Notícias negócios
Alunos da 4ª série A, da Escola Municipal de Ensino Fundamental Leopoldo Klepker, do Bairro Alesgut, em Teutônia, juntamente com a professora Haide Janete Dannebrock, tiveram recentemente a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre energia elétrica, através de uma palestra e visita à Hidrelétrica Boa Vista, em Linha Geraldo, Estrela.
O gerente de engenharia e planejamento da Cooperativa Regional de Desenvolvimento Teutônia (Certel), Hélio Pires, acompanhado por Harry Lied, responsável pelas visitas, explicou para o grupo todo o processo, desde a geração da energia elétrica até a chegada aos consumidores. Os alunos demonstraram interesse e participaram com questionamentos.
A escola, através da diretora Cornelia Maria Spies Danzer, que acompanhou o grupo, agradece aos funcionários da Certel pela dedicação e conhecimentos relatados. “Com certeza, foram de grande valia aos alunos. A prova de que as crianças ficaram satisfeitas está nos trabalhos que resumem a importância do empreendimento”, avalia.
Também recentemente, alunos da 8ª série da Escola Estadual de São Pedro da Serra visitaram a Hidrelétrica Salto Forqueta, localizada entre os municípios de Putinga e São José do Herval. “Foi uma oportunidade ímpar de conhecermos um empreendimento que atua de maneira sustentável, respeitando plenamente a natureza.
A visita permitiu aos nossos estudantes entender melhor alguns aspectos relacionados à produção de energia que são repassados em sala de aula”, assinala a diretora, professora Vera Scherer. O grupo esteve acompanhado pelo diretor de geração da Certel, Julio Cesar Salecker.
(Fonte: Certel)
Em 2010 a Cooperativa de Crédito dos Funcionários Públicos do Vale do Itajaí (Blucredi), que tem sede em Blumenau, completou 10 anos. Mais do que comemorar os resultados positivos alcançados neste período, a cooperativa conquistou autorização do Banco Central para a livre admissão de associados e a expansão da sua área de atuação para 21 municípios, incluindo o Vale do Itajaí, Vale do Itapocú e Litoral Norte do Estado.
Assim, seguindo o seu plano de expansão, a Blucredi inaugurou o seu 26º Posto de Atendimento ao Cooperado, PAC, dando início aos trabalhos na cidade de Barra Velha.
Oferecer produtos e serviços diferenciados das demais instituições financeiras, com produtos e taxas administrativas abaixo do mercado é o principal foco da cooperativa, que busca, como princípio, fomentar o desenvolvimento regional e a inclusão social.
“No cooperativismo de crédito quem tem recursos aplica e quem necessita deles tem o acesso simplificado. Assim, enriquecemos a região, geramos qualidade de vida e, consequentemente, minimizamos os problemas sociais” enfatiza do Diretor-Presidente da Blucredi, João Marcos Baron.
A Blucredi faz parte do Sicoob Central Santa Catarina, uma das 14 centrais que integram o Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil, presente em 21 estados brasileiros com 608 cooperativas, 1.794 pontos de atendimento e um milhão e 800 mil associados.
A Blucredi fechou o primeiro semestre deste ano com 21.373 associados, registrando um crescimento de 58% desde 2006. Neste período, o capital social dobrou de tamanho. 430% foi o crescimento do investimento em cotas e 249% foi o aumento da receita de serviços neste período.
(Fonte: Blucredi)
O maior sistema de cooperativas médicas do mundo vai unificar as ações em prol dos Objetivos do Milênio, com o lançamento do programa ‘Unimed Abraça os ODM’. “Vamos unir em um só programa várias ações pulverizadas no Sistema Unimed. Desta forma, poderemos contribuir mais efetivamente para que as metas relacionadas à saúde (4 – Reduzir a Mortalidade Infantil / 5 – Melhorar a Saúde da Gestante / 6 – Combater AIDS, Malária e outras doenças) sejam atingidas até 2015”, explica Aucélio Melo de Gusmão, diretor de Marketing e Desenvolvimento da Unimed do Brasil.
A Unimed pretende, com este programa, ser um grande agente transformador e auxiliar no alcance das Metas do Milênio até 2015, pois muitos municípios brasileiros terão dificuldades para atingir o que foi estabelecido pela ONU para oito áreas.
“Há muitas ações já realizadas pelas cooperativas médicas em prol da qualidade de vida e da responsabilidade socioambiental nas comunidades nas quais atuam, alinhadas à Política Nacional de Responsabilidade Social Unimed, lançada em 2001. O que falta é unir forças para que os esforços não se dispersem, porque o tempo e os recursos são limitados".
Inicialmente, serão alinhadas todas as estratégias e informações para a formação de um grupo gestor que trabalhará as características de cada região, de olho na concretização de ações, projetos e programas com foco nos indicadores sociais ligados aos Objetivos do Milênio.
Experiência e tradição em responsabilidade social são trunfos da Unimed. Em 2009, a marca investiu R$ 27,7 milhões em ações relacionadas aos Objetivos do Milênio, que abrangeram 2.260.000 pessoas.
Os números são do Balanço Social Unimed, que consolida informações de 225 cooperativas médicas (60% do total), que representam 77% do universo de clientes do Sistema e 85% dos 109,4 mil médicos cooperados.
