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Notícias representação

 

 

Adote um parque: MMA publica lista de parques integrantes do programa

Brasília (8/3/21) – O Ministério do Meio Ambiente (MMA) divulgou o edital do programa Adote um Parque, que foi, inclusive, pauta da reunião entre o ministro Ricardo Salles e o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, no último dia 23/2. O programa está previsto no Decreto 10.623, de 9 de fevereiro de 2021 e tem por objetivo promover a adoção de áreas de conservação por parte de pessoas físicas ou jurídicas brasileiras ou estrangeiras. A ideia é que o adotante realize ações de preservação, como recuperação e melhoria dessas unidades.

O edital, publicado na última semana passada contém ainda a lista das primeiras 132 unidades de conservação selecionadas para integrar a primeira fase do programa, com foco na Amazônia. Além disso, também estabelece os valores mínimos de R$ 50 ou € 10 por hectare ao ano para as propostas de adoção das unidades. Os recursos serão aplicados diretamente pelos parceiros nas unidades adotadas, podendo ser executados de forma direta, pelo adotante, ou de forma indireta, por prepostos ou contratados por ele indicados.

 

COOPERATIVAS

Cooperativas de todo o país podem aderir ao programa, inclusive por meio da intercooperação, visando a adoção conjunta de um parque. Somente serão aceitas adoções que atendam à integralidade do edital de chamamento público, não sendo aceitas doações parciais ou fora do escopo do edital de chamamento.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a participação das coops no programa possibilitará benefícios como, por exemplo, o maior reconhecimento do cooperativismo como um modelo que alia o desenvolvimento econômico com a defesa do meio ambiente. “Além disso, a adoção de um parque fortalece os preceitos de responsabilidade social do cooperativismo, responde à Agenda 2030 dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e é uma oportunidade para divulgação das cooperativas”, comenta o líder cooperativista.

Outra vantagem do programa é que as cooperativas adotantes serão reconhecidas pelo Poder Público como parceiras do meio ambiente e poderão utilizar a certificação em suas campanhas institucionais e publicitárias.

Vale destacar que os recursos do adotante serão destinados a bens e serviços para a proteção do meio ambiente, como vigilância, monitoramento, implementação de planos de manejo, recuperação de áreas degradadas e prevenção a incêndios e desmatamentos na região.

imagem site coop

Crédito debate casos de sucesso no mundo

Brasília (3/3/21) – Compartilhar conhecimentos e experiências de sucesso mundo afora. Esse é o objetivo do workshop internacional Cooperativas de crédito: novos modelos de negócios, realizado pelo Sistema OCB junto com o Banco Central. O evento virtual começou nesta terça-feira e segue até quinta (4/3).

Os participantes estão tendo a oportunidade de conhecer casos de sucesso de sistemas brasileiros e europeus, como o da França e de Portugal, por exemplo. A ideia é mostrar as soluções estratégicas adotadas em cada país para equacionar os mesmos desafios: chegada de novas tecnologias, novos públicos, com novas formas de interação e novas necessidades.

O evento conta com a participação do chefe do Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições Não Bancárias do Banco Central, Harold Espínola, do coordenador do Conselho Consultivo do Ramo Crédito, Marco Aurélio Almada, e, ainda de representantes dos sistemas de crédito cooperativo do país.

 

DESTAQUES

Dentre os destaques do evento, até agora, estiveram a apresentação do caso do sistema cooperativista de crédito francês que possui o maior percentual de produtores agrícolas associados no mundo: o Credit Agricole, do qual 9 em cada 10 produtores agrícolas da França fazem parte; e ainda a apresentação do Grupo Créditoagrícola, de Portugal. Com mais de 300 mil associados e 1,8 milhão de clientes, o grupo crédito agrícola é um dos principais grupos financeiros portugueses.

 

PROGRAMAÇÃO – 3º dia
 

Dia 4/3

10h – Sicoob (Brasil)

Édson Lisboa (Superintendente de Sistemas de Informação)

11h – Confederação Paraguaia de Cooperativas – Conpacoop (Paraguai)

Eduardo Valenzuela (Diretor)

12h – Considerações finais

Márcio Lopes de Freitas (Presidente/OCB)

Paulo Souza (Diretor de Fiscalização/BCB)

 

INSCREVA-SE

Para participar, basta se inscrever, clicando aqui.

PEC Emergencial mantém repasses do FAT ao BNDES e recursos do Funcafé

Brasília (5/3/21) - O Plenário do Senado aprovou, nessa quarta-feira (3), o texto-base da PEC Emergencial (PEC 186/2019), que permite ao Executivo pagar o auxílio emergencial em 2021 fora do teto de gastos do orçamento e do limite de endividamento do governo federal.

A PEC Emergencial, que segue agora para a Câmara dos Deputados e precisa tramitar em dois turnos, determina que o auxílio emergencial ficará limitado a um custo total de R$ 44 bilhões e deve ter parcela variável entre R$ 150 e R$ 375 durante quatro meses.

Durante a tramitação da medida, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e a Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) atuaram para adequar alguns pontos do texto.Dentre eles, destacam-se a manutenção nos repasses do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a preservação doFundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Para o senador Izalci Lucas (DF), um dos principais defensores da manutenção dos repasses do FAT ao BNDES, a medida garante a continuidade de importantes linhas de investimento para o setor produtivo.“Assim, esses recursos continuarão sendo utilizados em linhas de financiamento para apoiar negócios nos mais diversos setores e clientes de todos os portes, inclusive o microempreendedor, as cooperativas e o agricultor familiar”.

A inclusão do Funcafé dentre as exceções de cortes orçamentáriossó foi possível pela mobilização de parlamentares da Frencoop, como o deputado Evair de Mello (ES), que preside a bancada cooperativista. Com papel importante nesta atuação, o senador Jorginho Mello (SC), que também é integrante da Frencoop, ressaltou a importância do Funcafé para o setor produtivo brasileiro.

“O fim do Funcafé traria como consequência imediata a redução da geração de emprego e renda e a exigência de políticas de cobertura de preços mínimos, resultando em grandes impactos sociais negativos nos municípios e estados brasileiros”, afirmou.

De acordo com o presidente do o Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o Funcafé é essencial para a competitividade e manutenção da renda dos produtores e cooperativas no país.

“O Brasil é hoje o maior produtor e exportador e segundo consumidor de café do mundo. Em 2018, foram exportados, por exemplo, 35,2 milhões de sacas de café para 123 países. A produção brasileira na safra 2018 foi de 61,7 milhões de sacas, maior colheita registrada na série histórica do grão”, afirmou.

