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Brasília (16/6/21) – A Organização das Cooperativas Brasileiras e a Aliança Cooperativa Japonesa realizam, nesta quinta-feira, o Encontro Cooperativista Brasil-Japão, com o objetivo de ampliar a relação institucional entre os dois países. A data foi escolhida para marcar a celebração dos 113 anos da chegada do primeiro navio de imigrantes japoneses ao Brasil.
O evento síncrono ocorrerá às 20h, horário de Brasília, e contará com a participação de autoridades dos governos de ambos os países, além de representantes das cooperativas.
Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a instituição tem buscado aproveitar o novo momento de aproximação inovadora, por meio dos canais digitais, para fortalecer o diálogo com movimentos cooperativistas desenvolvidos.
“Nossa ideia é promover o intercâmbio de experiências e fundamentar bases para a celebração de parcerias institucionais e abertura de mercado para os produtos e serviços das cooperativas brasileiras. Nosso foco, agora, é o Japão, mas já realizamos esse mesmo trabalho com as cooperativas da Índia, Coreia e Itália”, explicou Márcio Freitas.
Para participar, basta clicar aqui.
PROGRAMAÇÃO
Campo Grande (15/6/21) – O SomosCoop é um movimento que levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil. Seu principal objetivo é conectar cooperativas, cooperados e integrantes do Sistema OCB em torno de uma única marca para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido na sociedade.
Para entrar no espírito de união faz a força, o Sistema OCB, que reúne mais de 6,8 mil cooperativas e mais de 15 milhões de trabalhadores (entre cooperados e empregados), desenvolveu a primeira campanha publicitária do movimento SomosCoop em nível nacional e que tem como embaixador o atleta que se tornou ídolo do esporte brasileiro: o tenista Gustavo Kuerten.
Escolhido por ter afinidade com os valores cooperativistas, Guga destaca que, em sua trajetória como atleta, sempre atuou com base em valores sólidos e, atualmente, como empresário, lidera, ao lado do irmão, uma holding que tem como visão semear bons princípios e como missão gerar oportunidades e negócios com responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. Ou seja, a sintonia ideal com o modelo de negócio do cooperativismo.
Essa mesma campanha agora está nos veículos de comunicação de Mato Grosso do Sul, reforçando todos esses valores cooperativistas. O SomosCoop está na TV, rádio e nos meios digitais.
“Este movimento busca despertar a consciência das pessoas para a importância do cooperativismo e gerar orgulho naqueles que abraçam a causa. Acreditamos que é possível transformar o mundo em um lugar mais justo, feliz, equilibrado e com melhores oportunidades para todos. O movimento SomosCoop quer mostrar isso para todo mundo e promover engajamento à causa cooperativista”, afirma o presidente do Sistema OCB/MS.
CONCEITO
Com o conceito Vem ser coop! Tudo ao seu redor já é, a campanha do Sistema OCB quer aproximar o modelo da sociedade, além de estimular novas adesões ao movimento que segue como tendência de enfrentamento para recuperação de negócios e oportunidades prejudicadas pela pandemia do Covid-19. (Fonte: Sistema OCB/MS)
Brasília (14/6/21) – O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, se reuniu nesta segunda-feira com o deputado Heitor Schuch (RS), para debater diversos assuntos que fazem parte da Agenda Institucional do Cooperativismo. Na reunião, realizada virtualmente, um dos destaques foi a reforma tributária. A gerente geral da OCB, Tânia Zanella, e a gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Fabiola Nader, também participaram da reunião.
O presidente reiterou a importância da votação da emenda do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo na Constituição Federal e a adequação do PL 3887/20, que institui a Contribuição Social sobre Operações com Bens e Serviços (CBS), às especificidades das cooperativas.
Também foram tratadas as questões relacionadas ao PLP 27/20, sobre a modernização do LC 130 – que instituiu o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo. O projeto aprimora a gestão e governança das coops de crédito. O deputado que é integrante da diretoria da Frencoop, confirmou seu apoio ao projeto e disse que vai trabalhar pela aprovação no Plenário da Câmara.
Por fim, o PL 8824/2107 que trata da autorização para as cooperativas prestarem serviços de telecomunicações, conferindo, assim mais segurança jurídica às coops que operam nesse serviço, também esteve na pauta. O presidente do Sistema OCB agradeceu ao parlamentar pelo relatório favorável do deputado, apresentado na primeira comissão de mérito e disse que foi importante para a aprovação do projeto na Câmara.
A OCB acompanha uma série de pautas prioritárias no Congresso Nacional. Para conhecer cada uma e como elas afetam a sua cooperativa, acesse a Agenda Institucional do Cooperativismo.
Brasília (11/6/21) – O governo federal sancionou, nesta sexta-feira, a Lei nº 14.167/21, que libera recursos de investimentos para o Plano Safra 2020/21, após intensa atuação da OCB e das Frentes Parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e da Agricultura (FPA). O texto foi sancionado sem vetos e, assim, recompõe o orçamento, com a devida suplementação para o crédito rural.
Dado o cenário de urgência o Sistema OCB, suas unidades estaduais e cooperativas agropecuárias e de crédito de todo o Brasil estiveram mobilizadas junto aos parlamentares da Frencoop e da FPA para a aprovação imediata do texto.
A lei prevê suplementação de R$ 3,73 bilhões para a subvenção do crédito rural, mais do que os R$ 2,67 bilhões que estavam no Orçamento original enviado pelo governo e que havia sido cortado durante a tramitação.
Clique aqui para conferir o texto da nova lei.
Brasília (11/6/21) – Estreitar as relações institucionais entre as cooperativas do Brasil e do Japão. Este é o objetivo do Encontro Cooperativista que ocorrerá no dia 17/6 e está sendo organizado pela OCB e pela Aliança Cooperativa Japonesa. A data foi escolhida para marcar a celebração dos 113 anos da chegada do primeiro navio de imigrantes japoneses ao Brasil.