(Fonte: Unimed do Brasil)
O aluno número 1.000 dos cursos de MBA, realizados por meio de parceria entre a unidade estadual do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop/PR) e o Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), será homenageado nesta sexta-feira (03/12), durante o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, em Curitiba.
“O ato simboliza a expressiva evolução que vem ocorrendo na qualificação da gestão e na formação de dirigentes, lideranças e profissionais no âmbito do cooperativismo”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, João Paulo Koslovski.
Nos últimos dois anos, o Sescoop/PR dobrou a oferta de cursos de pós-graduação e MBA (Master Business and Administration). Ao todo são 56 cursos, entre realizados e em andamento, desenvolvidos há nove anos em conjunto com instituições renomadas de ensino, beneficiando 2.100 alunos.
A parceria com o ISAE/FGV já resultou em 24 cursos, contemplando 1.290 alunos. “Isto nos dá a segurança para afirmar que, comprovadamente, o Sescoop/PR está elevando o nível de escolaridade nas nossas cooperativas e, como conseqüência, ajudando na profissionalização que hoje está sendo exigida em todos os setores econômicos”, afirma o gerente de Desenvolvimento Humano do Sescoop/PR, Leonardo Boesche.
Considerando as demais atividades de formação executadas ao longo do ano, o Sescoop/PR deve concluir 2010 com a realização de mais de 4.200 eventos de capacitação, somando carga horária de aproximadamente 45 mil horas e mais de 125 mil beneficiados em todo o Estado.
(Fonte: Ocepar)
A Federação Panamericana do Leite (Fepale) é uma organização que reúne instituições e empresas, públicas e privadas, relacionadas com todo o setor leiteiro das Américas e do mundo. A missão é promover o desenvolvimento do setor lácteo das Américas.
Entre os principais objetivos da Fepale está a defesa dos interesses comuns do setor lácteo panamericano, no que se refere à prevenção e correção das práticas que distorcem a competência comercial; e a procura pelo aumento de disponibilidade e consumo de leite produzida na região.
Completando 19 anos de atuação, a Fepale tem à frente de seu comando, pela terceira vez, o presidente brasileiro Vicente Nogueira.
"A Unimed do Brasil completou 35 anos neste domingo (28/11). A Confederação Nacional das Cooperativas Unimed foi criada para zelar pela marca, responsabilidade social e valores cooperativos das 374 cooperativas Unimed, que hoje detêm 37% do mercado de planos de saúde, um crescimento de 54% em relação à primeira pesquisa deste mercado, em 2003.
De 2001 a 2009, os ingressos da marca aumentaram 176%, de R$ 8,4 bilhões para R$ 23,2 bilhões (enquanto o IGPM no período foi 83,5%). Além disso, o Sistema Unimed representou 26% dos R$ 88,5 bilhões de ingressos de todo o cooperativismo brasileiro em 2009. A Unimed do Brasil presta diversos serviços para o cooperativismo médico mais bem-sucedido do mundo.
A Política Nacional de Responsabilidade Social foi criada em 2001. O Balanço Social Unimed de 2005, divulgado em 2006, registrava investimentos socioambientais de R$ 509 milhões.
Já no de 2009, divulgado em 2010, este valor praticamente foi duplicado para R$ 1, 007 bilhão. A Unimed também é parceira do Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (PNUD) e acaba de lançar o Programa “Unimed Abraça os ODM”, para unificar e potencializar a obtenção dos Oito Objetivos do Milênio (ODM) voltados para a área de saúde.
Dentre as iniciativas no segmento está o programa Sinal, que criou a segunda maior rede de videoconferência do Brasil – a maior digital –, mediante o investimento de R$ 2,5 milhões. O projeto aumenta a produtividade das cooperativas, economiza custos e tempo de seus profissionais, além de facilitar a comunicação. Também foi lançada, em 2009, a OrganiTi – Solução Completa em Tecnologia da Informação Unimed, com produtos que contemplam todos os avanços fundamentais para os negócios da Unimed.
Trata-se de uma solução de gestão integrada que atende às regras do setor e automatiza os processos de uma cooperativa. A carteira de produtos OrganiTi é composta por cinco softwares – Cardio (gestão de planos de saúde), Linfo (medicina preventiva), Hilum (capturador de dados e validador de biometria), Nefron (autorizador) e Cerebrum (BI e DW).
A Unimed do Brasil mantém um escritório jurídico no Rio de Janeiro, sede da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), para amplificar a interlocução com a Agência. A confederação participa de câmaras e grupos técnicos, como o Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (Copiss). E leva as postulações das Unimeds à agência reguladora.
A sinistralidade – custo do atendimento médico-hospitalar – é um dos principais desafios à sobrevivência e ao desenvolvimento dos planos de saúde. Uma das principais iniciativas para blindar as Unimeds contra os custos da medicina suplementar é o Comitê Técnico Nacional de Produtos Médicos (CTNPM). O trabalho do CNTPM tem vários focos: negociação com fornecedores de órteses, próteses e materiais especiais (OPME), padronização desses produtos, obtenção de preços referencias.
