e mensagens que façam realmente a diferença na vida das pessoas, até em regiões remotas do Brasil”, afirma o dirigente.

As ações que farão parte do Mês Unimed contarão com identidade visual própria e terão divulgação nas redes sociais do Sistema Unimed e no hotsite desenvolvido especialmente para a iniciativa: unimed.me/mesunimed. Lá, os interessados podem acessar mais informações sobre o projeto e as atividades que acontecerão na sua região.

 

Sobre o Mude1Hábito

O conceito do Mude1Hábito se baseia em resultados de uma pesquisa da Duke University, dos Estados Unidos, que demonstra que cerca de 40% de tudo que fazemos cotidianamente não são decisões de fato, mas repetições de hábitos que já estamos acostumados a fazer. Sendo assim, conclui-se que mudar esses comportamentos, geralmente automáticos e inconscientes, é importante para a adesão a um novo estilo de vida, mais voltado à saúde e ao bem-estar.

Como apoio para a sua criação, foi desenvolvida uma pesquisa junto à Brandwatch para averiguar quais hábitos os brasileiros mais gostariam de mudar. O tópico mais mencionado foi ‘alterar os hábitos de alimentação’, seguido por ‘começar uma atividade física’, ‘usar menos o celular ou a internet’, ‘dormir com mais qualidade’ e ‘parar de procrastinar’.

Lançado como campanha institucional em 2017, o Mude1Hábito logo ampliou sua dimensão na estratégia de marca da Unimed, tornando-se um movimento. De acordo com Darival Bringel de Olinda, isso se deve à grande adesão das Unimeds ao assunto em curto espaço de tempo, englobando suas ações em prol da saúde na causa. “Com a extensão do Mude1Hábito reforçamos a vocação da Unimed em cuidar das pessoas, afinal somos um sistema cooperativista formado por médicos”, ressalta o dirigente.

 

SOBRE A UNIMED

A Unimed, maior sistema cooperativo de saúde do mundo, possui 52 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 345 cooperativas médicas, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Entusiasta do movimento SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Unimed conta com mais de 115 mil médicos, 119 hospitais próprios e 2.506 hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas. (Fonte: Unimed do Brasil)

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Programa de Educação Financeira recebe selo ENEF

Brasília (27/3/19) – As discussões que envolvem a sustentabilidade têm envolvido governos, empresas e sociedade civil ao redor do globo e, aqui no Brasil, não é diferente. Além da redução de indicadores como geração de resíduos, por exemplo, o que também está em pauta é a preservação dos recursos financeiros, que demanda necessariamente um amplo e profundo olhar sobre a educação financeira do brasileiro.

É por isso que o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) desenvolve, há três anos, o Programa de Formação de Facilitadores em Gestão de Finanças Pessoais (GFP), visando oferecer a cooperados, seus familiares e, ainda, empregados de cooperativas, de forma gratuita, reflexões sobre a melhor forma de utilização do dinheiro. O desenvolvimento da metodologia contou com a parceria do Banco Central do Brasil.

Até o fim de 2018, o programa GFP, como também é chamado, já havia formado cerca de 450 facilitadores que, após serem certificados, atuam na disseminação de conteúdos de educação financeira ao público alvo buscando transformar a sua relação com o dinheiro.

 

CONQUISTA

O programa que já beneficiou mais de 52 mil pessoas, em grande parte do país, acaba de receber do Comitê Nacional de Educação Financeira (Conef), vinculado ao Banco Central, o selo ENEF, atestando que as iniciativas realizadas contribuem com a disseminação de ações de educação financeira, alinhadas à Estratégia Nacional de Educação Financeira.

“Esse selo é a materialização de que o programa desenvolvido pelo Sescoop, com apoio do Banco Central e das nossas cooperativas, contribui diretamente com os três pilares dessa estratégia, que são: promover a educação financeira e previdenciária, aumentar a capacidade do cidadão para realizar escolhas conscientes sobre a administração dos seus recursos e, por fim, contribuir para a eficiência e a solidez dos mercados financeiro, de capitais, de seguros, de previdência e de capitalização”, avalia o presidente do Conselho Nacional do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas.

