Notícias representação
Florianópolis (31/8/21) – Uma noite de celebração, regada a lembranças e reencontros. Os 50 anos da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) foi celebrado com uma confraternização, realizada nesta semana. O evento foi restrito a poucas pessoas e seguiu todos os protocolos sanitários exigidos pelo Estado por conta da pandemia de covid- 19. A entidade completa meio século de história e representação das cooperativas catarinenses neste sábado (28), data em que foi constituída no ano de 1971.
O presidente da OCESC, Luiz Vicente Suzin, recepcionou os convidados e, ao fazer sua manifestação, fez um resgate histórico dos feitos da OCESC, além de agradecer a todos os que se dedicaram ao desenvolvimento da Organização, que hoje é referência na defesa do cooperativismo em Santa Catarina. “Aproveito para agradecer o trabalho dos meus antecessores, com a certeza de que cada um deles deixou sua marca nessa história”, destacou.
Suzin também enfatizou o papel de representação da OCESC no apoio às cooperativas que, a cada ano, apresentam melhores resultados e estimulam a economia local. “É um prazer seguir nessa caminhada ao lado de tantas pessoas que compartilham nossas crenças e reforçam, dia após dia, a nossa esperança em sermos capazes de construir uma sociedade cada vez mais justa e produtiva”, complementou. Autoridades presentes no evento também manifestaram o reconhecimento pela passagem dos 50 anos da OCESC.
Na ocasião, o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Moacir Solpelsa; o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico e Sustentável, Luciano José Buligon; e o presidente da Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina (ALESC), deputado Mauro de Nadal, ressaltaram a relevância do cooperativismo em Santa Catarina, o número de empregos diretos gerados pelo setor, além do papel da OCESC como principal agente de suporte para o sistema.
INSTITUCIONAL
O evento também foi marcado por dois importantes lançamentos em celebração ao cinquentenário: o livro com a trajetória dos 50 anos da OCESC e a produção audiovisual, que também faz um resgate da história. O livro traz uma síntese das últimas cinco décadas, relembrando os principais fatos do sistema cooperativista catarinense. O vídeo narra o passar dos anos desde a fundação da OCESC em 1971 até os dias de hoje.
ACESSE
Ambos os trabalhos já estão disponíveis nos canais da entidade. Acompanhe:
- Livro: http://expressao.com.br/ebooks/livro_ocesc_50anos/
- Filme: http://www.ocesc.org.br/arquivos/ocesc50anos.mp4
(Fonte: Sistema OCESC)
Brasília (31/8/21) – O movimento Agro Fraterno continua a crescer e a apresentar resultados positivos em todo o país. A iniciativa liderada pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), pelo Sistema CNA/Senar e pelas entidades do Instituto Pensar Agropecuária (IPA) foi elogiada pelo deputado Celso Maldaner (SC), diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), na sexta-feira (27).
“Mais do que em outros momentos, é de suma importância projetos como o Agro Fraterno, que fazem chegar até nossos produtores rurais uma ajuda básica. Quando todos se unem, tudo fica mais fácil. Não podemos abandonar nossa gente. Sem alimento não há vida. Temos que dar a mão para aqueles que com suas mãos plantam e produzem o que vai para a mesa dos brasileiros”, afirmou o parlamentar.
Maldaner lembra que a pandemia da Covid-19 assolou drasticamente todo o mundo, inclusive os pequenos agricultores. “Grande parte da produção agrícola e pecuária é realizada por pequenos produtores rurais, mas com a pandemia diversos municípios entraram em estado crítico, gerando grandes prejuízos para a população”.
O Agro Fraterno conta com a participação voluntária de produtores, empresas e entidades ligadas ao setor agropecuário do Brasil. Também conta com o apoio da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e do ministro da Cidadania, João Roma, que participam pessoalmente de seu desenvolvimento. As doações são livres e podem ser feitas com cestas de alimentos, com recursos ou com alimentos.
Até o início do mês de agosto, apenas pelas cooperativas do Sistema OCB, haviam sido arrecadadas 273.938 cestas básicas. O número corresponde a 89.739 toneladas de alimentos destinados a mais de um milhão de pessoas no país e corresponde a R$ 20,7 milhões em recursos financeiros. Além disso, os cooperados arrecadaram 1.350 agasalhos e cobertores para doação aos mais necessitados.
Brasília (30/8/21) – O cooperativismo de plataforma já é uma realidade fora do país e está começando a ganhar força aqui no Brasil. É por isso que o Sistema OCB está preparando o lançamento do curso sobre esse assunto, que ocorrerá no dia 14/9, durante a Semana InovaCoop. O curso será ministrado pelo professor e diretor da Escoop, Mario de Conto e a ideia é preparar as cooperativas para atuarem com mais força e resultados nesse mundo dos aplicativos e plataformas.
Segundo o professor, o objetivo é apresentar a economia de plataforma, as profundas transformações que ela vem acarretando e propor – por meio do cooperativismo de plataforma – um modelo em que a propriedade e a gestão da plataforma é de seus usuários. “Faremos isso através da apresentação de conceitos e, também, de práticas mapeadas em diversos países. Queremos, ao final, apresentar ferramentas que auxiliem as coops já constituídas e grupos interessados a estabelecer plataformas estruturadas sob os princípios do cooperativismo”, explica Mário de Conto.
INCRIÇÕES: O curso que já está recebendo inscrições terá momentos de interação com professores e aulas gravadas, disponibilizadas na maior plataforma de desenvolvimento profissional do cooperativismo brasileiro: a Capacitacoop. Para garantir a vaga, o interessado deve se inscrever, clicando aqui.
PROGRAMA
Módulo 1: Capitalismo de Plataforma: Aborda as transformações do capitalismo, o surgimento da economia de plataforma e seus aspectos (criação de valor e efeitos de rede) e, também, como essa estratégia pode ser incorporada pelas coops. Apresenta, ainda, a tática das plataformas, provocando a reflexão a respeito das estratégias que podem ser adotadas. Utilizam-se exemplos de empresas brasileiras que utilizam a estratégia de plataformização.
Módulo 2: Cooperativismo de Plataforma: Contextualiza o cooperativismo de plataforma. Apresenta conceituação e classificações. Aborda a Legislação brasileira no que diz respeito às formas de financiamento, governança digital, escala e cooperativa multistakeholder.
