Notícias representação
Brasília (28/7/21) – O cenário internacional, as exportações das cooperativas brasileiras e a possibilidade de acessar novos negócios foram debatidos durante o painel Novos Mercados e Exportação, promovido nesta quarta-feira pelo Sistema OCB, como parte da programação da Semana Conexão Coop, que segue até sexta-feira, dia 30/7.
O painel contou com a presença do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o professor e criador do site Doutor Agro, Marcos Fava Neves, a especialista em comércio internacional e integrante da Universidade de Negócios Internacionais e Economia de Pequim, Tatiana Prazeres, e o gerente geral internacional da Aurora Alimentos, Dilvo Casagranda.
Márcio Freitas destacou que a série de eventos da Semana ConexãoCoop são uma maneira de apresentar as ferramentas que as coops poderão utilizar de agora em diante para acessar novos mercados e que permitiram uma conexão ainda maior. “Utilizem essas ferramentas e, se elas puderem ser melhoradas, vamos melhorá-las. Juntos, a gente pode construir um cooperativismo cada vez mais forte, já que o nosso objetivo é desenvolver e dar mais qualidade de vida para os cooperados”, comenta o presidente do Sistema OCB.
NOVOS MERCADOS
O professor Marcos Fava Neves apresentou um compilado de dados que mostra o comportamento das exportações brasileiras nos últimos 20 anos. Segundo ele, a soja saltou de US$ 4 bilhões para US$ 35 bi. O mesmo aconteceu com a exportação de carnes que cresceu de US$ 1.9 bi para 17,1 bilhão de dólares em duas décadas.
Fava Neves também reforçou que a China é um mercado muito promissor, mas que outros mercados como Turquia, Vietnam, Coreia do Sul, Indonésia e Iran tem tido uma performance muito interessante entre os principais compradores de produtores brasileiros do ano passado para cá. “Temos que fortalecer cada vez mais a nossa entrada nesses mercados como alternativa de crescimento”, defende.
CHINA
Já Tatiana Prazeres, dedicou sua participação para falar do potencial asiático, especialmente o da China como parceiro comercial das cooperativas. Ela explicou que a pandemia tem mudado drasticamente a relação comercial entre os países, mas que dois o Brasil pode aproveitar esse movimento para aumentar suas exportações.
Segundo ela, a China é polo de desenvolvimento econômico mundial e o mercado asiático é inevitável para quem quer expandir. “Esse mercado requer ousadia, qualificação, preparação, investimento e persistência e neste contexto o cooperativismo tem um papel muito importante para ajudar o produtor brasileiro”, explica.
De acordo com a especialista, de 2000 para 2020, o mundo passou a manter muito mais parcerias comerciais com a China do que com os Estados Unidos. Para ela, isso ocorre devido, principalmente, ao aumento da urbanização, à expansão da classe média, ao crescimento da renda per capta, e aos novos hábitos de consumo.
Além disso, Tatiana Prazeres também falou que como a pandemia também acelerou a digitalização e mudou o comportamento dos consumidores, novos modelos de negócios, canais de comercialização e oportunidades surgiram. “É importante olhar pra China não apenas porque é um mercado cada vez mais digital, mas porque é um grande gerador de tendências para o mundo. E isso gera a oportunidade de diversificar as exportações e incluir mais as pequenas cooperativas”, destaca.
DEVER DE CASA
O gerente geral internacional da Aurora Alimentos, Dilvo Casagranda, falou sobre como fazer a exportação acontecer, já que esse é um processo que exige uma clareza de entendimento e o esforço coletivo.
Segundo ele, a Aurora exportava uma média de 8 mil ton mensais em 2000. E, agora, em junho, registrou 48 mil ton exportadas. Esse crescimento só foi possível a partir de uma decisão estratégica em 2010. “Como houve essa decisão, tivemos de canalizar esforços para fazê-la acontecer. É algo que não pode ficar apenas na cabeça da diretoria, mas de todos os cooperados. E, assim, é necessário um planejamento que mostre onde se está, onde se deve ir e como chegar lá”, explicou.
ASSISTA
Ficou curioso para assistir à integra desse painel? Então clica aqui.
Brasília (27/7/21) – A participação das cooperativas em licitações foi um dos temas que deram o tom às discussões da programação da Semana ConexãoCoop, na tarde desta terça-feira (27) e que contou com a participação do secretário-adjunto de Gestão do Ministério da Economia, Renato Fenili, e do coordenador geral de Acesso a Mercados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mateus Rocha.
Renato Fenili anunciou que um portal nacional de contratações públicas, com todas as licitações e processos num único local será lançado no próximo dia 9 de agosto e que as cooperativas podem e devem participar dos editais. Além disso, segundo ele, estima-se que o governo brasileiro destine, para compras púbicas, cerca de 12% do PIB. “As cooperativas precisam participar desse processo, pois são empreendimentos que se coadunam totalmente com o desenvolvimento sustentável”, enfatizou.
Já o representante do Ministério da Agricultura, Mateus Rocha, reforçou que o governo vem evoluindo e buscando caminhos novos para as compras públicas no que diz respeito à agricultura familiar. O coordenador explicou que a pandemia atrasou o calendário de feiras nacionais e internacionais que podem servir de vitrines para as cooperativas, mas que ainda neste semestre será divulgado o calendário de eventos para 2021 e para o primeiro semestre de 2022.
Rocha também lembrou que uma das estratégias do Ministério para estimular a compra dos produtos com origem familiar é o Selo Nacional da Agricultura Familiar, gratuito e que tem um QR Code que conecta o consumidor ao produtor. “O objetivo é mostrar a origem do produto e estreitar a relação entre quem produz e quem consome”, explica. Para saber mais sobre o selo, clique aqui.
Falou ainda sobre o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) que deve investir cerca de R$ 1 bilhão nas compras da Agricultura Familiar. E, ainda, o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), ligado a dois ministérios: Cidadania e da Agricultura. E que tem a linha PAA – Compra Institucional – principal política implementada pelo governo com a devida estrutura de suporte e articulação, capaz de unir oferta e demanda, dar celeridade na divulgação das chamadas públicas e na emissão de documentos obrigatórios.
Atualmente, cerca de metade das cooperativas agropecuárias registradas na OCB tem o perfil de agricultura familiar.
COMPRAS PÚBLICAS
Logo após a fala dos representantes do governo federal, a ferramenta Cooperativas nas Compras Públicas foi apresentada aos participantes do evento virtual. Trata-se de mecanismo de incentivo e inserção das coop no hall dos fornecedores aptos a vender para os governos, criado pelo Sistema OCB.
Funciona assim: você cadastra a sua cooperativa e sempre que surge algum novo edital ou licitação em que ela se enquadre nos critérios definidos na hora do cadastro, é enviada uma notificação avisando.
