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Notícias representação

 

 

Coops agro serão selecionadas para programa de acesso a mercados

Brasília (16/11/20) – Vinte e quatro cooperativas agropecuárias da região Nordeste receberão uma valiosa ajuda para acessar novos mercados. A ideia é simples: quem tem mais experiência quem quer aprender. É por isso que as 24 coops vão trocar informações com outras oito cooperativas com expertise, graças ao edital de intercooperação do programa Brasil Mais Cooperativo, realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O Instituto Interamericano de Cooperação par a Agricultura (IICA) apoia o programa.

Para participar, as cooperativas interessadas – especialmente as da agricultura familiar – devem se inscrever na seleção (clique aqui para conhecer o edital). As inscrições vão até 26 de novembro. As selecionadas vão participar de workshops, imersões e uma consultoria especializada com o objetivo de fomentar o crescimento de seus negócios e o acesso a novos mercados. As coops mentoras ainda serão selecionadas por meio de uma outra seletiva.

Para o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, essa iniciativa mostra a essência do cooperativismo. “O nosso modelo de negócios se diferencia dos demais porque no nosso DNA está a preocupação com as pessoas e as comunidades onde as cooperativas estão instaladas. Por isso, quando vemos esse programa tomando corpo, com essa parceria do MAPA e apoio do IICA, percebemos o quanto podemos realizar ao envolvermos os atores certos. A região Nordeste tem muito potencial e a atuação das cooperativas tende a fortalecer a economia e a estruturação de novos negócios cada vez mais sólidos”, avalia Márcio Freitas.

O secretário de Agricultura Familiar e Cooperativismo do MAPA, Fernando Schwanke, durante o lançamento do edital fez questão de destacar que o programa vai contribuir muito com o desenvolvimento não só das cooperativas, mas da região Nordeste. "Serão feitas também missões de intercooperação entre as cooperativas agropecuárias do nordeste e as coop mentoras, visando a construção de soluções para os problemas enfrentados pelas participantes da seleção", explicou Schwanke. 

O representante do IICA, Christian Fischer, explicou que, além das oito coops mentoras, as coops selecionadas serão acompanhadas por uma consultoria especializada em gestão com foco no acesso de novos mercados.

 

LANÇAMENTO

O lançamento ocorreu, no fim de outubro, durante uma live transmitida no canal do Sistema OCB no YouTube, com a participação de representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e do Instituto Interamericano de Cooperação par a Agricultura (IICA), além de entidades parceiras na construção do edital. Conforme comentado pelas três entidades, o edital chega como um primeiro passo, focado na região Nordeste, com o objetivo maior de alcançar toda a América Latina futuramente.

 

LINKS ÚTEIS

- Clique aqui para conhecer o edital.

- Live completa do lançamento pode ser conferida no canal do Sistema OCB, no YouTube (clique aqui).

- Acesse o vídeo de apresentação do edital.

PIX entra em operação nesta segunda-feira

Brasília (13/11/20) – A partir de segunda-feira (16), o PIX, novo sistema brasileiro de transações financeiras, entra em operação em todo o país. Na prática o novo sistema desenvolvido pelo Banco Central agiliza a compensação do crédito de pagamentos, transferências e depósitos. Segundo o Bacen, o PIX vai funcionar 24h, sete dias por semana e 365 dias por ano. A expectativa é de que a ferramenta alavanque a competitividade e a eficiência do mercado, baixe o custo das transações financeiras em si, aumente a segurança das pessoas e aprimore a experiência dos clientes. Vale lembrar que o PIX não substitui os meios de pagamento tradicionais.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, o cooperativismo é um setor que precisa estar ligado à evolução do mercado. “É verdade que a tecnologia move o mundo e, também, as demandas da humanidade. A pandemia, por pior que esteja sendo, só está turbinando esse raciocínio e mostrando o quanto é necessário estarmos atentos às novidades para que, assim, sejamos inovadores, eficientes e competitivos”, avalia o líder cooperativista.

 

SABER COOPERAR

A OCB já realizou eventos para debater o assunto que, agora, é um dos destaques da revista Saber Cooperar, deste mês. E para falar sobre o assunto, foram convidados dois especialistas dos dois bancos cooperativos do Brasil - Bancoob e Bansicredi.

Para Cidmar Stoffe, diretor executivo de Produtos e Negócios do Sicredi, o banco está sempre em busca de oferecer novas e melhores experiências aos associados na sua relação com as finanças “e o PIX chega como um recurso importante nesse sentido”, avalia.

Já Marcus Vinícius Borges, diretor de Operações do Centro Cooperativo Sicoob, acredita que a atuação do Banco Central será um dos principais pilares de sucesso desse novo sistema.

Quer saber mais sobre o PIX e sobre como as cooperativas estão se preparando para atuarem com esse novo sistema? É só clicar aqui.

 

VEM SER COOP

As cooperativas de crédito estão entre as instituições financeiras que oferecem o PIX. Essa é mais uma prova de que tudo ao nosso redor já é Coop. Aliás, este é o mote da primeira campanha publicitária do movimento SomosCoop em nível nacional e que tem como embaixador o atleta que se tornou ídolo do esporte brasileiro: o tenista Gustavo Kuerten. Esse também é um dos assuntos da nova edição da revista Saber Cooperar. Ainda não conhece a campanha? Acesse aqui.

Encontro Coop debate implementação da LGPD

Brasília (12/11/20) – Como implementar a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD, como é mais conhecida a Lei nº 13.709/2018) na sua cooperativa? Essa pergunta norteou o último Encontro Coop deste ano. O evento, realizado pelo Sistema OCB, tem por objetivo promover um debate sobre os principais assuntos que impactam a rotina das coops brasileiras. E, nesta quinta-feira, o tema foi por onde começar a implementar essa lei, que, aliás, já está valendo desde o dia 22 de setembro.

Segundo o advogado especialista em LGPD, Ricardo Costa Bruno, a primeira coisa a se fazer é olhar pra dentro de casa e entender como as informações pessoais, objeto dessa nova lei geral, são usadas pela cooperativa. Esse, aliás, é o primeiro de cinco passos. Confira abaixo a orientação do especialista sobre por onde começar e o que fazer.

  1. Mapeie as operações da cooperativa e o tratamento dos dados envolvidos;
  2. Forme comitês de proteção de dados, estruturando, se for o caso, um departamento com papeis e responsabilidades bem definidos;
  3. Estabeleça um canal de comunicação para atender os titulares dos dados;
  4. Reveja os contratos e normas para adequar o que for preciso;
  5. Estabeleça uma agenda de treinamento e conscientização interna.

 

Para ele, esses passos são um bom roteiro para garantir que a cooperativa comece pelo caminho certo.