Módulo 3: Cases de cooperativas de plataformas: Apresentação de cases de Cooperativas de Plataforma e sua contextualização segundo o Direito brasileiro, apontado desafios e oportunidades. Cases: Stocksy, Mensakas, Coopcycle, UpandGo e Fairbnb.
Módulo Extra: Geração de Modelo de Negócios: Aborda as possibilidades de elaboração de modelo de negócios considerando a natureza e os princípios das organizações cooperativas e as características dos negócios de plataforma. Apresenta a ferramenta de geração de modelo de negócios customizada para proposição de cooperativas de plataforma.
SOBRE A SEMANA INOVACOOP
Ela ocorre entre os dias 13 e 17 de setembro com conteúdos exclusivos que prometem agregar muito valor ao dia a dia das cooperativas do país. Além de palestras, workshops e apresentação de cases, o evento também contará com lançamentos de produtos e serviços. Para saber mais detalhes acesse o site da Semana InovaCoop: https://semanainova.coop.br.
Brasília (27/8/2021) - Agora é lei: as cooperativas estão autorizadas a usarem livros e fichas digitais. Esse passo importante na simplificação dos processos de escrituração, e na adequação do setor à realidade digital, veio com a sanção da Lei nº 14.195/21 pelo presidente Jair Bolsonaro. A lei é originária da Medida Provisória 1040/21, que trata da modernização do ambiente de negócios, inclusive das sociedades cooperativas. E valer ressaltar, o Sistema OCB atuou fortemente na discussão da pauta, destacando as particularidades do cooperativismo, e para isso contou com o apoio direto do deputado Evair de Melo (ES) e da senadora Soraya Thronicke (MS), que são integrantes da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
De acordo com a Lei 5.764/1971, as cooperativas devem contar com os livros para registro de matrícula, atas das assembleias e registro de presença dos associados, atas dos Órgãos de Administração e do Conselho Fiscal, entre outras ações, como registros fiscais e contábeis, que são obrigatórios.
Normas societárias
Outro ponto importante – Foram vetados os dispositivos que extinguiam as sociedades simples e, consequentemente, o texto que equiparava as cooperativas a todas as sociedades empresariais. Com isso, ficam preservadas todas as normas societárias atuais do modelo cooperativista, inclusive as regras de direito tributário aplicáveis às cooperativas. Da mesma forma, são mantidas as normas previstas em legislações específicas do cooperativismo, as quais já eram preservadas pelo projeto a partir de sugestão feita diretamente pelo Sistema OCB com o objetivo de preservar as especificidades do modelo de negócios cooperativo.
Outros pontos de modernização
Com a sanção, as cooperativas também ficam autorizadas a emitir Nota Comercial, título de crédito extrajudicial, de livre negociação – neste caso emitido exclusivamente sob a forma escritural. E isso, elas podem fazer por meio de instituições autorizadas a prestar o serviço de escrituração pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
E tem mais: a lei traz novas facilidades para abertura e registro de novos negócios e facilita a liberação de licenciamentos em empreendimentos de baixo risco.
Para unidades do Sistema OCB – outro ponto a ser destacado diz respeito à permissão para realização de Assembleia Geral Ordinária (AGO) remota também para associações, contribuindo para a segurança jurídica também nesse ponto.
Texto completo
Você pode conferir o texto completo aqui.
Brasília (26/8/21) – O deputado Jerônimo Goergen (RS), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), afirmou que apresentará parecer favorável ao Projeto de Lei 2541/2021. A proposta prorroga por mais cinco anos o prazo de desoneração da folha de pagamento para os setores que mais empregam no Brasil, o Regime de Contribuição Previdenciária sobre a Receita Bruta (CPRB). Nessa quarta-feira (25/8), a medida foi discutida na Comissão de Finanças e Tributação (CFT) onde está sendo analisada.
“Estamos iniciando uma trajetória para que a desoneração da folha se torne uma realidade definitiva. Ela já havia sido prorrogada até dezembro em função da expectativa em torno da Reforma Tributária. Trata-se de um tema estrutural e que não pode mais continuar sendo tratado como emergencial”, declarou o parlamentar.
O autor do projeto, deputado Efraim Filho (PB), também membro da Frencoop, afirmou que o prazo de cinco anos foi pensado para que, durante esse período, governo, setores envolvidos e Congresso possam negociar um modelo definitivo para equilibrar os impostos que incidem sobre a folha de pagamento e a manutenção de empregos.
“Dizer que quem emprega tem que pagar mais imposto é errado, é um equívoco que precisa ser revisto. A desoneração precisa ser pensada como uma política ampla de médio e longo prazo que atinja, inclusive, todos os setores. Enquanto isso não é possível, precisamos manter o que já existe. Muitos setores produtivos dependem desse estímulo para continuar empregando e não demitir mais pessoas”.
Atualmente, 17 setores são beneficiados pela Lei, entre eles os de proteína animal. A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), uma das entidades representativas da cadeia da avicultura e da suinocultura, em conjunto com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), apresentou nota técnica em favor da aprovação da proposta.
As duas cadeias produtivas geram, segundo a nota, mais de 4 milhões de empregos diretos e indiretos e mais de R$ 120 bilhões em VBP (Valor Bruto de Produção), além de ocupar a liderança mundial nas exportações de carne de aves e o quarto lugar entre os maiores exportadores de carne suína, somando cerca de 5 milhões de toneladas em volume total.
“Se a política de desoneração não for mantida, o setor com certeza sofrerá muitos prejuízos. É preciso considerar que desde o início da pandemia da Covid-19, as indústrias assumiram inúmeros custos de produção para minimizar os impactos na cadeia e no campo. Sem essa política, pelo menos 120 mil famílias de pequenos produtores que abastecem tanto o mercado interno quanto externo podem sem diretamente impactadas”, explica Márcio Lopes de Freitas, presidente da OCB.
Além da nota técnica, a OCB também é uma das 17 entidades signatárias de ofício encaminhado ao presidente da Câmara, deputado Arthur Lira (AL), solicitando apoio para que o projeto seja votado em regime de urgência pela Casa. O ofício destaca ainda que esses segmentos econômicos são responsáveis por 8,5 milhões de empregos diretos e que a desoneração da folha tem sido essencial para o ganho de competividade, preservação e aumento do número de empregos.