O evento síncrono ocorrerá às 20h, horário de Brasília, e contará com a participação de autoridades dos governos de ambos os países, além de representantes das cooperativas.
Segundo o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a instituição tem buscado aproveitar o novo momento de aproximação inovadora, por meio dos canais digitais, para fortalecer o diálogo com movimentos cooperativistas desenvolvidos.
“Nossa ideia é promover o intercâmbio de experiências e fundamentar bases para a celebração de parcerias institucionais e abertura de mercado para os produtos e serviços das cooperativas brasileiras. Nosso foco, agora, é o Japão, mas já realizamos esse mesmo trabalho com as cooperativas da Índia, Coreia e Itália”, explicou Márcio Freitas.
COOPERATIVISMO COMO ESTRATÉGIA
O cooperativismo japonês é mundialmente reconhecido como referência. A estratégia do governo local para a reconstrução da economia japonesa no pós-guerra foi baseada no cooperativismo. Atualmente, os setores de agricultura, seguros, consumo e trabalho detêm grande participação das cooperativas. No setor de agricultura, por exemplo, a produção local de alimentos feita por cooperativas passa dos 90%.
A Aliança Cooperativa Japonesa é a entidade de representação de cúpula do cooperativismo japonês. A entidade foi criada recentemente após uma aproximação entre as federações que representam as cooperativas de consumo, seguros, agropecuárias, de pescadores e de trabalhadores.
A entidade está interessada em desenvolver novas parcerias internacionais para intercâmbio técnico e promoção comercial – o que pode ser uma oportunidade de exportação de produtos made in Brazil por parte das cooperativas.
O Japão possui grandes experiências no setor de educação e extensão voltadas para o cooperativismo. O país detém parcerias de intercâmbio com diversas nações e tem interesse em estabelecer cooperação acadêmica também com o Brasil.
Além disso, vale destacar que o cooperativismo japonês é também um grande apoiador da Aliança Cooperativa Internacional e seus órgãos setoriais. Japão e EUA são os maiores contribuintes financeiros da ACI, sendo que o Japão detém também o número máximo de votos em assembleia.
AMÉRICO UTUMI
Historicamente, Brasil e Japão se apoiam mutuamente nos pleitos estabelecidos no âmbito da Aliança Cooperativa Internacional, inclusive para eleição de membros do Conselho. Um exemplo dessa parceria é a eleição de Américo Utumi, representante do Brasil no Conselho de Administração da ACI por três mandatos consecutivos. Além de defender os interesses das coops brasileiras, Utumi construiu um relacionamento muito próximo com as entidades de representação do cooperativismo japonês.
Brasília (14/6/21) – O processo de seleção dos 70 novos jovens líderes do cooperativismo está a todo vapor. E uma nova etapa começa nesta terça-feira (15/5), quando ocorre a primeira de uma série de quatro lives, uma por semana, onde serão apresentados temas de impacto para as cooperativas. Para isso, o Sistema OCB convidou vários especialistas do setor para enriquecer os debates.
Nesta que é a terceira etapa do programa, com o tema Me tornando um líder de impacto, os jovens inscritos deverão assistir pelo menos três das quatro lives, para participar da seleção dos candidatos finalistas. Como é uma fase obrigatória da seletiva, a recomendação é que o participante marque na agenda o dia e horário das lives que serão realizadas sempre às terças-feiras, das 19h às 20h30, com transmissão pelo canal do Sistema OCB, no YouTube. Durante a programação, será disponibilizada a lista de presença, portanto, os jovens deverão acompanhar a live do início ao fim.
Vale ressaltar que a divulgação das lives será reforçada por e-mail. Por isso, é imprescindível que os participantes acompanhem sua caixa de mensagens.
PROGRAMAÇÃO
1ª live: 15/6, às 19h
Tema: O cooperativismo de portas abertas
Convidados: Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB; Fabíola Nader, gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB; e Eduardo Lima Queiroz, analista de Relações Institucionais do Sistema OCB.
Objetivo: O objetivo dessa live é despertar no público jovem o seu potencial para liderar politicamente no cooperativismo. Para isso, realizaremos uma apresentação sobre o papel da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) na defesa política e institucional do cooperativismo brasileiro. A intenção é que o jovem compreenda o papel da OCB e se sinta motivado para atuar em prol da defesa do nosso movimento seja em nível municipal, estadual ou até federal.
MARQUE NA AGENDA
2ª live: 22/6, às 19h
Tema: Diversidade e inclusão social no cooperativismo
3ª live: 29/6, às 19h
Tema: Transformação digital no cooperativismo
4ª live: 6/7, às 19h
Tema: Intercooperação
Brasília (9/6/21) – Promover o intercâmbio de boas práticas nos projetos executados por meio dos convênios firmados entre a unidade nacional do Sescoop e as federações, centrais e confederações de cooperativas. Este é o objetivo do I Seminário Anual de Prestação de Contas dos Convênios, iniciado nesta quarta-feira (9/6). O evento prossegue até a próxima sexta-feira e conta com a participação de representantes das unidades estaduais e das coops.
Desde 2017, o Sescoop tem dado grande importância aos convênios, como uma forma de aproveitar a capilaridade das cooperativas de 2º e 3º graus para multiplicar, ainda mais, as soluções ofertadas para desenvolver as cooperativas. De lá para cá, 40 convênios já foram aprovados e somam R$ 37 milhões.
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o seminário de três dias terá, também, a função de aferição do funcionamento desse processo. “Ainda poderemos ver o que podemos fazer mais e melhor, já que a ideia é ampliar a discussão, ver os gargalos e mensurar os resultados”, comentou o líder cooperativista.
FOCO
Todos os projetos desenvolvidos pelas federações, centrais e confederações de cooperativas, com recursos do Sescoop, estão focados em desenvolver a governança e a gestão das beneficiadas, tendo os cooperados e empregados como público-alvo.
Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, apenas em 2021, seis projetos foram concluídos no primeiro semestre, mas ainda há outros 15 convênios vigentes e com encerramento previsto para ocorrer entre 2021 e 2023.