   

E-book

A gerente geral da OCB, Tânia Zanella, e o assessor jurídico do Sescoop, Aldo Leite, explicaram que, desde o ano passado, um grupo nacional de trabalho foi formado para analisar a LGPD (Lei nº 13.709/2018), e que o resultado dessa atuação conjunta resultou em um livro digital, que está sendo revisado. O lançamento está previsto para os próximos dias.

 

Balanço

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, encerrou o evento virtual que contou com cerca de 200 participantes. Ele fez um balanço das cinco edições do Encontro Coop e disse que o sucesso obtido tem um elemento principal: o comprometimento das unidades estaduais e das cooperativas. “Sem vocês, não temos razão de ser. Nossa atuação sempre foi e será focada na melhoria dos processos das coops e em tornar o cooperativismo cada vez mais essencial e próspero. Muito obrigado pela participação de todos e até o próximo encontro”, finaliza Nobile.

Mais mulheres no comando

Brasília (12/11/20) – Histórias que inspiram. Este é o título da matéria especial da nova edição da revista Paraná Cooperativo digital editada pelo Sistema Ocepar e que se dedicou a contar os relatos de mulheres que se reinventaram e, atualmente, são referência em superação e empoderamento feminino. Segundo a revista, hoje as mulheres já representam 53,71% no quadro de cooperados e 45,25% da força de trabalho nas cooperativas paranaenses.

Além de mostrar a presença das mulheres nas coops do estado, a nova edição da revista Paraná Cooperativo traz diversos exemplos de que, ao terem a liderança estimulada, as mulheres tanto fizeram a cooperativa crescer quanto mostraram para outras cooperadas que nem mesmo o céu é o limite para elas.

A edição traz também uma entrevista com a gerente geral da OCB, Tânia Zanella, uma referência no Brasil em protagonismo feminino. A líder fala sobre os dois lados de uma mesma moeda: vida pessoal e vida profissional, e conta um pouco da sua trajetória até ocupar a liderança de equipes para desenvolver estratégias que fortaleçam as cooperativas do país. Confira um trecho da entrevista.

 

O fato de ser mulher traz cobranças maiores quando se assume um cargo de liderança?

 

Acho que a frase “ter que matar um leão por dia” é uma realidade da qual não se pode fugir. Acho que a mulher tem essa pressão sim, talvez muitas vezes não é nem a cobrança externa, mas é autocobrança, o quanto eu, mulher, me cobro para ser melhor, por inúmeros fatores que a sociedade nos impõe. Às vezes não é uma questão específica de liderança, mas de toda a pressão que recebe da sociedade, dos degraus que a mulher ainda precisa subir para atingir a equidade com o homem. Fui casada e tenho dois filhos e sempre me cobrei quanto à questão do tempo que dedicava ao trabalho e à construção de minha carreira, tentando conciliar com o cuidado à família. É um dilema que a mulher vive, de cuidar da família e ao mesmo tempo agregar no aspecto profissional.

 

Às vezes o preconceito vem de uma piada ou um comentário sutil machista?

 

Todas as mulheres já passaram por isso. “Quero ver conseguir trocar esse pneu sozinha”, entre outros comentários e piadas de mal gosto. Trabalho com uma rede de jovens gerentes, em sua maioria mulheres, e tento passar a elas que a estratégia mais assertiva é minimizar coisas negativas e potencializar as questões positivas. Considerar esse preconceito dissimulado um estímulo para potencializar nossas qualidades e nos superar, trabalhando em equipe de forma coesa e objetiva.

 

Como foi sua educação familiar no aspecto de gênero? O fato de ser mulher era um impeditivo para muitos projetos tidos como exclusivos dos homens?

 

Eu nunca tive esse encaminhamento dentro de casa ou algum conselho de que, por ser mulher, teria que ser assim ou assado. Embora tenha vindo de uma família tradicional de descendência italiana, onde o papel da mulher era ser a dona de casa e o homem ser o provedor, tive uma educação livre, e meus pais sempre me deixaram tranquila quanto as minhas escolhas. Muitas vezes me aconselhando sim, opinando sobre os prós e contras, mas me apoiando em todas as decisões que tive na vida. Em todos os projetos de vida, meus pais sempre me apoiaram e estiveram ao meu lado.

 

Como começou sua ligação com o cooperativismo?

 

Minha família sempre teve uma relação próxima ao cooperativismo. Meu pai foi cooperado da Copérdia (Cooperativa de Produção e Consumo Concórdia) e segue cooperado do Sicoob. Mas onde meu contato com o cooperativismo realmente aconteceu foi no trabalho com o deputado Odacir Zonta, que, ao assumir sua cadeira na Câmara Federal, imediatamente ingressou na Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo). As bandeiras que o deputado defendia eram muito claras e dentro da linha do setor cooperativista (N. do editor: Odacir Zonta foi presidente da Copérdia, prefeito de Ipumirim e Concórdia, secretário de Agricultura de Santa Catarina, deputado estadual e federal). Trabalhando na equipe do deputado percebi o quanto esse movimento é importante, engajador e fundamental para a economia e a sociedade brasileira. Essa proximidade fez com que de fato eu tomasse consciência e me apaixonasse pelo cooperativismo.

 

Qual era sua atribuição e de que forma teve contato com o Sistema OCB?

 

A atuação parlamentar do deputado Zonta tinha na agricultura e no cooperativismo suas principais bandeiras. Esse trabalho fez com que conhecesse os representantes da OCB que tinham como função acompanhar as decisões no Congresso Nacional. Uma dessas pessoas era o então superintendente Ramon Belisário, que mais tarde foi quem me levou para a OCB, e quem considero uma referência profissional muito importante na minha trajetória no cooperativismo. No meu trabalho na assessoria parlamentar tive que aprender muita coisa sozinha, cometendo erros, batendo ‘cabeça’, mas, aos poucos, abrindo meus espaços e caminhos, encontrando soluções naquilo que estava ao meu alcance. Ninguém pode dizer que conhece Brasília sem ter vivido na cidade. Por isso, minha experiência na assessoria parlamentar foi muito importante para ampliar meus conhecimentos sobre o funcionamento e as características do Congresso Nacional.

 

LEIA MAIS

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Uma grande sacada

Brasília (11/11/20) – Sabe o que acaba de sair quentinha do forno? A nova edição da Revista Saber Cooperar. Produzida pelo Sistema OCB, o material tem por objetivo levar informação de qualidade para as coops brasileiras. Por isso, os assuntos são cuidadosamente selecionados por um conselho editorial bem antenado com tudo o que acontece no país.

É o caso da primeira campanha publicitária do movimento SomosCoop em nível nacional e que tem como embaixador o atleta que se tornou ídolo do esporte brasileiro: o tenista Gustavo Kuerten. A revista detalha como a campanha surgiu e como ela será realizada.

