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Notícias representação

 

 

OCB debaterá Selo+ Integridade

Brasília (1º/4/19) – No próximo dia 11/4, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) promoverá um debate sobre o programa Selo Agro+ Integridade. A Organização das Cooperativas Brasileiras e a Confederação Nacional da Agricultura são parceiros do evento, destinado a empresas, cooperativas e entidades de representação do setor produtivo.

O objetivo é debater as perspectivas das ações de integridade pública e, também no setor privado, com foco no agronegócio. O evento ocorrerá das 8h30 à 12h, no auditório da Confederação, no Setor Bancário Norte, em Brasília.

A abertura contará com as presenças dos ministros Tereza Cristina (MAPA) e Wagner de Campos (CGU) e, ainda, do diretor da Secretaria Executiva Agroambiental do Tributal de Contas da União, Vinícius Neves, e dos presidentes Márcio Lopes de Freitas (OCB) e João Martins da Silva Junior (CNA).

O programa Selo+ Integridade tem como objetivo fundamental o reconhecimento de boas práticas de produção pelos diversos setores do agronegócio, sob a ótica da responsabilidade social e sustentabilidade, e ainda o esforço para mitigação das práticas de fraude, suborno e corrupção.

 

PROGRAMAÇÃO

Confira abaixo a programação:

 

COMO RECEBER O SELO

As cooperativas agropecuárias poderão obter o Selo Agro+ Integridade (edição 2019-2020) para adicionar nas embalagens de seus produtos. Para isso, basta que elas participem de uma seleção de identificação daquelas que estão de acordo com as regras do programa. As inscrições começam no dia 1º/2, vão até o dia 31/5 e devem ser feitas diretamente do site do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. (Link)

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Na Itália, ACI tem primeira reunião de 2019



Brasília (1º/4/19) – O mercado consumidor internacional é – e sempre foi – foco da atuação da OCB que, há 30 anos, participa das reuniões do Conselho de Administração da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Na última semana, representantes de 20 países, dentre eles o Brasil, se reuniram em Matera, na Itália, para realizar a primeira reunião do conselho, em 2019.

Ao longo dessas três décadas, os representantes brasileiros, indicados pela OCB, têm sido eleitos para assumir a função de conselheiro do maior representante do cooperativismo em nível global e uma das organizações não-governamentais mais antigas do mundo.

A reunião foi organizada em parceria com a Aliança Italiana de Cooperativas, entidade recentemente criada para representar o movimento cooperativista nacional e que é formada pela Confederação Italiana de Cooperativas (Confecooperative), pela Liga Italiana de Cooperativas (Legacoop) e pela Associação Geral das Cooperativas Italianas (AGCI).

O local do encontro não foi escolhido à toa. Matera foi considerada a capital europeia da cultura em 2019, juntamente com a cidade búlgara de Plovdiv. Terceira cidade mais antiga do mundo, Matera está localizada no sul da Itália e é rica em história e cooperativismo.

Além das reuniões do Conselho e dos organismos setoriais da ACI, a delegação brasileira participou de uma conferência internacional de cooperativas culturais. O evento reuniu dirigentes europeus de cooperativas que oferecem serviços de turismo e gestão do patrimônio histórico.

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Evair de Melo é novo relator da Lei Geral das Cooperativas

 



Brasília (28/3/19) – O presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de Melo (ES), acaba de ser designado relator do projeto de lei nº 519/2015, mais conhecido como Lei Geral das Cooperativas. A matéria é um dos principais projetos que dizem respeito ao cooperativismo e que tramitam no Congresso Nacional. É, também, um item prioritário da Agenda Institucional do Cooperativismo (clique aqui).

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acompanha o projeto desde que foi apresentado no Senado, em 2007, como o PLS 3/2007, pelo então senador Osmar Dias (PR), já que prevê a modernização da Lei 5.764/71, tida como o mais importante marco regulatório do cooperativismo brasileiro.

“Atualizar a lei que rege as cooperativas é fundamental para o desenvolvimento delas, afinal, todos os normativos que regulam os setores econômicos onde operam têm como base uma referência legal da década de 70. De lá pra cá, o mundo mudou, o mercado evoluiu e a tecnologia revolucionou a forma de se empreender coletivamente. As cooperativas, de fato, precisam de uma lei moderna, atual e que faça frente às necessidades do mercado, da sociedade e da economia nacional”, destaca o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Depois de tramitar no Senado, o PL 519/2015 está, atualmente, sob análise da Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. Na sequência, segue para análise das comissões de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, Finanças e Tributação e, por fim, Constituição e Justiça.

 

SUBSÍDIOS

Evair de Melo terá, a partir de agora, a tarefa de apresentar parecer e propor emendas ao texto, caso considere necessário. E, para isso, é um dos convidados de honra do debate que ocorrerá durante a 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo, a ser realizado pela OCB, em Brasília, entre os dias 8 e 10 de maio. A ideia é discutir com os congressistas os aspectos que devem entrar na modernização da Lei 5.764/71 para colher os melhores encaminhamentos a serem dados ao texto do PL 519/2015.

“O que pretendemos é levantar subsídios para representar as cooperativas com a maior efetividade, construindo, assim, um cenário propício, sob o ponto de vista da legislação, para que se desenvolvam e, também, para cumprir seu papel de transformar a realidade socioeconômica brasileira”, comenta Evair de Melo.

 

LINHA DO TEMPO                                                                                            

- Fevereiro/2007 – Apresentação do PLS 3/2007.

- Dezembro/2010 – Aprovado parecer na Comissão de Constituição e Justiça do Senado.

- Maio/2014 – Aprovado parecer na Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado.

- Fevereiro/2015 – Aprovado parecer na Comissão de Assuntos Econômicos e encaminhamento à Câmara dos Deputados.

- Março/2015 – Encaminhamento à Comissão de Trabalho, Administração e Serviço Público, com novo número (PL 519/2015).

- Março/2019 – designação do deputado Evair de Melo como relator.

SC realiza do Encontro do Programa Cooperjovem

Brasília (2/4/19) – Certa vez, o educador Paulo Freire disse que a educação muda as pessoas e a pessoas transformam o mundo. E as cooperativas brasileiras acreditam muito que, somente por meio da formação de crianças e jovens como cidadãos mais solidários, participativos e comprometidos, será possível construir um futuro socialmente justo, democrático e sustentável.

É por isso que muitas cooperativas, em 16 estados, desenvolvem o programa Cooperjovem, em parceria com 630 escolas, que só em 2018 beneficiou mais de 120 mil jovens com atividades que estimulam a vivência prática da cooperação. O estado de Santa Catarina é um exemplo disso. Lá, mais de 520 professores de 90 escolas, colocam em prática o programa. Ao todo, 26 cooperativas estão diretamente envolvidas e quase 30 mil alunos, distribuídos em 57 municípios, são beneficiados.

 

ENCONTRO

O programa, em SC, tem tanta relevância para o movimento cooperativista que, nos dias 4 e 5 de abril, será realizada a sétima edição do Encontro Estadual do Programa Cooperjovem, em Florianópolis. O evento deve reunir 350 pessoas, entre educadores e gestores de escolas públicas, coordenadores das cooperativas parceiras, além de representantes de secretarias municipais e gerências regionais de educação de mais de 60 municípios.

O tema deste ano é “A Cooperação na Educação: histórias de sucesso”. A programação inclui palestra e oficinas sobre Hábitos Criativos, apresentação de case do Sicoob Creditapiranga, vencedor do Prêmio Somoscoop na categoria Cooperjovem, palestra com bate-papo sobre educação cooperativa e, na sexta-feira, um Fórum de Boas Práticas da Coopa de Futebol Cooperativo 2018.

 

PROGRAMAÇÃO

 

Data: 4/4/19

  • 8h – Abertura: Luiz Vicente Suzin, presidente do Sistema Ocesc
  • 8h30 – Palestra sobre Hábitos Criativos, com Jean Sigel/Escola de Criatividade
  • 10h30 – Coffee-break
  • 11h – Práticas sobre os Hábitos Criativos – Escola de Criatividade
  • 12h30 – Intervalo para almoço
  • 14h – Fotos oficiais das delegações
  • 14h30 – Case: Sicoob Creditapiranga – Prêmio SomosCoop – Categoria Cooperjovem, com Gilvane Kern, coordenador do Programa Cooperjovem
  • 15h30 – Coffee-break
  • 16h – Palestra: “Educação Cooperativa: uma exigência dos desafios contemporâneos”, com Viviane Mosé e Maria Denise Crespo Nunes, como mediadora
  • 18h – Encerramento do 1º dia
     

Data: 5/4/19

  • Fórum de Boas Práticas da Coopa de Futebol Cooperativo 2018
  • Projeto Cooperação com participação especial de Cláudio Thebas
  • 8h - Concentração do Time Cooperjovem
  • 8h20 - Aquecimento para entrar em campo
  • 8h40 - Abertura da Feira de Boas Práticas
  • 10h - Coffee-break
  • 10h30 – Coletiva de imprensa: melhores momentos, aprendizados, impactos e próximos passos
  • 11h20 – Lançamento do Diário da COOPA 2018
  • 11h40 – Celebração do VenSer juntos!
  • 12h – Encerramento com almoço

 

COOPERJOVEM

Dentre as principais iniciativas do Sescoop para divulgar e promover a cultura da cooperação está o Programa Cooperjovem com o intuito de ajudar a formar cidadãos mais solidários, participativos e comprometidos com um futuro socialmente justo, democrático e sustentável despertando nas crianças e professores a compreensão do sentido de ajuda mútua, o interesse pela cooperação e enfatizando que o cooperativismo é uma futura opção de geração de trabalho e renda.