Freitas explica ainda que a cadeia produtiva, sustentada por 308 mil produtores (78% da agricultura familiar), gera, anualmente, US$ 5 bilhões a US$ 7 bilhões em vendas externas, 8,4 milhões de empregos e R$ 25 bilhões de renda no campo, em 1.983 municípios. Ainda segundo ele, “54,8%do café produzido no país é proveniente de produtores rurais associados a cooperativas, que geram riqueza e levam desenvolvimento sustentável ao interior do país”.

O senador Luis Carlos Heinze (RS), vice-presidente da Frencoop, reforçou que eliminar a poupança do FAT aplicada no BNDES, de uma vez ou aos poucos, compromete o patrimônio do fundo social, que é crucial na retomada da atividade econômica pós-pandemia e geração de empregos. “A redução de recursos colocado na PEC iria na contramão de países desenvolvidos. O caminho é fortalecer para dar maior segurança e previsibilidade às políticas de fomento e incentivo do setor produtivo”.

Turismo seleciona roteiros para projeto Experiências do Brasil Rural

Brasília (5/3/21) - Serão abertas na próxima segunda-feira (8/3) as inscrições para a seleção dos roteiros do Projeto Experiências do Brasil Rural, que busca apoiar e promover o turismo em áreas rurais do país. Fruto de uma parceria entre os ministérios do Turismo (MTur) e da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), junto a Universidade Federal Fluminense (UFF), a chamada pública segue aberta até o dia 2 de abril. As inscrições podem ser feitas aqui, a partir do dia 8 de março.

Inicialmente, serão selecionados oito roteiros turísticos pertencentes às cadeias agroalimentares do queijo, do vinho, da cerveja e dos frutos da Amazônia nas cinco regiões do país. A ideia é impulsionar produtos e serviços da agricultura familiar associados ao turismo, diversificando a oferta turística brasileira, apoiando a formatação e o posicionamento de produtos e roteiros de experiências no meio rural.

“Imagina visitar um destino rural e, além de uma bela paisagem, saborear delícias produzidas por agricultores familiares como um bom queijo e outras especiarias a partir de frutos da nossa Amazônia. E, ainda, conhecer todo o processo de criação e o modo de vida de quem produz. Este é um exemplo de como é possível inserir produtos, serviços e experiências da agricultura familiar no mercado turístico brasileiro”, destaca o ministro do Turismo, Gilson Machado Neto.

Os projetos selecionados contarão com apoio técnico para estruturação dos destinos e empreendimentos, bem como a comercialização de produtos e serviços. Também estão previstas capacitações de empresários, empreendedores e produtores rurais para a criação ou aprimoramento de roteiros e experiências.

O secretário nacional de Desenvolvimento e Competitividade do Turismo, William França, conta que o primeiro passo é realizar pesquisas de diagnóstico das oito rotas que serão selecionadas. “A partir do momento em que realizarmos um diagnóstico individual destes destinos rurais é quando poderemos elaborar planos de ação específicos que estimulem a inovação e impactem a realidade destes locais. O resultado será o fortalecimento dos roteiros, tendo a agricultura familiar como um diferencial”, explica.

Ao final dos processos de estruturação, a meta é inserir produtos elaborados por pequenos produtores rurais nos bares, restaurantes, meios de hospedagem, lojas de artesanato e outros equipamentos que integram o roteiro turístico rural.

O resultado da seleção para o “Projeto Experiências do Brasil Rural” será divulgado no dia 7 de maio. Após o prazo de recursos administrativos, a divulgação do resultado final ocorrerá em 24 de maio. Para saber mais, inclusive sobre os critérios para seleção, acesse aqui ou aqui o edital.

 

ACORDO DE COOPERAÇÃO – O “Projeto Experiências do Brasil Rural” foi concebido ainda no ano passado por meio da assinatura de um acordo de cooperação técnica entre o MTur e o MAPA. As cadeias produtivas atendidas no projeto foram definidas a partir das políticas públicas de priorização de ambas as pastas. O foco de atuação do projeto são os empreendimentos da agricultura familiar que atuem na produção agrícola e pecuária, na agroindústria, no extrativismo e no turismo. Os demais empreendimentos também podem participar da seleção, desde que estejam diretamente relacionados às cadeias produtivas priorizadas (queijo, vinho, cerveja e frutos da Amazônia).

O projeto integra uma série de medidas realizadas pelo governo federal para fomentar o Turismo Rural, segmento considerado crucial na retomada das atividades turísticas no contexto pós-pandemia. Isso porque representa uma alternativa de renda para o campo, ajuda a estabilizar a economia local e cria negócios e empregos diretos e indiretos.

No Brasil já há uma série de empreendimentos rurais que estruturam atividades turísticas variadas e ofertam, por exemplo, experiências em colheitas de produtos agrícolas, participação no preparo de produtos como chocolates e vinhos e experiências gastronômicas características de cada região.

Em dezembro do ano passado, o Ministério do Turismo divulgou o Boletim de Inteligência de Mercado no Turismo (BIMT) voltado ao Turismo Rural. O documento apresenta rotas turísticas por todo o Brasil e informações que vão nortear ações futuras. Para acessar a íntegra do Boletim clique aqui(Ministério do Turismo)

Artigo: As mulheres no cooperativismo

A diversidade de gênero nas empresas e cooperativas é fundamental. E, justamente por isso, precisamos refletir sobre o espaço das mulheres em todos os níveis hierárquicos no ambiente de trabalho, que deve ser o mais amplo possível em prol não apenas do desenvolvimento coletivo, mas também da equidade social. Nesse sentido, novamente destacamos o contexto cooperativista em prol da representatividade cada vez maior em relação ao universo feminino. Nosso modelo de negócio é orientado por valores e princípios que visam a construção de um mundo mais justo, equilibrado e com melhores oportunidades para todos, fomentando, por consequência, a participação feminina nas cooperativas, que se torna maior, mais efetiva e positiva ano após ano.

Os Sistemas OCB e Ocemg registram em seus levantamentos anuais participação expressiva do público feminino, seja nos quadros social ou funcional. Em 2019, segundo análise do Anuário do Cooperativismo Brasileiro, as mulheres representavam 38% dos mais de 15 milhões de cooperados brasileiros. Ao analisarmos a distribuição por gênero nos sete ramos do cooperativismo, a presença feminina destaca-se nos segmentos do Consumo e da Saúde, nos quais elas já somam mais da metade dos cooperados: 51%. Quanto à distribuição dos empregados nas cooperativas, a força de trabalho feminina representava, em 2019, 35% do total de 332.066 funcionários das cooperativas. Em nosso país, em três dos sete ramos do cooperativismo, o percentual de mulheres empregadas supera o dos homens: Consumo (53%), Saúde (64%) e Trabalho, Produção de Bens e Serviços (55%).