Além disso, também é possível encontrar todas as informações que a sua coop precisa para ser habilitada a ter o governo como cliente. Clique aqui para acessar a ferramenta.
CURSO
Também foi lançado nesta terça-feira (27/7), o curso EAD Agricultura Familiar nas Compras Públicas. Nele você vai encontrar todas as informações que precisa sobre as modalidades de compras, como participar de editais e licitações, documentos necessários, dicas e muito mais.
O curso é um dos conteúdos gratuitos do site Conexãocoop, onde também é possível encontrar uma cartilha sobre esse mesmo tema. Quer conferir o que tem no curso? É simples, basta acessar por aqui.
ACESSE O EVENTO
E para conferir a íntegra do evento, basta clicar aqui.
Brasília (26/7/21) – Um site onde é possível encontrar, em um mesmo lugar, produtos e serviços de qualidade e exclusivos que vão dar um norte para todas as coops. É assim o ConexãoCoop, lançado pelo Sistema OCB nesta segunda-feira (27/7), durante a abertura da Semana que leva o nome do portal. O lançamento contou com a participação do presidente Márcio Lopes de Freitas, da gerente geral da OCB, Tânia Zanella, cooperativistas e do co-fundador da HSM e autor de bestsellers como Gestão do Amanhã, José Salibi Neto.
O presidente do Sistema OCB destacou que as novidades apresentadas durante o evento, que vai até o fim desta semana (dia 30/7), são fruto das demandas apresentadas pelos mais de 1,5 mil participantes da 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, realizado em 2019.
“Naquela época, colhemos a necessidade das nossas cooperativas e, imediatamente, iniciamos um trabalho muito focado em inovação, sustentabilidade e gestão. Tudo para assegurar o crescimento do modelo cooperativista, bem como a ampliação da participação delas nos mercados. Por isso, hoje, lançamos a plataforma ConexãoCoop, um lugar para nos encontrar e falar sobre tudo o que pode nos tornar ainda mais fortes”, reforça o presidente.
SITE
A gerente geral da OCB, Tânia Zanella, também participou da abertura e apresentou tanto a programação completa da Semana ConexãoCoop, que pode ser conferida aqui. Tânia explicou que o site Conexãocoop nasce com legítimo DNA coop, já que foi desenvolvido pela cooperativa Coopersytem, aqui do Distrito Federal.
Entre os destaques da ferramenta virtual está o calendário de eventos, que registra as iniciativas voltados ao acesso a mercados, tanto os realizados pelo Sistema OCB quanto os promovidos por entidades parceiras. Além disso, também mostra as oportunidades de feiras e missões, nacionais e internacionais, com os respectivos links para inscrição.
Também é possível encontrar informações a respeito de ações pra melhorar a competitividade do cooperativismo e a sustentabilidade do nosso modelo de negócio, como acesso a dados de inteligência de mercado além de informações úteis para exportação, ferramenta de mapeamento de compras públicas, participação de feiras e rodadas de negócio.
ACESSE
Para conhecer, acesse por aqui.
E para saber como foi a palestra de José Salibi Neto, clique aqui.
Brasília (26/7/21) – “Precisamos ser fluentes nas tecnologias que não param de crescer para evitar sermos engolidos por elas ou, ainda, enganados pelas respostas erradas.” Com essa frase, José Salibi Neto, co-fundador da HSM e autor de bestsellers como Gestão do Amanhã, publicação com mais de 60 mil exemplares vendidos, e também do título Estratégia Adaptativa, participou da abertura da Semana ConexãoCoop.
O evento realizado pelo Sistema OCB visa estimular a participação das cooperativas em novos mercados, dentro e fora do Brasil. A programação vai até sexta-feira, dia 30/7.
Salibi que se autodeclarou um entusiasta do cooperativismo falou sobre a necessidade que as organizações têm de se adaptar à tecnologia para se manterem relevantes no dia a dia do cliente. Segundo ele, os consumidores, atualmente, ganham mais e mais protagonismo à medida em que os avanços tecnológicos chegam no mercado.
“Antigamente, o cliente era uma espécie de prisioneiro das empresas; isso mudou. Hoje, ele está no centro do processo. É por isso que é preciso que as organizações gerem e analisem dados. Só assim será possível manter a fidelidade do consumidor”, declara.
Em sua palestra, Salibi apresentou uma linha do tempo com os principais acontecimentos desde 1959 e que provam que a tecnologia usada hoje em dia foi pensada há várias décadas e que a velocidade da transformação das coisas e processos mudou os hábitos de consumo.
De acordo com ele, entre as muitas mudanças registradas pela história humana está questões como o foco no cliente e não mais na concorrência; a competição baseada em dados e transições de mercados e ecossistemas e não mais nas indústrias, e o fato de que inovação não é mais algo ocasional, mas necessário, sistemático e contínuo.
Parafraseando um dos executivos mais admirados do mundo, John Chambers, Salibi explicou o porquê de as empresas de hoje morrerem por fazer muito bem-feito as mesmas coisas durante tempo demais. “Falta reinvenção e inovação.”
SITE CONEXÃOCOOP
A palestra de José Salibi Neto marcou a abertura da primeira edição da Semana ConexãoCoop e o lançamento do site que dá nome ao evento e que tem por objetivo reunir em um mesmo lugar produtos e serviços de qualidade e exclusivos que vão dar um norte para todas as cooperativas, sejam elas de pequeno, médio ou grande porte, e que estejam registradas e regulares na OCB. O site nasce com legítimo DNA coop, já que foi desenvolvido pela cooperativa Coopersytem, aqui do Distrito Federal. Para acessá-lo, clique aqui.
Brasília (23/7/21) – As cooperativas Aurora e Coopervil falaram um pouco sobre suas práticas de gestão, estratégias e planos a coops agro da região Nordeste. O encontro virtual faz parte do projeto do Ministério da Agricultura Apoio à Intercooperação, que conta com a parceria da OCB e que estimula a adoção de cooperativas com pouca experiência em gestão ou com baixa expertise em mercados, por coops que já dominam bem essas áreas. Vale dizer que quem também contribui é o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
O projeto faz parte do programa Brasil Mais Cooperativo, do governo federal, que tem entre seus objetivos o desenvolvimento do cooperativismo agropecuário brasileiro, sobretudo na região Nordeste.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, a intenção do projeto é promover a intercooperação como estratégia para o fortalecimento dos negócios cooperativos, aprimorar as boas práticas de governança e fomentar o acesso a novos mercados. “O objetivo é intercambiar o conhecimento e a troca de experiência entre cooperativas com pouca experiência para aprimorar a gestão/acesso a mercados e cooperativas que possuam expertise nesses temas”, explica.