Sendo assim, o programa Cooperjovem vem para proporcionar a reflexão na comunidade escolar e disseminar a cultura da cooperação com Projetos Educacionais Cooperativos - PEC, e com isso levar a cooperativa e o cooperativismo para as salas de aula com uma proposta educacional inovadora, baseada na relação ensino-aprendizagem, construída a partir dos valores: Ajuda mútua; Justiça; Solidariedade; Liberdade; Democracia; Equidade; Igualdade; Responsabilidade; Honestidade; Transparência; Consciência socioambiental.

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Assembleia Geral aprova resultados de 2018



Brasília (27/3/19) – “A gente existe para melhorar a qualidade de vida de quem coopera com a construção de um futuro melhor para todos. A gente existe para valorizar o trabalho daqueles que, em todos os cantos do país, se empenham por mostrar o quanto o cooperativismo é capaz de fazer pelas pessoas e pelo Brasil.”

Foi com essa frase que o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, iniciou a assembleia geral ordinária da entidade, realizada nesta quarta-feira (27/3), em Brasília. O evento anual contou com a participação de representantes de 25 das 27 unidades estaduais que aprovaram – por unanimidade – o relatório de atividades e o balanço patrimonial, referentes a 2018, e, ainda, o plano de trabalho e o orçamento para 2019.

O superintendente da OCB, Renato Nobile, que secretariou a assembleia, iniciou sua fala informado os números do cooperativismo em nível nacional. Ao todo, o país conta com 6.887 cooperativas. Elas reúnem pouco mais de 14,2 milhões de cooperados e geram 398 mil empregos diretos.

Dentre as conquistas elencadas no relatório de gestão, apresentado por Nobile, estão as seguintes:

 

  • Lançamento do Portal Compras Públicas, ambiente de virtual de estímulo à participação de cooperativas nos editais de compras públicas e que monitorou 3.788 editais em apenas três meses. Para se ter uma ideia, considerando só a compra de alimentos, o total gasto pelo governo pode chegar a R$ 7 bilhões por ano segundo o Ministério da Cidadania (MC).
  • A presença de cooperativas no mercado de energia distribuída foi triplicada. Em 2017, haviam 51 cooperativas atuando nesse setor e, no fim de 2018, elas já somavam 134.
  • Apoio às unidades estaduais e cooperativas que visitaram países como Alemanha, Argentina, Chile, Cingapura, Colômbia, Costa Rica e Espanha, por exemplo, objetivando a celebração de acordos comerciais.
  • Foram monitoradas 1.415 proposições no Congresso Nacional. Desse total, 54 eram prejudiciais ao setor e tiveram sua votação impedida.
  • Inclusão da categoria Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas (CTC) no Marco Regulatório do Transporte Rodoviário de Cargas, durante a tramitação na Câmara dos Deputados.
  • Com grande apoio da Frencoop e trabalho técnico junto à Consultoria Legislativa, o texto que permite às cooperativas atuarem no mercado de seguros foi aprovado na Comissão Especial da Câmara.
  • Inserção de dispositivo na Lei 13.682/18, que assegura o repasse de 10% do FCO para cooperativas de crédito.
  • Durante a tramitação da MPV 850/18 e do PLN 2/2018, surgiram iniciativas de retirada de recursos das entidades do Sistema S, o que afetaria o Sescoop. Em ambos os casos, a tentativa foi revertida.
  • Foram monitorados 1.119 normativos de interesse do cooperativismo no Diário Oficial da União; representantes do setor participaram de 262 reuniões técnicas com representantes do Governo Federal (13 delas com ministros).
  • Sanção integral da lei 161/18, que autoriza cooperativas de crédito tanto a captar depósitos de prefeituras, órgãos e entidades/empresas controladas pelos municípios, quanto a gerir as disponibilidades financeiras do Sescoop.
  • A instituição, pelo Confaz, do Código de Operação Fiscal e Prestação (CFOP) específico para sociedades cooperativas, representando efetivamente o ato cooperativo nas operações realizadas pelas cooperativas, conforme previsto na Lei 5.764/71.
  • Foram analisadas 12.963 decisões proferidas pelos tribunais superiores.
  • Em 2018, o STF concluiu o julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade propostas contra dispositivos da Lei 12.651/2012, o novo Código Florestal. Ao final do julgamento, que a OCB participou como amicus curiae, 30 dispositivos foram julgados constitucionais, sete foram atribuídos como interpretação conforme a Constituição e em apenas dois dispositivos a decisão foi pela inconstitucionalidade.
  • Os interesses das cooperativas foram representados em 75 fóruns do Poder Executivo.
  • A Frente Parlamentar do Cooperativismo tem mais de 30 anos e na última legislatura contou com a adesão de 47% dos deputados e senadores. Ao todo, 279 parlamentares passaram a integrar à frente.
  • Em 2018, foram realizadas 66 reuniões de conselhos consultivos e grupos de trabalho, que somaram um total de 537 participantes, entre conselheiros e convidados. Atualmente, existem 11 conselhos que, juntos, reúnem 298 representantes de todo o Sistema, ou seja, cooperados, dirigentes de cooperativas, além de profissionais das unidades estaduais.
  • Eleição de representante brasileiro no Conselho da ACI Américas.
  • Assinatura de memorando de entendimentos com o PNUD.
  • Realização de workshop internacional com o título Cooperativismo e os ODS.
  • Intensificação da divulgação do cooperativismo nas redes sociais.
  • O SomosCoop chegou a 18 estados do país e a websérie criada para o movimento alcançou 36.915 minutos de visualização.
  • Foram impactados mais de 103 milhões de ouvintes com boletins de rádio.
  • A imprensa publicou 257 matérias propostas pela OCB.
  • Realização do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano, com 25% a mais de cooperativas inscritas.
  • O Dia de Cooperar (Dia C) beneficiou mais de 2,2 milhões de brasileiros, envolveu 119,6 mil voluntários estimulados por 1,7 mil cooperativas em 1,136 cidades.
  • Realização de pesquisa nacional sobre o setor que constatou que de cada 10 brasileiros, quatro conhecem o cooperativismo.
  • Elaboração e publicação de série de materiais estimulando os cooperados a participarem do processo eleitoral do país.
  • Elaboração e entrega do documento Propostas para um Brasil mais cooperativo, entregue aos principais candidatos à Presidência da República.
  • Promoção de missões internacionais para os Estados Unidos e Argentina, por exemplo.
  • Realização de eventos essenciais para o setor, como seminários regionais, jurídico, transporte, gênero, compras e de negócios.
  • Realização de parceria com CNPq que resultou no edital para estimular a pesquisa científica em cooperativismo.
  • Realização de cursos de desenvolvimento profissional voltados às unidades e cooperativas.

 

OUTROS ASSUNTOS

Durante a AGO da OCB também foram apresentados os resultados do Sescoop, CNCoop e do movimento SomosCoop. Foram debatidas, ainda, questões vinculadas à nova sistemática de classificação dos ramos, à realização do 14º Congresso Brasileiro do Cooperativismo e ao cenário político do país.

 

SAIBA MAIS

Clique nos links abaixo para conhecer o relatório de atividades da OCB (2018).

Cooperativismo brasileiro será apresentado ao mundo

Brasília (22/3/19) – Três artigos focados no cooperativismo brasileiro serão apresentados em eventos internacionais, neste ano. Os autores das pesquisas, vinculados à Faculdade de Tecnologia do Cooperativismo (Escoop), tiveram seus projetos aprovados na última chamada do CNPq, que conta com recursos do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop).

Para os pesquisadores, a realidade das cooperativas brasileiras tem inspirado muitos movimentos em diversos países. Eles avaliam que editais como o realizado pelo CNPq com recursos do Sescoop são fundamentais para estimular o desenvolvimento das pesquisas em cooperativismo e, com a apresentação dos resultados em nível internacional, projetar globalmente aquilo que o modelo cooperativista verde-e-amarelo tem de melhor.