No segmento mineiro, a presença feminina também tem crescido significativamente nos últimos cinco anos, tanto em quantidade de cooperadas quanto na força de trabalho. O número de mulheres no quadro social subiu de 20,5% em 2015, para 30,9% em 2019. Já o percentual de mulheres empregadas nas cooperativas superou o de homens, passando de 49% em 2015 para 51,2% em 2019, conforme dados apresentados na edição mais recente do Anuário de Informações Econômicas e Sociais do Cooperativismo Mineiro. Vale ressaltar ainda a necessidade de evoluir nesse cenário, visto que nas diretorias das cooperativas de Minas Gerais, o crescimento foi pequeno, passando de 14,4% para 14,8% nos últimos cinco anos.

Valorizamos os avanços já conquistados quanto à representatividade feminina nas cooperativas, cientes de que ainda temos potencial para ampliar e muito a presença das mulheres para tornar as organizações ainda mais eficientes e igualitárias. Além disso, promover a igualdade de gênero está entre os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - ODS, estabelecidos pela Organização das Nações Unidas em 2015. E o Sistema Ocemg, como signatário do Pacto Global, ressalta seu compromisso em reforçar, nas suas práticas de negócio, o empoderamento das mulheres como um de seus valores fundamentais.

Confiamos nas mulheres para tornar os processos e a atuação cooperativista ainda mais forte e exemplar. Seja como dirigentes, colaboradoras ou cooperadas, elas têm sido cada vez mais protagonistas no universo cooperativo.

Minas promove workshops de lançamento do Dia C

Belo Horizonte (8/3/21) – Nos meses de março e abril, o Sistema Ocemg realizará, em ambiente virtual, atividades formativas de preparação para o Dia de Cooperar – Dia C 2021. Serão promovidos três workshops nos dias 23 e 25 de março, 30 de março e 1ª de abril e 6 e 8 de abril. As inscrições já estão abertas para as cooperativas e as vagas são limitadas.

Os interessados podem se inscrever clicando na aba de Cursos do Portal do Sistema Ocemg, no endereço: sistemaocemg.coop.br. Os participantes receberão um link por e-mail para acessar a atividade, que será disponibilizada por meio do aplicativo Zoom.

Os workshops de lançamento do Dia C 2021 têm como objetivo auxiliar as cooperativas mineiras a participarem e/ ou darem continuidade às ações socioambientais e visam capacitar e orientar dirigentes, cooperados, empregados e pessoas responsáveis pela gestão do Dia C em Minas.

Durante os workshops, os participantes conhecerão os conceitos e a metodologia para a construção de projetos que visam a adoção de práticas sociais consistentes. E também se inteirar sobre ações de responsabilidade social, voluntariado cooperativista e atividades relacionadas ao Dia de Cooperar.

O Sistema Ocemg promoverá ainda, de 12 a 16 de abril, minimentorias que serão agendadas com as cooperativas participantes dos workshops. Será um momento para sanar dúvidas e compartilhar informações para facilitar a prática relacionada aos projetos do Dia C.

E para as cooperativas que nunca participaram do movimento, ou que já participaram mas por algum motivo estão afastadas dessa grande rede de solidariedade, a entidade fornecerá workshops direcionados com o mesmo propósito, demonstrando o que o setor vem realizando por meio do Dia de Cooperar há mais de 12 anos.

 

Dia de Cooperar 2021

A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) lançou em fevereiro a Campanha Nacional do Dia de Cooperar 2021 e as cooperativas, como protagonistas desse grande movimento de voluntariado e solidariedade, foram convidadas a “Transformar Desafios em Esperança”.

Em breve, o Sistema Ocemg divulgará a data, horário e a programação de lançamento do Dia de Cooperar em Minas Gerais. As cooperativas já podem iniciar antecipadamente a mobilização do Dia C nas cidades de sua atuação. O material de divulgação do Dia de Cooperar 2021 e também o guia de desenvolvimento sustentável, o termo de adesão ao trabalho voluntário e a cartilha Dia C já estão disponíveis para download no Blog do Dia C. (Fonte: Sistema Ocemg)

Celso Maldaner defende suspensão das importações de lácteos

Brasília (5/3/21) – O deputado Celso Maldaner (SC), integrante da diretoria da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), defendeu a suspensão imediata das importações de lácteos da Argentina e do Uruguai. Em discurso proferido no Plenário da Câmara dos Deputados na quarta-feira (3), o parlamentar afirmou que o produtor rural merece admiração por conseguir manter o crescimento do agronegócio, mas que, ao mesmo tempo, não é um super-herói.

“Ele não consegue sobreviver quando todas as circunstâncias se opõem à sua atividade e quando o governo não faz o suficiente para ajudar”, afirmou ao se referir aos produtores de leite.

Maldaner destacou que o problema das importações predatórias de leite dos países do Mercosul vem de longa data e que, infelizmente, até hoje, foram adotadas no máximo remédios provisórios, mas não uma solução definitiva para o problema.

Ele apontou três razões pelas quais considera injusta a concorrência com o leite importado dos países latinos e afirmou acreditar que a ministra da Agricultura, Tereza Cristina será sensível às demandas do setor para, junto com o Legislativo, encontrar uma solução duradoura.

Confira o pronunciamento completo do deputado no link https://www.facebook.com/celso.maldaner/videos/3842270705850243/

Arnaldo Jardim destaca importância do Fiagro

Brasília (3/3/21) - “São mais recursos, empregos, atividade e renda. Nosso setor agroindustrial poderá crescer ainda mais e continuar a ser o polo dinâmico da retomada econômica”. A afirmação foi feita pelo deputado Arnaldo Jardim (SP) para justificar a importância do Projeto de Lei 5.191/2020 de sua autoria aprovado nesta terça-feira (2) pelo Senado.

A proposta cria o Fundo de Investimentos nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro) e segue agora para sanção presidencial. Segundo o parlamentar, que é membro da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), a iniciativa cria instrumentos no mercado de capitais para contribuir com o financiamento da produção agropecuária.

“A ideia é aproveitar um instrumento que já existe – os fundos de investimentos imobiliários (instituídos pela Lei 8.668/93) – para captar recursos e fomentar ainda mais o setor”,acrescentou.

Outra vantagem do fundo, ainda de acordo com Jardim, é possibilidade de investidores, mesmo não sendo produtores rurais, obterem rendimentos do agronegócio.

Se sancionado, o deputado destaca que o Fiagro viabilizará investimentos em terras e na atividade agroindustrial.

Reaberto programa de renegociação de dívidas com a União

Brasília (3/3/21) – O governo federal, por meio da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), reabriu o Programa de Retomada Fiscal permitindo a negociação de todos os débitos que vierem a ser inscritos em dívida ativa da União até 31 de agosto de 2021. Com isso, tanto cooperativas quanto cooperados poderão aderir às modalidades Transação Extraordinária, Transação Tributária de Pequeno Valor e Transação Excepcional, que estarão disponíveis novamente entre 15/3 e 30/9, no portal Regularize.