Para o líder cooperativista, a educação financeira é um dos pilares do setor cooperativista, “visto que o sucesso das sociedades cooperativas está intimamente ligado à saúde financeira de seus cooperados”.

 

SOBRE O PROGRAMA

O GFP tem por objetivo proporcionar conhecimentos de educação financeira aos cooperados, seus familiares e empregados de cooperativas, visando conscientizá-los a respeito da importância da gestão das finanças pessoais de forma consciente e responsável.

 

SOBRE O SELO

O selo ENEF foi constituído para assegurar a qualidade das iniciativas desenvolvidas com a finalidade de educar as pessoas quanto ao uso sustentável do próprio dinheiro e, ainda, que estejam alinhadas aos princípios da Estratégia Nacional de Educação Financeira. Trata-se, portanto, de uma marca que identifica essas iniciativas e reconhece a importância dessas ações.

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Atitude mental positiva dos gestores é indispensável



Brasília (13/3/19) – Desenvolver líderes que saibam inspirar suas equipes a ter iniciativa e a inovar é um passo estratégico dentro das organizações. Uma equipe engajada a obter resultados depende, em grande parte, da condução adequada dos seus gestores, inclusive no que diz respeito à inovação. Aliado a isso, a busca individual de cada colaborador pelo propósito profissional também é importante para o crescimento organizacional.

Esse é o tema da nova edição da revista Goiás Cooperativo, editada pelo Sistema OCB/GO. O destaque é para a entrevista do professor Maurício Louzada, um dos cinco palestrantes mais lembrados do país (Top of Mind de RH 2017), cujas apresentações já foram vistas por mais de 1,5 milhão de pessoas, em 12 países. Segundo Louzada, a atitude mental positiva dos gestores é decisiva para fortalecer as equipes na busca de soluções para momentos de crise, como as que o país tem enfrentado.

Para ele, o que diferencia uma empresa que vai sofrer mais com a crise externa, daquela que vai sofrer menos, é o quanto se tem de atitude frente à essa situação. “O líder precisa mostrar que a realidade (a crise) existe, por meio de uma atitude mental positiva”, avalia. Confira abaixo uma parte da entrevista e, para ler todo o conteúdo, clique aqui.

 

Nos primeiros meses do ano, é momento de falar de metas nas organizações e o senhor trabalha esse tema combinando o alcance de metas profissionais com a realização pessoal. O que os líderes devem saber e praticar sobre isso com suas equipes?

Alguns líderes colocam as metas como algo condicional, quando falam que, se você não atingi-la, não vai mostrar seu profissionalismo ou sua capacidade. Isso gera um desestímulo, porque a meta passa a ser uma cobrança. Os líderes têm uma função muito importante em colocar a meta como algo inspirador. Uma forma importante para fazer isso é mostrar que as metas só são dadas às pessoas em quem confiamos. Quando o líder coloca uma meta para alguém, na verdade, ele está dizendo: “Eu confio que você consiga fazer isso”. E a meta profissional tem que andar junta com a pessoal.

O bom profissional é aquele que acredita que vai crescer profissionalmente, porque isso vai ajudá-lo a atingir os seus sonhos, seus objetivos de vida. Por isso, é importante ter metas. Se vou participar de um desenvolvimento de lideranças, por exemplo, tenho que definir um período para concluí-lo. Mas a meta tem que estar direcionada para a ação.

Então, sugiro às pessoas que façam pequenos ciclos. Se a sua meta é realizar algo em 12 meses, divida isso em 12 etapas e atinja uma por mês. À medida em que eu fragmento a minha meta em outras menores, tenho vários ciclos de renovação, que me inspiram a continuar.

Existem dois tipos de meta: de resultado e de processo. A meta de resultado é aquela que você quer atingir ao longo de um período. Vamos imaginar que a minha seja, até o fim do ano, participar de um treinamento de lideranças. Para isso, o ideal é elaborar várias metas de processo. Até janeiro, tenho que ter escolhido o curso; até fevereiro, ter me matriculado; em março, cursado tantas disciplinas...