No ano passado, quando o projeto foi iniciado, 24 cooperativas agropecuárias do Nordeste, denominadas parcerias, foram selecionadas por meio de edital. São elas:
UF |
COOPERATIVA |
SIGLA |
AL |
Cooperativa Agropecuária de Produtores de Leite Familiar da Bacia Leiteira de Alagoas |
COOPAZ |
AL |
Cooperativa de Produção Leiteira de Alagoas Ltda |
CPLA |
BA |
Cooperativa Agropecuária Familiar de Canudos Uaua e Curaca |
COOPERCUC |
CE |
Cooperativa Agrícola Mista de Morada Nova Ltda |
COOPEMOVA |
CE |
Cooperativa Agroecológica da Agricultura Familiar do Caminho de Assis |
COOPERFAM |
CE |
Cooperativa Agropecuária do Trairi Ltda |
COOPERAI |
CE |
Cooperativa Agropecuária dos Agricultores Familiares da Região Norte do Ceará |
COOPENORT |
CE |
Cooperativa Agropecuária dos Produtores Orgânicos da Ibipaba |
COAPOI |
CE |
Cooperativa da Agricultura Familiar de Ocara |
COOAF |
CE |
Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária do Estado do Ceará |
COOPAFESP |
CE |
Cooperativa de Produtores Agricultores e Empreendedores do Estado do Ceará Ltda |
COOPDEST |
CE |
Cooperativa da Agricultura Familiar de Itapajé |
COPITA |
MA |
Cooperativa dos Agricultores Familiares e de Economia Solidária de Vila Nova dos Martírios |
COAFES |
PB |
Cooperativa Agroecológica Mista da Várzea Paraibana |
COMASE |
PB |
Cooperativa Agroindustrial de Piabuçu |
FRUTIAÇU |
PB |
Cooperativa de Ovinocultores da Paraíba |
OVINOCOOP |
PB |
Cooperativa Mista dos Produtores Rurais na Agricultura Familiar do Estado da Paraíba |
COOPRAFE |
PB |
Cooperativa Paraibana de Avicultura e Agricultura Familiar Ltda |
COPAF |
PE |
Cooperativa de Desenvolvimento da Agricultura Familiar do Estado de Pernambuco |
COOPEAFA |
PE |
Cooperativa de Produção e Comercialização da Agricultura Familiar Orgânica Agroecológica |
COOPCAFA |
PE |
Cooperativa dos Produtores de Agricultura Familiar |
COOPAF |
PE |
Cooperativa Mista Agropecuária dos Produtores Rurais de Mandioca da Chapada do Araripe |
COOPERAMA |
RN |
Cooperativa Agropecuária Cacho de Ouro |
COOPERCACHO |
RN |
Cooperativa Mista dos Agricultores Familiares do Seridó |
COAFS |
Após a seleção, as cooperativas parceiras realizaram autoavaliações online de mercado e gestão. Para o diagnóstico de gestão foi utilizado o sistema do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), desenvolvido pelo Sescoop. Já na autoavaliação de mercado foi aplicado o diagnóstico de Cenário Mercadológico desenvolvido pela OCB.
COOPS COLABORADORAS
Para contribuir com o desenvolvimento das 24 selecionadas, OCB, MAPA e IICA convidaram nove cooperativas colaboradoras da região Sul para serem as mentoras, já que possuem expertise em gestão e/ou acesso a diferentes mercados. São elas:
Paraná: Copacol, Cocamar, Cooperante
Santa Catarina: Aurora, Coopervil, Cooperja
Rio Grande do Sul: Garibaldi, Dália, Santa Clara
NA PRÁTICA
Foram criados dois grupos de 12 cooperativas parceiras e 4 cooperativas colaboradoras. Para otimizar as mentorias, os temas identificados nos diagnósticos de gestão e mercado foram utilizados como direcionamento das mentorias. Entre os temas, estão assuntos como a realização de estratégias promocionais do produto, estudo de demanda de mercado, práticas de gestão com foco em estratégias e planos e, ainda, design e inovação de produtos.
As reuniões de mentorias acontecem quinzenalmente por meio de uma plataforma digital, sempre às sextas-feiras. Mensalmente, também ocorrem encontros de networking entre as coops parceiras e colaboradoras. O calendário do projeto tem previsão de atividades até dezembro deste ano.
Os dois grupos de cooperativas já tiveram as duas primeiras mentorias para debater os seguintes temas: estratégia promocional e boas práticas na gestão.
AVALIAÇÃO
O diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso aos Mercados, no MAPA, Márcio Madalena, avalia que o projeto, mesmo ainda no início, já apresenta sinais de bons resultados para as coops participantes.
Segundo ele, desde o início, quando o Mapa e a OCB iniciaram as discussões para a elaboração da iniciativa, o foco sempre foi muito claro: aproximar as coops das mais diferentes regiões do país, para que pudessem a partir da intercooperação, encontrar soluções para melhorar seus processos internos, sua gestão e o acesso a mercados nacional e internacional.
“Nesse piloto, que envolve as coops do Sul e do Nordeste, já estamos observando esse processo de intercooperação acontecer. As cooperativas são muito empáticas, pois ambos os grupos têm muitas coisas em comum. Certamente, todos os participantes terão um excelente resultado no final do projeto”, avalia o diretor.
Brasília (21/7/21) – Promover um processo de capacitação continuada e desenvolvimento de competências para formar lideranças femininas que atuem nas coops agropecuárias, com vistas à participação delas nas instâncias de tomada de decisão. Esse é o objetivo do projeto Semeando futuros - gestão e liderança para mulheres cooperativistas, lançado nesta quarta-feira (21/7). A iniciativa é desenvolvida pelo Sistema OCB e pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
O evento contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, do diretor do Departamento de Cooperativismo e Acesso aos Mercados, no MAPA, Márcio Madalena, que representou a ministra Tereza Cristina, a coordenadora do Comitê de Mulheres do Sistema OCB, Jamile Guimarães, e a representante da cooperativa LAR, Isabela Albuquerque, que falou sobre a experiência da mulher na propriedade rural.
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, é preciso criar condições para que o processo da participação das mulheres no sistema cooperativista seja natural. “tem de ser um processo permanente de ocupação de espaços. Acho que nossa obrigação é construir alicerces sólidos para que isso aconteça com naturalidade e, assim, as mulheres tenham acesso às ações de desenvolvimento pessoal e profissional para que colaborem cada vez mais com o crescimento sustentável das coops.
Por fim, Márcio Freitas agradeceu ao Ministério da Agricultura pela parceria. “Ficamos muito agradecidos pelo fato de o Mapa ter tido essa ideia e nos convidado a embarcar nesse projeto. É uma aliança da qual temos muito orgulho.