A Portaria nº 2.381/2021 traz as regras do programa. As modalidades de transação disponíveis abrangem também os débitos apurados na forma do Simples Nacional, do Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural (Funrural) e do Imposto Territorial Rural (ITR).

A norma prevê iniciativas voltadas à flexibilização da cobrança e a regularização das cooperativas impactadas pela pandemia. Dentre as possibilidades, estão a regularização fiscal dos contribuintes que aderirem ao programa, com a expedição de Certidão Negativa de Débitos ou Certidão Positiva com Efeito de Negativa (CP-EN), suspensão do registro no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), dentre outros.

O programa abrange dívidas inscritas em dívida ativa, tanto extrajudicialmente quanto em processos de execução, possibilitando o alongamento dos prazos de pagamento em até 145 meses e concessão de descontos de até 70%.

Cooperativas e cooperados que já possuem acordos de transação formalizados ainda em 2020, poderão solicitar a inclusão de novas inscrições nas contas existentes, mantendo as condições da negociação original feita pelo portal Regularize, a partir de 19 de abril. No caso de contribuintes que já possuem parcelamento ou transação, mas desejam mudar de modalidade, será possível desistir da negociação atual para aderir a outra modalidade disponível. Após a desistência, o valor pago das prestações é abatido no saldo devedor final.

Sistema Ocemg lança 9º Ciclo do PDGC

Brasília (25/2/21) – Mais de 400 pessoas, de 180 cooperativas e 11 Estados, participaram ontem (24/02), do seminário de lançamento do 9º Ciclo do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). O evento, organizado anualmente pelo Sistema Ocemg, contou com palestrantes conhecidos nacionalmente para debater liderança, inovações e busca pela excelência.

O PDGC é um dos programas do Sescoop Nacional voltados ao desenvolvimento da autogestão, cujo objetivo principal é promover a adoção de boas práticas de gestão e de governança no negócio cooperativo. A iniciativa foi adotada, desde o primeiro ano, em 2013, pelas cooperativas de Minas Gerais e pelo Sistema Ocemg, que, além do lançamento, realiza, atividades como workshops e visitas técnicas às cooperativas participantes com o objetivo de fortalecer a atuação do setor no programa.

Logo na abertura do evento, o presidente da entidade, Ronaldo Scucato, frisou que o PDGC ‘foi abraçado pelo cooperativismo mineiro, que, hoje, representa 1/3 das participantes em todo o país, somando mais de 300 cooperativas do Estado no programa”. Em sua fala, Scucato alertou sobre a situação pandêmica que ainda assola o país e o papel primordial das cooperativas, com foco nos ramos Saúde, Crédito, Agropecuário e Transporte na mitigação dos efeitos da crise. E complementou: “Costumo dizer que o cooperativismo é o caminho do meio, a economia socializada. O comunismo aprendeu a distribuir, mas não a produzir. O capitalismo sabe como produzir, mas não distribui. Já as cooperativas produzem, distribuem e abrem frentes de trabalho e renda. É preciso que a sociedade tome conhecimento desta joia que é o cooperativismo”.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, endossou as palavras do dirigente mineiro. “As cooperativas de Minas e o Sistema Ocemg têm conseguido executar a tarefa do PDGC de maneira fantástica. E queremos que este processo, de muitos anos, continue sempre evoluindo. Que o programa passe a ser um trabalho de construção, uma trilha de aprendizado que não acaba nunca e só venha nos trazer oportunidades e desafios para que permaneçamos em evolução”, disse. Para os dirigentes presentes no evento, Freitas frisou que “o cooperativismo pega mais de muda do que de semente, ou seja, o exemplo leva mais gente que a fala, a palavra”, alertando sobre o papel da liderança na condução e valorização do PDGC.

 

Agilidade e excelência
 

Em um mundo com mutações tão rápidas, o setor cooperativista deve estar atento às inovações tecnológicas, com líderes e equipes preparadas para elevar as cooperativas a posições de destaque no mercado. Com esse foco, as palestras do seminário abriram horizontes de ideias aos participantes.

Um dos convidados, o engenheiro, empresário, fundador da primeira cooperativa de trabalho de engenheiros no Ceará e navegador, João Lima, contou sua história inspiradora. Após anos no mundo corporativo, ele, a esposa e duas filhas deram a volta ao mundo em um catamarã. Sua trajetória no mar ganhou destaque com um fato ruim – uma tempestade torrencial -, da qual ele tirou as principais lições da vida. Em uma analogia sobre o fato de precisar tomar decisões com agilidade, Lima refletiu sobre este momento de pandemia e outras situações de crise: “O fator imprevisibilidade é muito relevante. É como se todos nós estivéssemos em meio a uma tempestade”. E concluiu dizendo aos gestores cooperativistas que o aquilo que o ajudou em alto mar foi traçar um planejamento, adiantar possíveis problemas que poderiam surgir no caminho, assim como as possibilidades de contornar qualquer um desses percalços.

Já Cláudio Azevedo, ex-gerente-geral da Cabify e executivo na ZX Ventures, empresa internacional de fomento a startups, abordou a importância da agilidade do mindset – ou da mentalidade – dos gestores atuais, sob a pena dos empreendimentos não acompanharem as transformações do mundo. Ele trouxe o conceito de mundo Bani, que sucede o Vuca (Volatilidade, Incerteza, Complexidade e Ambiguidade). A nova conceituação significa, em português, Fragilidade, Ansiedade, Não linearidade e Incompreensibilidade, características de um cenário que, segundo o executivo, necessita de atenção e rapidez na tomada de decisões. Para Azevêdo, o mercado pede uma transição da gestão tradicional para ágil: “A equipe não precisa de pessoas mais experientes e dirigentes mandando que elas façam alguma tarefa, mas sim de gestores com experiência mentorando o trabalho, sempre embasados por dados e informações de negócio”, explicou.

Fechando o dia de aprendizado, o empresário, economista, ex-jogador e treinador de vôlei, Bernardo Rezende, falou aos participantes sobre conquistas, excelência e sustentabilidade, tendo como pano de fundo sua carreira de sucesso. O treinador exemplificou que o seu trabalho tem como foco as pessoas, assim como no negócio cooperativista, e ele, como os gestores de cooperativas, precisam diariamente trabalhar com a motivação da equipe. “Se sou um cooperado e sinto que meu voto tem um peso na decisão da cooperativa, eu vou querer participar deste grupo”, exemplificou. “Cooperativismo tem muito a ver com o esporte coletivo, porque pressupõe uma interação tanto entre as áreas do negócio quando entre cooperativas”, complementou.