Você tem que fragmentar a grande meta (de resultado) em outras menores (de processo) e fazer um acompanhamento contínuo, ao longo do tempo, para que, quando chegar no final daquele período, tenha atingido a sua meta maior. Às vezes, as pessoas não conseguem alcançar metas grandes, porque elas olham só lá na frente e não percebem que as intermediárias é que as conduzem para uma meta mais ousada.

 

Enfrentamos, nesses últimos anos, uma das maiores crises econômicas e políticas da história do país e isso afetou, significativamente, as corporações e a vida das pessoas, não apenas no âmbito financeiro, mas também na limitação da criatividade e das expectativas pessoais. Como os gestores podem transformar esse cenário com seus colaboradores?

A pior crise é a que vem de dentro, não de fora. O que diferencia uma empresa que vai sofrer mais com a crise externa, daquela que vai sofrer menos, é o quanto se tem de atitude, frente à essa situação. Muitas vezes, o gestor tem a tendência de “pintar” um cenário extremamente negativo. Quando ele faz isso, está mostrando que, dentro daquela instituição, empresa ou cooperativa, as pessoas não estão preparadas para aquilo e aí ele gera uma crise interna, que é a descrença.

O gestor começa a dar subsídio, às pessoas que trabalham com ele, para usarem a crise como uma desculpa. E a verdade é que, mesmo que o mercado não esteja bom, a gente não pode controlá-lo, mas pode controlar a forma como reage a ele. No momento de crise, o que eu recomendo é que o gestor tenha uma atitude mental positiva.

Não que ele omita informações e feche os olhos para a situação, mas que ele tenha atitude, dizendo: “Olha, o mercado pode não estar fácil, mas nós temos excelentes diferenciais que vão fazer com que possamos nos sobressair em relação aos nossos concorrentes. Temos uma equipe boa, um produto bom, preço competitivo. Talvez, nesse momento, tenhamos que abrir mão de alguns ganhos momentâneos, para que, lá no futuro, continuemos vivos e possamos voltar a ganhar”.

Então, o líder precisa mostrar que a realidade existe, por meio de uma atitude mental positiva. Você vai ter concorrentes que, fatalmente, não vão conseguir se manter no mercado ao longo de uma crise, porque não vão ter essa atitude positiva. Então, para quem sobrevive, a crise é oportunidade de crescimento futuro. É importante compartilhar isso com o time.

 

Como estimular, nos colaboradores, o poder da iniciativa e quais os possíveis resultados que esse desenvolvimento pode gerar para a empresa?

Iniciativa é fazer o que precisa ser feito sem esperar que alguém mande. Essa é a característica que os gestores mais esperam dos empregados e é a menos presente. E como estimular essa iniciativa? É preciso gerar empoderamento, nas pessoas. Elas precisam sentir que têm o poder de decisão. Elas precisam ter o senso de dono.

O gestor tem que passar para a equipe dele que cada um é como se fosse dono do seu negócio. Se você fosse dono dessa empresa, o que faria para que ela tivesse sucesso? Hoje, as pessoas não são mais contratadas para uma só função, mas para resolver o problema e atender o cliente.

Todo mundo que está dentro de uma empresa tem que ter como foco o cliente final. Não importa se você é a pessoa que faz o cafezinho. Para uma equipe de vendas, o seu foco final tem que ser o cliente que vai comprar do vendedor e que está tomando o seu cafezinho.

Os gestores precisam mostrar que todo mundo é responsável pelo sucesso, mas todo mundo é responsável pelo fracasso. Não tem como um ser vencedor, se outro perder. Ou todo mundo ganha ou todo mundo perde. E esse senso de dono vai começar a gerar iniciativa, desde que os profissionais ali dentro estejam comprometidos com esse objetivo.

 

O senhor afirma, em uma de suas palestras, que o trabalho é uma ferramenta também para a realização de sonhos. Mas, talvez, uma grande parte das pessoas não enxergue essa ligação entre trabalho e realização pessoal. Como podemos agir e o que aprender para tornar isso possível?

