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Gerentes, assessores e o superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), Luís Tadeu Prudente Santos, participam nesta sexta-feira (1/8), da Oficina de Planejamento do Sescoop com o objetivo de construir participativamente da segunda reformulação orçamentária, atendendo às demandas do Conselho Nacional da instituição. O evento que se encerra neste sábado, analisa e ajusta as atividades programadas para este segundo semestre.
Na abertura do evento, o superintendente Luís Tadeu ressaltou a importância de se alinhar, conhecer e promover melhorias nas ações do Sescoop, estruturando uma agenda de trabalho até o final deste ano. Já o gerente geral Ryan Carlo Rodrigues do Santos, relacionou as principais datas referentes à apresentação de resultados do Sescoop, tendo em vista os prazos requeridos pelos órgãos de controle do Sistema S. Ele anunciou que o Sescoop terá que publicar todas as atividades realizadas a cada ano.
Segundo o presidente do Sescoop, Márcio Lopes de Freitas, que participou da oficina no início da tarde, é importante rever o volume de atividades, melhorar a comunicação e fortalecer ações mais sinérgicas. “Precisamos fazer o que é viável e melhor a qualidade dos resultados do Sescoop”, disse Freitas ao destacar a mudança no sistema de governança do Sistema Cooperativista Brasileiro, que vai exigir mais eficiência e resultados.
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O sistema cooperativista é reconhecido como um modelo socioeconômico baseado na união de pessoas, capaz de integrar desenvolvimento econômico e bem-estar social. Em todo o mundo, é referencial de participação democrática, solidariedade, independência, justiça social e autonomia. No Brasil, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) é a instituição do governo federal responsável, há 44 anos, pela difusão desses valores, fundamentais para a economia do País.
“Num país com dimensão continental, como o Brasil, as diferenças regionais são marcantes do ponto de vista da distribuição e concentração da riqueza. O cooperativismo é o único meio de gestão pública capaz de agregar cada vez mais pessoas no processo econômico, fazendo com que elas trabalhem e compartilhem ganhos”, declarou o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Mapa, Márcio Portocarrero.
A atuação do ministério abrange o fomento, promoção e definição das políticas públicas dos 13 ramos do cooperativismo, não se restringindo ao setor agropecuário. As ações do governo federal, em cada ramo do segmento, incluem desde a qualificação da mão-de-obra até a melhoria do processo de gestão das cooperativas.
O presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Márcio Lopes de Freitas, reconhece o trabalho que o Mapa vem desenvolvendo, para o setor cooperativismo, ao longo de quase cinco décadas. “Neste momento de comemoração dos 148 anos do Mapa, o Sistema OCB manifesta o seu reconhecimento por uma história de construção e apoio do ministério ao setor agropecuário, em especial ao cooperativismo”, declarou. Ele também destacou a atuação de lideranças do Mapa como defensores do cooperativismo na esfera federal e a promoção de pesquisas e políticas agrícolas que incentivam todo o setor.
O diretor do Departamento de Cooperativismo e Associativismo da Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Mapa (Denacoop/SDC), Paulo Roberto da Silva, destaca três programas em execução nos últimos cinco anos: o Programa de Desenvolvimento das Cooperativas das Regiões Norte e Nordeste (Norcoop), o Programa Nacional de Desenvolvimento da Agroindustrialização de Cooperativas (Interagro) e o Programa de apoio à Integração Cooperativa no Mercosul (Prosul).
Norcoop - Iniciado em 2004, o Programa de Desenvolvimento das Cooperativas das Regiões Norte e Nordeste já beneficiou mais de duas mil cooperativas distribuídas em 16 estados. O programa atua na melhoria da qualidade de vida e na elevação da renda dos produtores por meio do fortalecimento e reestruturação do cooperativismo nas duas regiões.
Interagro - Nos dois anos de execução do Programa Nacional de Desenvolvimento da Agroindustrialização de Cooperativas, já foram disponibilizados mais de R$ 2 milhões para apoio à formação de novas agroindústrias cooperativadas, aplicação de procedimentos de intercooperação e alavancagem de recursos para o cooperativismo agropecuário. O setor é responsável por 30% da produção de grãos do País, com um faturamento de cerca de R$ 25 bilhões.
Prosul - Com o objetivo de promover a integração do cooperativismo entre os países do Mercosul, o Prosul tem contribuído, desde 2003, para a articulação dos aspectos legislativos e regulamentares das atividades produtivas do cooperativismo entre os países desse bloco econômico. Também oferece suporte técnico e financeiro à participação brasileira na Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul (RECM). Neste segundo semestre, o Prosul adquiriu maior destaque já que o Brasil ocupa a presidência Pro Tempore do Conselho do Mercosul.