Para finalizar, Bernadinho, como é conhecido, deixou uma reflexão para as lideranças: “Toda cooperativa, empresa ou time tem valores e o líder é o guardião deles. Eu, como treinador, não negocio com os valores do time”. A apresentação do encontro ficou por conta da jornalista Renata Flores. (Fonte: Sistema Ocemg)

ApexCast apresenta projeto de apoio às exportações de coops

Brasília (25/2/21) - O quarto episódio do ApexCast em 2021 traz aos ouvintes informações sobre o cooperativismo no meio rural e detalha a parceria da Apex-Brasil com a Organização das Cooperativas Brasileiras para apoiar as exportações do segmento. O Brasil tem, hoje, cerca de mil e duzentas cooperativas atuando com o agronegócio, mas apenas 200 delas, aproximadamente, exportam. O objetivo da parceria é alavancar esses números, aproveitado melhor o enorme potencial do setor. 

O ApexCast discute o tema, trazendo como convidados: Cassio Akahoshi, analista da Gerência de Agronegócios da Apex-Brasil; Fabíola Nader Motta, da OCB; e Paulo Ferreira Júnior, da cooperativa do setor de cafés COOPFAM (Cooperativa dos Agricultores Familiares de Poço Fundo), localizada em Minas Gerais. 

Cássio e Fabíola explicam como funciona a parceria, que envolve inteligência de mercado, capacitação para a exportação e ações de promoção comercial, como rodadas de negócios com compradores, que serão realizadas de forma virtual nos próximos meses. Detalham, também, as vantagens do cooperativismo para a exportação, tais como a redução de custos para os cooperados, a padronização da produção e o ganho de escala, itens exigidos pelo mercado internacional. Já o representante da COOPFAM conta como a cooperativa começou a se organizar, ainda em 1983, como uma associação de produtores e, em seguida, se transformou em cooperativa e iniciou as exportações diretas em 2007, o que trouxe diversos benefícios aos cooperados. (Apex-Brasil)  

 

OUÇA

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Marco Legal das Startups é aprovado no Senado

Brasília (24/2/21) – Em 2021, a relação entre cooperativas e startups pode ser ainda mais estimulada no Brasil. Para fomentar a inovação no cooperativismo e conectar o setor a esse modelo de negócios que cresce cada vez mais mundo a fora, foi aprovado nesta quarta-feira (24), no Senado Federal, o Projeto de Lei Complementar (PLP 146/19) que institui o Marco Legal das Startups. Como houve alteração no texto, a proposta volta para nova análise na Câmara dos Deputados.

O principal objetivo da medida é fomentar o mercado de startups no país, por meio da desburocratização de processos e do aumento da segurança jurídica para investimentos. O relator da proposta, senador Carlos Portinho (RJ), defendeu a iniciativa e destacou a importância desse tipo de empresa para o país.

“Startups são empresas embrionárias. Nascem a partir de ideias inovadoras e disruptivas, desenvolvem projetos que buscam soluções para os mais diversos problemas, atraem e empregam tecnologia em grande parte, captam o interesse da juventude e desenvolvem o empreendedorismo, entregando ao final, além de soluções, produtos e serviços”.

O projeto prevê critérios para que uma empresa seja considerada startup, como faturamento anual máximo de R$ 16 milhões e dez anos de existência. Além disso, precisam declarar, em seu ato constitutivo, o uso de modelos inovadores ou se enquadrarem no regime especial Inova Simples, previsto no Estatuto das Micro e Pequenas Empresas.

Presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop), o deputado Evair de Melo (ES), destacou que a aprovação do PLP 146/19 é uma oportunidade para a retomada da economia no Brasil.

“A conexão das cooperativas e startups abre mais uma janela de oportunidades, primeiro para tecnologia e, segundo, para que as cooperativas possam avançar no crescimento econômico e continuar prestando um serviço diferenciado aos brasileiros”, disse.

Segundo o texto da proposta, startups são empresas que tendem a operar com bases digitais, com grande potencial econômico, inclusive de atração de investimentos estrangeiros, e predispostas à internacionalização.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio de Lopes de Freitas, a inclusão das cooperativas é importante para o setor continuar avançando com mais empregos, renda e desenvolvimento local. “A lei busca aprimorar o sistema de investimentos brasileiro para garantir um ambiente de negócios mais seguro para os empreendedores e beneficiar a sociedade, especialmente durante o período de recuperação econômica pós-pandemia”, explicou.

Novo Licitacoop está no ar

Brasília (2/3/21) – A plataforma de interação para assuntos voltados a licitações e contratos entre a unidade nacional do SESCOOP e suas unidades estaduais foi inteiramente remodelada para garantir que todos os profissionais que atuam na temática de licitações e contratos possam encontrar, ali, as respostas que precisam. Estamos falando do Licitacoop, um ambiente virtual elaborado a partir de dúvidas das pessoas que lidam, diariamente, com esses dois temas.

“A ideia é que os profissionais encontrem nesse ambiente, as informações úteis que vão nortear o trabalho nos estados. Por isso, temos ali um material vasto, desde normativos, manuais, modelos diversos, orientações e determinações de órgãos de controle Tribunal de Contas da União e Controladoria Geral da União”, explica o assessor jurídico do Sescoop, Aldo Guedes.

Segundo ele, além dos materiais que podem ser encontrados facilmente nas abas do portal, os interessados também têm a possibilidade de fazer buscas sobre os temas de seu interesse e até mesmo de participar de fóruns de discussão. “Isso garante mais agilidade na hora de encontrar o que se quer”, comenta o assessor.

O Licitacoop é uma plataforma voltada a colaboradores de diversas áreas, como auditoria, controladoria, gestão de pessoas, ou que atuam com o planejamento de contratação, com a elaboração de termos de referência de TI, por exemplo, e, ainda, gestão e fiscalização de contratos.

 

CURSOS

E para garantir que todos consigam utilizar o conteúdo disponibilizado pelo Sistema OCB, também é possível encontrar uma série de cursos e vídeos. Segundo a gerente de Licitação de Contratos, Felícia Borges, ao todo, existem 22 cursos na modalidade EAD. “Esses cursos são essenciais para quem já lida com essa temática ou que pretende conhecer um pouco mais das normas, ferramentas e mecanismos de atuação com esse enfoque”, comenta Felícia.

Até o fim deste semestre, pelo menos outros quatro cursos devem ser disponibilizados na plataforma.

 

ACESSO

Para ter acesso à plataforma, o interessado deve solicitar o login e a senha. O processo é bem simples: basta encaminhar um e-mail para Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo., informando os seguintes dados: nome completo, número do CPF, e-mail institucional válido e telefone de contato.