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, essa campanha é motivo de muito orgulho. “Nossa primeira campanha nacional de publicidade entrou no ar na primeira semana de novembro, na televisão, no rádio e na internet. E ela promete mostrar a todos os brasileiros que o cooperativismo está em toda a parte e que nosso movimento tem imenso potencial para ajudar nossa economia a voltar a crescer, depois da pandemia. Como cooperativista, eu não poderia estar mais orgulhoso”, declara.

 

E MAIS...

Outro assunto que também faz parte desta edição são as vantagens e possibilidades trazidas pelo PIX, novo sistema de transferência bancária criado pelo Banco Central e que entra em operação a partir deste domingo (15/11). Quer saber que oportunidades a sua cooperativa pode ter gerando a chave PIX? Então confere a matéria.

Ah, e a realidade do Agro 4.0 no Brasil e também as mudanças trazidas pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) também estão nesta edição, feita para deixar as cooperativas preparadas para a realidade do mercado.

 

DESTAQUES

E se você gosta de informação com emoção, não pode deixar de ler a história de Celma Grace, fundadora da cooperativa Bordana, que superou a dor da perda para construir um projeto coletivo de empoderamento e geração de renda para mulheres bordadeiras, em Goiânia (GO) e, também das cooperativas que abriram as portas (e os corações) para receber imigrantes e refugiados.

 

Se interessou? Então, clica aqui para ter uma leitura inspiradora.

Deputado reafirma compromisso por um Rio mais Coop

Rio de Janeiro (11/11/20) – O presidente do Sistema OCB/RJ, Vinicius Mesquita, e o superintendente do Sescoop/RJ, Abdul Nasser, receberam nesta terça-feira (10/11), na sede do Cooperativismo Fluminense, o deputado federal e integrante da Frente Parlamentar do Cooperativismo, Hugo Leal.

No encontro foram debatidas as demandas relacionadas às novas emendas parlamentares para o ano de 2021 e os projetos de lei constantes na agenda legislativa, ambos visando ao fomento do cooperativismo no estado do Rio de Janeiro, e discutidas pautas das cooperativas de transporte alternativo junto ao governo do estado.

O deputado Hugo Leal, na ocasião, disse estar totalmente comprometido com o crescimento econômico do estado Rio de Janeiro, e entende que o cooperativismo é uma alternativa viável para auxiliar neste processo. O parlamentar também reiterou seu apoio às demandas e necessidades das cooperativas fluminenses e afirmou que irá disponibilizar recursos para a construção de um Rio cada vez Mais Coop.

Para o presidente Vinicius Mesquita, o Sistema OCB/RJ ao longo dos últimos dois anos tem se notabilizado por inserir o cooperativismo entre as prioridades das agendas de decisões governamentais.

“Em 2019 pela primeira vez a instituição realizou um evento dentro da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (ALERJ), o que ajudou na aproximação com os deputados estaduais. Temos uma Frente Parlamentar atuante, liderada pelo deputado Jorge Felippe Neto, e recentemente realizamos lives com alguns dos candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro, de Campos dos Goytacazes e de Itaguaí, com o tema Empreendedorismo Cooperativo como alternativa para o desenvolvimento das cidades. E temos no deputado Hugo Leal um grande parceiro no trabalho de representação política e institucional que assumimos como missão no Sistema OCB/RJ. Um papel que desempenhamos com muito orgulho, porque sabemos a força e o potencial de inclusão, de geração de riquezas, de promoção do desenvolvimento e de transformação que é característico do cooperativismo”, disse Vinicius Mesquita.

De acordo com Abdul Nasser, o estado do Rio de Janeiro tem o 2º maior PIB do Brasil, o que possibilita inúmeras possibilidades a diversos segmentos. E em sua opinião, o cooperativismo fluminense deve aproveitar esta oportunidade, pois além de promover emprego, renda e igualdade social e econômica, está bem articulado politicamente.

“Este encontro com o deputado federal Hugo Leal, um aliado da nossa base, foi para reunimos as principais demandas do setor, traçamos estratégias para essa atuação e trabalhamos fortemente para fazê-las acontecer. E graças a parlamentares engajados com a causa cooperativista e também à atuação da OCB/RJ, temos sido contemplados na formulação de políticas públicas, normativos, legislações e outras decisões importantes e de caráter estadual”, explicou Abdul.

 

(Fonte: Sistema OCB/RJ)

Micros e pequenas empresas mineradoras são quase 90% do setor

A mineração de pequena escala praticada por empresas mineradoras de micro, pequeno e médio porte predomina no Brasil e contribui para o desenvolvimento regional e a geração de empregos diretos e indiretos. Representa, assim, uma das principais fontes de sustento das comunidades próximas a esses empreendimentos. Apenas as micro e pequenas mineradoras constituem 88% do total de empresas legalizadas do setor, segundo dados de 2017 da Agência Nacional de Mineração (ANM).

Mas no Brasil também há o grave problema da atividade ilegal. A prática da atividade de forma artesanal, caracterizada pela mão-de-obra de conhecimentos técnicos e gerenciais limitados, falta de sofisticação tecnológica e recursos podem trazer grandes impactos para o meio ambiente.


Micro, pequenas e médias são maioria na mineração do Brasil

Grandes – 1,4% do total
Médias – 10,4% do total
Pequenas – 28,9% do total
Micro – 59,3% do total

Fonte: ANM 2017


O garimpo ilegal produz uma imagem completamente incompatível daquela defendida pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) que é a de uma mineração baseada no desenvolvimento sustentável, ou seja, alicerçada na preservação do meio ambiente, na excelência em segurança operacional e no respeito às pessoas. “Não podemos permitir que a imagem do setor seja atingida por aquilo que é extraído de forma ilegal e que certamente traz outras consequências para o nosso país, possivelmente passando a terceiros os recursos minerais por outras formas, como via o crime organizado”, afirma Wilson Brumer, presidente do Conselho Diretor do IBRAM.

 

OCB

Um dos caminhos facilitadores para o fortalecimento da pequena mineração é a formação de cooperativas, com a finalidade de organizar a atuação dos cooperados buscando o melhor aproveitamento dos bens minerais, com diversificação econômica e inclusão social. Segundo o Analista Técnico e Econômico da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Alex Macedo, “as cooperativas figuram como um importante instrumento de formalização da atividade mineral informal, acesso ao direito mineral, à cidadania, ao crédito, a políticas públicas, a programas de capacitação, à comercialização de sua produção e ao desenvolvimento regional com inclusão social”.

O sistema OCB é composto por 95 entidades e cerca de 59 mil cooperados,  garimpeiros ou pequenos mineradores, que encontram nesse modelo associativo a possibilidade de trabalho e renda, de estruturar a gestão e organizar seu sustento com amparo legal. Macedo afirma que “além de estimular os pequenos mineradores e garimpeiros a explorar apenas em áreas regularizadas pelos órgãos competentes, as cooperativas têm atuado para agilizar a obtenção das licenças nos órgãos ambientais e de regulação mineral. Além disso, elas estão presentes em todo o processo, oferecendo tanto o suporte legal quanto orientações sobre os aspectos que envolvem a preservação dos recursos naturais até o processo de comercialização do minério”.