De acordo com Paulo Roberto, algumas ações promovidas pelo Denacoop são comuns a todos os programas que visam ao desenvolvimento do cooperativismo. Um deles é o Cooperjovem, que incentiva a participação dos jovens brasileiros nos 13 ramos do cooperativismo. “O setor precisa da participação dos jovens na administração de projetos, planos de ação e também das próprias cooperativas. Eles trazem idéias novas e contribuições importantes para o segmento”, defendeu.
Nessa mesma linha, encontra-se o Coopergênero, que promove a igualdade entre homens e mulheres no setor cooperativista. O programa apóia ações de capacitação e geração de renda, com base no desenvolvimento sustentável, estimulando a participação da mulher na cadeia produtiva.
Dados da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), apontam 7,6 mil cooperativas vinculadas à organização. São 25 milhões de brasileiros atuando no cooperativismo de consumo, crédito, agropecuário, educacional, especial, habitacional, infra-estrutura, mineral, produção, turismo e lazer, saúde, trabalho e transporte. A Regi&ati"
O presidente da Comissão de Cooperativismo da Ordem dos Advogados do Brasil – Secção São Paulo (OAB/SP), Antonio Luís de Alvares Otero, acredita que as cooperativas de transporte podem ser um importante instrumento para a redução do trânsito em São Paulo e, também, contribuir para o cumprimento da Lei Seca (11.705/08). Otero elaborou anteprojeto de lei sobre o assunto, que sugere a utilização das cooperativas de transporte para transportar pessoas em grupos, de ponto a ponto, mediante tarifas diferenciadas, de acordo com a distância do trajeto, o tamanho do grupo e a qualidade (conforto) do veículo utilizado.
“Acredito que a sugestão seja excelente para a população e melhor ainda para os bares e restaurantes, pois em vez de alimentar a polêmica em torno da lei, oferece uma alternativa fácil e rápida que permite que esta seja cumprida em todo o seu necessário rigor. Rigor este que, aliás, é muito justo, já que é indiscutível que o consumo de álcool não se coaduna com a condução de veículos, sendo elementar o objetivo da lei de oferecer segurança à coletividade”, argumenta o presidente da Comissão do Cooperativismo da OAB/SP.
Otero ressalta que as cooperativas representam mais de 40% do transporte na cidade de São Paulo, estando aptas a realizar tal “serviço essencial” de maneira eficiente, segura e quase imediata. Bastaria o interesse (e mobilização) da sociedade e a permissão do Poder Público para que fizessem o serviço.
De acordo com a sugestão, as cooperativas poderiam recolher grupos de pessoas e levá-los a pontos comuns ou de “transbordo”, em horários fixos ou alternativos, ainda que de madrugada. As cooperativas também poderiam atuar em caráter “circular” nas áreas de maior movimento (ex.: Vila Olímpia, Vila Madalena, Jardins), ainda que de madrugada. O maior movimento justificaria o início imediato de planos piloto, para acostumar a população.
Para Otero, as instituições ligadas a bares e restaurantes poderiam disponibilizar os serviços de “ponto a ponto” para seus clientes, mediante contratos com as cooperativas, nos termos da legislação em vigor e mediante a permissão do Poder Público.
O advogado chama a atenção para os riscos de a Lei Seca não ser obedecida caso o Poder Público e a sociedade não se mobilizarem para oferecer alternativas viáveis ou opções confortáveis para os consumidores. “A lei pode ser desobedecida por muitos e restar obsoleta, ou o contrário, será obedecida pelos mesmos, o que lhes retirará o conforto e a segurança. Duas situações antagônicas que não interessam para ninguém. Sejamos, pois, um pouco mais criativos e imediatamente pró-ativos”, solicita Otero.
Pessoas ou instituições interessadas em conhecer o anteprojeto de lei podem enviar mensagem para
Vinte professores da rede pública do Distrito Federal participam até amanhã (1º/8) do curso de Formação de Multiplicadores do Programa Cooperjovem. A capacitação de 40h acontece no Recanto das Emas (DF) e tem a coordenação do Sindicato e Organização das Cooperativas do Distrito Federal e da unidade estadual do Sescoop/DF e conta com apoio do Fundo Solidário de Desenvolvimento Cooperativo (Fundecoop).