Já o diretor do Mapa, Márcio Madalena, explicou que o Semeando futuros é o resultado da relação entre Mapa e OCB, que sempre procuraram evoluir juntos. Disse ainda que esse é um projeto feito por mulheres e que se baseia no compartilhamento de informações acerca do empoderamento feminino. “Nos cabe promover encontros como esse para crescermos enquanto profissionais e cidadãos. É disso que o Brasil precisa. Muito obrigado por podermos trabalhar juntos em mais esse projeto”, comenta.
A coordenadora do Comitê de Mulheres do Sistema OCB, Jamile Guimarães, destacou o fato de que não é de hoje que as mulheres fazem parte do cooperativismo. “Desde o surgimento do movimento, as mulheres estavam lá. E, agora, com o Comitê, nós queremos fortalecer essa presença, por meio de capacitação para que elas estejam prontas a atuar como lideranças no processo de desenvolvimento do cooperativismo, gerando a sustentabilidade do sistema”, argumenta.
NA PRÁTICA
De acordo com a gerente de Desenvolvimento Humano de Cooperativas do Sistema OCB, Geâne Ferreira, as ações de capacitação serão 100% virtuais e já têm um público de 57 participantes. “Com base nas competências que se pretende desenvolver, priorizou-se a escolha de cursos que já temos disponíveis em nossa plataforma Capacitacoop, além de materiais/publicações disponíveis na página do Sistema OCB e do Ministério da Agricultura”, explica.
A capacitação terá duração de cinco meses (julho a novembro de 2021) e a carga horária total de 70 horas de conteúdo obrigatório (incluindo teoria, cursos EAD, diálogos inspiradores e intercâmbios com mulheres lideranças de diversas cooperativas) distribuídos nos seguintes módulos/temas:
• módulo 1. Cooperativismo;
• módulo 2. Boas práticas de gestão e governança cooperativa;
• módulo 3. Liderança feminina em cooperativas;
• módulo 4: Políticas públicas de apoio à agricultura familiar e acesso a mercados;
• módulo 5: Inovação;
• módulo 6: Educação financeira (gestão de finanças pessoais);
• módulo 7: Seminário de encerramento.
Brasília (22/7/21) – O Sistema OCB quer que a sua cooperativa voe cada vez mais alto, desbrave novos mercados, amplie os horizontes e descubra caminhos ainda melhores para se destacar nos negócios. Pensando nisso, criou um site onde é possível encontrar tudo o que sua coop precisa para alcançar seus objetivos. Estamos falando do ConexãoCoop – uma plataforma de negócios do cooperativismo brasileiro.
O lançamento desse novo site repleto de informações e novidades sobre economia, novos mercados e intercooperação, vai ocorrer durante a Semana ConexãoCoop, já confirmada para ocorrer entre os dias 26 e 30 julho. Serão 5 dias com lives, palestras e workshops com grandes convidados como José Salibi Neto, cofundador da HSM, Diego Barreto, vice-presidente do iFood, e Juan Jensen, economista e sócio da 4eintelligence, entre outros, que trarão trazer novidades sobre os cenários nacional e internacional.
PROGRAMAÇÃO
Para conhecer todos os detalhes da programação, clique aqui.
Brasília (21/7/21) - Se você está em busca de informações e estratégias que façam a sua cooperativa se destacar num mercado cada vez mais competitivo e sempre de olho no cliente, então não perca a palestra de José Salibi Neto, autor bestseller e cofundador da HSM. Junto com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fará a abertura da primeira edição da Semana Conexão Coop, que começa nesta segunda-feira (26/7) e vai até o dia 30 de julho.
Ambos falarão sobre como entender o ambiente de negócios e as suas complexidades, a importância de ser flexível e, também sobre o fato de a adaptação e a inovação serem o melhor caminho para sua cooperativa se desenvolver cada vez mais.
A palestra ocorre às 16h, do dia 26/7, no canal do YouTube do Sistema OCB. A palestra será ao vivo e não ficará gravada, então não perca essa oportunidade!
SOBRE O PALESTRANTE
É cofundador da HSM, empresa líder em Educação Executiva e, atualmente, trabalha com palestras em eventos por todo o Brasil com objetivo de ajudar empresas e profissionais a atingirem seus potenciais e tomarem decisões que podem determinar o futuro de seus negócios e carreiras.
É coautor do best-seller Gestão do Amanhã, obra que alcançou o primeiro lugar na lista dos mais vendidos da Folha de São Paulo, e das obras O Novo Código da Cultura, O que as Escolas de Negócios Não Ensinam, O Algoritmo da Vitória e o mais novo, Estratégia Adaptativa.
Conviveu e trabalhou por mais de duas décadas com todos os principais pensadores da gestão, como Peter Drucker, Jack Welch, Michael Porter e Philip Kotler e líderes mundiais como Bill Clinton, Tony Blair, Al Gore e Rudolph Giuliani. Como Coach e Master Coach, obteve seis certificações no Brasil e Estados Unidos.
CONEXÃOCOOP
E tem mais: nesse mesmo dia o Sistema OCB vai lançar o site ConexãoCoop, cheio de ferramentas que vão ajudar a sua cooperativa acessar mais mercados. Gostou? Então marca na agenda: de 26 a 30 de julho. Clique aqui para conhecer programação completa.
Brasília (20/7/21) – Um olho no presente e outro no futuro. É assim o novo programa Cooperjovem, apresentado pelo Sistema OCB ao movimento cooperativista brasileiro nesta terça-feira (20/7), um evento online que reuniu unidades estaduais, cooperativas, secretarias de educação, escolas e parceiros.
O novo Cooperjovem, que tem por objetivo levar o cooperativismo para as escolas, além da educação cooperativista, passa a oferecer conteúdos ligados a outros três temas igualmente importantes para o país: a educação empreendedora, a educação financeira e a educação ambiental.
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, as coisas se transformam numa velocidade muito grande e quando o programa começou, há mais de 20 anos, a realidade era outra. “As ferramentas de comunicação mudaram de lá pra cá e o ambiente virtual já é uma realidade. É por isso que o Cooperjovem está se ajustando à essa nova realidade, para cumprir uma missão muito importante: mostrar o cooperativismo empreendedor, que traz educação financeira como base de sustentação das pessoas, famílias e das próprias coops, e, também, que se preocupa com a sustentabilidade ambiental”, avalia Márcio Freitas.
A gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop, Geâne Ferreira, disse que o novo formato do programa está completamente alinhado à Base Nacional Comum Curricular (BNCC). “Agora, o programa vai ser sustentado nesses quatro pilares, tudo para trazer as novas gerações para mais perto do nosso jeito de gerar transformação socioeconômica e, assim, construir um Brasil melhor”, explica a gestora.