 

TROCA DE IDEIAS

“O tema relacionado às cooperativas de plataforma vem despertando interesse por parte da comunidade acadêmica internacional e a participação em eventos é uma grande oportunidade de apresentar os avanços do nosso projeto e também estabelecer a troca de ideias e experiências com pesquisadores da área”, avalia o pesquisador Mário De Conto, diretor geral da Escoop.

 

INTERCOOPERAÇÃO

“Entendemos que a oportunidade de participar de eventos internacionais com um artigo já vinculado ao projeto de pesquisa aprovado no CNPq, oferece a possibilidade de contribuições relevantes para o desenvolvimento do projeto, inclusive com parcerias de pesquisadores e grupos de pesquisas internacionais”, enfatiza Paola Richter Londero, pesquisadora.

 

RESULTADO DE PESQUISAS

Confira abaixo as informações sobre os artigos a serem apresentados e sobre os eventos para os quais eles foram aprovados.

 

ARTIGO 1

O potencial das cooperativas de plataforma no ambiente brasileiro

Autores: Mario De Conto, Camila Luconi Viana, Carlos Alberto de Oliveira, Dieisson Pivoto and Paola Richter Londero.

Resumo: o ambiente legal brasileiro está baseado no conhecimento dos negócios tradicionais e atua, muitas vezes, como um fator restritivo para a formação das plataformas digitais. Nesse sentido o artigo busca analisar a viabilidade de cooperativas de plataforma no sistema legal brasileiro.

Evento: Conferência Europeia de Pesquisa em Cooperativismo, que ocorrerá em Berlim, entre os dias 21 e 23 de agosto.

 

ARTIGO 2

Cooperativas de Plataforma: como são conduzidas a governança e a democracia das empresas sociais da era digital?

Autores: Camila Luconi Viana, Mario De Conto, Dieisson Pivoto, Paola Richter Londero and Carlos Alberto de Oliveira

Resumo: o objetivo deste artigo é analisar os aspectos da governança democrática e autogestão em cooperativas de plataforma e cooperativas tradicionais baseadas em práticas de participação digital. O atual movimento de cooperativas de plataforma tem pouca documentação sobre seu processo de modelos democráticos de decisão e governança, sendo necessário investigar esses aspectos.

Eventos: Conferência Internacional de Pesquisa em Economia Social, que ocorrerá nos dias 6 a 9 de junho, na Romênia e Conferência Europeia de Pesquisa em Cooperativismo, que ocorrerá em Berlim, entre os dias 21 e 23 de agosto.

 

ARTIGO 3

Um ensaio sobre o desempenho econômico-financeiro das sociedades cooperativas sob as dimensões de mercado, do cooperado e do desenvolvimento regional.

Autoras: Paola Richter Londero, Anelise Krauspenhar Pinto Figari, Fabiana Cherubim Bortoleto and Luana Zanetti Trindade.

Resumo: O trabalho discute os indicadores econômico-financeiros tidos como relevantes para a tomada de decisão dos gestores das cooperativas agropecuárias, levando em consideração as dimensões de mercado, dos cooperados e do desenvolvimento regional. Assim, a contribuição deste ensaio teórico consiste em um mapeamento das atuais métricas de desempenho econômico-financeiras, proposta pela literatura e utilizadas nas práticas de gestão das cooperativas, dentro das dimensões de mercado, do cooperado e do desenvolvimento regional, explorando suas limitações e possíveis melhorias para que tais métricas de desempenho sejam captar a natureza, princípios e forma de funcionamento das sociedades cooperativas.

Eventos: Conferência Empreendedorismo Cooperativo: Teoria e Melhores Práticas, que ocorrerá no Canadá, entre os dias 27 e 31 de maio; Conferência Internacional de Pesquisa em Economia Social, que ocorrerá nos dias 6 a 9 de junho, na Romênia; Conferência Europeia de Pesquisa em Cooperativismo, que ocorrerá em Berlim, entre os dias 21 e 23 de agosto.

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OCB se reúne com parlamentares do Centro-Oeste



Brasília (21/3/19) – Integrantes da bancada do Centro-Oeste no Congresso Nacional e lideranças do movimento cooperativistas nesses estados se reuniram nesta quarta-feira (20), com o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, em Brasília, para debater o papel das cooperativas como atores-chaves para o desenvolvimento dessa região. O evento contou, ainda, com a presença do Presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), deputado Evair de Melo (ES). Foram apresentados os números do cooperativismo na região assim como nossas demandas para o setor.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de ressaltar que a OCB está à disposição dos parlamentares com suas equipes técnicas para realização de técnicos e levantamento de dados que os auxiliem na discussão de projetos no Congresso Nacional. Além disso, reiterou a necessidade do envolvimento dos parlamentares com o movimento cooperativista.

“Nós sabemos que cada parlamentar possui uma causa para atuar, mas o cooperativismo é mais que isso. É uma ferramenta que já mostrou todo o seu potencial de gerar emprego, trabalho e renda, inclusive nos momentos em que o país passou por crises muito graves”, destaca.

O presidente da Frencoop, deputado Evair de Melo, disse que as cooperativas são as grandes responsáveis por viabilizar, por exemplo, a produção agropecuária de muitos brasileiros. Ele frisou que grande parte da assistência técnica disponibilizada ao homem do campo ocorre graças aos extensionistas contratados pelas cooperativas. “O cooperativismo pode fazer muito mais por nossas cidades. Só depende de nossa atuação junto ao Congresso e ao governo federal”, convoca.

 

PARLAMENTARES PRESENTES

 

  • Deputado Vander Loubet (MS)
  • Deputado Dr Luiz Ovando (MS)
  • Deputado Dagoberto (MS)
  • Deputado José Mario (GO)
  • Deputado Evair de Melo (ES)
  • Senador Vanderlan Cardoso (GO)
  • Senador Luiz do Carmo (GO)

 

CONTRIBUIÇÃO SOCIOECONÔMICA

A gerente de Relações Institucionais da OCB, Fabíola Nader Motta, mostrou, em números, a atuação das cooperativas do centro-oeste para melhorar os indicadores socioeconômicos da região (clique aqui para ler a reunião sobre o DF). Em 37 municípios, por exemplo, as cooperativas de crédito são os únicos agentes financeiros atuando no repasse de recursos do FCO. Confira abaixo alguns outros destaques:

 

GOIÁS
  • A Unimed Goiânia possui o 19ª maior plano de saúde suplementar do país.
  • A Comigo é uma das maiores cooperativas do Centro-Oeste, possuindo um faturamento de mais de R$ 2 bilhões, empregando mais de 2 mil funcionários diretos e possuindo mais de seis mil cooperados. Além disso, também é responsável pela realização da Tecnoshow, maior feira agropecuária do Centro-Oeste, movimentando mais de R$ 2,5 bilhões em volume de negócios em 2019.
  • A Cooperativa Mista de Produtores de Leite de Morrinhos (Complem) também é outra cooperativa de relevante valor econômico na região, responsável pela realização da Agrotecnoleite, a segunda maior feira agropecuária de Goiás, com movimentação de mais de 20 mil pessoas.

 

MATO GROSSO
  • A Cooperativa Agroindustrial do Centro-Oeste do Brasil (Coabra) produziu em 2018, mais de 69 mil toneladas de algodão em pluma, sendo um grande ator-chave no desenvolvimento do Mato Grosso.
  • A Unimed Cuiabá possui o 24ª maior plano de saúde suplementar do país.
  • A Cooperativa Agropecuária Mista Terranova (Coopernova) possui mais de 2.400 cooperados, em sua maioria agricultores familiares, possuindo como principal atividade desenvolvida a bovinocultura de leite, produzindo diariamente cerca de 122.000 litros de leite.
  • A Cooperativa de Transportadores de Nova Mutum (Cootram) é um grande exemplo de como o cooperativismo pode trazer desenvolvimento social e econômico para a vida dos caminhoneiros, sendo formada atualmente por mais de 80 cooperados e possuindo faturamento de mais de R$ 27 milhões.
  • A Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe) possui mais de 5.200 cooperados ativos, produzindo cerca de 7 toneladas de ouro por ano. Dentre outros serviços, a cooperativa disponibiliza aos cooperados mudas de árvores nativas das regiões em que atua, visando a recuperação ambiental da área.

 

MATO GROSSO DO SUL
  • A Unimed Campo Grande possui o 37ª maior plano de saúde suplementar do país.
  • A Cooperativa Agrícola Sul Matogrossense (Copasul) conta com mais de 800 cooperados, com foco no fornecimento de insumos, assistência técnica, comercialização de grãos, unidade industrial de fecularia e fiação, além de irrigação.
  • A Cooperativa Agropecuária São Gabriel do Oeste (Cooasgo) possui produção de mais de 2.750 suínos/dia, sendo uma das cooperativas associadas à Cooperativa Central Aurora, uma das maiores cooperativas do Brasil.