O multiplicador do Programa Cooperjovem é o educador que após participar da oficina tem a responsabilidade de retornar a sua unidade escolar e repassar a metodologia e a cultura da cooperação aos professores. Esses serão responsáveis pela disseminação do Programa.
O curso, que tem o poio da Gerência de Desenvolvimento em Gestão (GEADG) do Sescoop, promove uma reflexão sobre o trabalho do professor em sala de aula no ambiente do ensino fundamental e preparação prévia das atividades a serem desenvolvidas. Além disso, os participantes tem conhecem a história do cooperativismo, princípios, valores e a estura organizacional do setor. A construção participativa é outro item trabalhado pelos professores, futuros multiplicadores do projeto.
Segundo o gerente da GEADG, José Luiz Pantoja, cabe ao professor servir-se da metodologia participativa, usando a criatividade e aproveitando cada situação para transformá-la em vivências e conceitos que facilitem a compreensão do que está sendo aprendido.
“O professor tem papel fundamental no programa. É ele quem vai trabalhar o conteúdo em sala de aula e envolver os alunos na cultura da cooperação. Com isso, a criança descobrirá os valores e princípios cooperativistas, e ainda praticará a ajuda mútua, a cooperação, a solidariedade em pequenos gestos do dia-a-dia”, finaliza o gestor.
"Na abertura do Fórum Regional: Líderes Pensando o Futuro, o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski, fez uma explanação sobre o cooperativismo e as perspectivas para o setor agropecuário brasileiro. O evento, que ocorreu na tarde de terça-feira (29/7) no Cietep, em Curitiba (PR), reuniu lideranças empresariais paranaenses.
Segundo Koslovski, a agropecuária do Paraná tem grande potencial, com elevados níveis de produtividade, mas alguns gargalos colocam em risco a competitividade do setor. "O aumento nos custos de produção, pressionado pela forte alta dos preços dos fertilizantes, e a infra-estrutura comprometida são problemas que precisam ser resolvidos", alertou. "Para ampliar e modernizar a infra-estrutura paranaense é preciso viabilizar investimentos de R$ 5,8 bilhões", lembrou o dirigente, citando estudo realizado pela Ocepar. "Um investimento deste porte eliminaria os principais gargalos do estado, com obras de recuperação e expansão em ferrovias, rodovias, portos, aeroportos e energia".
Cooperativismo - O presidente da Ocepar enfatizou ainda o crescimento da participação dos paranaenses nos empreendimentos cooperativos. "Atualmente, cerca de 2,1 milhões de paranaenses estão ligados a cooperativas. O cooperativismo tem uma presença importante no Paraná e está crescendo de forma constante", disse. Koslovski lembrou o intenso trabalho de aprimoramento de mão-de-obra que vem sendo realizado pelas cooperativas, por meio do Sescoop-PR (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo) e demais entidades do Sistema S. "É preciso destacar a contribuição do Sistema S para a melhoria da qualidade da mão-de-obra, o que por conseqüência amplia as oportunidades de trabalho para milhares de paranaenses". Segundo o presidente, o Fórum Regional alinha ações e aproxima diferentes setores da economia do Estado. "Estamos cientes de que o planejamento e o trabalho em parceria é o que fará a diferença num projeto de desenvolvimento a média e longo prazo", concluiu.
Outras capitais - O Fórum Regional: Líderes Pensando o Futuro acontece em 11 capitais do País: Belém, Recife, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Belo Horizonte, Porto Alegre, Palmas, Salvador, Florianópolis e Brasília. Além de Curitiba, outras duas edições do Fórum Regional já ocorreram, respectivamente, em Belém e Recife. Esses eventos constituem-se em uma marca da busca pela inovação e inserção do Fórum entre as lideranças empresariais brasileiras. "Nosso objetivo aqui é trocar idéias e discutir o futuro do papel do empresário e das lideranças empresariais no Brasil. O que as entidades empresariais fazem nesse estado é exemplo para o Brasil", afirmou o presidente do Conselho Curador do Fórum de Líderes, Luiz Fernando Levy. Confira a datas dos próximos fóruns regionais: Ceará, dia 14 de agosto, Goiás, 27 de agosto, Minas Gerais, 8 de setembro, Rio Grande do Sul, 17 de setembro, Tocantins, 24 de setembro, Bahia, de 2 de outubro, Santa Catarina, 13 de outubro, e Brasília, 4 de novembro. A inscrição em um dos fóruns deve ser feita pelo e-mail:
A Unimed Campo Grande (MS) conquista, pelo quarto ano consecutivo, o selo de Responsabilidade Social, por promover ações socialmente responsáveis com nível diferenciado de qualidade. A certificação faz parte da Política Nacional de Responsabilidade Social Unimed e é um incentivo para que todas as cooperativas do sistema contribuam para uma sociedade mais justa, ética e comprometida com o desenvolvimento sustentável.