“Neste evento, nós vamos conhecer cada um dos projetos, alguns ainda no início, outros com resultados parciais, e outros já com os resultados finais sendo apresentados. Muito além de verificar a aplicação do nosso recurso, fazer a gestão dos convênios envolve também mensurar e comunicar as transformações que trazem”, explica Nobile.
PROGRAMAÇÃO
De hoje até sexta, sempre a partir das 14h, o evento conta com diversas apresentações de cooperativas de ramos distintos. Nesta quarta-feira, os cases se concentraram nos ramos Agro e Trabalho. Na quinta-feira, teremos os cases do Ramo Crédito e, por fim, na sexta, dia 11/6, os relacionados ao Ramo Saúde.
Para acompanhar a apresentação dos cases, basta clicar aqui.
Brasília (8/6/21) - Você sabia que as cooperativas podem avaliar seu desempenho e fazer um benchmarking no segmento em que opera sem sair do lugar? Isso é possível, sim. Basta acessar o Sistema de Desempenho, uma ferramenta que permite gerar informações econômico-financeiras, sociais e ambientais, com acesso a um painel de gestão para analisar resultados e tomar decisões com mais certeza.
Com a ferramenta, as cooperativas poderão, por exemplo, identificar a necessidade de adequação econômica-financeira, o ambiente interno da cooperativa, realizar comparações dos resultados da sua coop com outras coops de mesma atividade econômica ou com empresas de mercado do mesmo segmento, entre outras possibilidades.
“Esses são só alguns dos exemplos do que as cooperativas podem encontrar ao utilizar essa ferramenta. Vale destacar que o nosso principal objetivo é oferecer a possibilidade de elas melhorarem os seus processos, garantindo, assim, um crescimento sustentável”, comenta o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile.
DIAGNÓSTICOS
A ferramenta faz parte de um conjunto de diagnósticos organizacionais: o de Identidade: com foco na legislação específica e integridade dos valores cooperativistas; o de Governança: que faz um raio X da autogestão, direção, estratégia e interesse dos cooperados; e, por fim, o de Gestão: destinado ao aperfeiçoamento das lideranças e dos processos organizacionais.
Juntos, esses três diagnósticos de processos, aliados ao diagnóstico de Desempenho da cooperativa possibilitam identificar o estágio de evolução da gestão da cooperativa no momento da avaliação, proporcionando uma visão aprofundada dos seus processos e dos seus resultados, visando identificar as necessidades e o direcionamento a ser seguido pela cooperativa no aprimoramento de seus processos.
COMO USAR
Contar com esse valioso apoio é muito fácil. A ferramenta que já está disponível é bem intuitiva. Para começar, acesse aqui e realize seu cadastro. A unidade estadual do Sistema OCB vai validar a solicitação e a própria cooperativa vai poder inscrever outros usuários. Além disso, a coop poderá contar com o apoio da Unidade para tirar dúvidas sobre o uso da plataforma e para ter um acompanhamento sistêmico na elaboração de planos de melhoria.
Brasília (8/6/21) – O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e o presidente da cooperativa Indian Farmers Fertiliser Cooperative Limited (IFFCO), U S Awasthi, assinaram nesta terça-feira (8/6), um memorando de entendimento, que facilitará as parcerias comerciais entre a IFFCO e as cooperativas agropecuárias brasileiras. A reunião contou com a participação de representantes do cooperativismo agro, além de dirigentes da IFFCO.
O documento assinado prevê o intercâmbio técnico, acadêmico e comercial entre cooperativas do Brasil e da Índia. A ideia é que OCB e IFFCO trabalhem em conjunto para fomentar o comércio entre cooperativas dos dois países, facilitando o acesso de cooperativas brasileiras ao mercado indiano e de cooperativas indianas no mercado brasileiro.
Na ocasião, a delegação indiana apresentou seu novo produto recentemente patenteado, o fertilizante à base de nanoureia, produto orgânico e de absorção sustentável. A cooperativa tem interesse em comercializar o produto inovador com cooperativas brasileiras, implementando um projeto de intercooperação entre cooperativas dos dois países.
MAIOR DO MUNDO
A Indian Farmers Fertiliser Cooperative Limited, ou Cooperativa de Fertilizantes dos Agricultores Indianos é a maior cooperativa de insumos agrícolas do mundo. A Federação conta com aproximadamente 36 mil cooperativas primárias, estabelecidas nas comarcas indianas. A cooperativa está listada entre as 50 maiores empresas indianas, com faturamento de US$ 32 bilhões em 2019.
Brasília (8/6/21) – Élio, Ivone e Lucas Polo viram suas vidas serem transformadas em abril deste ano. Eles foram a primeira família do interior de Passo Fundo (RS) a receber conexão de internet fibra ótica fornecida pela Coprel Telecom em parceira com a prefeitura do município por meio do projeto Campo Conectado.
“Ficamos muito felizes! Era algo que exigíamos há muito tempo”, afirma Élio. Segundo Ivone, “ter internet de boa qualidade em casa é muito importante. Estamos sempre precisando. Agrega muito”. Já Lucas, de 13 anos, não esconde o entusiasmo: “Ficou tudo melhor, desde assistir TV até jogar e estudar”, afirma.
A família reside na comunidade de Nossa Senhora das Graças, no Distrito de Capinzal, interior de Passo Fundo. Da residência até o ponto de distribuição de internet montado pela Coprel no Bairro de Santa Marta, são mais de 9 quilômetros de estrutura de fibra construída.
Esse, no entanto, é só o começo. O projeto Campo Conectado prevê a construção de 221 quilômetros de rede de fibra ótica para atender 1.127 famílias de 18 localidades do interior de Passo Fundo ainda no primeiro semestre de 2021. E esse é também, apenas um dos projetos de conectividade da Coprel Telecom.
Braço da Coprel Geração que, por sua vez, faz parte da Coprel Energia, a empresa de telecom aguarda com ansiedade a aprovação no Senado e a promulgação do Projeto de Lei 8824/2017, que permite a prestação de serviços de telecomunicação por cooperativas, de autoria do deputado e presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), Evair de Melo (PP-ES).