Brasília (25/8/21) - A sustentabilidade do Sistema Sindical Cooperativista e o contexto da representação sindical das cooperativas foram debatidos na terceira reunião ordinária da diretoria da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). A reunião virtual ocorreu nesta terça-feira (24/8) e contou com a presença dos diretores Ronaldo Scucato (Fecoop/Sulene), Celso Régis (Fecoop CO/TO), André Pacelli (Fecoop/NE) e Nelson Costa (Fecoopar) e, como convidado, José Merched (Fecoop/Norte).
Foi apresentado o panorama geral da cobrança e da arrecadação da contribuição confederativa 2021. Vale destacar que essa contribuição foi instituída em 2018 para intensificar a integração e o fortalecimento dos sindicatos e das federações da base da CNCoop.
Segundo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é importante que a CNCoop coordene o estudo e o aprimoramento das melhores formas de otimização de receitas e de saúde financeira do sistema sindical cooperativista. “É essencial que, no sistema sindical cooperativista, boas práticas sejam adotadas para que a contribuição confederativa se converta em serviços especializados e em assistência qualificada para as nossas coops em suas relações trabalhistas e sindicais”, avalia.
A reunião virtual também contou com a presença do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, da gerente geral da OCB, Tânia Zanella, da gerente geral do Sescoop, Karla Oliveira, e do corpo técnico da Gerência Sindical da Confederação.
Brasília (25/8/21) – Quando o assunto envolve a produção científica sobre temas que envolvem o dia-a-dia das cooperativas, os brasileiros fazem muito bem o dever de casa. Um exemplo disso é que dos 181 artigos a serem apresentados durante a Conferência Mundial de Pesquisa em Cooperativismo, 19 são verde-e-amarelo.
Neste ano, a Conferência será realizada em formato híbrido, entre os dias 28 e 30 de novembro, em Seul, na Coreia do Sul. A organização fica a cargo do Comitê de Pesquisa em Cooperativismo da Aliança Cooperativa Internacional (CCR) – instância da ACI responsável pela cooperação com o setor acadêmico e tem como membros pesquisadores de trinta países.
Vale dizer que o evento antecede o 33º Congresso Mundial do Cooperativismo, que será realizado também em formato híbrido, em parceria com as organizações cooperativistas coreanas.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, essa é a maior participação já registrada do cooperativismo brasileiro na conferência da ACI que, neste ano, tem o seguinte tema: Aprofundando nossa Identidade Cooperativa.
Também é importante ressaltar que os colaboradores do Sistema OCB foram os autores da maioria dos artigos selecionados. Do total, 4 são de autoria de pesquisadores da unidade nacional da OCB; quatro, do Sistema Ocemg; um, do Sistema OCB/MT; e, um, do Sistema OCB/MS.
“Quando a gente vê um resultado como esse, no qual temos o Brasil despontando com um dos maiores pesquisadores em cooperativismo do mundo, temos a certeza de que a união entre teoria e prática vale a pena. De um lado temos a validação do que as cooperativas fazem e, do outro, a constatação de que a rotina de uma cooperativa é um campo vasto para a pesquisa acadêmica”, ressalta Renato Nobile.
Além disso, é essencial destacar que pesquisadores vinculados à Escoop, à Universidade Federal de Viçosa, à PUC-PR, à UFSC, à Unesc e à UFRA também tiveram artigos aprovados. E, ainda, representantes do Sicoob e do Sicredi completam o time que apresentará os trabalhos sobre o cooperativismo brasileiro.
QUER SABER MAIS?
Os estudos produzidos no Brasil serão disponibilizados em inglês e espanhol pela Aliança Cooperativa Internacional no mês de dezembro deste ano. Para obter mais informações sobre a Conferência acesse o site oficial do evento: https://ccr.ica.coop/en/events/ica-cooperative-research-conference-cooperative-identity.
Brasília (25/8/21) – O comportamento de consumo de alimentos mudou! E quais são os impactos nos negócios agro? A resposta para esta pergunta foi o tema da segunda live da série Estratégia e Inovação no Cooperativismo, com Marcos Fava Neves, realizada hoje, pelo canal do Sistema OCB, no Youtube.
O evento contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e dois convidados especiais: do presidente da Subway, no Brasil, Philippe de Grivel, e do diretor da Minerva, Francisco Assis.
O apresentador explicou que o objetivo desse segundo debate é focar no que está acontecendo no mundo e que vai alterando o perfil do e, ainda, como essas mudanças podem ser traduzidas em estratégia de mercado.
Já o presidente do Sistema OCB explicou que a série de lives tem o propósito de preparar cada vez mais os líderes das cooperativas para esses desafios que batem à porta todos os dias.
Philippe de Grivel, por sua vez, compartilhou um pouco do conhecimento sobre os consumidores da marca global de restaurantes, que já soma mais de 40 mil unidades no mundo (1,7 mil aqui no Brasil). “Nossa conexão com o agro é muito forte, pois o nosso produto é comida, vegetais, grãos, frutas e carnes. Para nós, ter o agronegócio saudável e sustentável é um ponto crítico para o nosso sucesso. Sem ele, a gente não sobrevive”, destacou.
O diretor da Minerva, Francisco Minerva, discorreu sobre como a marca está vendo o movimento do consumidor e sua atuação no sentido de manter e ampliar mercados, com base em estratégias de dados, digitalização e sustentabilidade.
ASSISTA
Para rever ou assistir a live, basta clicar aqui.
Brasília (4/6/20) – O fortalecimento do Sistema Sindical Cooperativista e as estratégias de representação sindical foram debatidos na primeira reunião ordinária da nova diretoria da Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop). A videoconferência ocorreu nesta quinta-feira (4/6) e contou com a presença de todos os diretores.
Segundo Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, que integra a CNCoop, com o cenário de calamidade pública desde o início de ano, “é primordial a adequação da atuação sindical, em âmbito nacional, visando a integração das entidades da base da CNCoop, em prol de toda a categoria econômica das cooperativas”. Para o líder cooperativista, o momento exige união de esforços e sintonia entre todos os elos do Sistema Sindical Cooperativista.