PARTICIPAÇÃO
O evento de apresentação também contou com a participação de Neilton Ribeiro, presidente do Sicoob Fluminense, cooperativa premiada na categoria Cooperjovem do Prêmio SomosCoop 2020; Afonso Rocha, superintendente do Sebrae Minas Gerais; João Evangelista, analista Sênior do Banco Central; Darcivana Squena, educadora ambiental da Fundação Aury Luiz Bodanese; e Amábile Passos, integrante do Conselho Nacional de Educação.
NOVA METODOLOGIA
No desenvolvimento da nova metodologia do programa, o Sescoop contou com parceiros estratégicos: Sebrae Minas e Sebrae Nacional, Fundação Sicredi, o Instituto Sicoob, Sicoob Saromcredi, Sitema Ailos, Fundação Aury Luiz Bodanese da Aurora e várias unidades estaduais que ofertam o programa.
Outra peça importante foi o Conselho Nacional de Educação ao abrir consultas públicas para ouvir a sociedade na elaboração da nova BNCC. O Sescoop esteve presente em todas as sessões que aconteceram pelo Brasil e registrou as demandas referentes ao cooperativismo, cooperação e empreendedorismo coletivo.
ALINHAMENTO
Além de contemplar a BNCC e os eixos de atuação, o Cooperjovem está alinhado com o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas, no critério Sociedade e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). São agendas importantes nacional e internacionalmente que reforçam o comprometimento com uma sociedade mais justa.
Para as Secretarias de Educação e Escolas, o desenvolvimento do Programa Cooperjovem traz consigo o protagonismo de educadores e educandos, valorizando o que cada um deles tem de melhor.
O PROGRAMA
Este ano, o Cooperjovem completa 21 anos. É um programa do Sistema Cooperativista, realizado pelas cooperativas em parceria com as Secretarias de Educação e escolas. Anualmente ele trabalha com cerca de 73 cooperativas parceiras, 4.289 professores e 511 escolas e cooperativas educacionais, e secretarias de educação vinculadas em mais de 155 municípios. Só em 2020, mesmo com a pandemia, o programa beneficiou mais de 86 mil estudantes. Clique aqui para saber mais.
Brasília (19/7/21) – A aprovação da MP 1.051/2021 pela Câmara dos Deputados, na quarta-feira (15), garantiu também o reconhecimento em lei da categoria de Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas (CTC). O relator da medida, deputado Jerônimo Goergen (RS), considerou relevante solicitação feita pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e incluiu no texto substitutivo acatado pelos parlamentares o reconhecimento legal da classe.
Com a aprovação, a Lei 11.442/2007, que dispõe sobre o transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração, passa a vigorar com a adição das cooperativas em seu Artigo 2º. “Essa medida tem como objetivo mudar toda a atividade de carga do país, fortalecendo e valorizando a cadeia do transporte autônomo. E essa valorização não seria possível sem o reconhecimento das cooperativas. A participação do setor é fundamental para que tenhamos um engajamento cada vez maior nessa revolução que será boa para todo o Brasil”, afirmou o parlamentar.
Segundo o deputado Evair de Melo (ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), a conquista é importante porque resguarda em lei a categoria das cooperativas de transporte de carga, reconhecida hoje apenas em normativos da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), como a Resolução 4.799/2015. “É uma evolução importante para o avanço do cooperativismo de transporte e das políticas de fomento ao setor. Agradecemos ao deputado Jerônimo pela sensibilidade com o tema”, afirmou Melo.
Atualmente, o Brasil conta com mais de um milhão de transportadores registrados, de acordo com dados da ANTT. Desse total, 30.033 são de cooperativas de transportadores autônomos de carga, organizados em 331 cooperativas registradas no Sistema OCB. O reconhecimento em lei da categoria permitirá maior segurança jurídica aos cooperados do setor, além de favorecer o crescimento do cooperativismo no segmento de transporte, como modelo efetivo para profissionalizar e gerar melhores condições de trabalho aos transportadores.
Essa é a visão do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. “O cooperativismo de transporte tem, comprovadamente, demonstrado ser uma das principais e mais eficazes alternativas para organização do transportador autônomo. Dando melhores condições de oferta de seu trabalho, remuneração e obviamente valorização de sua atividade, pois neste modelo ele é o dono do próprio negócio. Essa conquista reforça uma diretriz da nossa Constituição Federal de fomento e estímulo ao cooperativismo, dados os seus inúmeros benefícios para a inclusão produtiva e desenvolvimento econômico e social”, destaca.
A MP 1.051/2021 trata da instituição do Documento Eletrônico de Transporte (DT-e), que visa modernizar e desburocratizar modais de transporte no país nos próximos anos. A intenção é reunir em um único documento todos os dados, obrigações administrativas, informações sobre cadastros, registros; licenças; certidões; e demais certificados de operações de transporte exigidas por órgãos públicos nos âmbitos federal, estadual, distrital e municipal.
A unificação de documentos e demais obrigações no DT-e deverá dispensar o transportador ou condutor de veículo de portar versão física das informações durante o transporte.
A matéria segue agora para o Senado, que deve analisar o tema após o recesso parlamentar.
Cuiabá (20/7/21) – A Organização das Cooperativas Brasileiras de Mato Grosso (OCB/MT) assinou contrato de parceria técnica institucional com o Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea), com o objetivo de promover geração de dados econômicos e análises estratégicas dos principais mercados agropecuários de Mato Grosso para as cooperativas integrantes do Sistema OCB/MT.
A partir desta parceria, as cooperativas terão acesso a informações elaboradas de análises e cruzamentos de dados que darão origem a materiais técnicos econômicos com dados de produção e preço agropecuário, exportação, logística, crédito, investimentos, potencialidades e outros, que auxiliaram de maneira direta os ramos cooperativistas do Agro, Crédito, Infraestrutura e Transporte de Mato Grosso.
Para que as informações sejam analisadas de forma ainda mais estratégicas, o estado foi dividido em sete regiões, e discussões sobre os dados serão realizadas em rodadas com apresentações de materiais que impulsionam o cooperativismo da região, tanto no que tangem inteligência de mercado quanto o desenvolvimento regional. A proposta com as rodadas é de impulsionar modelos de negócios e possíveis novos produtos a todos os ramos de cooperativas, além de auxiliar o Sistema OCB/MT em atuação político institucional em prol de todo o setor.