Sempre falo para todo mundo: entre na sua casa hoje, dê uma olhada na televisão que você tem, na comida que está no armário, no fogão que vai usar para cozinhar… Isso tudo veio de onde? Às vezes, não sabemos o valor e a origem disso. Mas tudo isso tem origem no nosso trabalho. Então, se tudo o que você tem é fruto do seu trabalho, o que você vai construir no futuro? Todos os sonhos que você quer, o carro, a casa, as férias, de onde vem tudo isso? Entender que o seu trabalho lhe dá realizações vai estimulá-lo a trabalhar naquele dia. Tem gente que diz: “Meu sonho é conseguir pagar todas as minhas contas em dia”.

O cara que trabalha só para pagar contas, uma hora, vai ficar desestimulado. Ele precisa pensar sempre no crescimento pessoal e profissional dele. Sonho não é só material. Por exemplo: o quanto seu trabalho está relacionado à formação acadêmica dos seus filhos no futuro? Então, fazer essa associação entre seus sonhos pessoais e o seu trabalho é um caminho muito importante para você ter estímulo.

 

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Bahia realiza evento para empoderar mulheres

Salvador (21/3/19) – Empoderar mulheres e promover a equidade de gênero em todos os níveis e atividades econômicas e sociais são a garantia para o fortalecimento das economias e melhoria da qualidade e desenvolvimento sustentável da sociedade. Ciente do papel das mulheres em todos os espaços na sociedade, o Sistema Cooperativista Baiano tem apoiado e realizado eventos com este direcionamento.

Um retrato desta atuação foi a realização VIII Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas, no último sábado (16/3), na cidade de Eunápolis/BA. O evento que se destinou exclusivamente às cooperadas, conselheiras, dirigentes e funcionárias das cooperativas baianas, nesta edição teve como tema “O Empoderamento Feminino”.

Reunindo mais de 100 mulheres, a atividade contou ainda com a presença da Gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke, que ressaltou a importância do evento. “O Sistema OCEB está de parabéns. Primeiro por organizar anualmente um evento que valoriza a igualdade de gênero. Segundo por reunir tantas mulheres motivadas e dispostas a construir um mundo mais equilibrado e com melhores oportunidades para todos, por meio do cooperativismo. As mulheres reunidas são mais confiantes e ambiciosas. As cooperadas sabem da importância da cooperação, da união e da igualdade” afirma.

Com bom humor e trazendo exemplos de situações cotidianas, as palestrantes Eliane Jaqueline Debesaitis e Icledes Maria Matté conduziram reflexões sobre a força da mulher cooperativista e a importância do seu crescimento, mesmo com as desigualdades no universo corporativo.

Para Verônica Alves,      Orientadora Educacional da Cooperativa Educacional de Eunápolis - Cooeduc e Conselheira do Sescoop/BA, “o projeto vem para fortalecer a prática da cooperação e despertar o valor da liderança dentro do cooperativismo, que é um desafio diário. As experiências passadas no encontro foram emocionantes e grandiosas, não só dentro de um olhar enquanto cooperativista, mas como mulher, já que ocupamos um papel mais sensível dentro deste sistema”, contou.

A gerente de um dos pontos de atendimento do Sicoob Costa do Descobrimento, Lúcia de Fátima, afirma que o encontro proporcionou compreender a mulher como “um ser cooperativista desde que nasce. Me faz analisar várias questões dentro e fora do cooperativismo. Saí do encontro me sentido mais empoderada e pensando sobre a minha importância dentro dessa ciranda cooperativista.”

As participantes foram as verdadeiras protagonistas do evento. Interagiram durante os debates com perguntas e até mesmo compartilhando vivências familiares, ou de trabalho. As cooperadas também deram um show à parte quando o assunto foi animação. Cantaram em coro músicas que exaltam a figura feminina e valorizam a mulher no contexto social atual.

 

COOPERATIVISMO E O PROTAGONISMO FEMININO

Aproveitando o mês onde é comemorado o dia internacional da mulher, com intuito de integrar as mulheres cada vez mais no movimento cooperativista, a Cooperativa de Produtores Rurais da Bahia – Cooperfarms realizou a terceira edição do “Encontro de Mulheres Cooperfarms”, no dia 14/3, no município de Luís Eduardo Magalhães/BA. Discutindo “os diferentes papéis da mulher na gestão da relação negócio x família x patrimônio” o encontro contou com a presença de cooperadas, colaboradoras líderes do agronegócio, além das esposas e filhas de associados.