Criada Câmara Temática das Coops de Reciclagem

Brasília (1º/3/21) – Respeitar e ouvir todos os anseios das cooperativas do país. Essa é a missão do Sistema OCB visando à realização de iniciativas junto aos Três Poderes que impactem positivamente a vida de todos os mais de 15 milhões de cooperados brasileiros. Pensando assim, acaba de ser criada a Câmara Temática das Cooperativas de Reciclagem. A oficialização ocorreu na sexta-feira (26/2).

As coops de reciclagem foram duramente impactadas com os efeitos econômicos da pandemia. Os conselheiros, indicados pelas unidades estaduais do Sistema OCB, vão ajudar a priorizar os temas para que se possa encontrar mecanismos que garantam o desenvolvimento das cooperativas e, também, o bem-estar do quadro social.

Segundo o coordenador da Câmara Temática das Cooperativas de Reciclagem, Cleusimar Alves de Andrade, presidente da Cooperativa Recicle a Vida, o espaço de interlocução como esse ajuda a fortalecer o movimento e a orientar melhor a atuação de defesa do cooperativismo de reciclagem.

Da mesma forma, o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, endossou que a constituição da Câmara contribui para dignificar o trabalho do catador, por meio da união sistêmica de esforços – cooperativas, unidades estaduais e a unidade nacional.

Presidente eleito da CRA defende trabalho com coops

Brasília (24/2/21) - Eleito por aclamação para presidir a Comissão de Agricultura do Senado (CRA) até o final de 2022, nesta quarta-feira (24), o senador Acir Gurgaz (RO) destacou em seu discurso de posse a necessidade de maior aproximação com o setor cooperativista para melhorar o posicionamento estratégico da agricultura do Brasil no mercado internacional. “Nós estamos produzindo muito e temos muito a avançar ainda. Exportamos muitas commodities e temos que trabalhar junto com o governo e junto com as cooperativas para aumentar a industrialização e melhorar a renda da população brasileira, gerando mais empregos e mais superavit comercial para o nosso país”, afirmou o senador.

A vice-presidência da CRA será definida na próxima semana. Outras cinco comissões também foram instaladas nesta quarta-feira e seis na terça-feira (confira lista abaixo). Entre os nomes escolhidos para as diretorias, nove parlamentares são também membros da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Freencoop).

 

Comissões do Senado instaladas nesta quarta-feira (24/2):

 

Comissão de Agricultura (CRA)

Presidente: Senador Acir Gurgacz (RO)

Vice: será decidido posteriormente

 

Comissão de Meio Ambiente - CMA

Presidente: senador Jaques Wagner (BA)

Vice: senador Confúcio Moura (RO)

 

Comissão de Desenvolvimento Regional (CDR)

Presidente: Fernando Collor (AL)

Vice: Flavio Bolsonaro (RJ)

 

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ)

Presidente: senador Davi Alcolumbre (AP)

Vice: senador Antonio Anastasia (MG) - Frencoop

 

Comissão de Ciência e Tecnologia (CCT)

Presidente: Rodrigo Cunha (AL)

Vice: será decidido posteriormente

 

Comissão de Infraestrutura (CI)

Presidente: Dario Berger (SC)

Vice: Jayme Campos (MT) - Frencoop

 

Comissões do Senado instaladas na terça-feira (23/2):

 

Comissão de Educação - CE

Presidente: senador Marcelo Castro (PI)

Vice: senadora Leila Barros (DF) - Frencoop

 

Comissão de Assuntos Econômicos -CAE

Presidente: senador Otto Alencar (BA)

Vice: senador Vanderlan (GO) - Frencoop

 

Comissão de Assuntos Sociais - CAS

Presidente: senador Sérgio Petecão (AC) - Frencoop

Vice: senadora Zenaide Maia (RN) - Frencoop

 

Comissão de Direitos Humanos - CDH

Presidente: senador Humberto Costa (PE)  - Frencoop

Vice: senador Fabiano Contarato (ES)

 

Comissão de Relações Exteriores - CRE

Presidente: senadora Kátia Abreu (TO) - Frencoop

Vice: será decidido posteriormente

 

Comissão de Transparência, Fiscalização e Controle - CTFC

Presidente: senador Reguffe (DF)

Vice: senador Marcos do Val (ES) - Frencoop

Tânia Zanella assume vice-presidência do IPA

Brasília (24/2/21) – A defesa das cooperativas agropecuárias e as produtoras rurais do país serão o foco da atuação da gerente geral da OCB, Tânia Zanella, na vice-presidência do Instituto Pensar Agro (IPA). A eleição ocorreu nesta terça-feira (23). A presidência do IPA passa a ser ocupada pelo ex-deputado federal Nilson Leitão. O mandado dessa nova gestão tem dois anos.
 

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Nilson Aparecido Leitão (CNA)

1º Vice-Presidente: Ismael Perina Junior (ORPLANA)

Vice-Presidente Secretário: Bartolomeu Braz Pereira (APROSOJA BR)

Vice-Presidente Tesoureiro: Eduardo Luís Leão de Sousa (UNICA)

2º Vice-Presidente Tesoureiro: Tânia Zanella (OCB)

 

 

CONSELHO FISCAL

 

Membro Titular: Júlio Cézar Busato (ABRAPA)

Membro Titular: Eliane Suzuko Hiratsuka Kay (SINDIVEG)

Membro Titular: André Meloni Nassar (ABIOVE)

Membro Suplente: Natalino Yassushi Shimoyama (ABBA)

Membro Suplente: Antônio Jorge Camardelli (ABIEC)

Membro Suplente: José Carlos da Fonseca Junior (IBÁ)

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Sistema OCB lança Dia C 2021

Brasília (22/2/21) – “Em 2020, mais de 7,8 milhões de pessoas foram beneficiadas com as ações do Dia C. E, neste ano, queremos e podemos fazer muito mais”, comentou o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, no lançamento online do Dia de Cooperar 2021, voltado às unidades estaduais do Sistema OCB, ocorrido nesta segunda-feira (22/2), com a participação de mais de 130 pessoas.

O superintendente destacou o comprometimento das cooperativas e unidades estaduais com a realização do Dia C. “Nós, aqui da unidade nacional, somos apenas os estimuladores desse movimento, mas quem coloca a mão na massa são os estados e as cooperativas. Por isso, quando vemos números tão grandes quanto os do Dia C 2020, só temos a agradecer a todos, especialmente Minas Gerais, por ter cedido essa ideia tão importante ao Brasil”, comenta.

No lançamento, a gerente de Desenvolvimento Humano em Cooperativas do Sistema OCB, Geâne Ferreira, apresentou os números do Dia C 2020 e também anunciou novidades no sistema de inscrição das cooperativas. “A nossa ideia foi simplificar esse processo, para agilizar o preenchimento das iniciativas no Sistema do Dia C. Todas as modificações realizadas estão de acordo com as necessidades previstas pelas unidades estaduais”, ressalta.