“É uma medida importante para nós porque poderemos atuar direto como cooperativa, reduzindo custos e com mais acesso a linhas de financiamento apoiadas pelo governo para a prestação do serviço em áreas rurais ou localidades distantes e sem conectividade”, explica Luís Fernando Volpato, facilitador da Coprel Telecom.
Atualmente, para poder prestar o serviço, a Coprel Telecom é uma empresa limitada controlada pela Coprel Geração. “Isso encarece os custos para o cooperados que acabam sofrendo dupla tributação. Com a aprovação do PL, além de podermos atender dentro da nossa vocação natural, que é a do cooperativismo, também podemos investir em projetos de intercooperação com outros ramos como o do agro, por exemplo”, acrescenta Volpato.
No momento, a Coprel Telecom oferece serviços de conectividade para 35 municípios do Rio Grande do Sul, com cerca de 32 mil conexões urbanas e rurais. Dos 56 mil cooperados, 9.500 são atendidos. Para viabilizar a prestação do serviço, são utilizados recursos das sobras do exercício anterior da Coprel Geração. A empresa participa com 50% do orçamento e os cooperados com o restante.
“É importante salientar que criamos a Coprel Telecom em função da pressão dos próprios cooperados que pediam e precisavam do acesso à Internet. Nosso primeiro projeto foi feito em 2010. Inicialmente atendíamos as áreas rurais com antenas de radiofrequência. Em 2016 começamos a levar fibra ótica, oferecendo também os serviços de telefonia e TV à cabo”, destaca Volpato.
Potencial
A quantidade de usuários e serviços online tem aumentado significativamente no Brasil. Apesar desse avanço, ainda persistem muitos espaços vazios de conectividade nas áreas rurais. De acordo com o último Censo Agropecuário, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 2017, mais de 70% das propriedades localizadas no campo não possuem conectividade.
Na prática, segundo a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em mais de 3,64 milhões de propriedades rurais não há internet nem mesmo para atividades básicas de comunicação, acesso à educação e ao entretenimento. “Não há conexão nem mesmo para a emissão de uma simples nota fiscal”, exemplifica o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas.
Já segundo dados da Confederação Nacional das Cooperativas de Infraestrutura (Infracoop), existem cerca de 67 cooperativas de distribuição de energia elétrica ativas no Brasil e todas elas possuem potencial para oferecer o serviço de acesso à internet aos seus cooperados.
Atualmente, apenas oito cooperativas, todas concentradas na região Sul do país, já oferecem esse serviço por meio de empresas limitadas formadas especificamente para esse fim. Para Evair de Melo, a aprovação do PL facilitará e ampliará esse número rapidamente.
“As cooperativas possuem capilaridade para identificar as necessidades dos produtores rurais cooperados, somado ao fato de que, por não haver lucro e sim sobras que podem ser reinvestidas para a melhoria e ampliação dos produtos e serviços ofertados, o modelo é ideal para levar internet a locais onde não há interesse econômico por parte das grandes empresas”, afirma.
“Com essa medida e a possibilidade aprovada recentemente de utilização dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust), na forma de linhas de crédito, investimentos diretos em estatais ou como garantia para projetos do setor, vamos conseguir levar tecnologias para o desenvolvimento da produção agrícola e a melhoria da qualidade de vida nas áreas rurais onde as cooperativas já estão presentes, ressalta Freitas.
Brasília (2/6/21) – O deputado Zé Silva (MG), membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), defendeu, nesta quarta-feira (2), maior previsibilidade das políticas públicas que envolvem o crédito rural, bem como a ampliação de investimentos para garantir uma assistência técnica e extensão rural efetiva e de qualidade. O parlamentar participou de audiência pública virtual realizada pela Comissão de Agricultura da Câmara dos Deputados (CAPADR) para debater o Plano Safra 2021/2022.
“Observamos vários avanços importantes, mas ainda temos uma praga muito forte no agro brasileiro que é a falta de planejamento, a falta de previsibilidade das regras que os produtores devem seguir para ter acesso ao crédito rural. A terra já está praticamente pronta para o plantio e ainda não conhecemos os detalhes do Plano Safra 2021/2022. Esse é um problema de Estado que se arrasta há décadas e que precisamos resolver”, afirmou.
Para Zé Silva, o planejamento deveria ser feito considerando um prazo maior, de cinco anos, por exemplo, com atualização anual. “Dessa forma teríamos maior previsibilidade das regras, o que garantiria também, maior segurança jurídica para os investidores”, acrescentou.
O deputado também destacou que considera “jogar dinheiro fora o plantio sem assistência técnica e extensão rural”. Segundo ele, o governo precisa colocar mais recursos na área, uma vez que a grande maioria dos estabelecimentos agropecuários do país não dispõe desse serviço. “Está provado que com a assistência técnica a produção por hectare/ano aumenta em quatro vezes o seu valor bruto. Não há como ignorar, portanto, a necessidade de maior investimento na área, o que infelizmente não tem ocorrido”, disse.
João Prieto, coordenador do ramo Agropecuário da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) participou da audiência como um dos expositores e também defendeu a relevância do crédito rural. “Nossas propostas visam a manutenção da arquitetura de crédito existente atualmente e que as linhas destinadas a investimentos sejam priorizadas, uma vez que elas garantem melhorias tanto para os produtores como para as comunidades onde eles estão inseridos. Também defendemos um orçamento robusto para a questão do seguro rural”, destacou.
A solicitação da audiência foi feita pelo deputado José Mário Schreiner (GO) que também é membro da Frencoop e presidiu a reunião. “Estamos atrasados na discussão do Plano Safra em função dos vários vetos que tiveram que ser discutidos nos últimos dias. Os recursos são poucos, então algumas medidas precisam ser priorizadas, como linhas de custeio e investimento, seguro rural e armazenagem da produção nas propriedades”, afirmou.