Para a comissão do evento o momento foi construído com o intuito de incentivar a reflexão sobre a condição da mulher junto à família e à frente dos negócios. Através da troca de experiências em diversos assuntos, que vão desde motivação e autoestima até a definição de estratégias para uma maior inserção na dinâmica social e organizacional e assim liderarem outras iniciativas que fortaleçam a presença da mulher no agronegócio da Bahia.

Com o tema “A mulher e suas finanças no ambiente cooperativista” a cooperativa de crédito Sicredi Região Sul da Bahia, no dia 8/3, também realizou uma palestra, onde estiveram presentes 63 mulheres, entre associadas e convidadas. O objetivo principal foi destacar a participação crescente da mulher no mercado financeiro e a importância da cooperação no mundo moderno. 

 

CONGRESSO BRASILEIRO DE COOPERATIVISMO

No ano em que é celebrado 50 anos de atuação junto as cooperativas brasileiras, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), realizará a 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC) no período de 8 a 10 de maio de 2019, em Brasília/DF. O Sistema Cooperativista Baiano estará presente no evento com uma comissão onde 18 dos delegados são mulheres.

O Congresso é um espaço para tomada de grandes decisões que definirão os rumos do movimento cooperativista no Brasil para os próximos anos. Assim, reconhecendo a importância da participação feminina nesse espaço, a OCB realiza o Concurso Cultural “Embaixadora Coop”, cujo objetivo é agregar ao CBC a participação de 20 mulheres, cooperadas, para contribuírem na construção das diretrizes que serão traçadas para o cooperativismo nos próximos anos. (Fonte: Sistema OCEB)

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Conheça os finalistas do 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo

Brasília (8/3/19) – Destacar “A Importância do Cooperativismo Cafeeiro na Economia Regional” através de reportagens que evidenciaram a relevância do suporte fornecido pelas cooperativas aos cafeicultores e, consequentemente, o impacto econômico-financeiro que esse apoio tem na economia dos municípios e regiões onde a atividade é desenvolvida. Esse objetivo foi alcançado pelos 12 jornalistas finalistas do 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo.

A competição, organizada pelo Conselho Nacional do Café (CNC) em parceria com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul), conta com apoio institucional da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT).

A intenção é reconhecer a importância da imprensa e o seu compromisso com o desenvolvimento de pautas sobre os pontos sustentáveis da atividade cafeeira no Brasil, com especial destaque para os trabalhos de campo, de forma que amplie a propagação da atuação da cafeicultura no que diz respeito aos aspectos ambiental, trabalhista e, principalmente, econômico.

Conheça, abaixo, os 12 finalistas, apresentados em ordem alfabética:

 

CATEGORIA: TV

  • Bruno Faustino – TV Educativa ES
  • Camila Soares – TV Educativa ES
  • Lucas Magalhães – EPTV Sul (MG)

 

CATEGORIA: INTERNET

  • Fernando Dantas – Revista Safra (GO)
  • Jonas Feliciano – Portal Eu, Rio! (RJ)
  • Paulo Beraldo/Everton Sylvestre – Site De Olho no Campo (SP)

 

CATEGORIA: IMPRESSO

  • Hulda Rode – Revista RDM Rural (DF)
  • Julio Huber – Revista Negócio Rural (ES)
  • Leandro Fidelis – Revista Safra (ES)

 

CATEGORIA: RÁDIO

  • Júlio Vieira – BandNews FM (MG)
  • Marcos Menezes – Rádio Espírito Santo (ES)
  • Terezinha Jovita – Rádio Espírito Santo (ES)

 

CERIMÔNIA

A classificação dos jornalistas premiados será conhecida no próximo dia 19/3, durante a cerimônia de premiação, que ocorrerá na sede da OCB, em Brasília. Além de medalhas, troféus e diplomas, os jornalistas vão receber um cheque. Eles levarão para casa R$ 10 mil (1ºs lugares), R$ 7,5 mil (segundos colocados) e R$ 5 mil (terceiras colocações).