 

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Projetos realizam sonhos e transformam o semiárido num celeiro de oportunidades



A vasilha já estava quase vazia quando a água chegou pela primeira vez na torneira da casa de dona Antônia Pereira de Sousa, de 61 anos. “Agora, todo dia chega água pela torneira. Antes, a gente trazia era a água lá do rio (Curu) no lombo de um burrinho, que até por esses dias fugiu”, narra a mãe de nove filhos e avó de 10 netos. Pelas contas das 227 famílias do assentamento Pantanal, em São Luís do Curu, a conquista levou 10 anos para se transformar em realidade e, embora tenha levantado dúvidas de alguns, dona Antônia garante que se manteve firme com a mesma fé que lhe acompanha. “Sempre tive a fé que essa água ia chegar aqui porque com fé em Deus a gente consegue tudo”.

A agricultora representa apenas uma das 34.897 famílias beneficiadas com sistemas de abastecimento d´água pelo Projeto São José. De acordo com o balanço do Governo do Ceará, através da Secretaria do Desenvolvimento Agrário (SDA), foram investidos mais de R$ 140 milhões para assegurar um direito básico de todos os cidadãos. “Água é vida e saúde, mas também é um bem escasso no semiárido. As pessoas que já possuem água na torneira não conhecem a importância desse bem tão precioso que temos entregado aos trabalhadores e trabalhadoras rurais”, pontua o secretário De Assis Diniz.

Além de levar a água na torneira para comunidades rurais, a ação protagonizada pela SDA ainda realizou um investimento de mais R$ 72 milhões para construção de 41.387 módulos sanitários e de mais de R$ 106 milhões para 267 implantação de atividades produtivas destinadas a atenderem 7.403 famílias do campo. Por fim, 2.105 famílias foram beneficiadas com a prestação de assistência e outras 11.362 com projetos de mecanização agrícola entregues em 180 comunidades rurais do interior do Estado.

Somente através do investimento na cadeia produtiva da fruticultura, foram investidos mais R$ 12 milhões em produção e beneficiamento de frutas. É o caso da Cooperativa da Agricultura Familiar e Economia Solidária de Pindoretama (Coopafesp), que emprega 30 produtores na fabricação de polpa de frutas e arrecada cerca de R$ 4 milhões por ano. A Cooperativa recebeu um investimento de R$ 463.000,00 para construção e compra de equipamentos e vende os produtos para rede pública de ensino e mercado local.

“Depois que a cooperativa entrou na minha vida mudou muito, porque aqui não sou só eu que trabalho. Eu dou emprego a mais gente. O pessoal vem, faz o produto, repassa para a cooperativa e o lucro é dividido entre todo mundo”, testemunha Maurício Gomes, de 41 anos.

 

Este texto foi publicado no portal do Governo do Estado do Ceará e você pode continuar lendo, clicando aqui.

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ARTIGO: Um novo olhar para o Nordeste




* Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias

 

Desde o início do governo, estamos cumprindo o compromisso de conferir ao Nordeste, com seus 57 milhões de habitantes, a atenção que merece. Sem demora, já em fevereiro, fizemos visitas técnicas ao interior do Piauí, do Rio Grande do Norte, do Ceará e da Paraíba —com destaque para o semiárido. Nesta semana, continuarei a ver de perto a realidade da agropecuária da região. Iremos, eu e minha equipe, a Sergipe e a Alagoas; e, em breve, também visitaremos Bahia, Pernambuco e Maranhão.

Estamos seguindo uma orientação do presidente Jair Bolsonaro (PSL), que, além de considerar o Nordeste prioritário, tem repetido uma frase aos seus ministros: “Mais Brasil, menos Brasília”. Nosso roteiro não é, portanto, aleatório: bem longe da capital federal, a mais de 2.000 quilômetros, fica, por exemplo, Cabaceiras, o município mais seco do país. Apesar das condições adversas, foi lá, no Cariri paraibano, que conheci uma experiência de associativismo exemplar, focada na caprinocultura sustentável, capaz de reter os jovens na cidade e de aumentar a renda das famílias, elevando, na última década, o IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) municipal.

Já na primeira visita ao Nordeste tive a certeza de que é fundamental o apoio das grandes cooperativas do Sul às pequenas de lá –e, para isso, contaremos com a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). É assim que as pequenas associações, como as de Cabaceiras, podem crescer, ajudando a diminuir as disparidades regionais.

Retornei a Brasília também com a convicção de que precisamos urgentemente de uma política unificada de fomento à irrigação. Uma preocupação que é compartilhada por meu colega, o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto.

Também na irrigação vi casos de sucesso no Nordeste. A tecnologia de gotejamento subterrâneo, desenvolvida primeiramente em Israel, está sendo usada no plantio de cana-de-açúcar na Paraíba, de acerola no Piauí, de flores no Ceará e de frutas no Rio do Grande do Norte. Experiências que, com financiamento para extensão de áreas irrigáveis, gerariam milhares de novos empregos. Já estamos conversando sobre isso com o Banco do Nordeste.

Primordial para a região, não basta que a água chegue para que os problemas se resolvam. Ela corre, por exemplo, em parte dos canais dos Tabuleiros Litorâneos, no Piauí, mas isso não foi suficiente para garantir renda aos pequenos produtores locais. Hoje, eles enfrentam dificuldades para manter e diversificar sua cadeia produtiva. Saber o que produzir e a quem vender é fundamental. Não se pode desperdiçar dinheiro do contribuinte em projetos que se percam no meio do caminho.

É preciso apoiar a agricultura familiar com assistência técnica e implantar a regularização fundiária dessas áreas para viabilizar acesso ao crédito bancário. No Ministério da Agricultura, isso já é parte do plano para o Nordeste —ação na qual não apenas nós, mas vários ministérios, estão empenhados. A expectativa é que este plano completo, sob coordenação da Casa Civil, seja divulgado ainda neste semestre.

Conheci empreendimentos modernos e inovadores, com culturas orgânicas, controle biológico de pragas, manejo sustentável e investimento em pesquisa. O Nordeste é, sem dúvida, parte do Brasil que trabalha duro para garantir que alimento de qualidade chegue à mesa.

Com o apoio de políticas eficientes, a região tem todas as condições de levar, cada vez mais, sua produção além de nossas fronteiras. É neste caminho da união, de buscar prosperidade para brasileiros de todas as regiões, que iremos perseverar.

 

 

* Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias

Ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e deputada federal (DEM-MS) licenciada

 

 

Texto foi publicado na edição da Folha de S. Paulo desta quarta-feira (27/3)

Plano plurianual rural será votado em plenário da Câmara

Brasília (21/3/19) – O projeto que cria o plano plurianual voltado ao setor rural, que tramita desde 2011 no Congresso Nacional, deve ser votado nas próximas semanas no Plenário da Câmara, após uma ampla análise do Senado. A OCB acompanha com atenção o trâmite da matéria, por considerá-la de grande relevância para o setor produtivo nacional e para as cooperativas agropecuárias.

Nesta quarta-feira, o texto com as alterações propostas pelo Senado foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara, dando seguimento à tramitação do projeto para que possa ser apreciado em plenário. Após essa última etapa legislativa, ele segue direto para sanção.

 

ACIMA DE DOIS ANOS

De acordo com o projeto, o plano que o governo lança todos os anos com ações de política agrícola destinadas à agricultura empresarial e familiar poderá passar a ser plurianual, com períodos acima de dois anos.

Segundo o deputado Alceu Moreira, que preside da Frente Agropecuária (FPA) e integra a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o planejamento contribui para o uso eficiente dos recursos públicos, bem como para a tomada de decisão mais acertada por parte dos agricultores acerca da cesta de produtos a ser produzida e da correspondente combinação de fatores de produção.

O projeto prevê que as ações de política agrícola deverão ser aplicadas em todo o país e incluir medidas sobre crédito rural, comercialização, seguro rural, zoneamento agrícola, defesa sanitária animal e vegetal, cooperativas, agroindústrias, assistência técnica, e pesquisa agropecuária. (Com informações da FPA)

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Sescoop homenageia escolas parceiras do Cooperjovem



Brasília (21/3/19) – A emoção tomou conta de muita gente durante um evento para lá de especial, realizado pelos Sistemas OCB e Ocesc, com apoio do Sicoob Creditapiranga, na pequena cidade de Itapiranga, interior de Santa Catarina. Cerca de duas mil pessoas participaram da homenagem às nove escolas onde, com o apoio da cooperativa de crédito, são realizadas as atividades do programa Cooperjovem, que leva os valores e princípios cooperativistas aos estudantes da região.