Além de João Prieto, também participaram da audiência representantes do Ministério da Agricultura (Mapa), do Banco Central, da Secretaria do Tesouro Nacional, da Associação Brasileira de Produtores de Soja (Aprosoja Brasil), da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag).
Brasília (2/6/21) – A OCB defendeu a necessidade da manutenção das linhas de crédito destinadas ao financiamento da agricultura brasileira durante audiência pública realizada nesta quarta-feira (2/6), pela Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados, e que debateu o Plano Safra 2021/22.
Além de parlamentares, o evento também contou com a participação do diretor do Departamento de Crédito e Informação do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz; do chefe do Departamento de Regulação, Supervisão e Controle das Operações do Crédito Rural e do Proagro, do Banco Central, Cláudio Filgueiras; do subsecretário de Gestão Fiscal da Secretaria do Tesouro Nacional, Adriano de Paula; e do coordenador do Ramo Agropecuário da OCB, João Prieto.
Bruno Lucchi, diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil; Antonio Galvan, presidente da Associação Brasileira de Produtores de Soja; Rafael Baldi, diretor para Assuntos de Crédito Rural da Federação Brasileira de Bancos; e, Décio Sieb, assessor da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, também estiveram presentes.
O representante da OCB apresentou as propostas do cooperativismo para o Plano Safra e destacou que foram construídas com o apoio das próprias coops agro e de crédito. Segundo ele, basicamente, essas propostas foram divididas em três grupos, visando a manutenção e aprimoramento do cenário de crédito rural vigente. São eles:
- Grupo I (fontes de recursos): exigibilidade sobre depósitos à vista, poupança rural e letra de crédito do agronegócio (LCA);
- Grupo II: dotações orçamentárias das linhas de crédito, limites e contratação e taxas de juros;
- Grupo III: Demais solicitações e ajustes em normas operacionais.
Quer saber como foi a audiência pública? Clique aqui.
Brasília (1º/6/21) – O 6º Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC) acaba de divulgar o resultado das avaliações dos trabalhos submetidos. Ao todo, foram aprovados 82 estudos, sendo 69 artigos completos e 13 resumos expandidos. O GT de Governança, Gestão e Inovação foi mais uma vez o destaque, com 24 trabalhos aprovados, seguidos de Impactos Econômicos, Sociais e Ambientais (20), Identidade e Cenário Jurídico (16), Educação e Aprendizagem (11) e Capital, Finanças e Desempenho (11).
Confira, aqui, a lista completa de aprovados. Os autores contemplados devem aguardar o contato da organização do evento – a ser feito por email – para que realizem a inscrição gratuitamente.
A 6ª edição do EBPC será entre os dias 2 e 6 de agosto, em Brasília, mas com transmissão online e ao vivo. O tema deste ano é Ações coletivas e resiliência: inovações políticas, socioeconômicas e ambientais.
PARCERIA
Neste ano, o evento ocorre em parceria com o 59º Congresso da Sociedade Brasileira de Economia, Administração e Sociologia Rural (SOBER), de forma conjunta e simultânea. A ideia é aproximar os públicos dos dois eventos e fortalecer o debate sobre as produções científicas voltadas ao campo e a todos os ramos do cooperativismo brasileiro. Para se inscrever, basta acessar: www.even3.com.br/soberebpc2021.
OPORTUNIDADE DUPLA
Os trabalhos aceitos no EBPC também podem concorrer ao Prêmio ABDE-BID de Artigos Edição 2021, na categoria 3 - Sistema OCB: Desenvolvimento e Cooperativismo de Crédito, com premiações de até R$ 8 mil.
O concurso é promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), com o apoio do Sistema OCB, e a finalidade é estimular a reflexão acerca dos desafios do desenvolvimento, por meio do incentivo à pesquisa e à elaboração de artigos científicos.
Podem participar artigos aprovados em qualquer um dos 5 GTs do EBPC que investiguem o cooperativismo e as cooperativas de crédito. Os prêmios serão de 8 mil reais para o primeiro colocado e R$ 4 mil para o segundo colocado.
As inscrições para participar do Prêmio ABDE-BID vão até 04 de julho. Para conferir o edital completo do Prêmio ABDE-BID, basta acessar: https://abde.org.br/premio-abde
Brasília (1º/6/21) – O Sistema CNA/Senar, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e as entidades do Instituto Pensar Agro (IPA) começaram, na terça (1º/6), as ações do programa Agro Fraterno com a primeira doação de cestas de alimentos a famílias carentes dos municípios goianos de Luziânia, Cristalina, Cidade Ocidental, Novo Gama e Santo Antônio do Descoberto. Também foi lançado o site do programa (www.agrofraterno.com.br), onde produtores, entidades e empresas poderão fazer os registros das doações.
O evento aconteceu em Luziânia, com a presença dos ministros João Roma (Cidadania) e Tereza Cristina (Agricultura); dos presidentes do Sistema CNA, João Martins, do IPA, Nilson Leitão; do presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), deputado federal José Mário Schreiner, que esteve representando a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA); da primeira-dama de Goiás, Gracinha Caiado; do diretor-geral do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Daniel Carrara; da gerente-geral da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Tânia Zanella; do prefeito de Luziânia, Diego Sorgatto, além de parlamentares, representantes de federações, de sindicatos rurais e autoridades estaduais e municipais.
No início da cerimônia, João Martins, que participou de forma virtual, afirmou que "o produtor rural brasileiro mostra mais uma vez sua responsabilidade com o Brasil e com seu povo. Neste momento de dificuldade que o mundo atravessa, o produtor continua a produzir alimentos para abastecer os brasileiros e mais de 1 bilhão de pessoas em quase 200 países. Mas dezenas de milhões de brasileiros estão passando fome no celeiro do mundo. Isso é inaceitável. Por isso estamos aqui”.