Para Macedo, a pequena mineração representada pelas cooperativas enfrenta uma variedade de desafios. Estes vão desde suas operações, que poderiam ser mais bem executadas, com melhor aproveitamento das substâncias e menor impacto ambiental até o acesso a políticas públicas. Além disso, o acesso ao crédito “o setor enxerga como fundamental, com apoio dos órgãos públicos para o desenvolvimento de uma atividade responsável e sustentável na pequena mineração”, ressalta.

O Analista da OCB é palestrante no painel “Desafios e Oportunidades para a Pequena Mineração no Brasil”, agendado para o dia 26 de novembro, das 9h às 10h30, na Expo & Congresso Brasileiro de Mineração 2020 (EXPOSIBRAM 2020). O painel também contará com a palestra do Diretor de Desenvolvimento Sustentável da Secretaria de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do Ministério de Minas e Energia, Gabriel Maldonado, e moderação do Diretor do Núcleo de Pesquisa para a Mineração Responsável da Universidade de São Paulo (NAP.Mineração), Giorgio De Tomi.

Macedo reforça que o Congresso será um importante espaço para reflexões do setor. “É urgente desenvolver ações integradas em prol do setor, no sentido de contribuir para o maior desenvolvimento da pequena mineração, dignidade e valorização do garimpeiro e do pequeno minerador”.

Continue lendo o conteúdo produzido pelo Portal da Mineração.

Adidos de cinco países debatem sobre agro brasileiro

Curitiba (10/11/20) - As oportunidades existentes no mercado internacional para as cooperativas e para o agronegócio brasileiro voltam a ser debatidas na quinta-feira (12/11), quando será realizada a segunda live sobre o tema, com adidos agrícolas da China, Japão, Índia, Indonésia e Coreia do Sul. Haverá ainda palestra com o professor do Insper, Marcos Jank. O primeiro evento ocorreu no dia 27 de outubro, com profissionais que atuam na União Europeia, Estados Unidos, Arábia Saudita e África do Sul, incluindo a participação do professor da USP e da FGV, Marcos Fava Neves.

A live será transmitida ao vivo pelo canal do Sistema Ocepar no Youtube, pela TV Paraná Cooperativo, e contará com as presenças dos presidentes dos Sistemas Ocepar e OCB, José Roberto Ricken e Márcio Lopes de Freitas, respectivamente, da Fetaep, Marcos Brambilla, do diretor da Faep, Luiz Eliezer Ferreira, e dos secretários de Estado da Agricultura, Norberto Ortigara, e de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Márcio Nunes, representando as entidades promotoras dos eventos.

 

ATRIBUIÇÕES

Segundo o Ministério da Agricultura, atualmente o Brasil conta com 24 adidos agrícolas ativos lotados em 22 países, sendo que Pequim e Bruxelas possuem dois adidos. Uma vaga em Genebra, na Suíça, encontra-se em aberto e deverá ser preenchida ainda este ano. Eles desempenham missões permanentes de assessoramento junto às representações diplomáticas brasileiras no exterior e têm o papel de identificar oportunidades, desafios e possibilidades de comércio, investimentos e cooperação para o agronegócio brasileiro.

 

Clique aqui para conferir como foi a live do dia 27 de outubro.

 

(Fonte: Sistema Ocepar)

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A força do crescimento pós pandemia

Brasília (6/11/20) - Feito por pessoas e para pessoas, o cooperativismo está em toda parte. É um modelo de negócio democrático responsável por gerar trabalho, emprego e renda, além de promover o desenvolvimento econômico e social em todos os lugares onde está. Ou seja: é um ingrediente essencial para a construção de uma sociedade mais justa por meio da colaboração, equilíbrio e transformação. É também um caminho que o momento pós-pandemia trará não só ao Brasil, mas para o mundo.

Para entrar no espírito de união faz a força, o Sistema OCB, que reúne mais de 6,8 mil cooperativas e mais de 15 milhões de trabalhadores (entre cooperados e empregados), lança a primeira campanha publicitária do movimento SomosCoop em nível nacional e que tem como embaixador o atleta que se tornou ídolo do esporte brasileiro: o tenista Gustavo Kuerten..

Escolhido por ter afinidade com os valores cooperativistas, Guga destaca que, em sua trajetória como atleta, sempre atuou com base em valores sólidos e, atualmente, como empresário, lidera, ao lado do irmão, uma holding que tem como visão semear bons princípios e como missão gerar oportunidades e negócios com responsabilidade social e desenvolvimento sustentável. Ou seja, a sintonia ideal com o modelo de negócio do cooperativismo.

“Para mim é sempre especial trabalhar com o cooperativismo, porque está dentro da nossa filosofia de colaborar e trabalhar em equipe. A nossa história foi construída em cima desses valores, dessas crenças. Há praticamente 10 anos nós iniciamos uma parceria com uma cooperativa que fez todo o sentido, porque podemos aprender ainda mais sobre esse tema. Eu me sinto muito confortável em poder falar sobre o cooperativismo, porque é algo que vem desde a nossa infância dentro de casa, passando pela carreira no esporte, até a filosofia da nossa empresa”, declara Guga.

 

CONCEITO

Com o conceito Vem ser coop! Tudo ao seu redor já é, a campanha do Sistema OCB quer aproximar o modelo da sociedade, além de estimular novas adesões ao movimento que segue como tendência de enfretamento para recuperação de negócios e oportunidades prejudicadas pela pandemia do Covid-19.

 

ESSENCIAIS

Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, durante a pandemia, as cooperativas têm mostrado ao país o quanto elas são essenciais para a economia. “As cooperativas, logo no começo desse período, tomaram todos os cuidados, seguindo as orientações de segurança e saúde, para que sua produção não fosse afetada. Se, de um lado, os profissionais são essenciais para a saúde, de outro, as cooperativas são fundamentais para manter a economia girando”, explica.

Aqui no Brasil, o movimento cooperativista é composto por 13 setores econômicos, agrupados em sete ramos. Isso quer dizer que, de norte a sul do país, há cooperativas agropecuárias, de saúde, de crédito, de educação, de internet, de habitação e até de extração mineral.

 

NÚMEROS

Conheça um pouco dos números do cooperativismo brasileiro:

  • Somos praticamente 50 milhões de brasileiros ligados ao setor (+/- 25% da população se somamos o número de cooperados, familiares, empregados e fornecedores diretos);
  • Nº de cooperativas: 6.828;
  • Nº de cooperados: 14,6 milhões;
  • Nº de empregados: 425,3 mil;
  • Ativo total: R$ 351,4 bi;
  • Ingresso e receitas brutas: R$ 259,9 bi;
  • Impostos e tributos recolhidos: R$ 7 bi.