A ideia foi reconhecer, publicamente, o empenho das escolas em contribuir com a disseminação e o fortalecimento da cultura cooperativista. O evento faz parte da premiação recebida pelo Sicoob Creditapiranga, uma das vencedoras do Prêmio Somoscoop – Melhores do Ano, ficando em primeiro lugar na categoria Cooperjovem.

A homenagem contou com as presenças do superintendente da unidade nacional do Sescoop, Renato Nobile, do gerente de cooperativismo da Ocesc, Paulo von Dokonal, do presidente do Sicoob Creditapiranga, José Adalberto Michels, e, ainda, do coordenador do programa Cooperjovem na cooperativa, Gilvane Kern.

As escolas homenageadas são:

  • Escola Municipal Integral Rural Celestino Forneck (Itapiranga)
  • Centro Educacional Helga Follmann (Tunápolis)
  • Escola Municipal Integral Rural Oscar Puhl (Itapiranga)
  • Escola Municipal Integral Bela Vista (Itapiranga)
  • Centro Educacional São João do Oeste (São João do Oeste)
  • Escola de Educação Básica Cristo Rei (São João do Oeste)
  • Escola Municipal Integral Esperança (Itapiranga)
  • Escola Municipal FUNEI (Itapiranga)
  • Escola Municipal Rural Santo Antônio (Itapiranga)

 

COOPERJOVEM

O Programa Cooperjovem tem por objetivo ajudar a formar cidadãos mais solidários, participativos e comprometidos com um futuro socialmente justo, democrático e sustentável, sendo uma das principais iniciativas de divulgação e promoção da cultura da cooperação. O Cooperjovem está em 16 estados, em 630 escolas, conta com o apoio de 108 cooperativas e beneficia mais de 120 mil alunos por ano.

 

SOBRE O PRÊMIO

O Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano é uma iniciativa do Sistema OCB. A intenção é reconhecer as boas práticas de cooperativas brasileiras que tenham benefícios comprovados aos seus cooperados e à comunidade onde estão inseridas. Ao todo, são sete categorias: comunicação e difusão do cooperativismo, cooperativa cidadã, desenvolvimento sustentável, fidelização, inovação e tecnologia, intercooperação e, claro, Cooperjovem, grande novidade da última edição.

 

1º LUGAR

O Sicoob Creditapiranga ficou em primeiro lugar por desenvolver o Cooperjovem seguindo as boas práticas de implantação e acompanhamento do programa. Além de ter alcançado resultados efetivos em relação à abrangência, as ações desenvolvidas pela cooperativa podem ser, facilmente, replicadas e, assim, servirem de exemplo a outras.

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Cafeicultura cobra mais apoio do Congresso



Brasília (20/3/19) – O Brasil é líder mundial na produção de café e também ocupa a segunda posição no ranking dos países que mais consomem a bebida, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Apesar de figurar dessas listas tão importantes, a cafeicultura brasileira tem atravessado por um período de grandes incertezas, devido à falta de uma política de preços justos e outros estímulos que fortaleçam essa atividade, adotada por mais de 330 mil famílias como meio de vida.

Por isso, nesta quarta-feira, os presidentes Márcio Lopes de Freitas (do Sistema OCB), Evair de Melo (da Frente Parlamentar do Cooperativismo) e Silas Brasileiro (do Conselho Nacional do Café) cobraram mais atenção de deputados e senadores, durante a abertura oficial da Semana de Degustação de Cafés Especiais do Brasil, realizada no Congresso Nacional.

Márcio Freitas destacou que o café brasileiro é produzido, em grande parte, por pequenos cafeicultores que só conseguem viabilizar sua produção graças à uma das cerca de 100 cooperativas que trabalham com o grão. “Esse evento é fundamental para convidar deputados e senadores para virem tomar um cafezinho conosco e, assim, conhecerem um pouco mais o nosso café, produzido por cooperativas. Afinal, o cooperativismo é uma alavanca fundamental que pode transformar o Brasil”, enfatiza.

O deputado Evair de Melo também é cafeicultor e conhece de perto a relevância da organização dos produtores em cooperativas. Segundo ele, além de aromas e sabores, o cooperativismo é responsável pelo blend (palavra de origem inglesa que significa mistura) dos interesses de todos aqueles que dedicam a vida à produção de café. “Nós precisamos de um olhar mais atencioso do parlamento. O cafeicultor sofre com a falta de uma política justa de preços e com a insegurança de um mercado instável”, argumenta o deputado.    

Por fim, Silas Brasileiro comentou que as cooperativas já fazem a parte delas ao oferecer insumos, assistência técnica e uma remuneração justa ao produtor, contudo, é necessário o apoio de parlamentares e representares do governo federal para que a cafeicultura cresça de forma sustentável e perene.

 

DEGUSTAÇÃO

 

A Semana de Degustação de Cafés Especiais contou com a participação de 12 cooperativas produtoras do grão, localizadas nos estados de São Paulo, Minas Gerais, Espírito Santo e Rondônia. São elas: Agrocoop, Cafesul, Coabriel, Cocapec, Cocatrel, Comamo, Coopeavi, Cooxupé, Minasul, Expocaccer, Região do Cerrado e Dulcerrado.

“Não fazia ideia de que grande parte do café que a gente toma vem de cooperativas como essas. Acho fundamental saber que existem famílias que vivem dessa atividade. Isso reforça em nós o sentimento de valorizar ainda mais o nosso cafezinho... ao contrário do que muita gente pode pensar, o café não nasce dentro da garrafa. Ele é plantado por gente que nem eu e que precisa ser valorizada por isso”, comenta a economista Vera Lúcia Vidal.

A degustação dos cafés especiais pode ser conferida até amanhã (21/3). O estande está localizado no espaço Mário Covas, bem na entrada do Anexo II da Câmara dos Deputados.

 

NÚMEROS

 

- A cafeicultura brasileira está presente em cerca de 1,8 mil municípios e reúne mais de 330 330 mil produtores;

- A atividade gera aproximadamente 8,4 milhões de empregos direta e indiretamente;

- O valor bruto da produção supera os R$ 25 bilhões;

- As exportações rendem, anualmente, cerca de US$ 6 bilhões;

- Em 2018, o Brasil produziu 61,7 milhões de sacas de 60 kg.

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OCB participará da elaboração de marco regulatório



Brasília (21/3/19) – A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) fará parte de um grupo de trabalho responsável por contribuir com a elaboração do marco regulatório do transporte rodoviário de passageiros. A informação foi confirmada nesta quarta-feira, pelo superintendente de Transporte de Passageiros da ANTT, João Paulo de Souza, durante reunião entre representantes do setor e da Agência. Segundo ele, a ideia é que apenas as entidades que representam os prestadores desse tipo de serviço integrem o grupo.

O analista técnico e econômico da OCB, Tiago de Barros Freitas, explicou que a entidade, junto com as cooperativas de transporte de passageiros, já vem trabalhando na elaboração de um documento que evidencie as características de seu modelo societário. Freitas reforçou, ainda, que espera que, com o marco regulatório, essas cooperativas passem a operar dentro de um ambiente estável e que estimule o seu desenvolvimento, evitando as penalidades desproporcionais que ocorrem atualmente.

“O que percebemos é um desconhecimento dos fiscais de pista quanto ao modelo societário das cooperativas de transporte de passageiros. Por isso, uma das frentes de atuação da OCB no âmbito desse grupo de trabalho é exatamente deixar bem evidente a diferença existente entre o cooperativismo de transporte e os demais atores desse setor. O que queremos é a criação de uma categoria específica para esse tipo de transporte ou a definição clara sobre o modelo societário evitando, assim, interpretações equivocadas e buscando a isonomia no tratamento”, argumenta.

De acordo com Freitas, esse desconhecimento ou falta de uma definição clara a respeito das cooperativas de transporte têm resultado em penalidades desproporcionais e, em alguns casos, até injustas.

 

TAXA DE FISCALIZAÇÃO

Um dos itens da pauta da reunião participava foi o reajuste de quase nove mil por cento, chegando ao valor final de R$ 1,8 mil. “Nós não estamos questionando o pagamento da taxa de fiscalização, apenas os parâmetros desse reajuste. Por isso, esse é um dos pleitos que pretendemos tratar no âmbito do grupo de trabalho”, anunciou o analista da OCB.

 

REGISTRO OBRIGATÓRIO

Outra proposta debatida e que deve constar do marco regulatório é a obrigatoriedade de registro dos prestadores de serviço, sejam eles cooperativas ou empresas mercantis, nas referidas entidades de representação. Isso quer dizer que, antes de pleitear o registro na ANTT, as cooperativas, por exemplo, deverão estar registradas na OCB.