Sobre a Unimed
O Sistema Unimed detém 37% do mercado de planos de saúde, por meio de 375 cooperativas, que abrangem 83% do território brasileiro, e têm mais de 16,8 milhões de clientes. É formado por mais de 109,4 mil médicos cooperados, e faturou R$ 23,2 bilhões em 2009.
Outros destaques: a Unimed é, por 16 anos consecutivos, Top of Mind em Planos de Saúde, de acordo com o Instituto Datafolha; conquistou, por 11 anos, o Top of Mind Fornecedores de RH; foi escolhida, pela nona vez consecutiva, a marca de planos de saúde em que os brasileiros mais confiam, na Pesquisa Marcas de Confiança, conduzida pela Revista Seleções/Instituto Marplan no Brasil; Pesquisa da consultoria BrandFinance estimou o valor da marca Unimed em R$ 2,94 bilhões.
(Fonte: Unimed do Brasil)
Com apenas 5 quilos de alimento não perecível você participa do Curso Básico de Cooperativismo oferecido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do cooperativismo de Mato grosso do Sul (Sescoop/MS). O curso começou em 2007 e arrecadou mais de uma tonelada de alimentos, que foram doados a instituições carentes de Campo Grande.
O objetivo é ampliar a visão dos cooperados, funcionários das cooperativas do MS e público em geral, mostrando a doutrina e a filosofia do cooperativismo e buscando, ainda, instrumentalizar os participantes de elementos básicos necessários para gestão do empreendimento cooperativo na atual conjuntura econômica e social. Também é um dos objetivos do programa melhorar a participação na cooperativa, bem como difundir a prática cooperativista.
As aulas terão uma metodologia dinâmica, com estudo de casos, palestras com convidados, aulas expositivas e dinâmicas de grupo. O conteúdo programático se baseia em globalização da economia e o cooperativismo; a importância do trabalho organizado; a cooperativa como instrumento de atuação no mercado; os princípios do cooperativismo; o sistema de representação do cooperativismo; os ramos do cooperativismo; tributação em cooperativas; legislação cooperativista; estrutura organizacional da cooperativa e processo de tomada de decisão na cooperativa.
Para se inscrever, o interessado deve comparer à rua Ceará, 2245 e doar 5 quilos de alimento não perecível. As aulas acontecem de 06 a 10 de dezembro, das 19h às 22 horas. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (67) 3326-0171. Ao final, os alunos receberão Certificado de participação.
(Fonte: OCB/MS)
Sexta-feira (26/11), teve início o I Encontro para Capacitação dos Profissionais Internos da Unisaúde. O evento, que se encerrou no domingo (28), foi realizado na Pousada dos Angicos, localizada no Núcleo Rural Alexandre Gusmão.
A programação do evento contou com palestras, seminários, apresentação teatral, dinâmica relacional, sorteios e confraternização. Para abrir o encontro, foi realizado o Seminário "Deus e os Negócios".
O presidente do Sicoob Executivo e diretor financeiro da Organização das Cooperativas do Distrito Federal (Ocdf), Luiz Lesse Moura Santos, ministrou palestra sobre cooperativismo na manhã de sábado (27). O encontro foi patrocinado pelo Sistema OCDF-Sescoop/DF.
(Fonte: Ocdf)
Aconteceu na manhã desta segunda-feira (29/11) no auditório do Banco Central do Brasil, em Porto Alegre, o primeiro evento de divulgação sobre o novo regime prudencial para as cooperativas de crédito. Na ocasião, técnicos do Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições Não Bancárias (Desuc/BC) fizeram a exposição para os participantes e responderam questões sobre a operacionalidade e impactos dessa nova condição.
A iniciativa da realização dos eventos é do Desuc/BC e conta com o apoio da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB). O objetivo é promover, de forma clara e transparente, a divulgação da nova regulamentação prudencial e suas vantagens; esclarecer aspectos que não estejam bem entendidos; tirar dúvidas e orientar as instituições sobre os procedimentos envolvidos na escolha do regime prudencial.
Nesse novo ambiente, existirão dois regimes para as cooperativas (Resolução nº 3.897/10 do Conselho Monetário Nacional e das Circulares nº 3.508 e 3.509): o regime prudencial simplificado (RPS), onde se enquadrarão cooperativas com baixa complexidade operacional, cujas aplicações envolvam crédito ou instrumentos financeiros simples e de baixo risco; e o regime prudencial completo (RPC), voltado para cooperativas que possuem maior grau de complexidade em seus negócios ou que apliquem recursos em instrumentos financeiros sofisticados ou de risco (de mercado) potencialmente relevante.
O Gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da OCB, Sílvio Giusti, acompanhou o evento e enfatizou a importância dessa iniciativa, a fim de elevar o entendimento sobre as melhores opções e impactos desse novo regime prudencial para o cooperativismo de crédito. Ressaltou ainda que este avanço normativo era um antigo pleito do segmento e constava no plano de ação do Conselho Consultivo de Crédito da OCB.
Segundo o chefe do Desuc, José Ângelo Mazzillo Júnior, "num passado recente houve várias demandas no sentido de que o arcabouço prudencial exigido das cooperativas de crédito estava em descompasso com a realidade do segmento.