O selo identifica aquelas que promovem ações socialmente responsáveis em sua gestão e é um importante diferencial para todo o mercado, que reconhece e valoriza as empresas com essa postura. Neste ano, a Unimed Campo Grande se destacou nas ações para o Publico Interno e Clientes, tendo como uma das maiores pontuações os valores e transparências da organização.
O Coordenador de Educação Cooperativista e Responsabilidade Social, Júlio Cesar Gouvea de Souza, disse que o relatório emitido no processo de certificação contribuiu significativamente para a conclusão de que ainda há um longo caminho a ser trilhado. “Estamos contentes com a conquista do selo, porém, temos a consciência de que há muito trabalho em relação ao desenvolvimento de projetos com os nossos fornecedores e com a comunidade local, estabelecendo programas que ultrapassem as portas da cooperativa e tragam desenvolvimento sustentável por meio de ações com o meio-ambiente, na geração de renda, e na promoção da educação, da cultura e da saúde”, finalizou. (Fonte: OCB/MS)
Difundir o seguro rural, ampliar a oferta de recursos privados dirigidos ao financiamento do agronegócio, aperfeiçoar e criar mecanismos de apoio à produção, comercialização e ao abastecimento interno.
Estes são os desafios da Secretária de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (
O Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2008/2009 apresenta diretrizes de incentivo à produção para esta safra, dentro dos objetivos de assegurar apoio ao setor, permitir seu crescimento sustentável e promover liquidez ao produtor, a partir da diminuição dos riscos e impactos do aumento dos custos de produção.
As principais metas do PAP 2008/2009 são a renegociação da dívida agrícola, com medidas que abrangem R$ 75 bilhões; o incremento de 12% na oferta de crédito rural, para R$ 65 bilhões (com destaque para os recursos a juros controlados, de 6,75% ao ano, que superaram em 20% o ofertado na safra anterior); e, a criação do Produsa um programa para a recuperação de áreas degradadas de pastagens pelas práticas sustentáveis de produção.
Seguro Rural: fundamental na gestão de risco - A importância do seguro rural como instrumento de política agrícola levou à criação do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, em 2003, pela Lei 10.823. A necessidade de proteger a lavoura contra os riscos de perda favoreceu o crescimento das subvenções: em 2005, foram aplicados R$ 2,3 milhões em subvenção, em 2006, R$ 31,1 milhões, e R$ 61 milhões em 2007.
Para a safra 2008/2009 foram aprovados R$ 160 milhões para o Programa. Com a aplicação destes recursos, há expectativa de que, em
Financiamento privado do agronegócio - Os instrumentos de política agrícola têm se aperfeiçoado com vistas à maximização da qualidade do retorno dos recursos públicos empregados. Nessa nova fase, a aposta foi na sensibilização do setor privado para o fato de o investimento em agricultura ser um negócio seguro e rentável. Com essa perspectiva foi criada, em
Em 2004, foram lançados os Certificados de Direitos Creditórios do Agronegócio (CDCA), as Letras de Crédito do Agronegócio (LCA) e o Certificado de Recebíveis do Agronegócio (CRA). Esses são títulos de refinanciamento, instrumentos que permitem aos agentes financiadores da atividade rural (bancos, cooperativas e empresas do agronegócio) alavancarem seus orçamentos.
Regulamentados pela Lei 11.076, esses papéis têm contribuído para uma mudança no perfil do financiamento do agronegócio brasileiro. A idéia &eacut"
O Encontro de Jovens Cooperativistas da Regional Sudeste, realizado no final de semana, em Bertioga, teve a participação de 78 jovens de 17 cooperativas paulistas. Foi o terceiro encontro regional do projeto Juventude Cooperativista, fechando um processo que mobilizou cerca de 175 jovens, representantes de 34 cooperativas nas regiões Oeste, Nordeste e Sudeste do Estado de São Paulo.