A reunião virtual contou com a presença dos diretores Ronaldo Scucato (Fecoop Sulene), Celso Régis (Fecoop CO/TO), André Pacelli (Fecoop NE), Nelson Costa (Fecoopar), Edivaldo Del Grande (Fescoop/SP) e, ainda, do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, da gerente geral da OCB, Tânia Zanella, e do corpo técnico da Confederação.
Brasília (23/8/21) – O Hacking.Rio – maior hackathon da América Latina, que ocorrerá de 15 a 17 de outubro está confirmado e conta com o apoio do Sistema OCB/RJ. Serão 42 horas de programação. Além de gratuito, a cada inscrição realizada serão plantadas árvores na Amazônia, sendo assim um evento com selo Carbono Zero.
Uma maratona que vai reunir as melhores equipes, mentores especialistas e instituições de ensino de todo o Brasil e países de língua portuguesa em busca de soluções relacionadas aos 17 ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU e que colaborem para o desenvolvimento sustentável das comunidades.
INSCREVA-SE
Vem hackear com a gente. Para participar, basta se inscrever aqui.
Brasília (20/8/21) - O deputado Zé Silva (MG) destacou, nesta sexta-feira (20), durante audiência pública na Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), que a agricultura brasileira é sustentável e precisa mostrar isso ao mundo. O evento foi realizado a pedido do próprio parlamentar para debater propostas que o país levará à Conferência do Clima (COP 26) em novembro, na cidade de Glasgow (Escócia). “O Brasil tem consciência e é capaz de produzir com equilíbrio ambiental. Nosso agro é sustentável e precisa ser reconhecido como tal”, afirmou.
Diretor da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Zé Silva explicou que propôs o debate para que o Brasil possa ter uma agenda integrada entre o Executivo, o Legislativo, o setor produtivo e os parlamentos de outros países para que sua participação na conferência seja realmente efetiva. “Na COP 25, a anterior a essa, sentimos falta dessa agenda integrada. O mundo está nos acompanhando. Queremos que o Brasil tenha uma posição de destaque no evento e não que seja visto apenas pelas exceções. Nesse sentido é urgente que o Congresso Nacional priorize o debate e a aprovação de leis ambientais. ”.
A audiência contou com a participação de secretários do Ministério da Agricultura e do Meio Ambiente, além de líderes, entidades e associações representativas do setor agropecuário brasileiro. Marco Morato de Oliveira, analista técnico-econômico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), ressaltou o papel do cooperativismo nas várias frentes organizadas para superar as crises que o país vem atravessando, tanto a climática, como a questão da imagem diante do mundo em relação ao setor agropecuário e o meio ambiente.
“Precisamos mostrar que produzimos com sustentabilidade e nos tornar protagonistas em uma economia neutra de carbono. Com a união entre os poderes, o setor produtivo e a sociedade, focados no discurso e nas ações, temos condições para isso”, declarou. Morato ressaltou também a importância de a cadeia produtiva no Brasil estabelecer como meta o desmatamento ilegal zero, além de valorizar e preservar a biodiversidade.
“Temos que promover a imagem real de sustentabilidade do nosso agro e o seu papel na segurança alimentar para consolidarmos um novo olhar sobre a agricultura brasileira. O Brasil está à frente de inúmeros países e somos referência para o resto do mundo, entretanto, a visão que está sendo propagada não é essa. Temos um ambiente favorável e precisamos promover isso na COP 26”, acrescentou.
Ampliar a relevância e fortalecer a imagem do Brasil perante o mundo também foi a visão passada pelo secretário do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Marcelo Donnini. Segundo ele, o objetivo é “mostrar o Brasil real, que faz acontecer”, além de destacar os acordos que já foram feitos desde a COP 25, em Madri. “Estabelecemos uma agenda com muitos contatos bilaterais com os principais países que concorrem para o avanço da agenda climática”, explicou.
O secretário destacou ainda que o Brasil terá na conferência o maior stand físico já produzido pelo país, além de um estúdio em Brasília, que realizará transmissões diárias dos mais diversos casos de sucesso de políticas associadas ao tema. “É muito relevante ampliar e fortalecer a comunicação com as outras nações e parte desse caminho é mostrar que aqui as coisas dão certo. Isso passa credibilidade”, enfatizou.
Brasília (20/8/21) – Uma audiência pública marcou, nesta quarta-feira (18/8), o início dos trabalhos na Comissão Especial, na Câmara dos Deputados, que tem o objetivo de estabelecer uma linha de argumentos para o parecer ao Projeto de Lei 7419/2006, que trata da saúde suplementar no país. O deputado Hiran Gonçalves (RR), é o relator da comissão especial. O presidente da Unimed do Brasil, Omar Abujamra, foi um dos expositores e representou o cooperativismo, nos debates sobre a cobertura de procedimentos.
Abujamra discorreu sobre os números do Sistema Unimed, os fundamentos dos planos de saúde, a questão da avaliação de tecnologias em saúde (ATS) como pilar de atualização do rol de procedimentos e trouxe questões para a reflexão e o debate dos parlamentares sobre como alcançar os melhores resultados possíveis para a saúde dos pacientes.
Entre os temas abordados esteve, por exemplo, a questão do reforço à Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS) como um fundamento essencial à formulação política da saúde suplementar e à atualização do marco regulatório.
“A Avaliação de Tecnologias em Saúde busca prover segurança, eficácia e custo-efetividade dos recursos oferecidos, sustentabilidade dos sistemas de saúde e, principalmente, o acesso equânime, isto é, a garantia de que as tecnologias incorporadas estarão disponíveis a todos os beneficiários que precisarem delas”, explicou o dirigente.
Esse entendimento foi acompanhado pelas demais entidades representativas do setor presentes à audiência, como a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde). A Confederação e ambas as participantes reforçaram, enfaticamente, a necessidade de se encontrar um equilíbrio na incorporação de novas coberturas, intento de parte significativa dos mais de 200 apensos ao Projeto de Lei (PL) nº 7.419, que propõe alterações na Lei nº 9.656 (Lei dos Planos de Saúde).
Outras questões levantadas na reunião, e que devem pautar os trabalhos daqui para a frente, são os critérios para atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, produtos com coberturas assistenciais mais flexíveis e a necessidade de se trazer mais previsibilidade e segurança jurídica ao mercado.