O Banco Central estudou detidamente o assunto, constituindo na supervisão do Desuc um projeto, o 'Basileia II não bancário', que, entre outras contribuições, apresentou uma proposta de customização desse arcabouço para o segmento cooperativo". Essa proposta, trabalhada pelo Departamento de Normas, foi aprovada pelo Conselho Monetário Nacional, com a edição da Resolução 3.897/2010.
De acordo com José Ângelo,o Regime Prudencial Completo representa a situação presente, com os controles e procedimentos exigidos dos bancos. "Esse regime seguirá absorvendo os comandos diretamente inspirados nos acordos de Basiléia, que têm como foco os bancos internacionalmente ativos", diz José Ângelo.
"Já o Regime Prudencial Simplificado", complementa, "ao adaptar as exigências para o cooperativismo, torna as exigências de mensuração, controle e prestação de informações menos complexas, sem se afastar do espírito dos princípios que norteiam o Novo Acordo de Capitais (Basileia II)". Em resumo, as instituições continuam obrigadas a dispor de capital superior ao mínimo regulamentar, devendo aderir às melhores práticas de gestão, transparência e governança.
Dentre as vantagens em optar pelo Regime Prudencial Simplificado, está a simplificação do cálculo do capital exigido, chamado de PRE, Patrimônio de Referência Exigido. Esse cálculo fica baseado apenas nas exposições ponderadas pelo risco, o que sai quase diretamente da contabilidade, é conciliável com a contabilidade.
Deixa de haver uma parcela específica para risco operacional, outra para risco de taxas de juros na carteira de não negociação, e todas as parcelas para risco de mercado, como as PJur1, Pjur2... que requerem cálculos complexos a partir da marcação a mercado. Ou seja, é uma simplificação muito expressiva, e nem falamos ainda da simplificação dos procedimentos a serem efetuados pelas estruturas de gerenciamento de risco, nem da simplificação na remessa de documentos ao Banco Central.
As cooperativas que adotarem o regime simples e tiverem ativos totais menores que 10 milhões de reais sequer terão de enviar o DLO (Documento de Limites Operacionais). As outras do simples enviarão um DLO simplificado, sem os detalhamentos do completo. "Um ponto a ser frisado é que todas as instituições que migrarem para o RPS até 01.01.2011, estarão dispensadas envio do DLO e de DRM de períodos anteriores a jan/2011, não poderão ser responsabilizadas por erros, inconsistências e atrasos no envio dos documentos completos até essa data", afirma o gerente da OCB, Silvio Giusti.
Na visão do Desuc, o ideal é que as cooperativas elegíveis façam a opção pelo RPS. Os critérios estão na resolução. Mesmo as cooperativas que não satisfaçam algum critério, mas que tenham um p"
Aprofundar o conhecimento sobre os mercados egípcio, argelino e árabe e possibilitar a realização de negócios são os objetivos da missão comercial que o Ministério da Agricultura, Pecuária a Abastecimento (Mapa) promove ao Egito, Argélia e Emirado de Ras Al Khaimah, de 24 de novembro a 4 de dezembro. Além de técnicos do ministério, participam da delegação representantes de empresas e cooperativas dos setores de carnes bovina, suína e de aves e de arroz e soja.
A missão dá continuidade ao Programa de Inserção de Cooperativas Brasileiras em Mercados Estratégicos, desenvolvido pelo Ministério da Agricultura, desde 2009, para entidades que atuam no setor do agronegócio. O objetivo é preparar as cooperativas para ações comerciais no exterior.
"O Emirado de Ras Al Khaimah tem investido para se tornar um entreposto comercial para o Oriente Médio e já convidou os empresários brasileiros interessados em fazer negócios naquela região", explica a representante do Departamento de Cooperativismo na missão, Flávia Furtado. Ela informa que a missão participa de reunião com a Rakia (Ras Al Khaimah Investment Authorithy), entidade que apresentará oportunidades de negócios no mercado local.
Estão previstas visitas técnicas ao porto, à zona franca e ao setor de desenvolvimento industrial.As reuniões no Egito e na Argélia serão sobre o contexto político, econômico e cultural desses países e as oportunidades para o cooperativismo. Nas visitas a redes varejistas, o grupo vai conhecer os setores de compras, os preços praticados e os concorrentes em cada mercado.
No último triênio, as exportações brasileiras de produtos agrícolas para o Egito cresceram menos do que as dos não-agrícolas, reduzindo a participação do setor na pauta comercial. A fatia ocupada por produtos agropecuários, que era de 58,9% em 2006, passou para 50,8% em 2009. No ano passado, as exportações de produtos agrícolas para o Egito somaram US$ 734 milhões, com destaque para o açúcar em bruto (US$ 224,9 milhões), carne bovina in natura (US$ 200,1 milhões), carne de frango in natura (US$ 74,0 milhões) e soja em grãos (US$ 72,4 milhões).
As exportações agrícolas para a Argélia apresentaram taxa de crescimento de 31,4% ao ano, na última década. O aumento no período de 1998 a 2009 foi de US$ 30,2 milhões para US$ 639,2 milhões, representando 1,2% das exportações agrícolas brasileiras. Os principais produtos vendidos para a Argélia foram açúcar em bruto (US$ 304 milhões), carne bovina in natura (US$ 141,7 milhões), óleo de soja em bruto (US$ 79,9 milhões), milho (US$ 43,6 milhões), açúcar refinado (US$ 33,8 milhões), e leite em pó (US$ 7 milhões).