Com o tema “Diálogos da Juventude com o Cooperativismo”, os encontros proporcionaram debates acerca da atuação nas cooperativas e definiram os participantes da 2ª turma da Formação de Jovens Lideranças. O superintendente administrativo-financeiro do Sistema Ocesp/Sescoop-SP, Aramis Moutinho Jr., e o diretor do ramo consumo da Ocesp, Márcio Blanco do Valle, participaram do evento em Bertioga.
“Os participantes do Comitê de Jovens Cooperativistas tiveram uma atuação muito importante nestes encontros regionais. Eles acompanharam o planejamento, produção e execução das atividades. Sem eles não conseguiríamos os bons resultados que alcançamos”, diz Caroline Garcia, coordenadora do projeto Juventude Cooperativista.
Experiência – Um dos 15 membros do Comitê de Jovens Cooperativistas, Altanir Netto participou dos três encontros regionais e destaca o aprendizado adquirido. "A participação nesse processo tem sido muito valiosa para mim, pois estou adquirindo muitos conhecimentos para minha vida pessoal e profissional. O cooperativismo é um estilo de vida”, destaca o jovem. Para Netto, a participação no programa também possibilita o exercício da responsabilidade e da representatividade. “Fui escolhido para representar outros jovens no comitê e tenho sempre essa responsabilidade em mente. Por isso procuro me dedicar bastante nas atividades”, diz Netto, 20 anos, que trabalha há três anos na Credicitrus, no setor de atendimento.
Além da 2ª turma da Formação de Jovens Lideranças e das reuniões mensais do Comitê de Jovens, o 2º semestre deste ano também terá mais uma edição do Encontro Estadual de Jovens Cooperativistas. (Fonte: Ocesp)
"A primeira etapa dos Esportes Cooperativos de Minas Gerais (Coopsportes), uma realização do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais e da unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/MG), começa nesta sexta-feira (01/08), no Sesc Venda Nova.
Mais de 350 atletas de 18 cooperativas se inscreveram. A proposta é despertar no Sistema o interesse pela prática da cooperação, estimulando a participação de dirigentes, empregados e associados do segmento mineiro, contribuindo assim para o desenvolvimento da prática desportiva.
O campeonato acontece em três fases: a primeira de 1 a 3 de agosto; a segunda de 22 a 24 do mesmo mês e a última fase de 19 a 22 de setembro. Os atletas vão disputar nas categorias A (até 35 anos) e B (acima de 35 anos) as seguintes modalidades: atletismo, futsal, futebol society, peteca, vôlei, tênis de Mesa, truco, xadrez e dama.
Os dois primeiros colocados da primeira e segunda etapa serão classificados para as finais dos jogos. A abertura da primeira etapa será feita pelo presidente do Sistema, Ronaldo Scucato. Todas as informações sobre o Coopsportes estão disponíveis no site www.ocemg.org.br. (Fonte: Ocemg)
A aula inaugural do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas no estado do Espírito Santo foi realizada no último sábado (26/7),
O professor ainda destacou a importância da unidade dentro do cooperativismo. "É importante que os alunos entendam que no cooperativismo dependemos uns dos outros e por isso precisamos puxar para o mesmo lado”,diz Pachecão.
O presidente do Sistema OCB-Sescoop/ES, Esthério Colnago agradeceu aos parceiros e falou da importância do programa. “Este é o programa mais importante do cooperativismo capixaba, precisamos formar lideranças para o futuro do cooperativismo, e para isso temos que capacitar esses jovens”.
A técnica da gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão, Sheila Reis, prevê bons resultados no programa capixaba. “O programa tem todos os elementos necessários o sucesso, pois as cooperativas estão envolvidas e tem gestores conscientes da necessidade de formar novos líderes para o cooperativismo local”.
Cooperjovem – na sexta-feira (25) foi lançado pelo Sistema OCB-Sescoop/ES o programa Cooperjovem em escolas públicas, na escola municipal de ensino fundamental Irmã Adelaide Berthoci no município de São Gabriel da Palha. O lançamento contou com apresentações culturais dos professores e de alunos. Nessa escola, o programa vai atender a crianças com uma faixa etária entre 6 e 14 anos. (Fonte: OCB-Sescoo/ES)
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A unidade estadual do Rio Grande do Sul do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/RS) abriu inscrições para cursos gratuitos. Podem participar empregados e associados de cooperativas regulares junto à Ocergs. Interessados devem preencher a ficha de inscrição disponível no site www.ocergs.com.br, no link “No Sescoop/RS aprender não custa nada”. No mesmo local, é possível adquirir mais informações e o programa dos cursos.