“Ainda que a discussão dos temas de saúde mobilize nossos afetos e precise ser conduzida com sensibilidade social, cabe à Comissão garantir o equilíbrio frente ao ímpeto de ampliar concessões sem considerar seus impactos”, acrescentou Omar. E pontuou: “Para que o novo marco regulatório seja efetivo no papel de garantir direitos e preservar a sustentabilidade do setor, é preciso considerar que coberturas afetam o custo; custos geram o preço; e o preço define o acesso aos planos de saúde”.
Buscando ressaltar a necessidade de uma discussão racional, mas que caminhe lado a lado com a compreensão do papel social dos sistemas de saúde, o presidente da Unimed do Brasil relembrou ainda fundamentos estruturantes dos planos de saúde, como o mutualismo, a repartição simples das despesas, o cálculo atuarial como base da precificação e o princípio da boa-fé contratual que deve prevalecer na relação entre contratantes e operadoras.
ATUAÇÃO
O Sistema OCB e o cooperativismo de saúde brasileiro atuarão fortemente, junto aos parlamentares, para que os trabalhos da comissão possam gerar frutos que fortaleçam a saúde suplementar brasileira e ampliem a proteção aos beneficiários, a valorização dos profissionais e observância ao modelo cooperativo.
RAMO SAÚDE
Com mais de meio século de existência, o cooperativismo de saúde brasileiro é o maior do mundo e referência para todos os países que desejam avançar no setor de saúde a partir do modelo de negócio cooperativo. Ao reunir profissionais do setor e seus usuários, as cooperativas do ramo têm como objetivo prover ou adquirir serviços focados na preservação, assistência e promoção da saúde humana.
O Ramo também é composto pelas cooperativas médicas, odontológicas e todas as constituídas por profissões classificadas no CNAE como “atividades de atenção à saúde humana”. Também integram o ramo as cooperativas de pessoas que se reúnem para constituir um plano de saúde.
De acordo com Anuário do Cooperativismo Brasileiro, em 2020, o cooperativismo de saúde somou 758 cooperativas. Com mais de 400 mil cooperados, o ramo gerou 116 mil empregos, levando qualidade de vida e desenvolvimento para todas as regiões do país. (Com informações do Sistema Unimed)
Brasília (19/8/21) – De forma preventiva e por recomendação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Conselho Monetário Nacional (CMN) reservou R$ 1,32 bilhões do Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé) para medidas de apoio aos produtores que venham a ser indicadas após avaliação dos efeitos econômicos decorrentes do evento climático.
O valor corresponde a 20% do valor das linhas de Custeio, Comercialização, Capital de Giro e Financiamento para Aquisição de Café (FAC), e 100% do valor da linha de Recuperação de Cafezais Danificados. A OCB tem apoiado diretamente a implementação de medidas para atendimento aos cafeicultores atingidos pelas últimas geadas.
Em abril de 2021, o CMN aprovou a distribuição de recursos, para o ano agrícola 2021/2022, para as linhas de financiamento do Funcafé. Durante o mês de julho de 2021, ocorreram geadas nas principais regiões produtoras de café de Minas Gerais, São Paulo e Paraná, e levantamentos preliminares indicam que foram atingidos cerca de 200 mil hectares de cafezais.
A reserva já tinha sido aprovada pelo Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC) para atender os cafeicultores prejudicados pelas geadas nas últimas semanas. Os recursos fazem parte dos R$ 5,9 bilhões aprovados para aplicação nas linhas de financiamento do Funcafé na safra 2021/2022. Com a reserva, os agentes financeiros terão R$ 4,6 bilhões para as linhas de crédito de custeio, comercialização, capital de giro e aquisição de café. Os contratos estão no final de processamento.
(Fonte: Mapa com informações do Ministério da Economia)
Brasília (20/8/21) – Seus produtos agro estão alinhados com as expectativas dos consumidores? Saiba o que eles esperam da sua coop na segunda live da série Estratégia e Inovação no Cooperativismo, promovida pelo Sistema OCB. O objetivo é debater como e quais oportunidades podem fazer as cooperativas agropecuárias crescerem mais. Para isso, o apresentador Marcos Fava Neves, vai receber convidados especiais para discutir gestão, produtividade e sustentabilidade no agro. O tema da próxima live que ocorrerá no dia 25/8, às 16h, é: Tendências de Consumo de Alimentos e seus Impactos.
E para falar sobre essas novas tendências de consumo e outras novidades sobre mercados, foram convidados o CEO da IPC/Subway, Philippe de Grivel, e o diretor da Minerva, Francisco Minerva. A transmissão ocorrerá no canal do Sistema OCB, no Youtube, e os participantes poderão enviar perguntas aos debatedores. Você não pode ficar de fora. Para participar, basta se inscrever por aqui.
CHINA
A primeira live ocorreu durante a Semana Conexão Coop, quando Fava Neves recebeu a especialista em comércio internacional e integrante da Universidade de Negócios Internacionais e Economia de Pequim, Tatiana Prazeres, e o gerente geral internacional da Aurora Alimentos, Dilvo Casagranda, para falar sobre mercados, exportação e sobre como as coops podem e devem se preparar para o mercado externo.
Para saber como foi, clique aqui.
Belo Horizonte (18/8/21) – F oi divulgada, no dia 5 de agosto, a relação dos aprovados para a segunda edição do Programa Somos Líderes. Entre os 471 candidatos, 70 pessoas foram selecionadas para participarem da formação em liderança promovida pelo Sistema OCB. Minas Gerais se destaca como o estado com maior percentual de candidatos selecionados: 25 pessoas, o que representa 34,29% do total. Em seguida, vem o Rio Grande do Sul e Santa Catarina, respectivamente com 12,86% e 8,57% aprovados.
Os candidatos selecionados seguem para a etapa quatro do Somos Líderes e participam dos cinco módulos da formação de liderança, que abordam pontos como - liderança consciente, inovação, gestão e governança cooperativa, entre outros. A formação tem carga horária total de 60 horas e conta com estratégias educacionais diversas: workshops, mentoria individual, webséries educativas, desafios em grupo, podcasts, tutoria e muito mais.