Os embarques de produtos agrícolas para os Emirados Árabes Unidos cresceram 27% ao ano na última década. No período de 1999 a 2009, aumentaram de US$ 103 milhões para US$ 1,114 bilhão, representando 2% das exportações agrícolas brasileiras. Os principais produtos agrícolas exportados foram açúcar em bruto (US$ 360 milhões), carne de frango in natura (US$ 315,4 milhões), açúcar refinado (US$ 230 milhões), carne bovina in natura (US$ 41 milhões) e ovos (US$ 27 milhões).
(Fonte: Mapa)
Originalmente constituída no dia 28 de novembro de 1970, a Coamo Agroindustrial, maior cooperativa da América Latina, com sede em Campo Mourão, no Noroeste do Paraná, comemora nesta sexta-feira (26/11), 40 anos de fundação. Uma extensa programação foi montada para celebrar a data. O superintendente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participa do evento.
As atividades comemorativas terão início às 7h30 com um café da manhã que será servido simultaneamente em todas as unidades da cooperativa, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. Durante o café, haverá o lançamento do livro "Coamo 40 anos", que resgata a história da cooperativa desde a sua idealização aos dias atuais.
Homenagem
Em Campo Mourão, está marcada uma programação especial. Os 79 associados fundadores receberão homenagem da diretoria da cooperativa, em solenidade que acontecerá defronte ao prédio da Administração Central. Antes, porém, será celebrado culto ecumênico para autoridades e convidados, e também feito o lançamento do livro Coamo 40 anos.
História
Ao longo de quadro décadas, a Coamo plantou sementes que renderam bons frutos. Uma história constituída de fatos e que retrata uma filosofia incorporada pelo trabalho de milhares de homens e mulheres, e que transformaram sonhos em realidade.
"A Coamo é um projeto que nasceu do sonho de agricultores e que continua forte, colaborando para o desenvolvimento do cooperativismo e do agronegócio nacional, em busca de um país melhor para as futuras gerações", afirma o idealizador e diretor-presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini.
(Fonte: Ocepar)
“As cooperativas de saúde diante das mudanças ambientais”. A partir deste tema, cooperativistas de diversos países integrantes da Aliança Cooperativa Internacional para as Américas (ACI-Américas) discutiram hoje (24.11) o papel do setor para se chegar a um desenvolvimento sustentável.
O encontro ocorreu durante a XVII Conferência Regional da ACI-Américas, em Buenos Aires, na Argentina. Eudes Aquino e José Alves, presidentes da Unimed do Brasil e Uniodonto do Brasil, respectivamente, participaram do painel. “
Aquino apresentou iniciativas do Sistema Unimed, enfatizando que a responsabilidade social é vista pelas cooperativas como uma ferramenta de gestão. “A ideia é que o Sistema Unimed seja capaz de oferecer os seus serviços e, simultaneamente, agregar valor econômico, social e ambiental”, enfatizou.
Ele falou sobre uma premiação criada para difundir exemplos de gestão sustentável, a revisão de diretrizes para se chegar a esse objetivo, a realização de um seminário anual sobre a temática e um banco de práticas que pode ser consultado por todas as integrantes do Sistema. “Nós já aplicamos R$ 1 bilhão em atividades socioambientais, beneficiando 2 milhões de pessoas, principalmente com atividades de saúde, esportes e educação”, disse.
Eudes Aquino também detalhou três cases, entre eles o apoio direto do Sistema Unimed a costureiras para a constituição de uma cooperativa de produção de materiais hospitalares, aumentando a renda per capita das artesãs, de R$ 100 para R$ 900.
José Alves, durante sua fala, abordou ações desenvolvidas pelo Sistema Uniodonto. “Ao longo da história, as cooperativas odontológicas vêm realizando projetos sociais, ambientais e econômicos voltados não somente para seus associados e usuários, mas para as comunidades onde atuam”, ressaltou ao iniciar a sua apresentação.
Segundo ele, há dois anos, o Sistema, para reconhecer e estimular ações dessa natureza, criou um selo de sustentabilidade, o Selo Uniodonto. Ele citou, por exemplo, a iniciativa de uma cooperativa, coletar amálgama e repassar o material para a destinação correta do mercúrio. “Nossa intenção é estender esta, entre outras iniciativas, para todo o país”, disse.
Alves também falou sobre campanhas de prevenção de câncer bucal e de higiene pessoal, realizadas a partir de um processo de intercooperação com outras cooperativas. “Trabalhamos neste processo em parceria com cooperativas do Sistema Unimed”, comentou.
"A iniciativa é do Departamento de Supervisão de Cooperativas e Instituições Não Bancárias do Banco Central (Desuc/BC) e tem como objetivo divulgar a regulamentação prudencial aplicável, destacando as oportunidades oferecidas ao segmento, bem como orientar e esclarecer quanto aos aspectos envolvidos na opção a ser feita por cada instituição.