No dia 5 de agosto será oferecido em Porto Alegre, o curso Gestão de Pessoas em Cooperativas. No dia 16 o tema será Liderança Cooperativa, e acontece em Uruguaiana. Já nos dias 21 e 22, em Getúlio Vargas haverá curso sobre Conselho de Administração e o mesmo tema será tratado nos dia 29 e 30 em Uruguaiana. Dias 26 e 27, em Porto Alegre, acontece o curso de Dicção e Oratória . No dia 10 de setembro haverá curso sobre Balanço Social,em Porto Alegre. Mais informações podem ser adquiridas pelo telefone (51) 3323-0043 ou pelo e-mail
No próximo fim de semana os jovens da Cooperativa dos Alunos da Escola Agrotécnica Federal de Satuba (Coetagri) e do Ramo Crédito darão continuidade as aulas do Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas. A iniciativa é do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), com a coordenação da unidade estadual do Sescoop Alagoas.
A turma da Coetagri terá aula sobre Empreendedorismo com o professor André Oliveira, durante o sábado. Já a turma das cooperativas do Ramo Crédito terá aula de Legislação com Aracy Castro, no sábado, e de Cultura Organizacional com André Saad, no domingo.
O Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas tem duração total de dois anos. No fim do curso, haverá ainda a aplicação de um projeto de conclusão do curso, que consiste na elaboração de um plano de negócios para abertura de uma cooperativa. A primeira turma foi formada em setembro do ano passado.
O programa desperta o interesse pelo negócio cooperativo, capacita jovens para gerir esse negócio de forma competitiva, exercendo seu papel de liderança. Mais que tudo, prepara a juventude para encarar com confiança os desafios do mercado de trabalho. (Com informações da assessoria OCB-Sescoop/AL)
O Simpósio das Unimeds do Estado de São Paulo (Suesp) catalisou o registro e a regularização de diversas cooperativas paulistas de saúde para a Organização das Cooperativas do Estado de São Paulo (Ocesp). Segundo o superintendente administrativo-financeiro da organização, Aramis Moutinho, reuniões marcadas após o simpósio, no inicio deste mês, avançaram no processo de regularização das Unimeds de Birigui, Araçatuba, Cruzeiro, Barretos, Ibitinga, Mococa e das intrafederativas do Oeste e do Sudeste do estado.
“A importância de as cooperativas se registrarem está na unidade de representação do sistema. Com mais cooperativas unidas, por conseqüência maior representatividade, o sistema ganha força e seus pleitos costumam ser mais exitosos”, avalia Moutinho, lembrando que as cooperativas registradas também se beneficiam dos serviços prestados pela unidade de São Paulo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop-SP). “Elas passam a ter uma valiosa ferramenta de formação profissional, acompanhamento e promoção social”, complementa.
Se a sua Unimed ainda não foi visitada para efetuar a regularização, contate a Superintendência Administrativo-Financeira da Ocesp, pelo telefone (11) 3146-6201. (Fonte: Ocesp)
A idéia de desenvolver uma metodologia adequada e eficiente para disseminar as publicações produzidas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), voltadas à gestão de cooperativas, motivou 25 representantes das unidades estaduais das regiões Sul, Sudeste e Nordeste a participarem do II Workshop de Gestão, nesta quinta-feira e sexta-feira (24 e 25/7), em Brasília (DF). Eles trabalharam em grupos e discutiram quatro vertentes que poderão ser adotadas: cursos, palestras, seminários e oficinas.
"A intenção é atender de forma eficiente e ágil todas as cooperativas que fazem parte do Sistema OCB", diz a coordenadora de Capacitação da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão (GEADG) da OCB, Soraya Santos. Ela explicou que o Sescoop produziu duas séries de publicações: A primeira, intitulada Gestão Cooperativa, conta com manuais sobre organização social; governança cooperativa e gestão por indicadores. A outra série é formada por Manuais de Gestão, que abrangem os seguintes temas: viabilidade do negócio; contabilidade; marketing, produção e serviços; orçamento e finanças; gestão de pessoas e responsabilidade social. Em breve, segundo Soraya, será concluído um documento com todas as diretrizes de divulgação, inclusive com os resultados do I Workshop de Gestão, que aconteceu em abril deste ano.
O gerente de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão do Sescoop,
O evento foi conduzido pelo professor universitário Homero Reis. Ele é consultor, mestre em Educação e coach Empresarial pela Newfield Consulting (Venezuela) e pelo Instituto Tecnológico de Estudos Superiores de Monterrey (México). O evento aconteceu no Carlton Hotel, na capital federal.