 

COOPERATIVISMO

“Esta edição deu especial atenção à importância econômica da atividade cafeeira nas regiões aonde é exercida, tendo como suporte as nossas cooperativas, que se mostram cada vez mais vitais para que a cafeicultura nacional mantenha sua força, gerando milhões de empregos e movimentando as economias regionais, fortalecendo os diversos segmentos do comércio e, tudo isso, preservando o meio ambiente, fato vital para que a sustentabilidade seja uma constante. Esses 12 profissionais foram os que desenvolveram conteúdos mais conectados à nossa sugestão de tema, por isso estão entre os premiados”, explica o presidente do CNC, Silas Brasileiro.

Brasil é referência em cooperativas de energia renovável

Brasília (27/2/19) – Como desenvolver as cooperativas de energia renovável e estimular a criação de novas empresas com este modelo. Este é o foco de interesse de um estudo que acaba de ser publicado pela Confederação Alemã das Cooperativas (DGRV, na sigla alemã) e que envolveu três países: Brasil, Chile e México. A pesquisa sobre o potencial das cooperativas de energia renovável na América Latina mostrou que a experiência verde-e-amarela tem muito a contribuir com o mundo. O estudo pode ser acessado aqui.

A gerente de projetos da DGRV, Camila Jap, explicou que a troca de experiências entre os três países, com níveis bem diferentes no que diz respeito à operação e regulação de cooperativas de energias renováveis, tem sido muito importante e que, neste contexto, o “Brasil tem tido um grande papel de liderança”.
 

COMPARATIVO

Um dos pontos altos do trabalho são os quadros comparativos entre os três países. É possível observar, por exemplo, as similaridades e diferenças em relação a temas como política climática, marcos legais no setor energético, políticas e programas para o setor energético e características da Geração Distribuída (GD). Um dos dados mostra que, no Brasil, há nove cooperativas de GD, enquanto o México não possui nenhuma.

Confira, abaixo, a entrevista com a gerente de projetos da DGRV, Camila Jap.

 

O que é a DGRV e quais seus principais projetos no Brasil?

A DGRV é a Confederação Alemã das Cooperativas. Ela é a entidade máxima do cooperativismo na Alemanha, representando quase todos os tipos de cooperativas e, também, fazendo a defesa de seus interesses. Além disso, ela tem a possibilidade de fazer auditorias, realizadas junto a todos os tipos de cooperativas.

Aqui no Brasil, a DGRV tem dois projetos. Um deles tem foco nas cooperativas agropecuárias e ocorre nos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo e Espírito Santo. Ele também tem, ainda, a Argentina como componente.

O outro é um projeto estruturado para a América Latina e Caribe. No caso do Brasil, ele foi inserido como um dos países-foco da atuação da DGRV, junto às cooperativas de crédito e de energia renovável.

 

Do que trata esse estudo que acaba de ser divulgado?

Esse estudo pretende entender quais os pontos mais importantes para desenvolver as cooperativas de energia renovável e, por isso, fizemos uma mostra em três países com diferentes estágios de desenvolvimento.

O primeiro deles é o Brasil, que já tem uma regulação constituída e conta com cooperativas de geração distribuída em funcionamento. O Chile é o segundo, porque a regulação desse setor, lá, está prestes a ser sancionada, já que o país também possui algumas iniciativas individuais, não formalizadas em cooperativas. E, por último, o México, que não possui nem cooperativas, nem regulação específica, mas apresenta grande potencial para geração distribuída.

 

Porque incluir o Brasil no estudo?

Um dos objetivos de colocar o Brasil no escopo do projeto foi para entender o que já foi feito na área de energias renováveis envolvendo cooperativas, quais lições podem ser aproveitadas e o que deve ser melhorado aqui para que, assim, possamos levar essa experiência para outros países. Vale destacar que esse intercâmbio tem sido muito importante para a troca de experiências entre os países, porque, às vezes, pelos pontos fortes ou fracos de algum deles, é possível identificar oportunidades. Neste contexto, o Brasil tem tido um grande papel de liderança e de troca de experiências.

 

Considerando as cooperativas brasileiras, poderia nos dizer um pouco do que o estudo mostra?

Em relação às cooperativas brasileiras o estudo mostra que, aqui, elas têm um ambiente bastante favorável, tanto do ponto de vista de regulamentação quanto no que diz respeito ao ambiente cooperativista e, também, nas questões que envolvem viabilidade econômica.