Ronaldo Scucato, presidente do Sistema Ocemg, ressalta a importância da participação de cooperativistas mineiros no programa Somos Líderes. “Para que o cooperativismo movimento siga crescendo e se fortalecendo, é essencial que haja uma renovação e que cada vez mais jovens sejam preparados para atuarem como líderes em suas cooperativas. Neste sentido, o programa Somos Líderes tem impacto transformador para o futuro do cooperativismo, em Minas e também em todo o Brasil”.
JOVEM LIDERANÇA
A analista da Gerência de Educação e Desenvolvimento Sustentável do Sistema Ocemg, Fabiana da Silva Pereira, foi uma das selecionadas para participar da segunda turma do programa Somos Líderes. Fabiana afirma se sentir honrada em participar do programa Somos Líderes representando a entidade e o Cooperativismo mineiro. “A jornada formativa do Programa até aqui foi incrível, de muito trabalho e dedicação, em diversos conteúdos relevantes sobre liderança, cooperativismo e desafios para o futuro”.
Segundo a analista, para próxima fase, onde participam os 70 jovens finalistas, “a expectativa é grande para as atividades de formação de liderança. E, além do nosso compromisso e empenho em representar as nossas organizações cooperativistas temos, também, a responsabilidade de representar os quase dois mil jovens de todo o país que se inscreveram nessa segunda edição da atividade e acreditam no Cooperativismo”.
Fabiana destaca que o Sistema Ocemg vem constantemente aperfeiçoando e inovando em soluções e produtos formativos para as cooperativas mineiras. “E, dentro da organização, a nossa diretoria preza, e incentiva, a formação continuada dos colaboradores, por meio de cursos, programas e bolsas de estudo. Em mais de 10 anos, já tive a oportunidade de participar de cursos ofertados pela OCB e realizar duas especializações, além de diversos cursos e programas. Nesse momento, me dedico ao mestrado acadêmico”.
De acordo com a analista, “foi incrível ver a torcida e o incentivo dos dirigentes das cooperativas e das unidades estaduais, em especial do Sistema Ocemg, pelos seus jovens inscritos, durante todo o processo seletivo do Programa. O que reforça o compromisso e empenho das nossas lideranças em contribuir com a renovação do Sistema Cooperativista Brasileiro, apoiando o programa Somos Líderes”.
Além de Fabiana, foram selecionados representantes das cooperativas mineiras: CES – Cooperativa Educacional de São Roque de Minas, Sicoob UNI Sudeste, Sicoob Credialto, Sicoob Credichapada, Unimed Sete Lagoas, Cemil, Sicoob Credisudeste, Unimed BH, Sicoob Coopermec, Coprenon, Unimed Federação Minas, Sicoob Ascicred, Sicoob Credinor, Cresol Minas, Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG, Sicoob União Centro Oeste, Cogran, Sicoob Saromcredi e Engecoop-MG.
REPRESENTATIVIDADE E DIVERSIDADE
Reforçando o compromisso do Sistema OCB com a representatividade e a diversidade do programa, o perfil dos 70 aprovados para a segunda turma do Somos Líderes bem é heterogêneo.
Dentre as pessoas selecionadas, 74% são empregadas de cooperativas, 70% têm entre 30 e 35 anos e 61% são mulheres. Pessoas não brancas representam 32% das aprovadas e um dos participantes é uma pessoa com deficiência (PCD). Dentre os sete ramos do cooperativismo, os com maior percentual de aprovados são Crédito (58,57%), Agropecuário (17,14%) e Saúde (11,43%).
PROGRAMA SOMOS LÍDERES
Voltado especificamente para a formação de novos líderes cooperativistas, o Somos Líderes foi criado em 2019 pelo Sescoop Nacional. A iniciativa é focada em jovens entre 21 e 35 anos que acreditam no futuro do cooperativismo e têm como principal objetivo investir na formação e no desenvolvimento de uma geração que vai levar esse modelo de negócios ainda mais longe, tanto no contexto das organizações cooperativas, quanto nas esferas política, econômica e social.
O programa busca preparar o jovem para ser uma liderança do cooperativismo, proporcionando habilidades e competências para o desenvolvimento de uma visão prática da realidade e do dia a dia, a partir de diversas perspectivas sobre o que é ser líder no contexto atual e nos próximos anos.
Para participar, o interessado precisa ter concluído graduação em qualquer área ou estar no último período, e possuir vínculo com uma cooperativa há pelo menos um ano – como funcionário ou cooperado. (Fonte: Sistema OCB)
Brasília (19/8/21) – No ano de 2020 os Seminários Regionais do Ramo Transporte representaram um marco para o cooperativismo de transporte e, em 2021, não será diferente. O primeiro encontro ocorreu nesta terça-feira (17), com cooperativas da Região Norte, e o próximo encontro já tem data marcada para acontecer. Será no dia 2 de setembro, com a participação de representantes do Nordeste. O objetivo do Sistema OCB com essa iniciativa é elaborar, coletivamente, o plano estratégico do cooperativismo de transporte. Para participar, o interessado deve se inscrever (aqui). O evento é online e começa às 15h (horário de Brasília). Confira abaixo o cronograma das próximas edições.
*Programação
- 2 de setembro – Região Nordeste;
-️ 23 de setembro – Região Centro Oeste;
- 29 de setembro – Região Sul;
- 14 de outubro – Região Sudeste;
- 21 de outubro – Nacional.
- 17 de agosto - Região Norte (realizado)
AVALIAÇÃO
Na avaliação do Sistema OCB, os cinco seminários regionais, realizados em 2020, foram um sucesso de público, com mais de mil participantes. Mesmo ocorrendo de forma totalmente virtual, foi possível a troca de experiências, conhecimentos e a concretização de negócios entre as 1093 coops de transporte.
Recife (20/8/21) – Em sessão plenária realizada ontem (19/08), de forma virtual, foi aprovada a criação da Frente Parlamentar em Defesa do Cooperativismo pernambucano, que contará com a coordenação de Waldemar Borges. O deputado já realizou várias iniciativas em prol do cooperativismo estadual, entre elas, o apoio à lei do segmento (Lei 15.688/2015), a homenagem a autoridades do cooperativismo pernambucano, a exemplo da concessão do título de cidadão pernambucano ao presidente da OCB/PE, e o voto de aplauso para as cooperativas de Crédito. A frente terá, ainda, a participação dos deputados estaduais: Aluisio Lessa, Isaltino Nascimento, Erick Lessa, Laura Gomes, Diogo Moraes, Marco Aurélio e Simone Santana.