"Amanhã (26/7) o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no estado do Espírito Santo (Sescoop/ES), dará inicio ao Programa de Formação de Jovens Lideranças Cooperativistas. A aula inaugural do projeto está marcada para as 10h, na Câmara Municipal de São Gabriel da Palha (ES).
A técnica de capacitação da Gerência de Apoio ao Desenvolvimento em Gestão, Sheila Reis, vai participar do evento, que contará ainda com o professor “Pachecão. Ele conhecido como o precursor do estilo aula show que tem como objetivo estimular o estudante e estabelecer um propósito sólido, simpático e de fácil assimilação no aprendizado.
O programa de Formação de Jovens Lideranças abre uma porta para o desenvolvimento de habilidades e competências voltadas para o papel do líder. Além de exercer a liderança, os jovens terão a perspectiva de gerir o negócio cooperativo de forma competitiva.
" “A habilidade de ler as conexões e de conectar os pontos é o verdadeiro valor agregado oferecido pelo jornalista. Se não virmos as conexões, não veremos o mundo”. Inspirados nessa assertiva de Thomas Friedman, duas dezenas de assessores de comunicação participaram do workshop de jornalismo econômico programado pela Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc) e patrocinado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), nesta semana, em Florianópolis (SC).
O workshop objetivou aperfeiçoar as habilidades para apuração e elaboração de matérias econômicas, foi ministrado pelo jornalista Eugênio Esber, editor das revistas Amanhã (economia) e Aplauso (cultura) de Porto Alegre e coordenado pelo assessor de comunicação da Ocesc, Marcos A. Bedin.
Informações, abordagens e matérias jornalísticas de natureza econômica boa parte do trabalho cotidiano dos assessores de comunicação das cooperativas de Santa Catarina. Por isso, os conteúdos foram definidos com o intuito de dar aos profissionais que atuam nas áreas de comunicação do sistema Ocesc/Sescoop maior capacidade de entender e interpretar os fatos econômicos, aptidão para relacionar os fenômenos econômicos aos interesses e particularidades do cooperativismo, no que couber; melhor capacidade de interlocução externa, especialmente com jornalistas especializados dos principais veículos e melhor condição para interlocução interna com as principais fontes/dirigentes cooperativistas.
Entre os temas abordados, situaram-se indicadores antecedentes e o agronegócio, PIB, informação econômica e o jeito correto de interpretá-la, cooperativismo e os conceitos/ferramentas de gestão que estão em voga no ambiente corporativo, elementos de política monetária e cambial (inflação, juros, crescimento, câmbio, o papel do Banco Central e seus principais instrumentos de ação), contas externas, elementos de política industrial e o cooperativismo, cenário monetário internacional, desempenho das empresas (cifras, números e confusões), comércio internacional, mercado de capitais, entre outros. (Fonte: Ocesc)
"A Cocamar vai investir R$ 35 milhões na construção de uma unidade de co-geração de energia em seu parque industrial, em Maringá. A previsão é que as obras de edificação tenham início até o meio do ano e fiquem prontas em meados de 2009, suprindo inicialmente 60% da demanda das indústrias, de 13 MW/h.
Conforme explicou o superintendente industrial, Celso Carlos dos Santos Júnior, 90% dos recursos serão financiados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a cooperativa já fez a aquisição de alguns dos principais equipamentos, como uma caldeira de alta pressão e temperatura, que vai substituir a atual, além de turbina e gerador.
Décima quinta empresa do Paraná que mais demanda energia elétrica, a Cocamar é considerada consumidora livre por parte da Copel, o que lhe permite adquirir energia de qualquer fonte. A cooperativa responde por ¼ do consumo de Maringá, cidade de 320 mil habitantes. (Fonte: Cocamar)
Um grupo 26 jovens de Santo André (SP) participarão do Aprendiz Cooperativo, programa de aprendizagem da unidade de São Paulo do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/SP) baseado na Lei Federal 10.097. O lançamento da turma, que é a segunda do projeto, aconteceu neste mês.
O programa vai os jovens para trabalhar na Coop, cooperativa de consumo da cidade. Terá a duração de um ano e meio, com três módulos: Recursos Humanos, Logística e Almoxarifado. Os alunos têm quatro dias de aulas práticas e um dia de aula teórica por semana. O objetivo é difundir a educação cooperativista e preparar uma próxima geração de cooperados.