Mostra, também, que, mesmo com as cooperativas de geração distribuída em funcionamento, o país ainda tem muito espaço para esse tipo de empreendimento. Vimos, também, a necessidade de consolidar esse tipo de modelo de negócio e de divulgar as iniciativas para um maior conhecimento do modelo.

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Prêmio da ANEEL celebra atuação de cooperativas

Foto: Saulo Cruz/MME

Brasília (26/2/19) – As cooperativas de distribuição de energia elétrica fizeram bonito na edição do Prêmio IASC 2018 – Índice ANEEL de Satisfação do Consumidor – que reconhece as distribuidoras mais bem avaliadas pelos consumidores residenciais, numa pesquisa de opinião realizada em todo o Brasil no ano passado. A cerimônia de premiação ocorreu nesta segunda-feira, na sede da Agência Nacional de Energia Elétrica, em Brasília.

A Cooperativa de Eletrificação Lauro Müller (Coopermila), de Santa Catarina, ficou em primeiro lugar na categoria até 10 mil associados; a Cooperativa Regional de Energia e Desenvolvimento Ijuí Ltda (Ceriluz), do Rio Grande do Sul, levou a melhor em duas categorias: acima de 10 mil associados e total geral; e a Cooperativa de Eletrificação de Ibiúna e Região (Cetril), faturou o primeiro lugar no ranking das maiores permissionárias em crescimento (2016/2017).

Além disso, a única cooperativa concessionária de distribuição de energia do país, a Cooperaliança, ficou entre as finalistas da Categoria Sul e Sudeste acima de 30 mil até 400 mil unidades consumidoras.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, avaliou a premiação. “As cooperativas mostram ao país, mais uma vez, o quanto o cooperativismo é capaz de transformar as realidades. Elas levam energia elétrica aos lugares onde nenhuma grande empresa se preocupa em chegar e as notas mostraram que o nosso modelo de negócios é o que mais se importa com as famílias. É por isso que a nota média das cooperativas permissionárias (75,84) superou em mais de nove pontos percentuais a nota média das concessionárias que foi de 66,33. Isso quer dizer que, no ranking da Aneel, onde a opinião do consumidor é o que mais importa, das 17 melhores distribuidoras de energia do país, 16 são cooperativas”, comemora Márcio Freitas.

 

PREMIAÇÃO

A cerimônia contou com a presença do diretor-geral da ANEEL, André Pepitone, dos diretores Rodrigo Limp, Sandoval Feitosa, Efrain Pereira e Elisa Bastos, além do ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, e, também, representantes do movimento cooperativista brasileiro.

Pepitone destacou que o prêmio é realizado há 16 anos e possui uma metodologia madura. “O IASC já é uma tradição no setor elétrico e representa uma avaliação sob o olhar atento do consumidor, que está cada vez mais exigente por um serviço de qualidade e cabe a nós, como órgão regulador, exigir esse nível de excelência no serviço”, disse.

 

PESQUISA

A pesquisa foi realizada pela empresa Praxian Business & Marketing Specialists, no período de 17 de setembro a 14 de dezembro de 2018. Foram entrevistados 23.446 consumidores residenciais, de forma presencial domiciliar, de 608 municípios atendidos pelas 92 distribuidoras, sendo 54 concessionárias e 38 permissionárias.

Divulgado anualmente pela ANEEL desde 2000, o Iasc retrata o grau de satisfação do consumidor em relação à qualidade dos serviços prestados pelas distribuidoras de energia elétrica e tem o propósito de estimular a busca pela melhoria contínua. A ANEEL premia desde 2002 as distribuidoras mais bem avaliadas, desde que seja atingido um escore mínimo de 60 pontos.

Desde abril de 2017, com fundamento nos Procedimentos de Regulação Tarifária – Proret, a variação anual do Iasc faz parte do componente de qualidade do fator X nas revisões tarifárias periódicas das concessionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica. (Com informações da ANEEL)

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Cooperativa Mirim recebe prêmio nacional

Brasília (28/2/19) – Você já ouviu falar que a educação pode mudar o mundo? Pois é, o cooperativismo acredita que isso é possível, sim, e pelo resultado do 12º Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável, essa ideia vai longe! É que o Instituto Sicoob ficou em primeiro lugar na categoria Empreendedorismo Educacional, com o programa Cooperativa Mirim, que contou com o apoio do Sescoop na elaboração de sua metodologia.