Para o superintendente da OCB/MT, Frederico Azevedo, “o IMEA é um instituto reconhecido nacional e internacionalmente pelas análises realizadas e o Sistema OCB/MT entende que a parceria irá fomentar a análise de dados do setor agropecuário, transporte, agropecuário lácteo, crédito e mineral voltado ao cooperativismo e possibilitar o impulsionamento de novos negócios. É mais uma prestação de serviços que estará disponível ao setor cooperativista de Mato Grosso e que atende as premissas que o Conselho Diretor determinou para o triênio.”
A parceria do Sistema OCB/MT com o Imea vai disponibilizar às cooperativas indicadores da das cadeias produtivas da soja, milho, algodão, boi, leite, suínos, custo de produção, conjuntura econômica e geoprocessamento, além de estudos específicos voltados a suas cadeias.
Para o superintendente IMEA, Daniel Latorraca, essa parceria é de fundamental importância no contexto atual do agro negócio do estado, porque os movimentos do setor são dinâmicos na variação de preços, do dólar, variação de custos, valor da terra, dos ativos, das máquinas e é necessário adotar novas estratégias para se manter competitivo dentro da lavoura.
“Para que o produtor tenha margem no final do ciclo produtivo, em especial para médios e pequenos produtores, é fundamental a união com outros produtores, através de uma cooperativa por exemplo, seja para comprar um armazém, colher, comercializar melhor, sem a necessidade de venda antecipada, ou para comprar insumos. Esta união resulta em um volume maior de compra, ganhando escala e economia de até 20% nos preços dos insumos, o que já foi detectado nos primeiros levantamentos do Imea nas cooperativas agrícolas de Mato Grosso. O que estamos vendo são os produtores procurando cada vez mais se unir nesse sentido para várias estratégias”, afirma o superintendente.
Latorraca ainda analisa que “nem todos produtores têm acesso a todas as informações e esta parceria possibilita que o Sistema OCB/MT e Sescoop/MT fomentem o cooperativismo e o Imea subsidie todo este movimento e fomento com informações, análises e estudos estratégicos para que os produtores se convençam ainda mais de não só ampliar suas cooperativas, mas também de criar novas no estado de Mato Grosso”. (Fonte: Sistema OCB/MT)
Brasília (16/7/21) – O cooperativismo é um modelo econômico que tem atraído mais e mais pessoas. Uma grande prova disso é que ano após ano o número de cooperados tem aumentado significativamente. Segundo o Anuário do Cooperativismo Brasileiro, editado pelo Sistema OCB, em 2018, 14,6 milhões de brasileiros estavam vinculados às cooperativas. No ano seguinte, esse número chegou a 15,5 milhões e, para 2020, a expectativa é de que esse crescimento se mantenha no mesmo patamar.
E para que o movimento cooperativista se fortaleça cada vez mais, o Sescoop acaba de disponibilizar o curso Cooperativismo - Primeiras Lições, indicado para quem quer começar a aprender sobre cooperativismo e sua aplicação prática. O curso ocorre pela maior plataforma de capacitação cooperativista EAD do país: o Capacitacoop.
Em quatro horas/aula, o aluno poderá conhecer de forma objetiva e aplicada como constituir uma cooperativa e todos os conhecimentos básicos para isso. Não há pré-requisitos para participar das aulas online e gratuitas.
CERTIFICADO
Todos os que concluírem receberão certificado do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).
ACESSE
Para se inscrever, clique aqui.
Brasília (16/7/21) – A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) divulgou nesta quinta-feira (15/7) a relação das distribuidoras de energia elétrica finalistas do Prêmio ANEEL de Qualidade 2020 e, entre as finalistas, estão várias cooperativas (confira a lista aqui). Neste ano, a lista apresenta duas surpresas: na categoria Concessionária, a única com legítimo DNA coop, a Cooperaliança, é finalista; e, a cooperativa Codesam, que aparece na lista das permissionárias, mesmo tendo recebido sua permissão recentemente, fruto de um trabalho conjunto entre Sistema OCB e Aneel.
As vencedoras em 14 categorias serão conhecidas em cerimônia virtual de premiação no próximo dia 29/7, com início às 16h, com transmissão pelo canal da ANEEL no YouTube. O objetivo do certame é destacar as distribuidoras mais bem avaliadas, desde que alcançado o escore mínimo de 60 pontos na pesquisa. Os índices são resultantes de pesquisa de opinião encomendada pela ANEEL junto a consumidores residenciais em todo o Brasil.
METODOLOGIA
Foram ouvidos 29.611 consumidores residenciais de 104 distribuidoras entre 17 de novembro de 2020 e 12 de fevereiro deste ano em 625 municípios em todo o Brasil. As questões abordaram o nível de satisfação do consumidor de forma geral, qualidade do fornecimento de energia e de serviços prestados, atendimento e confiança na distribuidora.
O prêmio reflete, fundamentalmente, a melhoria na qualidade dos serviços, sob a perspectiva do grau de satisfação do consumidor. Desde abril de 2017, com base nos Procedimentos de Regulação Tarifária (PRORET), a variação anual da premiação integra o cálculo das Revisões Tarifárias Periódicas das concessionárias de serviço público de distribuição de energia elétrica. (Com informações da Aneel)
Brasília (14/7/21) – As prioridades da atuação institucional da OCB, focada nas cooperativas médicas, foram a pauta de uma reunião entre o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a gerente geral da OCB, Tânia Zanella, e Omar Abujamra e Paulo Brustolin, presidente e superintendente da Unimed do Brasil, respectivamente.
Dentre os assuntos abordados durante a reunião estiveram o resultado do diagnóstico do Ramo Saúde, que entre outras coisas aponta como itens direcionadores da atuação da OCB, os seguintes:
- Apresentar o cooperativismo de saúde, ao poder público, como parceiro estratégico para PPPs, concessões e outras parcerias possíveis;
- Acompanhar e auxiliar na disseminação de todos os projetos do Sescoop;
- Trabalhar, em conjunto com as confederações, na questão da telessaúde;
- Difundir o acordo OCB/BNDES e trabalhar para a melhoria contínua das soluções que atendam ao Ramo Saúde;
- Aproximar institucionalmente do CADE, da ANS e do Ministério da Saúde;
- Realizar pesquisa com cooperativas médicas não-operadoras e com cooperativas constituídas por outros profissionais da saúde;
- Acompanhar temas do Ramo junto aos Três Poderes;
- Acompanhar os debates acerca da Reforma Tributária, trabalhando na defesa do modelo cooperativo de saúde;
- Desenvolver estratégias e ações para auxiliar as cooperativas na recuperação pós-pandemia.
Frencoop
Após conhecerem um pouco mais sobre o modelo de atuação da OCB, junto aos Três Poderes, ainda, conhecerem a pauta prioritária para o segmento em 2021, os representantes da Unimed do Brasil também discutiram a pauta do setor no Congresso Nacional, numa reunião que contou com a presença dos deputados Evair de Melo (ES), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), e Arnaldo Jardim (SP), também integrante da Frente.