“Essa é a única forma de as entidades de representação validarem a seriedade dos prestadores de serviço e, também, de assegurar a idoneidade daqueles que transportarão vidas dentro e fora do país”, justifica Freitas, explicando que a exigência do registro já ocorre com as empresas/cooperativas de transporte rodoviário de cargas.

 

CONVOCAÇÃO

A expectativa da OCB é de que, ainda neste semestre, a ANTT convoque as entidades de representação para indicarem os nomes que farão parte do grupo de trabalho.

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OCB/GO elege nova diretoria



Goiânia (22/3/19) – O Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras no Estado de Goiás (OCB/GO) elegeu, nesta quinta-feira (21), sua nova diretoria para a próxima gestão 2019/2023. Luís Alberto Pereira vai assumir a presidência da Casa, juntamente com nove conselheiros administrativos e fiscais efetivos, além de três conselheiros fiscais suplentes (veja composição no final da matéria).

Ele vai suceder a Joaquim Guilherme Barbosa de Souza, com quem já atua, desde 2015, como vice da OCB/GO. Luís Alberto também é vice-presidente do Sicoob Engecred-GO, do qual faz parte da diretoria há 13 anos. É a primeira vez na história da OCB/GO que um representante do Ramo Crédito vai comandar a instituição. Em mais de 60 anos de fundação, a entidade teve presidentes sempre do Ramo Agropecuário.

A votação foi realizada na manhã desta quinta-feira (21), durante Assembleia Geral Ordinária (AGO), no edifício Goiás Cooperativo, sede da OCB/GO. A nova diretoria concorreu com chapa única e foi eleita por unanimidade, entre os representantes de cooperativas filiadas presentes na AGO.

Durante a assembleia, Luís Alberto falou aos cooperativistas, ressaltando a preocupação do grupo em compor uma chapa forte e com representatividade, na busca de atender todos os ramos do cooperativismo do Estado, e composta por representantes de quatro, das cinco centrais registradas na OCB/GO: Sicoob Goiás Central, Sicoob Uni, Central Sicredi Brasil Central e Centroleite.

O presidente eleito enumerou três principais pontos a serem focados no trabalho da próxima gestão. Uma delas é a redução de custos da OCB/GO, a partir da procura de novas fontes de receitas e da priorização de gastos, para que se possa diminuir, gradativamente, as taxas de manutenção e sindicalista. Para ele, essa medida poderá impactar no aumento de cooperativas filiadas.

Outra prioridade citada por Luís Alberto é a qualificação da comunicação cooperativista, para colar a imagem do cooperativismo ao trabalho de responsabilidade social que é nato do movimento. "Não estou falando só da responsabilidade social do Dia de Cooperar ou das ações que fazemos localmente. Essas são importantes, mas o mais importante é o poder que nós temos de provocar desenvolvimento na sociedade em que estamos, de garantir empregos para pessoas à margem do mercado de trabalho. Então, precisamos comunicar esses valores agregados em nossas peças e colar essa imagem ao cooperativismo", destacou.

O terceiro foco a ser buscado no seu mandato é a qualificação e capacitação cooperativista, sem esquecer da busca por inovação e tecnologia. Segundo Luís Alberto, é preciso fazer ainda mais, sobre o muito que já é feito na formação profissional. "Precisamos transformar aquele prédio anexo do Sescoop/GO num verdadeiro centro de treinamento do cooperativismo, fazer, ali, a escola do cooperativismo, oferecendo cursos apropriados para cada ramo, para cada tamanho de cooperativa."

Ao ser eleito presidente da OCB/GO, Luís Alberto também assume, automaticamente, a presidência do Sescoop/GO. A regra é determinada pela Medida Provisória 1.715, de 1998, que aprovou a criação do Sescoop, e, posteriormente, pelo Decreto 3.017/99, que aprovou o Regimento Interno do Sescoop. Com isso, ele passa a ser presidente do Sistema OCB/GO.

O mandato de quatro anos da nova diretoria da OCB/GO vai de 2019 a 2023. A solenidade de posse será no dia 26 de abril, na sede do Sescoop/GO, com um almoço para representantes de cooperativas e convidados. Presidente e conselheiros iniciam os trabalhos no próximo dia 2 de maio, quando será realizada a assinatura da posse.



MUDANÇAS


Durante a AGO, Joaquim Guilherme ressaltou que essa eleição entra para a história da OCB/GO como a primeira a eleger um presidente do ramo crédito. Em mais de 60 anos de instituição, o controle da Casa esteve nas mãos de representantes do setor agropecuário, que, nas palavras do atual presidente da OCB/GO, "foi e é um ramo muito importante para o cooperativismo goiano". Para Joaquim Guilherme, essa mudança demonstra maturidade por parte de todo o sistema cooperativista e, sobretudo, a força do ramo crédito.

"Sabemos que várias cooperativas de crédito nasceram atreladas a outras atividades, mas elas cresceram muito e, hoje, têm muito a nos ajudar na agropecuária, saúde, transporte, educação. Acredito que o Luís vai ser o porta-voz da mudança que precisamos fazer, de uma intercooperação presente, viva e atuante. Ele tem essa responsabilidade de, representando o crédito, abraçar todos os outros setores, fazer uma grande intercooperação e mostrar que, juntos, nós podemos crescer e ir longe", destacou.


PERFIL


Luís Alberto Pereira tem 58 anos e é formado em Engenharia Civil, pela Universidade Federal de Goiás (UFG). É um dos fundadores da cooperativa de crédito Sicoob Engecred-GO, que nasceu, em 2001, segmentada para profissionais engenheiros e que, atualmente, é de livre admissão. Por 13 anos, atuou no Conselho de Administração da cooperativa, do qual foi presidente por sete anos. Atualmente, é vice-presidente do Sicoob Engecred-GO, assim como do Sistema OCB/GO, desde 2015.

O próximo presidente do Sistema OCB/GO também é funcionário de carreira da Secretaria da Fazenda de Goiás (Sefaz), desde 1984. Ingressou como auditor fiscal, por concurso público, mas já exerceu, ao longo de mais de 30 anos, os cargos de superintendente-executivo da Sefaz, do Tesouro Nacional, de Gestão de Ação Fiscal na Receita Estadual e diretor-financeiro e de Relações com o Mercado. Foi, ainda, um dos formuladores do Programa de Desenvolvimento Industrial de Goiás (Produzir), instituído, por lei, em 2000.

Luís Alberto é empresário da área de construção civil, sócio-fundador e diretor administrativo financeiro da Santa Cecília Empresa de Engenharia e Arquitetura.

 

CONSELHO CONSULTIVO

 

O dia de trabalho foi iniciado com a realização de Assembleia Geral Extraordinária (AGE), que aprovou alteração estatutária para criar o Conselho Deliberativo. O novo órgão da OCB/GO será formado por ex-dirigentes da organização, que farão troca de informações e emitirão aconselhamentos, que possam qualificar melhor as decisões do Conselho de Administração. Os membros do Conselho Deliberativo não serão remunerados, nem terão poder de voto ou decisão, apenas contribuirão com suas experiências de gestão e de atividade cooperativista.

Na sequência da reunião, foi realizada a Assembleia Geral Ordinária (AGO), com a prestação das contas do Sistema OCB/GO referentes ao exercício de 2018. A superintendente do Sistema, Valéria Mendes, repassou ao público um resumo das atividades realizadas ao longo do ano, frisando que todos os dados estão detalhados no Relatório de Atividades do Sistema OCB/GO, distribuído aos presentes na AGO e que também será encaminhado a todas as cooperativas registradas.

 

OCB-GO - DIRETORIA ELEITA PARA A GESTÃO 2019/2023

 

Presidente
Luís Alberto Pereira (Sicoob Engecred-GO)


Vice-Presidente             
Astrogildo Gonçalves Peixoto (Coapil)


Secretário
Vanderval José Ribeiro (Sicoob do Vale)


Conselheiros de Administração
Dourivan Cruvinel de Souza (Comigo)
Clidenor Gomes Filho (Sicoob Uni)
Celso Ronaldo Raguzzoni Figueira (Central Sicredi Brasil Central)
Pedro Barbosa de Oliveira (Centroleite)
Clayton Silva Pires (Sicoob Credisaúde)
Valdenor Cabral dos Santos (Coopmego)


Conselheiros Fiscais Efetivos
Clóvis Ribeiro Dias (Sicoob Credi Comigo)
Zeir Ascari (Sicredi Cerrado GO)
Lister Borges Cruvinel (Sicoob Centro-Sul)


Conselheiros Fiscais Suplentes
José Altair Neto (Cooperabs)
João Gonçalves Vilela (Cagel)
Douglas Augusto Ribeiro (Cootreg)

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Conheça os campeões do 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo



Brasília (20/3/19) – Emoção e alegria deram o tom na cerimônia do 2º Prêmio Café Brasil de Jornalismo, realizada na noite de terça-feira, 19 de março, na sede da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), em Brasília (DF). Foram revelados os campeões da competição, que é realizada pelo Conselho Nacional do Café (CNC) em parceria com a OCB, a Cooperativa dos Cafeicultores da Zona de Varginha (Minasul) e conta com apoio da Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT).