"Hoje a CNA e os produtores rurais começam a distribuir cestas para abastecer a população que perdeu a capacidade de adquirir o seu alimento. É a prova de nosso compromisso de reduzir a falta de alimento nas mesas dos brasileiros. A CNA e os produtores rurais sob liderança da ministra Tereza Cristina assumem a responsabilidade de também promover a distribuição aos mais necessitados. Esse é o nosso sentimento de responsabilidade e o nosso compromisso”, concluiu o presidente da CNA.
APOIO
O Agro Fraterno é um movimento apoiado pela ministra Tereza Cristina e liderado pelo Sistema CNA/Senar, pela OCB e pelas entidades do IPA que se reuniram em uma corrente solidária para ajudar as famílias mais necessitadas atingidas pela grave crise gerada pela pandemia da Covid.
“O Agro Fraterno será o maior programa de entregas de cestas do Brasil. Vamos trabalhar para que façamos a entrega de 2 milhões de cestas apenas para começar,” disse a ministra Tereza Cristina. “Esse é meu desafio aqui hoje, vamos trabalhar com todos os municípios do Brasil. Com cada um ajudando, colaborando, nós poderemos diminuir o sofrimento das pessoas que passam fome do nosso País, que é tão rico e celeiro do mundo. Vamos todos juntos fazer do Agro Fraterno um grande movimento para aliviar o sofrimento dessas pessoas vulneráveis que vivem esse momento tão difícil”.
UNIÃO
João Roma, ministro da Cidadania, reforçou a importância da união para levar alimento às populações mais vulneráveis e destacou a liderança do presidente da CNA, João Martins, para transformar a vida e ajudar o brasileiro a superar o momento de dificuldades.
“Esse é o momento da união das várias facetas do nosso Brasil, onde a capacidade de solidariedade de cada de nós tem que aflorar. A somatória de esforços é fundamental se quisermos estender a mão para a população em vulnerabilidade”, afirmou o ministro.
Programa – O Agro Fraterno é voltado para a participação de produtores, empresas e entidades ligadas ao setor, que podem fazer a adesão de forma voluntária. As doações são livres e podem ser feitas tanto com cestas de alimentos, recursos ou alimentos, de acordo com a opção dos doadores. O critério para receber a cesta segue os quesitos sociais do Ministério da Cidadania.
O doador poderá registrar sua doação. Basta entrar no site e fazer seu cadastro. Além das informações, o doador poderá colocar fotos, vídeos, matérias ou outros materiais que julgar importante para comprovar a doação. (Fonte: CNA)
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Brasília (31/5/21) – O Somos Líderes divulgou nesta segunda-feira, dia 31/5, o resultado do período de inscrições da sua segunda edição. Ao todo, o programa recebeu 1707 inscrições de todas as regiões do Brasil, entre empregados de cooperativas e cooperados.
O período de inscrições foi um sucesso e, entre as mais de 1700 pessoas interessadas, o número de mulheres se mostrou superior ao de homens nesta edição. As inscrições foram compostas por 60,3% de mulheres e 39,7% de homens. Já na faixa etária dos candidatos, as idades predominantes foram entre 26 e 33 anos.
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, os números expressivos de inscrições mostram a vontade da juventude cooperativista em fazer mais por todo o país. “O jovem que já faz parte do nosso movimento tem naturalmente um propósito forte. Ele acredita em um modelo de negócio que tem um poder transformador, que é pautado no trabalho conjunto e que hoje tem um papel essencial no desenvolvimento do Brasil. A nossa juventude sabe bem que o cooperativismo pode crescer ainda mais e potencializar essa contribuição. E para isso, é fundamental contar com lideranças inovadoras, conscientes da sua função e que sejam também inspiradoras. Tenho certeza de que a segunda edição do Somos Líderes vai formar um time exatamente assim”, destacou.
SOBRE AS INSCRIÇÕES
As regiões com o maior número de inscrições foram Sudeste, com 914 inscritos, Sul, com 355 inscritos, e Centro-Oeste, com 192 inscritos. Minas Gerais foi o estado de maior destaque, contando com o interesse de 672 pessoas, sendo Belo Horizonte responsável por 5,8% das inscrições do programa. O Rio Grande do Sul ficou com o segundo lugar, destacando-se pelas 33 inscrições em Porto Alegre.
Dentre os sete ramos do cooperativismo, o Crédito foi o ramo com mais inscrições, representando 63,2% dos inscritos, ficando à frente do Ramo Saúde, com 17,6%, do Ramo Agropecuário, com 10,4%, e do Ramo de Trabalho, Produção de Bens e Serviços, com 5,5%.
Além disso, o programa também recebeu 17 inscrições de pessoas com deficiência, que terão uma jornada de aprendizagem acessível e inclusiva.
Agora, os inscritos seguem para a segunda etapa do Somos Líderes: as trilhas de vídeos online, que terão início no dia 1º de junho, terça-feira, e serão encerradas no dia 13/06. Ao todo, serão três trilhas que abordarão pontos importantes do modelo cooperativista para que os inscritos se desenvolvam e aprendam um pouco mais sobre esse universo incrível.
MARQUE NA AGENDA
1º/6 - Início da trilha de vídeos (Etapa 2)
13/6 - Encerramento da trilha de vídeos
15/6 - Início das lives (Etapa 3)
24/6 - Início do envio da documentação comprobatória
6/7 - Encerramento das lives
24/7 - Encerramento do envio da documentação comprobatória
5/8 - Divulgação dos 70 jovens aprovados
12/8 - Início dos módulos da formação de liderança (Etapa 4)
13/10 - Encerramento dos módulos da formação de liderança
26/10 - Encerramento do programa Somos Líderes - virtual ou presencial em Brasília/DF* (Etapa 5)
*A depender das condições sanitárias.
Somos Líderes
Em 2019, o Sescoop reforçou o seu compromisso em contribuir com a renovação do sistema cooperativista nacional, apresentando um projeto voltado especificamente para a formação de novos líderes coop. Assim nasceu o Somos Líderes: um programa feito para jovens que acreditam no futuro do cooperativismo, e que tem como principal objetivo investir na formação e no desenvolvimento de uma geração que vai levar esse modelo de negócios ainda mais longe.