Vem aí a 10ª edição do Singescoop

Brasília (6/11/20) – A cooperação é o caminho para o desenvolvimento. Esse é o tema do 10 Simpósio Nacional de Gestão de Cooperativas (Singescoop) e do 3º Fórum de Cooperativismo do Singescoop, que começam na próxima terça-feira 10/11. O evento é realizado pela Politécnica da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul, vai até quarta-feira e conta com o apoio do Sistema OCB.

No dia (12/11), o superintendente Renato Nobile abre a noite de encerramento, discorrendo sobre o tema central o simpósio. Nesse mesmo dia, Geâne Ferreira, gerente de Desenvolvimento Humano em Cooperativas do Sistema OCB também participa da programação, debatendo o papel das unidades e das cooperativas no cumprimento das metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas, em sua Agenda 2030.

 

OBJETIVO

A intenção é promover um intercâmbio entre a academia e o setor produtivo. As cooperativas Sicredi, Unicred, Cresol, Camnpal, Cotrisel e Cespol também são apoiadoras do simpósio.

Segundo o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, o objetivo do Sistema OCB em apoiar eventos técnicos e científicos como o Singescoop é trazer o assunto cooperativismo para meio acadêmico e provocar um diálogo com o meio produtivo, integrando a teoria e a prática.

“Vale lembrar, também, que o Sescoop também mantém uma parceria com o CNPq para uma chamada de fomento a projetos científicos. A Chamada 007/2018, por exemplo, contemplou 41 projetos, distribuídos em 13 unidades da Federação, em todas as regiões brasileiras. O investimento total foi de R$ 2,8 milhões, para que os pesquisadores possam ir a campo e investigar de perto as particularidades das nossas cooperativas”, comenta.

Ainda de acordo com Nobile, a partir de 2021, a pesquisa em prol do desenvolvimento do cooperativismo passa a integrar o planejamento estratégico do Sescoop para o triênio de 2021-2023, formalizando o compromisso do Sistema OCB com a necessidade da realização de mais estudos e pesquisas científicas.

 

ACOMPANHE

Para acompanhar a programação, basta clicar aqui.

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Congresso derruba veto da desoneração

Brasília (4/11/20) – O Congresso Nacional derrubou, nesta terça-feira, o Veto 26/2020, da Presidência da República, à prorrogação da desoneração da folha de pagamentos até o fim de 2021 para 17 setores da economia. A matéria segue agora para publicação no Diário Oficial da União.

A OCB e Frencoop (Frente Parlamentar do Cooperativismo) que estiveram mobilizadas desde o início da tramitação da matéria comemoram a importante conquista para o país, em virtude do seu grande impacto para a competitividade da produção brasileira e para a manutenção de milhares de empregos nas cooperativas.

 

Placar

Na Câmara, o veto foi derrubado por 430 deputados, enquanto que, no Senado, 64 parlamentares apoiaram a suspensão da decisão presidencial. Assim, a política de desoneração, com alcance a 17 setores da economia, fica prorrogada até o fim de 2021.

Pela legislação, a promulgação da matéria deve ser feita pelo Presidente da República em até 48 horas ou, na omissão deste, pelo presidente ou vice-presidente do Senado, em igual prazo.

Influenciadores Coop: voto popular já está aberto

Brasília (3/11/20) - Influência é a capacidade que uma pessoa tem de usar todos os canais disponíveis para contribuir com a formação de opiniões e comportamentos, como hábitos de consumo. Por isso, ter pessoas dedicadas a mostrar que o cooperativismo, muito mais que um modelo de negócios, é um jeito inovador e mais humanizado de gerar emprego trabalho e renda é essencial nos dias atuais.

É por isso que uma das categorias da edição 2020 do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano é o Influenciador Coop, que teve os nomes dos finalistas liberados nesta terça-feira (3/11). No total, 33 nomes que levam o cooperativismo mais longe seja em mídias online e offline ou em revistas, redes sociais, jornais e livros foram indicados pelas Unidades Estaduais do Sistema OCB. Confira quem são:

- Ênio Meinen (DF)

- Evair de Melo (ES)

- José Luiz Tejon (MS)

- Luis Claudio da Silva (PE)

- Marco Aurélio Almada (DF)

- Nathalia Arcuri (SP)

- Rita Mundim (MG)

- Tereza Cristina (MS)

 

VOTAÇÃO

E, partir de hoje, está aberto o prazo para o voto popular que irá escolher os três maiores influenciadores do país, quando o assunto é cooperativismo. A votação popular ocorre no site do prêmio até o dia 13/11. (Clique aqui)

 

PREMIAÇÃO

A cerimônia de premiação, quando a ordem dos vencedores em cada categoria será divulgada, será on-line, no dia 24/11, às 17h, no YouTube do Sistema OCB.

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Melhores do Ano: divulgadas as finalistas

Brasília (30/10/20) – Fim do suspense! O Sistema OCB acaba de divulgar a lista com as finalistas do Prêmio SomosCoop – Melhores do Ano. No total, 320 cooperativas inscreveram 595 cases, que foram avaliados por uma comissão julgadora formada por 63 integrantes. Conheça as finalistas, descritas abaixo por ordem alfabética e por categoria.

 

COMUNICAÇÃO E DIFUSÃO DO COOPERATIVISMO

- Certaja Energia (RS): Projeto Sementes do Cooperativismo

- Sicoob Credichapada (MG): Programa de Educação Cooperativista Empreendedora e Financeira

- Vinícola Aurora (RS): Programa Aprendiz Cooperativo do Campo

 

COOPERATIVA CIDADÃ

- Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG (RS): Implantação e Promoção do Fundo Filantrópico de Incentivo a Projetos de Desenvolvimento Regional

- Sicredi Centro-Sul MS (MS): Unidade Móvel Hospital de Amor

- Unimed Jaboticabal (SP): Adoção Compartilhada

 

COOPERJOVEM

- Sicoob Fluminense (RJ): Cooperjovem

- Sicredi União MS/To e Oeste Da Bahia (MS): Cooperjovem

- Unimed Brusque (SC): Cooperjovem

 

FIDELIZAÇÃO

- Copérdia (SC): Núcleos Femininos Copérdia 32 Anos: Evolução Pessoal e Profissional das Cooperadas

- Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG (RS): Projetos Digitais “Flor&Ser” e “Maratona de Carreira”

- Sicredi Progresso PR/SP (PR): Comitê Mulher Sicredi Progresso PR/SP

 

INOVAÇÃO

- Coplacana (SP): Avance Hub: O Hub de Inovação da Coplacana

- Lar (PR): Gestão de Ideias Lar Cooperativa

- Unicred União  Agência Mais – A Primeira Agência Digital do Cooperativismo de Crédito Brasileiro

 

INTERCOOPERAÇÃO

- Certel e Sicredi Ouro Branco; Sicredi Integração RS/MG; Sicredi Região dos Vales; e Sicredi Botucaraí (RS): A Energia que Nos Une

- Coopatos e Copacol (MG): Projeto Recriar

- Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG e Cotrifred (RS): Projeto Meu Tambo Meu Futuro – Parceria entre as Cooperativas Cotrifred e Sicredi Alto Uruguai RS/SC/MG gera Impactos Significativos para a Cadeia Produtiva do Leite.