Essa nova condição é um antigo pleito do cooperativismo de crédito e constava no plano de ação do Conselho Consultivo de Crédito da OCB (Ceco). Com a publicação da Resolução nº 3.897/10 do Conselho Monetário Nacional e das Circulares nº 3.508 e 3.509, um novo ambiente de regulação está sendo apresentado para o cooperativismo de crédito. Segundo informações do Banco Central (BC), os novos normativos têm como objetivo propor ajuste na norma para viabilizar o crescimento saudável e sustentável das instituições, assegurando adequada mensuração e controle do risco, sem, entretanto, obrigar as instituições a aplicar um grau de sofisticação gerencial incompatível com o seu negócio e com os seus objetivos econômicos e sociais.
O regime prudencial consiste em um conjunto de exigências regulamentares destinadas a assegurar a solidez financeira de uma instituição, o adequado gerenciamento de seus riscos, incluindo a mitigação do risco oferecido a depositantes e a terceiros, e a necessária transparência ao ente supervisor.
Nesse novo ambiente, existirão dois regimes para as cooperativas: o regime prudencial simplificado (RPS), onde se enquadrarão cooperativas com baixa complexidade operacional, cujas aplicações envolvam crédito ou instrumentos financeiros simples e de baixo risco; e o regime prudencial completo (RPC), voltado para cooperativas que possuem maior grau de complexidade em seus negócios ou que apliquem recursos em instrumentos financeiros sofisticados, ou de risco (de mercado) potencialmente relevante.
As cooperativas terão que fazer a opção pelo regime que vão adotar. O prazo para fazer essa opção vai até o final do ano e deverá obedecer a critérios de enquadramento. Ainda segundo os representantes do BC, a previsão é de que 80% das cooperativas de crédito do país possam se enquadrar nesse novo ambiente, embora seja essa uma opção a ser feita por cada cooperativa.
Para o gerente de Relacionamento e Desenvolvimento do Cooperativismo de Crédito da OCB, Sílvio Giusti, essa nova possibilidade vai proporcionar um ambiente menos oneroso nos aspectos de custos de observância das cooperativas. "Esse retorno vai ocorrer, principalmente, para aquelas instituições que são mais segmentadas, permitindo, assim, uma dinâmica de crescimento e desenvolvimento mais favorável ao segmento cooperativo de crédito brasileiro".
Com relação à participação nos eventos e tendo em vista que as vagas são limitadas em princípio a dois participantes por entidade, sendo um deles dirigente (diretor ou conselheiro) e um funcionário da área de riscos, os interessados deverão confirmar sua presença pelo e-mail
Somente serão consideradas as inscrições que contiverem as seguintes informações: nome completo; número do documento de identidade; nome e CNPJ da cooperativa.
CRONOGRAMA E LOCAIS DOS EVENTOS:
Local: Auditório do Banco Central do Brasil - Rua 7 de Setembro, 586 Centro. Porto Alegre – RS.
Data: 29.11.2010
Horário: 09:00 às 13:00
Local: Auditório do Banco Central do Brasil – Av. Álvares Cabral, 1605. Santo Agostinho. Belo Horizonte – MG.
Data: 30.11.2010
Horário: 09:00 às 13:00
Local: Auditório OCEPAR - Avenida Candido de Abreu, 501 – Centro Cívico. Curitiba – PR.
Data: 01.12.2010
Horário: 13:30 às 18:00
Local: Auditório do Banco Central do Brasil – Rua da Aurora, 1259. Santo Amaro. Recife – PE.
Data: 06.12.2010
Horário: 13:30 às 18:00
Local: Auditório do Banco Central do Brasil – Boulevard Castilhos França, 708. Centro. Belém – PA.
Data: 09.12.2010
Horário: 09:00 às 13:00
Local: Auditório do Banco Central do Brasil – Setor Bancário Sul (SBS) Quadra 3 Bloco B - Ed. Sede. Brasília – DF.
Data: 09.12.2010
Horário: 09:00 às 13:00
Local: Auditório do Banco Central do Brasil – Av. Presidente Vargas, 730. Centro. Rio de Janeiro – RJ.
Data: 10.12.2010
Horário: 13:30 às 18:00
Local: Federação das Unimeds do Estado de São Paulo – Fesp. Rua José Getúlio, 78/90 - Aclimação - São Paulo – SP.
Data: 14.12.2010
Horário: 13:30 às 18:00
Cooperativistas das três Américas reuniram-se ontem (23.11) para a abertura oficial da XVII Conferência Regional da ACI-Américas, no hotel Panamericano, na capital argentina, Buenos Aires. Representantes do cooperativismo brasileiro prestigiaram a cerimônia, presidida por Ramón Imperial, presidente da ACI-Américas.
Em seu discurso, Imperial destacou o compromisso que cada cooperativista deve ter com a preservação do planeta. “São 6 milhões de cooperados na Argentina, 300 milhões nas Américas e 1 bilhão em todo o mundo. Se cada um fizer a sua parte, será fácil garantir a preservação do planeta”, destacou.
A presidente da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), Pauline Green, ressaltou o potencial cooperativista em seu pronunciamento. “A maneira como o movimento cooperativo superou a crise e o colapso financeiro, quando os outros falharam, demonstra a força do setor, que está baseada nos seus sete princípios”. Ela também convidou todos a estarem em Bangalore, na Índia, e prestigiarem a ICA Expo, evento que resultará em negócios cooperativos, possibilitando a constante geração de riquezas.