Na categoria Rádio, o título ficou com Júlio Vieira, da BandNews Belo Horizonte, com o material "Brasil – O Barão Mundial do Café". O segundo lugar foi para Terezinha Jovita, com a reportagem “Cafesul: desenvolvimento social, econômico e ambiental no sul do Espírito Santo com o comércio justo”, e a terceira colocação para Marcos Menezes, pelo conteúdo “O poder do cooperativismo na sustentabilidade do homem no campo”, ambos da Rádio Espírito Santo.

O campeão da categoria TV foi o jornalista Bruno Faustino, da TV Educativa ES, com a matéria "Arábica: café muito além do grão". O conteúdo "O crescimento do mercado de cafés especiais no Brasil", editado por Pedro Aurélio Carvalho e produzido por Lucas Magalhães, da EPTV Sul de MG, afiliada Rede Globo, obteve a segunda colocação na categoria, que teve como terceiro colocado o material "Mulheres na cafeicultura - exemplo capixaba", elaborado pela jornalista Camila Soares, também da TV Educativa ES.

A categoria Impresso teve como campeão o material "Um pó de mulheres poderosas"(páginas 6 a 11), de autoria de Leandro Fidelis, da Revista Safra ES. Na sequência, vieram as reportagens “Mais renda para o cafeicultor capixaba” (páginas 6 a 11) e “O grão que nos conquista” (páginas 22 a 26), elaboradas pelos jornalistas Julio Huber, da Revista Negócio Rural, e Hulda Rode, da Revista RDM Rural, respectivamente.

Na categoria Internet, o título foi para o jornalista Fernando Dantas, da Revista Safra Online, pelo conteúdo “Garantia de bom café à mesa”. A segunda colocação ficou com Paulo Beraldo e Everton Sylvestre, do site De Olho no Campo, com a reportagem “Referência em café há 94 anos, Garça vive novo `boom´ e quer se tornar polo nacional até 2025”. Encerrando a lista de premiados veio a matéria "O aroma do cooperativismo do café", de Jonas Feliciano, do Portal Eu, Rio!.

 

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Diretor da Frencoop assume Comissão de Finanças e Tributação



Brasília (15/3/2019) – O deputado federal Sérgio Souza (PR), secretário-executivo da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), foi eleito, nesta quarta-feira (13/3), como o novo presidente da Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados. Esta é a segunda vez que Sérgio Souza assume a presidência de uma comissão da Câmara. Em 2017, ele comandou a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR), com importante atuação em prol do cooperativismo.

A CFT é uma das instâncias de maior importância do Congresso Nacional, tendo o papel de emitir parecer sobre a adequação financeira e orçamentária de projetos de lei e de demais proposições legislativas. Quando os pareceres são contrários à continuidade do trâmite da proposição em razão de quaisquer desses aspectos, diz-se que são terminativos, uma vez que encerram a tramitação dos projetos, antes mesmo destes chegarem no plenário da Câmara.

De acordo com o deputado, este é um momento de muita expectativa com a retomada da economia do país e que está imbuído de participar ativamente deste processo. "O Brasil vive um momento de desafio e a esperança do povo brasileiro está depositada em nós, parlamentares. Mesmo estando em um momento de descrédito, o cidadão que nos trouxe aqui nos transferiu a responsabilidade de representá-los e assim faremos nesta comissão”, afirmou o parlamentar.

ES conta agora com Comissão Especial de Direito Cooperativo

Brasília (13/3/19) – Uma boa notícia para o cooperativismo capixaba. Nesta terça-feira (12/3), o Diário Oficial da Ordem dos Advogados do Brasil, seccional Espírito Santo (OAB/ES), publicou a criação da Comissão Especial de Direito Cooperativo. Esse é o resultado de um intenso trabalho de mobilização e sensibilização organizado pelo Sistema OCB/ES junto à instituição.

A comissão tem o objetivo de debater e aprofundar as discussões acerca do Direito Cooperativo. A publicação também foi comemorada por trazer os nomes dos especialistas que integram o colegiado. A presidência ficará a cargo do assessor Jurídico da OCB/ES, Arlan Simões Taufner. A assessora jurídica Juliana Lacerda Rangel, e o analista jurídico, Guilherme Tavares Carminati, ambos da OCB/ES, ficaram encarregados da vice-presidência e secretaria, respectivamente.

Além dos representantes do cooperativismo capixaba, a comissão também conta com a participação da analista jurídica da unidade nacional da OCB, Milena Tawanny Gil Cesar, que contribuirá com seus conhecimentos em direito societário cooperativo e do Fernando Lucindo Flores Pinto, advogado cooperativista referência no Ramo Transporte, ambos como convidados especiais.

“A criação da Comissão de Direito Cooperativo pela OAB/ES representa uma importante conquista para o cooperativismo capixaba e irá ampliar as possibilidades de estudo e difusão da doutrina cooperativista na área jurídica. É importante reconhecer a boa interlocução institucional do Sistema OCB/ES com Ordem dos Advogados no estado, que possibilitará às cooperativas ter mais um fórum jurídico para debates e ações conjuntas sobre questões legais e desafios que o cooperativismo enfrenta no âmbito dos Três Poderes”, avalia Ana Paula Andrade Ramos Rodrigues, assessora jurídica da unidade nacional da OCB.

 

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Parlamentes conhecem cooperativismo do DF



Brasília (21/3/19) – Nesta terça-feira (19), deputados da bancada do Distrito Federa no Congresso Nacional, deputados distritais e autoridades da Secretaria de Agricultura e da Secretaria de Trabalho do DF, se reuniram com as diretorias da OCB, do Sistema OCDF e da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), em Brasília, para debater o papel das cooperativas como agentes de desenvolvimento do DF e seu entorno. Na oportunidade, os deputados distritais puderam assinar a ficha de adesão à Frente Parlamentar do Cooperativismo que será articulada pela primeira vez na Câmara Legislativa do DF.

Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, explicou que o cooperativismo ao longo de sua história já enfrentou diversas crises econômicas e sempre conseguiu superar as dificuldades, graças à dedicação das pessoas que abraçaram esse modelo de negócio, baseado no trabalho coletivo.

“Onde tem uma cooperativa a economia gira e as pessoas se tornam mais solidárias umas com as outras. Temos a certeza de que podemos fazer muito mais pelo Distrito Federal, para isso, só precisamos que os parlamentares da Câmara Distrital e do Congresso Nacional se comprometam em contribuir com a construção de um ambiente favorável ao desenvolvimento das cooperativas, tornando a economia daqui muito mais forte”, declara Márcio Freitas.

As lideranças cooperativistas apresentaram, ainda, os números do setor e o impacto das cooperativas na área do Distrito Federal. Dentre eles, destacam-se os seguintes:

 

  • A Cooplem, fundada em 1999, é a primeira cooperativa de idiomas do Brasil. Atualmente formada por mais de 130 professores que descobriram o modelo cooperativo como uma forma de associar maiores ganhos com preços justos e qualidade de ensino.
  • A Coopersystem é uma cooperativa de trabalho que desde 1998 presta serviços especializados nas mais diversas áreas da Tecnologia da Informação. Visando sempre a inovação, atualmente também presta serviços de criação de aplicativos mobile. Nos últimos anos, os cooperados da Coopersystem tem recebido valores maiores do que a média do mercado de TI.
  • A Cooperativa dos Produtores do Mercado Orgânico de Brasília, constituída atualmente por 42 produtores, tem como missão ofertar alimentos orgânicos certificados, fortalecendo a organização sustentável de seus produtores.
  • A Coopa/DF, fundada em 1978, é uma das maiores cooperativas agropecuárias do Distrito Federal, contando com mais de 140 associados. Responsável pela realização da Feira Agrobrasília, a cooperativa tem buscado constantemente a inovação tecnológica para seus cooperados, como, por exemplo, a parceria com a Embrapa na década de 90 para o desenvolvimento de variedades de trigo a serem cultivadas no cerrado.

 

PARLAMENTARES PRESENTES

 

Deputados Federais

  • Deputada Bia Kicis
  • Deputada Paula Belmonte
  • Deputado Evair de Melo
     

Deputados distritais

  • Deputado Roosevelt Vilela
  • Deputado Leandro Grass
  • Deputado Jorge Vianna
  • Deputado Chico Vigilante
  • Deputado Martins Machado

OCB e Embrapa iniciam nova série de capacitações

Brasília (21/3/19) – O tema agricultura conservacionista e fertilidade do solo abriu a série de módulos programados na capacitação Embrapa e Sistema OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno. O primeiro módulo terminou hoje. Neste ano, participam 17 cooperativas totalizando 40 profissionais que atuam em departamentos técnicos nos estados do RS, SC e PR.