 

PREMIAÇÃO

A cerimônia de premiação, quando a ordem das vencedoras será divulgada, será on-line, no dia 24/11, às 17h, no YouTube do Sistema OCB.

 

INFLUENCIADORES

Os escolhidos para o voto popular na categoria Influenciadores Coop serão conhecidos na próxima terça-feira, quando começa o voto popular para escolher os três maiores do setor.

 

SAIBA MAIS

Confira mais informações sobre a premiação no site do Prêmio.

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Confaz prorroga validade de convênio

Brasília (29/10/20) – O Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), composto pelos 27 secretários de Fazenda dos estados e Distrito Federal, aprovou nesta quinta (29) a prorrogação dos Convênios ICMS nº 100/1997 e 52/1991 até 31 de março de 2021. O resultado da reunião era aguardo por todo o setor, pois a prorrogação era uma demanda das entidades de representação como a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), que vinha atuando na sensibilização dos governos.

As frentes parlamentares do Cooperativismo (Frencoop) e da Agropecuária (FPA), além de diversas entidades do setor estiveram mobilizadas junto aos governos estaduais para que a prorrogação fosse garantida pelo Confaz. Fica pendente agora a publicação no Diário Oficial da União.

O Convênio 100 prevê a isenção tributária em operações internas e a redução da base de cálculo do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) na comercialização interestadual de insumos agropecuários. Já o Convênio 52 prevê um imposto menor sobre máquinas e equipamentos agrícolas. Ambos tinham vigência até o fim do ano. Apenas Sergipe e Ceará votaram contra a renovação, mas foram convencidos pelas demais unidades da federação para a importância das renovações.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, comemorou a decisão do Confaz. “O aumento do prazo da prorrogação dessa importante medida manterá fortalecido o setor agropecuário que, mais do que nunca, mostrou ser essencial para o país, pois é uma das engrenagens que o faz funcionar no meio de qualquer crise. Compreender a realidade e a necessidade de quem não para e não pode parar é garantir a continuidade do desenvolvimento do Brasil”, comentou.

Evair de Melo, presidente da Frencoop, também celebrou. Segundo ele qualquer alteração feita com o objetivo de reduzir os estímulos assegurados na regra atual do Convênio ICMS 100/1997 impactaria direta e imediatamente no aumento do custo da produção agropecuária de todo o país. “O Convênio 100 materializa uma relevante desoneração fiscal para o setor produtivo agropecuário nacional, responsável por quase 25% do PIB, 38% dos empregos e metade das exportações nacionais, fomentando o desenvolvimento do setor.”

Coops de crédito e seus diferenciais em relação aos outros bancos

Brasília (28/10/20) – Em agosto, a instituição financeira cooperativa Sicredi inaugurou sua primeira agência em Osasco, na Grande SP, para oferecer aos moradores da região uma forma mais igualitária e menos onerosa de exercer a prática bancária, proporcionando inclusão e educação financeira e acesso a um rol variado de serviços e produtos a valores e taxas mais competitivos na comparação com os bancos tradicionais. Mas os benefícios do cooperativismo de crédito não param por aí. Quer ver só?

O cooperativismo de crédito é um instrumento de organização e desenvolvimento socioeconômico da sociedade que tem na união e na colaboração entre pessoas que partilham dos mesmos interesses e propósitos a sua maior força e o seu maior alicerce. Nas cooperativas de crédito como o Sicredi - primeira do ramo no Brasil, criada em 1902 no Rio Grande do Sul – o associado é dono do negócio e tem voz ativa e poder de voto na gestão e nas decisões coletivas.

Ao contrário das instituições bancárias comuns, ele não é apenas mais um cliente, ele faz parte do board. Essa visão mais moderna e altruísta das relações mercantis quebra paradigmas e garante a todos os associados um atendimento único, muito mais cuidadoso, humano e personalizado, já que no cooperativismo de crédito o relacionamento é a base de todo e qualquer objetivo e transação.

 

TODOS PARTICIPAM

A gestão democrática e transparente é inerente ao cooperativismo. Os associados acompanham o desenvolvimento da cooperativa através de assembleias e prestação de contas, decidem os rumos do negócio e elegem seus governantes e líderes. Ao final do exercício, eles recebem sua parte dos lucros e os resultados ficam à disposição dos associados – algo bem diferente dos bancos tradicionais, que captam clientes que não tem qualquer ingerência sobre os rumos da instituição e jamais são informados para onde vão – e o que se faz com seus investimentos.

 

CRÉDITO E TAXAS

Nas cooperativas, a liberação de crédito e de empréstimos é feita apenas aos associados, ao contrário das instituições bancárias. E como as cooperativas não visam lucro, as taxas de juros, de serviços e do cartão de crédito são mais baixas e os valores mais justos. Vale lembrar que, assim como as instituições convencionais, no Brasil as cooperativas de crédito são supervisionadas pelo Banco Central.

 

INTERESSE PELA COMUNIDADE

O Sicredi tem um modelo agregador de renda, espécie de ciclo virtuoso de negócios que visa o desenvolvimento regional sustentável através do qual os resultados gerados ficam na comunidade. Ou seja: por ser a instituição financeira cooperativa nos municípios em que atua, quanto mais uma região utilizar os produtos e serviços do Sicredi, maior será a geração de empregos e a disponibilização de recursos para o desenvolvimento de programas sociais para a população local.

Os programas Crescer e Pertencer, por exemplo, levam educação cooperativa às comunidades e incentivam os associados a participarem mais. O programa social A União Faz A Vida oferece metodologia de ensino baseada em valores de cooperação e cidadania para mais de 390 mil crianças em todo o Brasil.

Já a Oficina Cooperação na Ponta do Lápis, projeto de educação financeira do Sicredi, que também tem uma parceria com a Turma da Monica, impactando diretamente mais de 6 milhões de crianças, jovens adolescentes e adultos. O Sicredi conta ainda com os Comitês Mulher e Jovem, que buscam novas lideranças e incentivam o engajamento e a participação feminina no cooperativismo, e o Fundo Social, que auxilia mais de 160 entidades filantrópicas com projetos voltados à Saúde, Educação, Esportes, Cultura, Lazer e Música, entre outros.