Já o diretor geral da ACI, Charles Gold, convocou todos a empenharem-se pelo sucesso do Ano Internacional das Cooperativas, 2012. “Somos a solução para muitos problemas que existem hoje. Esta é a oportunidade para contar ao mundo a nossa história”, disse.
Ao final da cerimônia, os novos membros da organização foram brindados com uma placa de reconhecimento, entre elas a Uniodonto do Brasil, representada por seu presidente, José Alves, que recebeu as boas-vindas de Eudes Aquino, presidente da Unimed do Brasil e membro efetivo da ACI-Américas.
O sistema cooperativo de Mato Grosso do Sul volta com mais uma edição do "Natal da Cooperação", uma campanha de arrecadação de brinquedos, que visa incentivar a prática da responsabilidade social entre as cooperativas e seus cooperados. Na campanha, é dado destaque à importância da cooperação e do interesse pela comunidade, tão inerentes à filosofia do cooperativismo.
A campanha, promovida pelo sistema OCB/SESCOOP/MS em parceria com a Federação das Unimeds de MS, Sicredi e Unimed Campo Grande, teve início no dia 18 e vai até 30 de novembro. As sedes de todos os parceiros são postos de arrecadação, além das cooperativas de Campo Grande.
A primeira edição da campanha foi realizada em 2009 e arrecadou cerca de 2.200 brinquedos em todo o estado. Este ano, a expectativa é aumentar este número e envolver mais pessoas.
A Federação das Unimeds de MS participa desta campanha, pois acredita que o crescimento econômico excludente contraria os princípios do cooperativismo. Para ocorrer desenvolvimento sustentável é preciso comprometimento, com uma visão responsável, que busca o equilíbrio social e a interação ética com a comunidade.
A campanha foi muito bem recebida pela comunidade local e pelas cooperativas do estado. Além do sistema OCB/SESCOOP/MS e seus parceiros, estão envolvidas ainda cerca de 10 cooperativas de MS. Isso mostra que o sistema cooperativo sul-mato-grossense está comprometido com o desenvolvimento e bem-estar da comunidade onde está inserido.
(Fonte: Federação das Unimeds MS)
Em busca de discutir melhorias para o setor de transporte complementar a Organização e Sindicato das Cooperativas do Estado de Alagoas (OCB/AL) e a Cooperativa dos Transportes Complementares Intermunicipais de Passageiros do Estado de Alagoas (Coopervan) vão promover o I Congresso Nordestino de Transporte Complementar, em Maceió.
O congresso acontecerá em abril do próximo ano e já conta com a confirmação de cooperativas dos estados de Pernambuco, Rio de Janeiro, Ceará e Sergipe. Segundo a superintendente do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo em Alagoas (Sescoop/AL), Márcia Túlia, a ideia surgiu depois que a OCB/AL constatou que unidades de outros estados também encontram problemas para prestar serviço ao poder público e até para regularizar sua atuação.
"Foi um pleito da Coopervan que vamos apoiar com todo empenho. A Coopervan é hoje uma das unidades de maior representatividade do setor de transporte no estado. Promovemos um intercâmbio, no inicio deste mês com cooperativas de Pernambuco, e isso entusiasmou os cooperativados. O congresso servirá para uma troca de experiências", relatou a superintendente do Sescoop/AL.
O pioneirismo da OCB/AL já está promovendo um grande debate no estado. A Coopervan está reunindo documentos e argumentos para entregar a Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico, Energia e Logística (Sedec) para que a categoria possa concorrer no processo de licitação do transporte público e ainda prestar serviço ao estado.
O diretor financeiro da Coopervan, Roberval Pádua, ressaltou que o mais importante na iniciativa é que evento vai trazer para Alagoas e para as cooperativas do estado conhecimento. “Vamos acompanhar como os outros estados estão trabalhando e absorver as boas iniciativas”, constatou. (Fonte: Ocbal)
"Na última quinta-feira, 17, a Organização das Cooperativas de São Paulo (Ocesp) recebeu a visita do assessor técnico da ACDI/Voca Luis Alberto Cuéllar Gómes. Organização Não Governamental formada por cooperativas agropecuárias norte-americanas, a ACDI/Voca desenvolve projetos de assistência técnica para cooperativas agrícolas de países em desenvolvimento.
Cuéllar tomou conhecimento do trabalho realizado pela Ocesp e Sescoop/SP e recebeu informações sobre o movimento cooperativista paulista. A Ocesp e o Sescoop/SP foram representados na reunião pelo assessor especial da presidência, Americo Utumi, que também é diretor da Aliança Cooperativa Internacional (ACI), e Luis Antonio Schmidt, gerente de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop/SP.
Para ampliar o alcance de seus programas de desenvolvimento, a ACDI Voca realiza programas de voluntariado. Por meio de parcerias com diversas instituições, os voluntários oferecem consultoria para projetos de agronegócios, desenvolvimento comunitário, desenvolvimento empresarial, segurança alimentar e serviços financeiros.
(Fonte: Ocesp)
“A interface entre vários órgãos de governo e o setor privado foram definitivas para que o Brasil atingisse a liderança mundial no setor sucroalcooleiro”, afirmou, há pouco, o diretor de Cana-de-Açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Cid Caldas.