Dar voz à juventude coop é um dos principais objetivos do Somos Líderes. O Sescoop acredita que preparar jovens para estarem à frente das cooperativas e serem, ao mesmo tempo, uma voz atuante na sociedade, vai contribuir diretamente para a continuidade da prática cooperativista e consequentemente fomentar o seu enorme poder de transformação.
Sobre o Sescoop
Nosso negócio é pensar hoje no futuro do cooperativismo. Há mais de 20 anos, o Sescoop acompanha de perto as cooperativas brasileiras para oferecer soluções que promovam o desenvolvimento humano e a sustentabilidade do negócio. Estamos presentes em todos os cantos do país, com um apoio especializado para as cooperativas.
A cada empreendimento, uma realidade e uma estratégia diferentes, sempre baseadas em um processo que fomente a autogestão e a cultura cooperativista. Integrante do Sistema S, o Sescoop faz parte do Sistema OCB, que também conta com outras duas instituições que trabalham juntas pelo desenvolvimento do cooperativismo brasileiro, a OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras e a CNCoop - Confederação Nacional das Cooperativas. E você pode saber mais em https://somoscooperativismo.coop.br.
RECIFE, 01/06/2021 - Iniciando o mês mais festivo do Nordeste Brasileiro, o cooperativismo pernambucano traz uma novidade: estreou nesta terça-feira, 1/6, o programa de rádio Minuto Cooperativo. É mais uma plataforma e mais uma iniciativa para divulgar que SomosCoop. A ação tem apoio do Sistema OCB, e o programa será veiculado na Rádio Jornal, de segunda a sexta-feira, às 8h30, abrangendo as regiões de Caruaru, Garanhuns, Limoeiro, Pesqueira e Petrolina. O projeto prevê, ainda, patrocínio ao programa Primeira Página, de Gilberto Freire, na Rádio Jornal Recife com transmissão em rede.
“Esta é uma iniciativa pioneira do cooperativismo pernambucano, que falará com a sociedade através de uma rede de rádios, neste primeiro momento, pelo Sistema Jornal do Commercio. Com isso, buscamos a divulgação do cooperativismo como uma forma de resposta aos momentos difíceis da pandemia. É também um convite amoroso à sociedade para que se engaje neste movimento”, afirmou Malaquias Ancelmo de Oliveira, presidente do Sistema OCB/PE. O trabalho realizado deverá trazer resultados positivos. “Há uma expectativa nossa de uma boa adesão no sentido de fortalecer as cooperativas existentes e o engajamento na formação de novas cooperativas, em especial nas periferias das grandes cidades”, concluiu o dirigente.
A iniciativa busca também atuar para fortalecer a imagem e a comunicação do cooperativismo. Nesse sentido, a escolha por um programa de rádio considerou o grande alcance dessa mídia e a agilidade no processo de produção e transmissão das informações. Respeitando o distanciamento, as entrevistas serão realizadas por telefone e as gravações dos spots feitas diretamente pelas rádios. Acompanhe as transmissões nas frequências: AM 1080 (Caruaru), AM 1210 (Garanhuns), AM 660 (Limoeiro) FM 90.9 (Pesqueira) e FM 90.5 (Petrolina).
E você? Também está divulgando seu orgulho em ser coop? Conta pra gente!
Brasília (31/5/21) – A OCB realiza nesta terça-feira um workshop direcionado às cooperativas do Ramo Transporte. Entre os objetivos do evento está o estímulo ao uso da versão digital do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) pelas cooperativas e seus cooperados.
O evento contará com a participação do gerente executivo na Superintendência de Transporte Rodoviário de Cargas e Multimodal, da ANTT, Marcelo Prado, que falará sobre o cenário atual do setor, bem como seus gargalos, avanços, ações prioritárias e inovação no setor. O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e a gerente técnica e econômica da OCB, Clara Maffia, também estão confirmados.
O analista técnico e econômico, Tiago Freitas, falará sobre o que está sendo feito pela OCB em prol do desenvolvimento das cooperativas de transporte de cargas e também sobre as razões para a utilização do RNTRC digital.
Brasília (27/5/21) – Desde o início da pandemia, a OCB tem avançado na cooperação com organizações pares em diversos países. Também ampliamos a participação do cooperativismo brasileiro nos 13 organismos internacionais de que a OCB é membro ativo. Somente neste ano, foram organizadas reuniões com parceiros de cooperativismo em 12 países para tratar de cooperação técnica e acadêmica e de promoção comercial.
REINO UNIDO - Avançando nas tratativas internacionais, o representante do Brasil no Conselho de Administração da ACI, Onofre Filho, presidente do Sistema OCB/MT, participou de reunião com a Reitora da Faculdade do Cooperativismo do Reino Unido, Cilla Ross. A entidade britânica fundada em 1919 é a instituição de ensino cooperativista mais antiga do mundo ainda em funcionamento. A Faculdade, que é herdeira do Movimento de Rochdale, é referência internacional na formação de lideranças e gestores de cooperativas. A reunião com a OCB tratou de oportunidades de cooperação com as entidades de ensino do cooperativismo no Brasil.
QUÊNIA: O intercâmbio acadêmico foi o foco também da conversa com a professora Esther Gisheru, vice-reitora da Universidade Cooperativa do Quênia, maior centro de formação em cooperativismo do Continente Africano. Esther manifestou interesse em trabalhar em conjunto com a OCB para a formação de uma plataforma de cooperação global para a promoção da educação em cooperativismo.
NEPAL: Uma reunião bilateral foi realizada com a vice-presidente da Confederação Nacional de Cooperativas do Nepal, Om Devi Malla, que também representa o país asiático no Conselho de Administração da ACI. Foram discutidas oportunidades de cooperação técnica entre cooperativas dois países.
O Nepal possui um robusto movimento cooperativista, com grande participação econômica nos setores agropecuário e de crédito. O país também se destaca na participação feminina nas cooperativas, assim como nas lideranças dos empreendimentos cooperativistas. Segundo dados da Confederação Nacional, 62% dos membros das cooperativas do país são mulheres.