Jorge Augusto de Souza Pereira, assistente do Núcleo de Aprendizagem Profissional do Sescoop/SP, diz que também estão em andamento as aulas do Aprendiz Cooperativo na sede do Sescoop-SP, para 16 alunos, que começaram a cursar em 13 de junho.
A Lei 10.097 determina que, no contrato de aprendizagem, o empregador se comprometa a assegurar ao maior de 14 e menor de 18 anos, inscrito em programa de aprendizagem, formação técnico-profissional metódica, compatível com o seu desenvolvimento físico, moral e psicológico, e o aprendiz, a executar, com zelo e diligência, as tarefas necessárias a essa formação. (Fonte: Ocesp)
Grupos de quatro, depois, de seis; em seguida, só de homens, e só de mulheres, misto, cada participante se identificando para os presentes, de formas diferentes, com muita movimentação de todos que estavam na abertura do II Worshop de Gestão, organizado pela Gerência de Apoio e Desenvolvimento em Gestão (GEADG) do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo. O evento que começou nesta quinta-feira (24/7) tem a participação de 25 representantes das unidades estaduais das regiões Sul, Sudeste e Nordeste, além do Tocantins, que somente pode estar presente nesta edição do workshop.
Ao ser apresentado pelo gerente José Luiz Niederauer Pantoja, o gerente Geral do Sescoop, Ryan Carlo Rodrigues dos Santos, deu as boas vindas aos participantes e ressaltou a necessidade de se alinhar estratégias e padronizar procedimentos, embora respeitando as diferenças regionais, tendo em vista os desafios colocados para o Sistema S na atualidade. Afirmou que terá um papel de elo entre a diretoria e as áreas técnicas da unidade nacional, bem como com as unidades estaduais do Sescoop, de modo a suprir as necessidades de interlocução, nacionalmente.
O gerente José Luiz Pantoja, da GEADG, ressaltou o objetivo do encontro, de apresentar resultados, pois ao final, espera-se a apresentação de uma proposta em documento que oriente todas as unidades estaduais nas estratégias de utilização do material didático destinado às cooperativas, bem como sua aplicação e avaliação pelos participantes dos cursos. Na oportunidade, Pantoja explicou o acordo do Sistema S com o governo federal e destacou a importância do alinhamento das ações do Sescoop para atender às novas demandas institucionais, visando a um padrão de itinerário formativo e, com isso, um projeto pedagógico, com avaliação de impacto.
Ainda sob a dinâmica de discussão em grupos, seguida de uma plenária, os participantes manifestaram suas expectativas em relação ao evento, conduzido pelo consultor educacional Homero Reis. Os quatro grupos reforçaram os objetivos propostos pelo workshop. Destacaram também a oportunidade de integração, do intercâmbio de experiências, da educação cooperativista com o diferencial da cooperação e princípios correlatos, além da necessidade de se implementar ações enquanto um sistema nacional, com produtos que mostram na prática a unidade da marca Sescoop diante dos diferentes públicos – sócios, trabalhadores e familiares, bem como indicadores de resultados.
Segundo Pantoja, cada grupo dispõe de uma estação de trabalho e ao concluir os debates sobre o conteúdo exposto em cada tela, os participantes mudam de mesa onde encontram outro tema para discussão. “Assim, todos terão oportunidade de colaborar com o todo”, assinalou. O workshop segue até amanhã com a discussão em quatros grupos.
"Com dois agentes regionais já fazendo o trabalho de campo, o núcleo avançado do Sistema Ocesp/Sescoop-SP em Ribeirão Preto deve abrir sua sede no próximo mês. Os agentes, que têm função de consultores técnicos em cooperativismo, estão se aproximando das cooperativas da região, conhecendo suas demandas, apresentando os produtos e serviços oferecidos e colaborando com o desenvolvimento dos empreendimentos.
A iniciativa em Ribeirão faz parte de um processo de regionalização do Sistema, que dividiu o estado de São Paulo em cinco macrorregiões: Marília, São José dos Campos, Piracicaba, Ribeirão Preto e São Paulo. Cada uma delas terá pelo menos um agente próprio, para atender às demandas de todos os ramos cooperativistas.
“Em Marília e Piracicaba, esses técnicos devem começar a atuar em um mês”, adianta Cassiano Faria, coordenador dos núcleos regionais. “O grande objetivo é fazer a conexão entre o Sistema e as cooperativas, para entender melhor as realidades regionais e contribuir no aprimoramento da gestão e desenvolvimento das cooperativas”, complementa. (Fonte: Ocesp)