 

SOLIDEZ

O Sicredi oferece mais de 300 produtos e serviços em mais de 1,9 mil agências distribuídas em 23 Estados e no Distrito Federal, contabilizando mais de 4,6 milhões de associados. O sistema Sicredi é formado por 108 cooperativas singulares com 5 Centrais, Centro Administrativo e o Banco Cooperativo, responsável pelas movimentações financeiras dos associados.

Pela solidez, confiabilidade e segurança na capacidade de pagamentos - e o alto grau de comprometimento com o crescimento de seus associados e o desenvolvimento das regiões em que atua -, o Sicredi é classificado com as melhores notas nas agências internacionais de risco de crédito Moody's (Aa1), Fitch Ratings (AA) e S&P – Standard & Poor's (AAA).

 

RESUMINDO

Cooper ativa de Crédito X Bancos. Compare!

COOPERATIVA

BANCO

Sociedade de pessoas

Sociedade de capital

Capital dividido em quotas/partes

Capital dividido em ações

Controle democrático
1 pessoa = 1 voto

Controle exercido a partir do valor do capital

Quórum de assembleia = número de associados

Quórum de assembleia = capital representado

Capital Variável

Capital Fixo

É vedada a transferência de quotas-parte do capital subscrito ou integralizado a não-sócios

Não é vedada a alienação ou transferência de capital a terceiros

Objetivo: Estruturação de um empreendimento econômico coletivo para o atendimento das necessidades do associado

Objetivo: Exploração de uma atividade econômica com fins lucrativos

Resultados distribuídos proporcionalmente às operações e serviços; ou seja, à movimentação individual

Resultados distribuídos proporcionalmente ao capital integralizado

A utilização das operações e dos serviços oferecidos é condição básica para o sócio

Utilização das operações e dos serviços oferecidos não é condição para ser sócio

 

SAIBA MAIS

Para saber mais sobre o modelo cooperativista de crédito do Sicredi, acesse www.sicredi.com.br



Fonte: Sicredi

Termina nesta sexta convenção Nacional Unimed

São Paulo (30/10/20) – O Sistema Unimed deu início, em 8 de outubro, à 50ª edição da Convenção Nacional Unimed, que reúne representantes de suas 345 cooperativas, além de economistas, empresários, médicos, profissionais da saúde, advogados, entre outras personalidades, para discutir as grandes questões relacionadas aos desafios e oportunidades que se apresentam ao setor de saúde brasileiro.

Neste ano, em virtude da pandemia da covid-19, o evento está sendo 100% on-line, dividido em quatro encontros semanais ao longo do mês de outubro, cada um abordando um tema diferente: Sistema de Saúde (dia 8), Impactos da Tecnologia da Informação e da Telemedicina na Assistência Médica e LGPD (dia 15), Mercado e Perspectivas (dia 22) e Cooperativas e seus Cooperados (dia 30).

No encerramento do evento, que acontecerá nesta sexta-feira, 30 de outubro, a partir das 14h, serão realizadas duas mesas abordando o cooperativismo sob diferentes perspectivas. O primeiro debate será composto por dirigentes do Sistema Unimed. Participarão Marcelo Mergh Monteiro (Unimed do Brasil), Rached Hajar Traya (Unimed Curitiba/PR), Daniel Martiniano Haber (Unimed Franca/SP), Hugo Borges (Unimed Juiz de Fora/MG) e Francisco Júnior Barroso Bastos (Unimed Nordeste do Ceará).

Já o segundo momento contará com a presença do superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, em mesa coordenada pelo presidente da Fundação Unimed, Eudes de Freitas Aquino, e moderada pelo diretor de Gestão de Saúde da Unimed do Brasil, Orlando Fittipaldi Junior.

 

SOBRE A UNIMED

A Unimed possui 52 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 345 cooperativas de saúde, com assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo país.

Entusiasta do movimento SomosCoop, da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), a Unimed conta com mais de 116 mil médicos, 127 hospitais próprios e cerca de 2,4 mil hospitais credenciados, além de pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias para garantir a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas.

Sua marca é ratificada pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) como de alto renome por seu grande nível de conhecimento pelo público, autoridade incontestável e fama que ultrapassa os limites do segmento de saúde. (Fonte: Sistema Unimed)

Ramo Transporte: novo Acordo com ANTT em andamento

Brasília, 23/10/2020 - O Sistema OCB deu um importante passo na tarde desta quinta-feira (22/10) na defesa dos interesses do cooperativismo de transporte.

Representantes da OCB Nacional e o coordenador nacional do conselho consultivo do ramo transporte, Evaldo Matos, reuniram-se - digitalmente - com a nova superintendente de transporte de passageiros da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Priscilla Nunes de Oliveira, e o analista Bruno Ribeiro Alvarenga, para os últimos ajustes relacionados à construção do novo Acordo de Cooperação Técnica - ACT que será firmado entre as entidades.

O novo ACT prevê ações relacionadas ao intercâmbio de informações, estudos de viabilidade técnica e econômica e análises de impacto regulatório em temas afetos ao transporte rodoviário de cargas e transporte de passageiros, além da ampliação da integração entre os sistemas da OCB e da ANTT, compartilhando informações e bases de dados para a otimização de recursos, redução de custos e melhoria no desempenho dos serviços prestados.

O formatação do novo Acordo de Cooperação Técnica mais abrangente é fruto de uma parceria longínqua que a OCB já possuía no segmento de cargas com a agência e da avaliação qualitativa das conquistas que o cooperativismo de transporte colheu direta ou indiretamente com a parceria com a ANTT.

 

 

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Coop é destaque em live sobre programa Floresta + Carbono

Brasília (21/10/2020) - Quem é cooperativista sabe bem o quanto o nosso modelo de negócio gera oportunidades e tem crescido por ter como um dos seus norteadores o desenvolvimento sustentável. Mas agora, diversos outros setores têm olhado para o cooperativismo e enxergado nele um exemplo de como preservar as florestas brasileiras sem deixar de garantir a subsistência das comunidade que vivem nessas regiões.

E para debater sobre o programa Floresta + Carbono e a importância de se reconhecer a atuação dos produtores rurais - entre eles os cooperados - que têm iniciativas de preservação do meio ambiente, o Canal Rural realizou, nesta terça-feira (20/10), a live “Floresta + Carbono: preservação e renda na Amazônia”. Durante a transmissão ao vivo o secretário de Amazônia e Serviços Ambientais do Ministério do Meio Ambiente, Joaquim Álvaro Leite, destacou o papel fundamental das cooperativas para o desenvolvimento do programa.