CANADÁ: Um intercâmbio virtual também foi realizado com a Universidade de Santa Maria, no Canadá. O Centro de Pesquisa em Cooperativismo da universidade é considerado uma das mais avançadas entidades de formação corporativa voltada ao cooperativismo. Em conversa com as professoras Sonja Novkovic, que preside o Comitê de Pesquisa da ACI, e Karen Meiner, que coordena o Centro de Pesquisa, foram discutidas oportunidades de cooperação para a realização de cursos de formação executiva de lideranças cooperativistas.
ARGENTINA: Por fim, também foi realizado um encontro com o Presidente do Instituto Nacional de Associativismo e Economia Social da Argentina, Alexandre Roig. O INAES é a estrutura governamental de fomento ao cooperativismo no país vizinho. A reunião, que contou com a participação do Secretário Nacional de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Fernando Schwanke, e do Diretor de Cooperativismo e Acesso a Mercados do MAPA, Márcio Madalena, tratou da cooperação entre Brasil e Argentina na Reunião Especializada de Cooperativas do Mercosul.
A RECM é um organismo internacional ligado ao Mercosul, que visa promover a integração dos movimentos cooperativistas dos países do Cone Sul. A OCB é membro-fundadora da entidade, que está em funcionamento desde o ano de 2001. Durante o encontro institucional, foram debatidos o planejamento de atividades e a cooperação comercial entre as cooperativas dos dois países.
ATUAÇÃO LÁ FORA
Há 32 anos, a OCB representa o cooperativismo brasileiro além das fronteiras nacionais. A Organização tem participado ativamente dos principais organismos internacionais voltados para a integração global do movimento cooperativista. O foco da atuação internacional está na representação dos interesses das cooperativas brasileiras, promovendo a intercooperação e facilitando o acesso dos produtos e serviços do cooperativismo nacional ao mercado internacional.
Brasília (27/5/21) – O Senado aprovou nesta quarta-feira (26/5) o PL 4014/2020, que possibilita a prorrogação dos contratos de estágio já iniciados, que estejam em andamento ou em conclusão durante a calamidade pública decorrente da pandemia de coronavírus (covid-19).
O projeto define que, quando obrigatórios, os estágios poderão ser prorrogados pelo tempo necessário à sua conclusão, podendo ser acrescido o tempo em que o estágio esteve suspenso, caso tenha havido suspensão temporária do trabalho, das atividades acadêmicas ou se, por qualquer outra razão, tenha havido impedimento ou atraso no cumprimento de créditos ou requisitos curriculares.
Além disso, quando não obrigatórios, poderão ser prorrogados por até seis meses, em se tratando de contratos cujo termo final coincide com a conclusão original do curso que tenha sido postergada pelo mesmo prazo e em caso de atraso ou impedimento no acesso, na oferta e no cumprimento de créditos de disciplinas e atividades complementares.
O projeto é de autoria dos senadores Mara Gabrilli (SP), diretora da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e Rodrigo Cunha (AL). A relatoria é de Izalci Lucas (DF), que também integra à Frente. O texto segue, agora, para a análise da Câmara dos Deputados.
Brasília (27/5/21) – O deputado Pedro Lupion (PR) comemorou nesta quarta-feira (26) a aprovação do relatório de sua autoria ao Projeto de Lei (PL) 8.824/2017, que assegura às cooperativas autorização para que elas possam prestar serviços de telecomunicação, ampliando a cobertura de internet principalmente em zonas rurais ou localidades em que não há interesse econômico por parte das grandes empresas. O relatório foi aprovado por unanimidade pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara e o projeto segue agora para apreciação no Senado, se não houver recurso.
“A aprovação dessa medida é necessária, uma vez que a legislação atual não é clara e aponta falta de segurança jurídica para a prestação do serviço por parte das cooperativas no país. O objetivo da proposta é que, efetivamente, as cooperativas possam operar também no setor de telecomunicações, e assim, baratear os preços, dar mais eficiência e apresentar novas opções para o mercado”, afirmou Lupion, que também é membro da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop).
O parlamentar destacou também a atuação conjunta realizada para dar andamento a proposta. “Junto à Frencoop, OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Ocepar (Organização das Cooperativas do Paraná) e outros parceiros, trabalhamos para fortalecer o cooperativismo, setor tão importante para gerar oportunidade e renda no meu estado do Paraná e no Brasil”.
O projeto de autoria do deputado Evair de Melo (ES), presidente da Frencoop, foi elogiado pelas principais lideranças presentes na reunião da CCJC. Pompeu de Mattos (PDT-RS), ressaltou a importância das cooperativas. “Elas são fundamentais para a vida econômica e social no meu estado e em todo o Brasil. Impossível imaginar o que seria o país hoje sem as cooperativas. Sua pluralidade não pode ser ignorada e, portanto, apoiamos leis e propostas que contribuam ainda mais para o seu desenvolvimento”.
As deputadas EriKa Kokay (DF) e Gleise Hoffmann (PR), bem como o deputado Rui Falcão (SP), fizeram questão de declarar abertamente o voto favorável ao projeto e destacar a concepção do modelo de negócio cooperativista. “Ele parte de uma filosofia igualitária, de justiça e democrática que é fundamental ser estimulada”, afirmou Erika Kokay.
Para o deputado Evair de Melo, o projeto é relevante porque “as atuais concessões, permissões e autorizações não se mostram eficazes em promover o acesso, a qualidade e a competitividade fundamentais para o ingresso digital das comunidades rurais ou as em regiões de difícil acesso”.
Ele lembrou ainda que as cooperativas possuem capilaridade para identificar as necessidades de seus cooperados. “Além disso, por não haver lucro e sim sobras que podem ser reinvestidas para a melhoria e ampliação dos produtos e serviços ofertados, o modelo é ideal para levar internet a locais onde não há interesse econômico por parte das grandes empresas”.