No estado, são quase 160 mil cooperados, distribuídos em 157 cooperativas dos Ramos Agropecuário, Consumo, Crédito, Infraestrutura, Saúde, Trabalho, Produção de Bens e Serviços e Transporte. O cooperativismo garante ainda mais de 6 mil empregos diretos, além de beneficiar a comunidade e milhares de pessoas indiretamente. No estado de Pernambuco, as cooperativas são representadas pelo Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Pernambuco (OCB/PE) e contam com o apoio técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PE), que atua promovendo a qualificação profissional e o apoio à gestão dessas cooperativas.
“A Frente Parlamentar em Defesa do Cooperativismo visa apoiar e articular a apresentação e a aprovação de proposições legislativas de interesse do segmento cooperativista, bem como provocar um amplo debate sobre o tema atuando de forma conjunta entre os cooperados e a Casa Joaquim Nabuco”, afirmou o coordenador da frente, Waldemar Borges. A frente terá um papel semelhante ao da Frente Parlamentar do Cooperativismo nacional (Frencoop), que atua no apoio a projetos voltados ao cooperativismo brasileiro.
As cooperativas de Pernambuco contribuíram, em 2020, com mais de R$ 135 milhões em tributos de diversas esferas, o que demonstra a importância do segmento para o desenvolvimento da sociedade. Os empreendimentos se destacam em diversos Ramos, a exemplo do Ramo Agropecuário, com cooperativas da agricultura familiar e, também, com as exportadoras de uva da região do Vale do São Francisco. No Ramo Crédito, o estado conta com 63 agências distribuídas em 29 municípios, enquanto que, no Ramo Saúde, há cooperativas que possuem, inclusive, hospitais próprios nos municípios de Recife, Caruaru e Petrolina. A força do cooperativismo têm, inclusive, atraído filiais de cooperativas com sede nos estados: Paraíba, Bahia, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Para o presidente do Sistema OCB/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira, a iniciativa é de grande relevância para o desenvolvimento do cooperativismo estadual. “É um marco porque colocamos o segmento sob o olhar da política de Pernambuco. Isso é importante para que o cooperativismo seja protagonista da sua história. O cooperativismo ganha visibilidade junto à sociedade”, frisou o presidente complementando que o apoio político da frente trará benefícios para os diversos Ramos. “Os políticos colocam seus mandatos a serviço das causas em que acreditam. No caso desses parlamentares da frente, eles estão colocando esses mandatos respectivos também a serviço das cooperativas de Pernambuco, rurais e urbanas, e essas organizações poderão se beneficiar tendo esses parlamentares como defensores dos seus interesses, dos seus pleitos, das suas necessidades”, concluiu Malaquias Ancelmo. (Fonte: Sistema OCB/PE)
Brasília (17/8/21) – Atenção pesquisadores! O prazo para a inscrição dos trabalhos a serem apresentados durante a segunda edição do 2° Encontro Paraense de Pesquisadores do Cooperativismo (EPPC), realizado pelo Sistema OCB/PA, foi prorrogado para o próximo dia 27/8. Os trabalhos podem ser submetidos nos formatos de resumo expandido e artigo. Os três melhores serão premiados, de acordo com o edital.
O 2º EPPC ocorrerá nos dias 16 e 17 de setembro e terá como tema Inovação e Pesquisa: desenvolvendo o cooperativismo paraense. O evento é realizado pelo Sistema OCB/PA em parceria com a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), Universidade do Estado do Pará (UEPA), Universidade Federal do Pará (UFPA), Instituto Federal do Pará/Castanhal (IFPA), Universidade da Amazônia (Unama), Centro Universitário Metropolitano da Amazônia (UNIFAMAZ) e a Universidade de Alicante da Espanha. No encontro, os participantes terão a oportunidade de apresentar o resultado de pesquisas realizadas na área do cooperativismo.
O evento tem como objetivo incentivar e divulgar as pesquisas e trabalhos sobre o cooperativismo, realizadas por discentes e docentes nas instituições de ensino superior, e que contribuem para o desenvolvimento e inovação da educação cooperativista.
TEMAS
As áreas temáticas para a submissão de trabalhos são: Inovação no contexto cooperativista; Governança e Controladoria em cooperativas; Gestão Social: economia solidária e agricultura familiar; Tecnologias sustentáveis e Gestão de Recursos Naturais; Desenvolvimento Rural e Tecnologias Agroalimentares; Economia Social e Cooperativismo nos Territórios Rurais.
O encontro também contará com mesas redondas com as seguintes temáticas: Inovação no contexto cooperativista; Governança e Controladoria em cooperativas; Gestão Social: economia solidária e agricultura familiar; Desenvolvimento Rural e Tecnologias Agroalimentares.
DESENVOLVIMENTO
“O incentivo e a divulgação de estudos voltados para o cooperativismo são fundamentais, tanto para buscar inovações quanto para difundir o sistema e a filosofia do cooperativismo, que é um sistema de produção, um estilo de vida, de coletividade e de comunidade, que precisa ser estudado, reconhecido e valorizado”, explica Ernandes Raiol, presidente do Sistema OCB/PA.
INSCRIÇÕES
O período de inscrição para participar do EPPC segue do dia 16 de julho a 15 de setembro de 2021. Basta acessar o link https://www.even3.com.br/2EPPC2021 e preencher o formulário.
Para submeter artigos completos e resumos expandidos, o prazo é até o dia 27 de agosto, sendo necessário selecionar a opção “Realizar Submissão”, que redirecionará para as opções “submeter”, “regras de submissão” e ao cronograma com o período de submissão dos trabalhos.
Ao clicar na opção “submeter”, será necessário escolher qual a modalidade do trabalho (artigo completo ou resumo expandido), selecionar a área temática que o trabalho pertence, colocar o título do trabalho e adicionar o arquivo do trabalho em PDF.
ATENÇÃO
O trabalho não deve ser identificado, para assegurar a integridade da avaliação realizada pela comissão organizadora. O arquivo NÃO deverá revelar a identidade dos autores, coautores, orientadores e afins, garantindo assim a integridade e imparcialidade do processo avaliativo. Caso haja qualquer forma de identificação, o trabalho será automaticamente desclassificado. Posteriormente, é necessário anexar o mesmo trabalho, desta vez com a identificação de todos os autores. Se aprovado, o trabalho será utilizado na publicação dos anais do evento.