A premiação ocorreu em Curitiba, no dia 12/2, e reconhece iniciativas inovadoras sustentáveis que contribuem para o desenvolvimento da sociedade. E onde é que a educação entra nisso? Simples: o programa busca incentivar alunos a se unirem voluntariamente visando satisfazer aspirações e necessidades educacionais, sociais e culturais comuns por meio da vivência e prática do cooperativismo. E quando muitos se juntam para cooperar em prol da realização de um sonho, a realidade é apenas consequência do aprendizado obtido graças à construção coletiva.

Essa é uma das conquistas dos alunos que participam do programa Cooperativa Mirim. Eles são instruídos por um professor orientador que dá todo auxílio na condução e coordenação dos processos de gestão da cooperativa escolar dos jovens. As tarefas são realizadas pelos próprios alunos que desenvolvem competências, hábitos e atitudes por meio de uma prática pedagógica que dissemina os princípios do cooperativismo e empreendedorismo, harmonizando-os aos interesses da comunidade e, por fim, obtendo responsabilidades sociais, morais e econômicas.

Ao assumirem esses papeis na gestão e na liderança de um projeto pedagógico cooperativo, os jovens não só aprendem a atuar nesse modelo de empreendimento coletivo, mas também a serem pessoas comprometidas com o sucesso do outro e do país.

 

INFLUÊNCIA

Solange Pinzon de Carvalho Martins, que tem em sua trajetória os cargos de conselheira e presidente do Instituto Sicoob, além de também presidir o Sicoob Meridional, cooperativa que é referência na execução do programa Cooperativa Mirim, destaca que a conquista serve como reconhecimento de um trabalho sério desenvolvido há anos.

“Esse prêmio veio coroar um belíssimo trabalho iniciado lá atrás e que, a cada dia, cresce em importância, dada a relevância na formação de nossos futuros líderes. Uma criança que vivencia um trabalho baseado na cooperação e assimila os valores do cooperativismo certamente se tornará um cidadão capaz de transformar e influenciar o mundo em volta dele”, avalia Solange.

 

PROFISSIONALISMO

O superintendente do Instituo Sicoob, Luiz Edson Feltrim, reconhece que a premiação é fruto da atuação da equipe que se dedica, com profissionalismo, para divulgar a cultura cooperativista por meio de várias iniciativas, entre elas, a Cooperativa Mirim, que tem feito diferença onde é aplicada. “O prêmio recebido é motivo de orgulho para todos nós do Instituto Sicoob”, enfatiza Feltrim.

 

SOBRE O PROGRAMA

O Programa Cooperativa Mirim está voltado para a formação de crianças e jovens e seu foco de atuação é a experiência comunitária, fortalecida pelo desenvolvimento da cooperação, da cidadania, do protagonismo e da autonomia, habilidades requeridas para a participação na vida pública. Para realizar seus objetivos, promove aprendizagens que favoreçam a iniciativa, a comunicação, a sociabilidade, a liderança e a reflexão dos estudantes sobre a sua prática, a partir de pressupostos cooperativistas. (Fonte: Coleção Trajetórias Cooperativas - Guia do Professor Orientador, pág 12)

 

SESCOOP/PR

No Paraná, o Instituto Sicoob existe desde 2004 com o objetivo de difundir a cultura cooperativista e promover o desenvolvimento sustentável nas comunidades. Hoje, juntamente com o Sescoop/PR acompanha 19 cooperativas escolares. O Instituto também apoia escolas do Pará na sensibilização de escolas interessadas no programa.

 

SOBRE O PRÊMIO

O Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável reconhece iniciativas inovadoras sustentáveis que contribuem para o desenvolvimento da sociedade. O Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE – Escola de Negócios) é o responsável pela premiação e tem como princípio a realização de ações que incentivem a inovação sustentável. (Com informações do Instituto Sicoob)