Entre os itens prioritários estão, por exemplo, assuntos ligados às operadoras de plano de saúde, à OPME, à telemedicina e à celebração de parcerias público-privadas. Além, é claro, de temas de interesse geral, como os impactos da reforma tributária, a recuperação judicial das coops, o ato cooperativo e a lei geral das cooperativas.
Brasília (16/7/21) – Um futuro melhor? É claro que a gente pensa nisso. É por isso que o Sistema OCB desenvolve o programa Cooperjovem, que tem por objetivo levar o cooperativismo para as escolas. Essa é uma forma de nosso movimento contribuir para a formação das crianças e dos jovens, e fazer a diferença na construção de uma sociedade mais cooperativa, consciente e próspera.
Em 2021, o Cooperjovem está de cara nova e ainda mais ajustado à Base Nacional Comum Curricular. Agora, o programa vai ser sustentado em quatro pilares: cooperativismo, empreendedorismo, educação financeira e educação ambiental. Tudo para trazer as novas gerações para mais perto do nosso jeito de gerar transformação socioeconômica e, assim, construir um Brasil melhor.
Ah, e como tem algumas mudanças substanciais no Cooperjovem, o Sistema OCB fará uma live de lançamento no dia 20 de julho, às 15h, com transmissão ao vivo pelo YouTube. O evento contará com o presidente do Sistema, Márcio Lopes de Freitas, e outros convidados especiais que vão apresentar todas as mudanças e iniciar aos trabalhos do programa para o próximo ano! Para participar, basta clicar aqui.
ALINHAMENTO
Além de contemplar a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e os eixos de atuação, o Cooperjovem está alinhado com o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas, no critério Sociedade e com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). São agendas importantes nacional e internacionalmente que reforçam o comprometimento com uma sociedade mais justa.
Para as Secretarias de Educação e Escolas, o desenvolvimento do Programa Cooperjovem traz consigo o protagonismo de educadores e educandos, valorizando o que cada um deles tem de melhor.
Brasília (14/7/21) – O Projeto de Lei nº 1.293/2021, que dispõe sobre o autocontrole nas atividades agropecuária e agroindustrial, vai desburocratizar, agilizar e tornar mais competitiva a defesa agropecuária no Brasil. A avaliação foi feita pelo relator da proposta, vice-presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Domingos Sávio (MG), em audiência pública para debater o tema, realizada nesta quarta-feira (14), pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR).
Na prática, o texto substitui a legislação atual de defesa sanitária por um novo modelo mais moderno e eficaz de fiscalização agropecuária baseada em programas de autocontrole executados pelos próprios agentes regulados (produtores agropecuários e indústria, além de instituir o Programa de Incentivo à Conformidade em Defesa Agropecuária, para estimular o aperfeiçoamento dos sistemas de garantia de qualidade dos agentes regulados.
Segundo Domingos Sávio, o projeto propõe a regulação responsiva que não elimina a regulação estatal. “Não podemos confundir o processo de autocontrole com regulação. A auto regulação continua sendo uma obrigação indelegável do poder público que vai estar sempre zelando para o bem comum e interesse de todos”, explicou.
O deputado ressaltou ainda que a intenção não é flexibilizar o processo, mas sim, fazer com que os órgãos de fiscalização tornem o procedimento mais assertivo e menos burocrático para o setor. “Estamos atentos para construir um texto que garanta segurança alimentar sem colocar em risco a saúde dos trabalhadores que processam e manipulam os insumos agropecuários”, concluiu.
A presidente da comissão, deputada Aline Sleutjes (PR), que também faz parte da Freencoop, destacou que o projeto abrange 18 esferas dentro do setor de defesa vegetal e animal. “Nós precisamos avançar para dar condições mais adequadas aos nossos agentes agropecuários para a execução, monitoramento e organização do processo de fiscalização de forma mais ágil e menos burocracia”, ressaltou.
Outro integrante da frente, o deputado Zé Mário (GO), reforçou a importância do projeto para o agro no país. “Essa proposta é necessária para avançarmos e olharmos para o futuro. O setor agropecuário do Brasil é um grande alicerce da economia e, consequentemente, do desenvolvimento do nosso país”.
Já o deputado Zé Silva (MG), que também integra a Frencoop, destacou a importância dos cuidados com a regularidade dos alimentos, principalmente para a exportação. “O estado tem o papel de fazer o controle e regular esses serviços, mas precisamos de mais autonomia para o agro brasileiro que é gigante e muito competitivo”.
COOPERATIVAS
A audiência contou com a participação de diversos representantes da cadeia produtiva agroindustrial. O analista técnico-econômico do ramo agropecuário da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Fernando Pinheiro, enfatizou a importância da defesa agropecuária com estruturas modernas para garantir a segurança alimentar.
“Essa defesa mais moderna é importante para que possamos oferecer alimentos seguros e tenhamos maior competitividade no mercado, garantindo ainda os direitos do consumidor”, enfatizou.
Pinheiro apontou também pontos considerados estratégicos pela OCB para que o projeto de lei em análise na Câmara dos Deputados se torne mais robusto e aplicável. São eles:
- Aprofundar a fundamentação dos princípios básicos para a atividade de fiscalização, seguindo critérios como análise de risco, notificação para regularização para da segurança ao setor e, também, para os agentes do serviço público que vão atuar a partir de uma filosofia mais moderna e mais assertiva;
- Autonomia do setor privado;
- Manuais para a construção de programas de autocontrole; e
- Troca de informações do setor produtivo em tempo real com a fiscalização.
ASSISTA
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Curitiba (14/7/21) – O presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas e o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado federal e vice-líder do governo na Câmara, Evair de Melo, enviaram ofício ao Ministério da Saúde, pedindo para que sejam incluídos no Programa Nacional de Imunização (PNI) os colaboradores das cooperativas de crédito.
No ofício enviado ao ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, a OCB destaca que “tendo em vista o momento que estamos passando no processo de imunização da população e a sinalização de que os bancários poderão integrar o público prioritário no Programa Nacional de Imunização (PNI) do Ministério da Saúde, entendemos ser de suma importância que a forma como venha prevista essa categoria não gere qualquer assimetria de tratamento para pessoas que exercem função similar em entidades com diferente modelo societário”.
“Entendemos que a eventual utilização do termo bancários para caracterizar esse grupo poderá gerar uma limitação ao alcance daquelas pessoas que trabalham em instituições financeiras e tenham a mesma exposição ao vírus. Devemos também ter vista o risco de algum gestor público, por uma mera interpretação restritiva, abarcar apenas os bancários deixando de fora os nossos 71.740 colaboradores de cooperativas de crédito”.