Para o secretário, as cooperativas têm uma boa organização e estão aptas a desenvolverem programas que valorizem os produtores cooperados que promovem iniciativas de preservação do meio ambiente. “As cooperativas vão ter um papel importantíssimo, especialmente nas regiões com alto dinamismo econômico”, destacou. Álvaro Leite ainda completou: “se ao voar de avião eu ganho milhas, porque ao conservar florestas eu não ganho nada? Como eu não faço isso virar uma realidade? O programa Floresta + vem pra isso, porque eu preciso de um programa de fidelização baseado em conservação”.

Já o consultor da OCB, Leonardo Papp, destacou que além do importância de se valorizar o trabalho das cooperativas em prol do meio ambiente, é fundamental que a legislação também leve em consideração as especificidades do modelo de negócio cooperativista. “Geralmente programas com pagamentos por serviços ambientais, com muita dificuldade, conseguem remunerar um pouco aqueles que desempenham uma atividade ambientalmente adequada. Se nós não tivermos o tratamento adequado [ao ato cooperativo] parte desse recurso pode ficar retido, pode não chegar na ponta, por conta de incidência tributária. A gente tem essa dificuldade acontecendo em outros programas de fomento e a regulamentação desse programa precisa dar conta disso”, ressaltou Papp.

Pagamentos por serviços ambientais

O debate em torno do pagamento por serviços ambientais é antigo e agora está integrado ao programa Floresta + Carbono. O objetivo é recompensar financeiramente produtores, cooperativas, indústrias e demais atores do setor produtivo e da sociedade civil que desenvolverem iniciativas de preservação ou recuperação ambiental em suas propriedades.

Além do secretário do MMA e do consultor da OCB, também participou do debate o presidente do Fórum Nacional de Atividades de Base Florestal, Frank Almeida.

Para assistir a íntegra da live, clique aqui

 

Senado aprova novos diretores para agências reguladoras

Brasília, 22/10/2020 - O Senado Federal realizou esforço concentrado nesta semana para votar importantes nomes de autoridades que irão comandar agências reguladoras que tratam de normas que impactam as cooperativas e sua fiscalização, dentre elas a diretoria da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), responsável pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). De acordo com o Decreto 10.474/2020, as regras da ANPD entrarão em vigor quando for publicada a nomeação do diretor-presidente no DOU.

Além disso, os senadores também analisaram nomes de ministros para o Supremo Tribunal Federal (STF) e Tribunal de Contas da União (TCU). A votação de autoridades é uma das competências exclusivas do Senado Federal, conforme a Constituição Federal.  

O processo é feito via mensagem da Presidência da República que envia para o Senado o nome indicado, cargo a ser ocupado e respectivo histórico de atuação. Posteriormente, a comissão de mérito designa o relator ou relatora, que deve elaborar o parecer com análise se o indicado possui a formação e experiência técnica necessárias para assumir o cargo. A comissão também realiza a sabatina, quando são feitos questionamentos pelos demais senadores aos indicados, e, por fim, realiza a escolha por meio de votação secreta. Caso seja aprovada na comissão de mérito, a indicação segue para o Plenário, onde deve ser aprovada pela maioria dos senadores em votação secreta. O resultado é informado à Presidência da República, que fica a cargo da nomeação.

Confira a lista das autoridades aprovadas nesta semana pelo Plenário do Senado que podem tomar decisões de interesse das cooperativas:

ANPD

  • Waldemar Gonçalves Ortunho Junior, Diretor-Presidente do Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados - ANPD, com mandato de seis anos.
  • Arthur Pereira Sabbat, Diretor do Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados - ANPD, com mandato de cinco anos.
  • Miriam Wimmer, Diretora do Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados - ANPD, com mandato de dois anos.
  • Nairane Farias Rabelo Leitão, Diretora do Conselho Diretor da Autoridade Nacional de Proteção de Dados - ANPD, com mandato de três anos.


ANTAQ

  • Eduardo Nery Machado Filho, Diretor-Geral da Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ.


ANATEL

  • Carlos Manuel Baigorri, Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL, na vaga decorrente do término do mandato do Senhor Aníbal Diniz.


ANEEL

  • Hélvio Neves Guerra, Diretor da Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL, na vaga decorrente da renúncia do Senhor Rodrigo Limp Nascimento.

 

ANVISA

  • Antônio Barra Torres, Diretor-Presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, em vaga decorrente do término do mandato de William Dib.
  • Alex Machado Campos, Diretor da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, em vaga decorrente do término do mandato de Fernando Mendes Garcia Neto.
  • Meiruze Sousa Freitas, Diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, em vaga decorrente do término do mandato de Renato Alencar Porto.
  • Cristiane Rose Jourdan Gomes para exercer, Diretora da Agência Nacional de Vigilância Sanitária - ANVISA, na vaga decorrente da indicação do Senhor Antônio Barra Torres para o cargo de Diretor-Presidente.


ANA

  • Vitor Eduardo de Almeida Saback, Diretor da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico - ANA, na vaga decorrente do término do mandato de Ney Maranhão.


TCU

  • Jorge Antônio de Oliveira Francisco, Ministro do Tribunal de Contas da União, em vaga decorrente da aposentadoria do Ministro José Múcio Monteiro Filho.


CVM

  • Alexandre Costa Rangel, Diretor da Comissão de Valores Mobiliários - CVM, com mandato até 31 de dezembro de 2024, em vaga decorrente do término do mandato de Carlos Alberto Rebello Sobrinho.


STF

  • Kássio Nunes Marques, Ministro do Supremo Tribunal Federal em vaga decorrente da aposentadoria voluntária do Ministro José Celso de Mello Filho. (Nomeado em 22/10/2020).
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Diagnóstico do Ramo Saúde já pode ser respondido

Brasília (5/10/20) – Acaba de ser lançado pelo Sistema OCB um questionário de diagnóstico do Ramo Saúde. A ideia é que as unidades estaduais estimulem as coops a participarem, já que o objetivo da pesquisa é conhecer mais e melhor os modelos cooperativos atuantes no Ramo Saúde, em especial as cooperativas de especialidades médicas, as de trabalho médico e as constituídas por outros profissionais da área, como fisioterapeutas, enfermeiros, psicólogos, dentre outros.

A aplicação do diagnóstico foi sugerida na última reunião do Conselho Consultivo do Ramo Saúde, ocorrida em 21 de agosto. A consolidação das respostas deve gerar insumos que norteiem a atuação do Sistema OCB junto ao poder público, auxiliando, assim, na construção de uma agenda decisória e positiva para o cooperativismo de saúde.

O questionário deve ser enviado por meio eletrônico, a partir do seguinte link. Os dados coletados serão encaminhados automaticamente para o Sistema OCB e, semanalmente, as unidades estaduais receberão uma planilha com o panorama das cooperativas que já responderam o diagnóstico. O prazo para o preenchimento começou no dia 2/10 e se estende até o dia 30 de outubro.

 

PARTICIPE

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