A gerente de Comunicação do Sistema OCB, Daniela Lemke, apresentou a estratégia de comunicação da campanha deste ano e reforçou a agradecimento às unidades estaduais pelo engajamento e trabalho em equipe. “É fundamental que estejamos juntos novamente para fazer acontecer o Dia C 2021. Teremos muito trabalho, mas também muito sucesso”, destaca. Para acessar a identidade visual do Dia C 2021 clique aqui.

 

NÚMEROS

Em 2020, mais de 7,8 milhões de pessoas foram beneficiadas com as mais de 2,8 mil iniciativas e ações realizadas por 2.226 cooperativas e seus mais de 137 mil voluntários. Se considerarmos as ações focadas no combate ao coronavírus, bem como à redução dos efeitos da covid-19, o total realizado no ano passado foi 2.159. Ao todo, 1.383 municípios brasileiros registraram a força do voluntariado cooperativista. (Leia mais)

 

LANÇAMENTO PARA COOPS


O lançamento para as cooperativas também ocorreu nesta segunda-feira (22/2), às 16h, e contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, do consultor, Francisco Teixeira, e da assessora de Desenvolvimento Territorial do PNUD Brasil, Ieva Lazareviciute. O superintendente Renato Nobile e a gerente de Desenvolvimento Humano em Cooperativas, Geâne Ferreira, também participaram do bate-papo. Quer saber como foi? Clica aqui.

Livreto faz reflexão sobre o papel das coops no PNAE

http://www.somoscooperativismo.coop.br/publicacao/80/cooperativismo-agricultura-familiar-e-o-programa-nacional-de-alimentacao-escolar
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Brasília (22/2/21) - Cooperativismo, Agricultura Familiar e o Programa Nacional de Alimentação Escolar é o título da obra recém-publicada pelo Sistema OCB em parceria com a Universidade Federal de Viçosa (UFV/MG), por meio de um projeto financiado pela chamada CNPq/Sescoop nº 07/2018. O livreto apresenta reflexões para uma agenda municipal de desenvolvimento sustentável com base no fortalecimento das cooperativas da agricultura familiar e do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE).

Coordenado pelos professores e pesquisadores da UFV, Alair e Alan Ferreira de Freitas, o livreto considera as incertezas trazidas pela pandemia da Covid-19, que intensificaram as situações de vulnerabilidades socioeconômicas, insegurança alimentar e fome, para demonstrar a importância da produção local de alimentos e de seu escoamento.

“Nesse sentido, o PNAE, além de contribuir para a alimentação escolar e para o abastecimento da rede socioassistencial dos municípios, tem representado também uma alternativa de renda para a agricultura familiar. Ao conectar produção e consumo, ampliando o mercado aos agricultores familiares, o PNAE tornou-se mecanismo econômico que fomenta a geração de renda e a segurança alimentar e que contribuiu com o combate à fome e a pobreza rural”, afirmam os coordenadores.

Sobre a relevância das cooperativas, eles destacam se tratar de sociedades “organizadoras de cadeias produtivas e instrumentos de fortalecimento da agricultura familiar. Elas contribuem para a dinamização econômica dos municípios, merecem atenção dos governos locais e podem ser grandes aliadas da gestão pública para a inclusão produtiva e a promoção do desenvolvimento sustentável”.

Confira na entrevista a seguir, pontos importantes do livreto destacados pelo professor Alair Ferreira de Freitas:

 

- Qual a importância desse livreto para o desenvolvimento da agricultura familiar brasileira?

Esse material reforça a conclusão de vários trabalhos técnicos e científicos de que a agricultura familiar precisa ser reconhecida como segmento fundamental para a economia e a segurança alimentar, no campo e na cidade. O livreto pode ajudar governos locais a refletirem sobre isso e a institucionalizarem uma agenda pública de promoção do desenvolvimento sustentável, valorizando a agricultura familiar e garantindo o direito humano à alimentação adequada e saudável como eixos estratégicos de políticas públicas.

Não superaremos a fome e a insegurança alimentar no Brasil enquanto a agricultura familiarnão estiver no centro da agenda governamental para o desenvolvimento rural. Esperamos com esta publicação semear a ideia e apresentar argumentos de que apoiar a agricultura familiar e suas cooperativas e ampliar e fortalecer as políticas públicas de compra institucional de alimentos, como o PNAE, podem induzir um círculo virtuoso que favorece a economia e a sociedade.

 

- Como as coops podem fazer parte desse processo?

As cooperativas estão na base desse processo. O fortalecimento da agricultura familiar e a expansão de suas capacidades de estruturar cadeias produtivas e interferir nos mercados passa necessariamente pela sua organização socioeconômica. E as cooperativas são a melhor alternativa para isso. Diversas experiências em todo o país comprovam o quão importante é o cooperativismo para a agricultura familiar e que, organizadas em cooperativas, as famílias agricultoras encontram mais oportunidades para trocarem conhecimentos, agregarem valor aos produtos, acessarem mercados e gerarem trabalho e renda.

As cooperativas são agentes do desenvolvimento sustentável. Seu modelo organizacional ancorado em sólidos princípios cooperativistas e sua organização de natureza não lucrativa tem o potencial de democratizar o sistema agroalimentar e irrigar a economia com uma atuação econômica enraizada nas comunidades.

As cooperativas podem ajudar os governos locais a implementarem o PNAE e a desenvolverem outras ações para apoiar a agricultura familiar e promover a segurança alimentar, mediando a elaboração e monitorando os projetos de compra institucional de alimentos, organizando a produção da agricultura familiar e prospectando oportunidades econômicas para melhorar a qualidade de vida no campo.

 

- Qual o papel dos poderes Executivo e Legislativo?

Neste livreto, reconhecemos o papel estratégico dos municípios para o desenvolvimento sustentável e a oportunidade que eles têm ao executar PNAE, garantindo apoio à agricultura familiar e suas cooperativas. Os governos locais precisam assumir o papel de articuladores do desenvolvimento, integrando uma rede de organizações parceiras que cooperam para garantir a oferta de alimentos saudáveis ao público escolar do município e a geração de renda para a agricultura familiar. É papel dos governos, não apenas adquirirem o mínimo estabelecido no PNAE de 30% da agricultura familiar, mas de prover o apoio necessário para que as famílias agricultoras tenham condições de produzir e entregar alimentos saudáveis e sustentáveis por meio de suas cooperativas e, assim, para que o programa se realize e expanda no município. Assumir isso contribuirá para que os poderes executivo e legislativo municipais cumpram com seu papel constitucional de garantir o direito à saúde e à alimentação adequada e saudávele a buscar meios para criar oportunidades de trabalho e rendano campo.