Os trabalhos poderão ter no máximo cinco (5) autores, sendo necessário escolher quem será o apresentador do trabalho e, em seguida, adicionar os demais autores. Para finalizar, basta clicar em “submeter” e o trabalho será encaminhado para a avaliação. (Com informações do Sistema OCB/PA)
Curitiba (16/8/21) – Já estão abertas as inscrições para o próximo Seminário de Direito Cooperativo da Região Sul, que será realizado nos dias 3, 10, 17 e 24 de setembro, em formato on-line. Desta vez, o anfitrião do evento será o Sistema Ocepar. Uma das novidades é que a programação foi distribuída da seguinte forma: serão realizados quatro painéis ao todo, um por dia, com duas horas de duração cada, sempre no período da manhã, contemplando apresentação de palestras e espaço para debates.
TEMAS
Confira os temas dos painéis: Doença ocupacional Covid: decisões dos Tribunais, no dia 3; LGPD e Compliance: responsabilidade e direito dos titulares, no dia 10; Medidas atípicas do processo de execução para recuperação de crédito, alienação fiduciária e decisão do STF, no dia 17; e Gestão eletrônica de documentos e assembleias digitais, no dia 24.
PÚBLICO
O evento é destinado a advogados e assessores jurídicos de cooperativas e das Unidades Estaduais do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Desde sua primeira edição, em 2017, é realizado em cooperação entre os Sistemas Ocepar, Ocesc e Ocergs e tem contado com a participação de representantes do Sistema OCB.
LINK
As inscrições podem ser efetivadas pelo link: https://bit.ly.3CCbPE5.
(Fonte: Sistema Ocepar)
Goiânia (16/8/21) - Mesmo sob os impactos gerados pela pandemia da Covid-19, o cooperativismo cresce forte em Goiás, demonstrando resiliência e capacidade de se manter competitivo. As cooperativas goianas deram um salto significativo em 2020 com o ingresso de 42 mil novos cooperados, passando de 259.316 (2019) para 301.108, um aumento de 16,1%. Os dados são do Anuário Brasileiro do Cooperativismo, recentemente divulgado pela OCB Nacional.
No ano passado, eram 235 cooperativas em atividade no Estado, o que garante à Goiás o sexto lugar no ranking nacional em número de unidades ativas. O número de empregos diretos gerados pelas cooperativas goianas cresceu de 11.895 (2019) para 12.843 (2020), aumento de 7,96%, acima da média nacional no ano. O cooperativismo goiano gera quase 13 mil empregos diretos, também o sexto Estado em número de postos de trabalho no cooperativismo brasileiro.
O modelo de negócio do cooperativismo tem ampla capilaridade no Estado e desempenha papel estabilizador na economia. Mesmo em cenário adverso, como o causado pela pandemia, o setor apresentou bom desempenho em Goiás, com destaque para os ramos do agronegócio e o de saúde, principalmente se comparado às empresas tradicionais nestes mercados.
O total de ativos gerado pelas cooperativas goianas apresentou no ano passado crescimento de 43,3%, saltando de R$ 21,7 bilhões (2019) para R$ 31,1 bilhões (2020). O patrimônio líquido do setor em Goiás cresceu 24,9%, de R$ 5,774 bilhões (2019) para R$ 7,215 bilhões. Outro dado muito significativo do cooperativismo goiano é o das sobras (equivalente a lucro): cresceu 180%. Em 2019, as cooperativas no Estado geraram sobras de R$ 525,8 milhões. Em 2020, foram R$ 1,475 bilhão.
O presidente do Sistema OCB/GO, Luís Alberto Pereira, afirma que o modelo econômico do cooperativismo tende a sofrer menos os impactos das crises, seja nas cooperativas agroindustriais, sejam nos prestadores de serviços. “Isso deve-se, principalmente, pela força do conjunto e pela relação próxima e de confiança entre cooperado-cooperativa. Nesses momentos o cooperado apoia a sua cooperativa e vice-versa”, destaca. “Os números do Anuário do Cooperativismo reforçam essa tese, em especial em Goiás, onde a pujança do agronegócio reverberou nas cooperativas, especialmente nas do agronegócio, de transporte e as de crédito”, enfatiza.
Luís Alberto ainda frisa que o crescimento visto no cooperativismo goiano em 2020 segue avançando em 2021. Esse ano, a quantidade de cooperativas registradas na OCB/GO já saltou de 235 para mais de 250. “Estamos com o projeto Incubacoop Goiás, focado na incubação e aceleração de cooperativas no Estado, dando apoio necessário para que potenciais grupos profissionais se fortaleçam e cresçam adotando o nosso modelo de negócios.”
NO BRASIL
O setor cooperativista brasileiro reúne 17 milhões de cooperados em 4.868 cooperativas, sendo responsável por 455 mil empregos diretos. Em 2020, os postos de trabalho no setor cooperativista aumentaram 6% frente ao ano anterior, mesmo com o forte impacto causado pela pandemia no mercado de trabalho. Convém lembrar que a taxa média de desemprego no País chegou a 13,5% no ano passando, quando foram eliminados 7,3 milhões de postos de trabalho no Brasil.
Já o número de cooperativas brasileiras caiu de 5.314 (2019) para 4.868 em 2020. A redução se explica pelo movimento natural do mercado em busca de ganhos de eficiência e escala e consequente redução de custos, principalmente por meio de fusões e incorporações de empresas. Em Goiás, por exemplo, houve duas incorporações no ano passado: Sicoob Credisaúde e Sicoob Crediforte foram incorporadas pelo Sicoob Crediadag, enquanto a Sicoob Credi-SGPA foi incorporada pelo Sicoob Secovicred.
O Anuário Brasileiro do Cooperativismo é uma importante fonte de dados sobre o setor cooperativista, que podem servir de base para estudos mais específicos e auxiliar no desenvolvimento de políticas públicas e estratégias em benefício do setor e das populações sob sua influência, já que o cooperativismo tem no interesse pela comunidade um de seus princípios. (Fonte: Sistema OCB/GO)