O diretor participou, nesta segunda-feira, 22 de novembro, de entrevista coletiva, em Ribeirão Preto (SP), sobre a agenda do presidente Lula na cidade paulista. O presidente apresentará amanhã, 23 de novembro, as ações de incentivo adotadas pelo governo entre 2003 e 2010 para o setor sucroenergético.
Cid Caldas citou os investimentos em pesquisa, a redução do IPI para os carros flex e os financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como medidas que permitiram o crescimento significativo do setor nesses últimos oito anos. Ele destacou também a importância do Zoneamento Agroecológico da Cana-de-Açúcar (ZAE Cana), política pública que vai orientar a expansão sustentável da cultura.
O diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Ricardo Dornelles, reforçou que os incentivos do governo e a atuação conjunta com os empresários favoreceram o crescimento do setor, que dobrou o tamanho da indústria de etanol e açúcar em oito anos.
Ele também mencionou a participação do Brasil em fóruns internacionais, que permitiu mostrar o etanol ao mundo como uma alternativa para o desenvolvimento econômico e social com benefícios ao meio ambiente. Exemplo disso foi a Conferência Internacional dos Biocombustíveis, realizada em 2008, em São Paulo, que reuniu mais de 90 países. Uma das conclusões do encontro foi a necessidade de as nações apoiarem a produção de biocombustíveis.
Além de apresentar os resultados das ações governamentais para o setor, o presidente Lula inaugura as obras do etanolduto São Sebastião. O primeiro trecho com 212 quilômetros ligará Ribeirão Preto a Paulínea (SP) e custará R$ 800 milhões. Serão 1.800 Km, passando por 45 municípios até São Sebastião (RJ).
O presidente também assinará decreto que cria uma comissão nacional para acompanhar e monitorar o Compromisso Nacional para Aperfeiçoar as Condições de Trabalho na Cana-de-Açúcar. O compromisso foi firmado em 2009 entre trabalhadores, governo e indústria e já tem a adesão de 300 usinas.
(Fonte: Mapa)
Na terça-feira, dia 9, a Sicredi Pioneira recebeu a visita de 25 alunos do curso técnico em gestão da Faculdade Cenecista de Nova Petrópolis (FACENP). Os jovens conheceram a cooperativa a fim de estudar sobre sua estrutura, organização e funcionamento.
Inicialmente, foi explanado aos alunos a história da Pioneira e o seu cotidiano. Logo após, os alunos conheceram a cooperativa e o roteiro do cooperativismo (monumento “Força Cooperativa”, monumento ao Padre Amstad e museu Padre Amstad).
Para a professora responsável pela visita, Jaqueline Morbach Neumann, “além dos alunos terem a oportunidade de entender o funcionamento estrutural desta organização, também despertou neles o interesse pelo conhecimento da organização no formato cooperativo, que possui aspectos muito peculiares”.
O superintendente Márcio Port afirmou que “a Pioneira valoriza momentos de aprendizagem para jovens como estes, cheios de vontade de conhecer cada vez mais o cooperativismo”.
(Fonte: Sicredi)
A Escola de Educação Básica Cecília Ax, de Presidente Getúlio (SC) inaugurou o Projeto Rádio Cooperjovem, com a participação de alunos e professores. O objetivo é possibilitar, além da informação, o aperfeiçoamento da comunicação aos próprios alunos.
Coordenado pelos professores Paulo Moacir Oliani, Ivanir Gonçalves e Simone Voltolini, a Rádio Cooperjovem passa a funcionar antes do horário letivo e no recreio, repassando informações, recados, música, receitas e entrevistas, além de apresentações culturais.
A escola é uma das cinco da área de atuação da Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), que faz parte do programa desenvolvido em parceria com o Sescoop/SC. De acordo com o diretor Jair Pedro de Santana, "a rádio possibilita aos alunos que frequentam a escola no período integral a prática da comunicação, desde o manuseio dos equipamentos até a apresentação, propiciando o desenvolvimento interpessoal, que servirá para toda a vida do cidadão".
O Projeto Ambial tem por objetivo específico fazer com que os alunos permaneçam em período integral, recebendo almoço e café da tarde. Ao mesmo tempo, são supervisionados por professores em atividades culturais, artesanais, plantação de horta, bem como reforço escolar.
O projeto conta com o apoio do Programa Cooperjovem desenvolvido na escola pela Cravil, em parceria com o Sescoop/SC, no sentido de despertar nos alunos o espírito da colaboração, ajuda mutua, compartilhamento numa perspectiva de trabalhar o conjunto, visando somar resultados comuns a todos.
Para a professora Ivanir Gonçalves, "a rádio concorre para auxiliar no processo de transmissão de conhecimentos, criando condições para melhorar o desempenho dos alunos na comunicação". Entre os programas desenvolvidos na Rádio Cooperjovem estão o "Repórter Cooperjovem"; "Plantão de avisos"; "Música na escola"; "Cooperjovem móvel"; "Fique por dentro da Lei"; "Esporte também é cooperação"; "Dicas e toques cooperativos"; além do "Momento da cultura".
(Fonte: Fecoagro)