O engenheiro agrônomo José Henrique Seko integra a equipe da Cocamar, com sede em Maringá, PR, e, junto com mais quatro colegas, percorreu 800 km até à Embrapa Trigo, em Passo Fundo, RS, para participar da 5ª edição da capacitação. Ele mostrou grande expectativa quanto a oportunidade de aperfeiçoamento técnico: “os colegas que já fizeram o curso recomendaram aproveitar ao máximo o conhecimento dos pesquisadores e esclarecer todas as dúvidas, principalmente sobre trigo. Depois voltamos para a correria do plantio e acabamos isolados para resolver sozinhos os problemas que aparecem. Precisamos estar bem preparados para prestar a melhor assessoria ao produtor”.

Participam da edição deste ano as cooperativas Cooperante, Cocamar, Coamo, Camnpal, Cotriel, Coopatrigo, Coasa, Cotapel, Cotripal, Coagril, Cotribá, Coopermil, Cotrisal, Cotricampo, Cotrijal, CCGL, Auriverde, além da Fecoagro/SC e do Senar.

 

RECONHECIMENTO AO PRODUTOR

Na noite de 19 de março, um jantar contou com a palestra do produtor Humberto Falcão apresentando a experiência da família com agricultura conservacionista. A propriedade de 149 hectares em Sarandi, RS, serviu de base para uma nova forma de dimensionar e projetar terraços nas lavouras, a tecnologia “Terraços for Windows”, desenvolvida pela Universidade Federal de Viçosa e validada na Fazenda Sementes Falcão pela Embrapa Trigo e a Emater/RS.

De acordo com o produtor Humberto Falcão, os terraços tradicionais, de base larga em desnível, requeriam canais escoadouros, que se transformavam em voçorocas e roubavam considerável área propícia ao cultivo. A partir do método de “Terraços for Windows”, toda a propriedade foi sistematizada para uniformidade de cobertura do solo e calculados o espaçamento e o tamanho de terraços a serem estabelecidos em nível.

Este trabalho foi consolidado em 1997, resultando na construção de 5 km de terraços. “Os terraços foram projetados para suportar 130 mm de chuva em 24 horas, volume que pode acontecer nos anos mais chuvosos aqui na região”, conta Humberto Falcão, lembrando que houve um ano em que choveu 400 mm em seis dias e os terraços suportaram o grande volume de água sem qualquer vazamento.

No longo prazo, o planejamento dos 570 hectares de lavouras apresentou resultados surpreendentes: em cinco anos, a economia de fertilizantes ultrapassou a R$ 1 milhão, sem considerar a economia de mão-de-obra e de combustível; foram cinco safras de soja e três safras de com cereais de inverno somente com reposição de nitrogênio e 11 anos sem calagem; a média de rendimentos nas últimas safras foi de 80 sacos/hectare de trigo e 63 sacos/hectare de soja.

“Estamos sempre fazendo adaptações nas máquinas e nas próprias técnicas de agricultura de precisão, como diferentes profundidades da amostragem do solo, já que não seguimos mais a tabela oficial de adubação”, explica a engenheira agrônoma Fernanda Falcão, concluindo que “não nos interessa bater recordes de produtividade, mas garantir a máxima rentabilidade. Isso não se consegue de um ano para outro, mas no planejamento a longo prazo”.

Ao final, o produtor Humberto Falcão recebeu uma homenagem da Embrapa Trigo pela contribuição à agricultura brasileira, como reconhecimento pelo esforço da família em aplicar e difundir os fundamentos da agricultura conservacionista. Veja aqui a programação do primeiro módulo da capacitação Embrapa e Sistema OCB na cadeia produtiva de cereais de inverno. (Fonte: Embrapa Trigo)

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Sistema S assinará acordo de cooperação com governo



Brasília (15/3/19) – Até o fim deste mês devem ser assinados os acordos de cooperação técnica entre o Ministério da Cidadania e as entidades que integram o chamado Sistema S. Este é o resultado de uma reunião ocorrida nesta quinta-feira, em Brasília, entre o ministro Osmar Terra e os representantes dos S, que tentam encontrar uma forma de minimizar os riscos da possível redução dos recursos, já anunciada pelo governo federal. O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) faz parte do rol dessas entidades.

De acordo com a proposta do Ministério da Cidadania, a ideia é que as entidades do Sistema S promovam iniciativas de desenvolvimento profissional, focados em dois aspectos: empregabilidade e geração de renda. O público-alvo preferencial, segundo Terra, são pessoas com idades entre 18 e 29 anos, que nem estudam nem trabalham e cujas famílias estejam inscritas no programa Bolsa Família.

O governo tem estruturado um programa de desenvolvimento profissional com a intenção de alavancar os indicadores socioeconômicos das regiões Norte e Nordeste. Por enquanto, o nome dessa política pública é Programa Juventude S, considerando que as ações serão desenvolvidas por entidades como o Senai, Sesi, Sesc, Senac, Sest, Senat, Sebrae, Senar e, claro, Sescoop.

Estima-se que os S ofertem 5,7 milhões de vagas. Apenas o Sescoop, por exemplo, deverá assumir o desenvolvimento profissional de quase 100 mil pessoas durante os quatro anos do programa.

 

OPORTUNIDADE

Segundo o superintendente do Sescoop, Renato Nobile, a assinatura desse acordo de cooperação representa uma oportunidade, já que o cooperativismo é um modelo de negócio que busca equilibrar as dimensões econômica e social, nascido da vontade das pessoas em transformar a própria realidade.

“O Sescoop faz parte de um sistema que engloba a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e sua preocupação com o desenvolvimento socioeconômico dos estados do Norte e do Nordeste do país sempre fez parte do nosso planejamento. Não tenho dúvidas de que, com o envolvimento das unidades estaduais do Sistema OCB, juntamente com as nossas cooperativas, será possível contribuir com a geração de emprego, trabalho e renda”, avalia.

 

AGRICULTURA FAMILIAR

Nobile destaca, também, que uma das iniciativas do Sistema OCB que prevê o desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste, por exemplo, é o Plano de Desenvolvimento Cooperativo do Semiárido Brasileiro, entregue ao Ministério da Agricultura, em meados de fevereiro.Além de apresentar objetivos estratégicos e eixos estruturantes, esse documento sugere o modelo de negócio cooperativo como meio de organização social dos agricultores familiares, para que, coletivamente, consigam impulsionar os processos que vão desde a produção até a comercialização”, exemplifica.

Além disso, esse plano, segundo o superintendente, possui a educação como um de seus pilares, seja ela uma educação em nível básico, profissional, antropológico, para o educando ou para o educador. “A adequada capacitação, observando-se a real necessidade e a melhor forma de transferência do conhecimento, é fundamental para que os envolvidos em qualquer projeto possam aprimorar suas atividades e funções”, declara.

 

DESENVOLVIMENTO

Nobile frisou ainda que o cooperativismo é uma ferramenta capaz de gerar muito mais que emprego, trabalho e renda. “O Sescoop e o Banco Central desenvolveram um programa de Educação Financeira que já é uma realidade em muitas partes do país. Tem também uma parceria muito importante com a Fundação Nacional da Qualidade que avalia o processo de gestão nas cooperativas do país, contribuindo com o seu crescimento sustentável. Contudo, todas as ações do Sescoop são voltadas a cooperados e empregados de cooperativas. Agora, com esse acordo de cooperação, poderemos oferecer essas e muitas outras ações de desenvolvimento profissional a mais brasileiros”, argumenta o superintendente.

 

ESTRATÉGIAS

Mesmo sem um panorama claramente definido pelo governo federal, o Sescoop já está trançando estratégias para colocar o Programa Juventude S em prática. “Já fizemos um alinhamento com as nossas unidades estaduais a respeito da proposta do governo, solicitamos um levantamento de vagas a serem ofertadas em cada estado e estamos, no momento, prospectando parcerias com cooperativas, por exemplo, para utilizarmos seus espaços nos municípios contemplados com o programa. A ideia é que trabalhemos com cursos, palestras e orientações profissionais majoritariamente presenciais”, informa Nobile.

 

NÚMEROS

O Brasil conta hoje com 7.063 cooperativas, representando diversos setores econômicos, reunindo cerca de 14 milhões de pessoas e gerando mais de 400 mil empregos diretos. As cooperativas estão presentes em todos os estados e contribuem diretamente com a economia de 1.715 cidades brasileiras, das quais 700 estão presentes nas regiões Norte e Nordeste. Vale destacar, por exemplo, que em 620 municípios as cooperativas de crédito são as únicas instituições financeiras presentes.