INCLUSÃO
O ofício da OCB frisa que “é muito importante que os nossos profissionais estejam abarcados, para fins tratamento na priorização das categorias a serem imunizadas, no conceito de profissionais de instituições financeiras ou na inclusão expressa de colaboradores de cooperativas de crédito. Evitando, assim, qualquer discrepância de tratamento entre tais categorias.”
FRENCOOP
No seu ofício, Evair também reforçou esta mesma necessidade de que sejam incluídos no público prioritário do Programa Nacional de Imunização (PNI) junto com os bancários, a categoria de cooperativas de crédito que exercem a função similar. “Entendemos que a eventual utilização do termo bancários para caracterizar esse grupo poderá gerar uma limitação ao alcance das pessoas que trabalham em instituições financeiras e tenham a mesma exposição ao vírus. Devemos também ter em vista o risco de algum gestor público, por uma mera interpretação restritiva, abarcar apenas os bancários, deixando de fora os nossos 71.740 colaboradores de cooperativas de crédito”, declarou o presidente da Frencoop, Evair de Melo. (Fonte: Sistema Ocepar)
Brasília (13/7/21) – Uma dais maiores redes de educação cooperativista está prestes a ser relançada. É o Consórcio Internacional para Educação Corporativa de Cooperativas. O evento está marcado para o próximo dia 20/7, às 10h. O objetivo do consórcio é criar uma rede internacional de cooperação entre as universidades que possuem escolas de negócios com foco em cooperativismo.
Ao todo, 25 países fazem parte da iniciativa, dentre eles o Brasil, representado pela OCB. A iniciativa também conta com a participação da Escoop (Rio Grande do Sul), iCoop (Mato Grosso) e Fundação Unimed (Minas Gerais).
Vale destacar que essa é uma iniciativa da Universidade de Santa Maria, do Canadá, que possui um dos centros de educação corporativa voltada para o modelo de negócios cooperativistas mais desenvolvidos do mundo. O consórcio já conta com 33 universidades espalhadas por 25 países, entre elas: universidades como Oxford (Inglaterra), MIT Lab, Universidade de Missouri e do Wisconsin (EUA), Sorbonne BSA (França), Universidade de Trento e de Bolonha (Itália), Universidade de Mondragon (Espanha) e a ADG (Alemanha).
Por meio dessa rede, pretende-se oferecer capacitações conjuntas, bolsas de estudo, intercâmbio entre alunos e professores e apoio para desenvolvimento conjunto de consultorias especializadas, artigos científicos, estudos de mercado e coleta e tratamento de dados de impacto no negócio de cooperativas.
BONS FRUTOS
O presidente do Sistema OCB/MT, Onofre Cesário, que representa o Brasil no Conselho da Aliança Cooperativa Internacional (ACI) é um entusiasta da iniciativa. “Dando mais esse passo na direção de uma cooperação em nível mundial, teremos a oportunidade de fortalecer as cooperativas e de colher bons frutos no futuro”, avalia a liderança, responsável por conduzir os contatos com os parceiros canadenses e por acertar os detalhes do apoio da OCB à iniciativa.
SAIBA MAIS
O Consórcio Internacional para Educação Corporativa de Cooperativas foi inicialmente lançado em 2013 e cresceu para incluir mais de 30 organizações de mais de 24 países nos anos que se seguiram. Ele tem estado inativo nos últimos anos, mas, com interesse renovado, o Centro Internacional para Gestão Cooperativa (ICCM, Saint Mary's University, Canadá – com o apoio do Sistema OCB (Brasil), coordena os esforços para o relançamento.
Belo Horizonte (13/7/21) – O Sistema OCB está fazendo uma pesquisa junto às Unidades Estaduais e cooperativas de todo o país com vistas em levantar dados sobre a participação de jovens e mulheres no cooperativismo. A iniciativa faz parte dos desdobramentos dos Comitês Nacionais de Jovens e Mulheres, instituídos este ano pela Unidade Nacional com foco em ampliar sua atuação em temas como diversidade, inclusão, sucessão e desenvolvimento sustentável no setor.
Para agir em sinergia com o que está sendo realizado nos Estados, a organização lançou essa pesquisa e receberá as informações até o início de agosto. Os dados serão preenchidos prioritariamente pelas Unidades Estaduais, no caso de Minas pelo Sistema Ocemg, contendo exemplos de ações e projetos que aumentaram a participação destes públicos nas cooperativas, se foram contempladas com alguma premiação ou se foram replicadas por outras cooperativas.
E, para ouvir as cooperativas mineiras sobre o que está sendo feito nesse sentido, o Sistema Ocemg enviou dois links com pesquisas a serem respondidas pelas cooperativas mineiras que têm ações para o público feminino e jovem. Ambas devem ser respondidas até o dia 16 de julho.
Em caso de dúvidas, basta entrar em contato com a equipe de Educação e Desenvolvimento Sustentável pelo e-mail
Florianópolis (13/7/21) – A apresentação do Plano Safra 2021/2022 e seus impactos para o produtor rural foi o tema da palestra promovida pelo Sistema OCESC, na última semana, às cooperativas agropecuárias de Santa Catarina. O objetivo foi orientar e debater com o corpo técnico as atualizações do plano e seus reflexos.
O engenheiro agrônomo, coordenador do Ramo Agropecuário na Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), João Prieto, iniciou relatando a atuação da entidade no período pré Plano Safra e apresentando a força do cooperativismo agropecuário brasileiro, que soma 992 mil cooperados, em 1,2 mil cooperativas.
João apresentou as pautas defendidas pela OCB no cenário que antecedeu a atualização do plano. Entre elas, a defesa da edição de uma medida provisória de reformulação do crédito rural, que previa a exclusão das cooperativas agropecuárias como beneficiárias. Além disso, apresentou os pontos positivos e negativos com o novo Plano Safra.
Especialista em Finanças do Agronegócio e Sistema Financeiro Nacional, Ademiro Vian, também conduziu a palestra e falou das propostas do sistema cooperativista para o Plano Safra, demonstrando as que foram atendidas e as não contempladas pela atualização. Nesse sentido, traçou um possível futuro para o Crédito Rural, que, segundo ele, está com o foco direcionado ao custeio e a comercialização para os pequenos produtores.
Na ocasião, os palestrantes também abordaram sobre o montante de recursos para o Seguro Rural; montante para apoiar a comercialização; Taxa de juros PRONAF, Volume de Recursos para Custeio e Investimento, Renda Bruta para Enquadramento e taxa de juros Pronamp. (Fonte: Sistema Ocesc)