 

- Qual a importância do PNAE neste contexto de pandemia?

Para milhares de famílias em situação de vulnerabilidade social, a alimentação escolar é a mais importante forma de acesso a alimentação cotidiana e contribui significativamente para reduzir a fome no país. Durante a pandemia da Covid-19, com a suspensão das atividades escolares, muitos municípios interromperam o fornecimento de alimentação nas escolas e, assim, a aquisição de alimentos da agricultura familiar. Mas a Lei Federal 13.987/2020 autorizou a distribuição de gêneros alimentícios adquiridos com recursos do PNAE diretamente às famílias ou responsáveis pelos estudantes durante a pandemia. Diversos municípios, ao retomarem o programa estão contribuindo para amenizar os impactos da crise atual, especialmente nos grupos mais vulneráveis, mantendo um canal de comercialização de produtos da agricultura familiar e ofertando alimentos para inúmeras famílias em situação de insegurança alimentar.

 

- Que outros pontos considera importante destacar?

Buscamos estabelecer uma conexão direta com a Agenda 2030 da ONU, explicitando o vínculo entre os ODSs e atuação municipal de apoio às cooperativas da agricultura familiar e o PNAE. O nosso intuito foi apoiar a divulgação dessa agenda internacional de desenvolvimento sustentável e, principalmente, sensibilizar os gestores públicos de que a administração municipal e as políticas públicas precisam estar em consonância com a valorização da vida, a promoção da paz e da justiça e a preservação da natureza. Adotar os ODSs como referencial é uma oportunidade para que os governos locais planejem melhor suas ações e ampliem suas redes e seus projetos.


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Sistema OCB participa de seminário internacional

Brasília (23/2/21) - A Organização Cooperativista dos Países de Língua Portuguesa (OCPLP) promoveu nesta sexta-feira, 19/2, seu 3º Encontro Cooperativo. O seminário internacional debateu os programas realizados pelos países voltados à promoção da igualdade de gênero em cooperativas no mundo lusófono.

O evento reuniu dirigentes de cooperativas, representantes de governos e de organizações representativas dos oito países de língua portuguesa: Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste.

Brasil: A gerente de Desenvolvimento Humano de Cooperativas do Sescoop, Geâne Ferreira, apresentou o trabalho realizado pelo Sistema OCB para fortalecer o aumento da participação das mulheres nas cooperativas no Brasil. Foram compartilhadas informações nacionais e internacionais do Sescoop, com relação a temática de mulheres.

Portugal: A professora Deolinda Meira, do Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto, de Portugal, apresentou os resultados de pesquisas desenvolvidas no país que medem a participação de mulheres na tomada de decisão em cooperativas. Assim como no Brasil, as cooperativas portuguesas são majoritariamente formadas por mulheres, mas sua participação na liderança ainda é modesta.

Já Eduardo Pedroso, da Cooperativa Antônio Sérgio para a Economia Social, entidade que representa e fomenta o cooperativismo em Portugal, compartilhou dados sobre a participação de mulheres nos diversos ramos de atividade das cooperativas em seu país. Segundo relatou, ainda há uma modesta participação em ramos como o agropecuário e de transportes.

Angola: Ricardina Machado, vice-presidente da Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agropecuárias de Angola, apresentou dados da participação de mulheres nas cooperativas angolanas. Segundo a dirigente, 109 mil mulheres estão ligadas a cooperativas agropecuárias em seu país, dependendo dos empreendimentos para sua subsistência.

 

INTERCOOPERAÇÃO

O Seminário é mais uma iniciativa da OCPLP para promover a integração e a intercooperação entre as cooperativas dos países de língua oficial portuguesa. A organização internacional tem desenvolvido atividades virtuais que facilitam o diálogo entre dirigentes de cooperativas, representantes de organizações representativas e de órgão governamentais de fomento ao cooperativismo.

Membro da OCPLP desde sua fundação há 22 anos, a OCB tem apoiado a organização de eventos e a implementação de projetos de cooperação no âmbito da entidade. Nos últimos anos, foram recebidas diversas missões de estudo e cooperação provenientes dos países lusófonos.

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OCB se reúne com MAPA e Banco Central

Brasília – O futuro do Sistema Nacional de Crédito Rural e, também, do Plano Safra 21/22 foram temas da reunião entre lideranças cooperativistas com a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, e o presidente do Banco Central, Roberto Campos. A reunião virtual ocorreu no fim da tarde desta quinta-feira (18/2).

De forma geral, a intenção foi alinhar a perenidade dos programas e das linhas de financiamento de crédito rural que beneficiam os empreendimentos cooperativos voltados ao custeio, giro, comercialização e investimento, conforme explicitado nos diferentes capítulos do Manual de Crédito Rural (MCR), mantendo a arquitetura e as bases para sua adequada aplicação.

Para Márcio Freitas, líder cooperativista, o crédito rural é um dos principais fatores de produção e condicionantes do sucesso do agro brasileiro nas últimas décadas. “A produção agropecuária brasileira, pela qual as cooperativas respondem por cerca de 50%, se desenvolveu de tal forma que o país passou de importador de alimentos para um dos maiores produtores e exportadores mundiais. E isso se deve, em muito, a uma política agrícola consistente, que foi capaz de garantir um volume de recursos e taxas de juros compatíveis com o retorno das atividades no meio rural”.

Por isso, na reunião de hoje, os representantes do setor disseram que há grande expectativa para que o governo defenda a importância das cooperativas agropecuárias, para o maior protagonismo de pequenos e médios produtores, especialmente no que se refere à agricultura familiar. “As cooperativas permitem o ganho de escala ao produtor, diminuindo as distorções de mercado por grandes conglomerados econômicos e, ainda, transferindo tecnologia no campo”, destaca Márcio Freitas.

Além disso, os representantes também reafirmaram como fundamentais as políticas públicas que reforcem o papel das cooperativas de crédito na inclusão financeira e no desenvolvimento regional do país, de forma a capilarizar o acesso aos produtores, micro e pequenos negócios tanto no campo quanto na cidade, com taxas e juros menores e melhores condições para milhões de brasileiros. Também afirmaram a confiança na condução das políticas públicas pelo Ministério da Agricultura e Banco Central.

 

MODERNIZAÇÃO

Ao final da reunião, a ministra da Agricultura destacou a relevância do bom relacionamento com o setor produtivo para que o desenvolvimento aconteça sempre. “Estamos sempre abertos a melhorar, modernizar os processos. As cooperativas agropecuárias são importantíssimas e os números de vocês mostram isso. Nossa intenção é modernizar o crédito rural, trazendo menos burocracia e mais agilidade. Eu desconheço uma interatividade tão boa quanto a que temos com o Banco Central e o Ministério da Economia, por isso, vai dar tudo certo”, comentou.