cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor • cooperativas constroem um mundo melhor

Notícias negócios

 

Bahia avalia o presente e planeja o futuro

Brasília (5/12/17) – Refletir sobre o presente e planejar o futuro. Com esses dois objetivos, o Sistema Cooperativista Baiano reuniu sua estrutura de governança e lideranças cooperativistas entre os dias 30/11 e 1º/12, em Salvador, para a oitava edição do Encontro de Alinhamento Estratégico. O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, participou do evento, que também contou com representantes de cooperativas do estado baiano.  

Para o presidente anfitrião, Cergio Tecchio, “o encontro tem se consolidado como um importante espaço de reflexão sobre o cooperativismo da Bahia, direcionando os rumos do cooperativismo no estado da Bahia.

DEBATE

A temática Relacionamento da cooperativa com o associado foi o mote do debate entre os participantes a partir da palestra de Marcos Antônio Zordan, diretor de Agropecuária da Aurora Alimentos, que apresentou o caso de sucesso da Cooperativa Central Aurora e afirmou diversas vezes que “a força do cooperativismo é muito grande”.

Ele fez um resgate histórico desde a fundação da cooperativa e a trajetória até os dias atuais, destacando aspectos relacionados à gestão, governança e também aos fatores de sucesso, tais como: valorização do trabalho dos produtores rurais cooperados, treinamento e capacitação do quadro social, fidelização dos associados e estímulo à participação desses nas suas cooperativas e o trabalho pautado na honestidade, simplicidade e integração.

RESULTADOS

A programação do encontro também contemplou a apresentação dos resultados das ações realizadas pela OCEB e pelo Sescoop/BA em 2017 e o que vem pela frente em 2018. No ano que vem, o Sistema OCEB prevê a realização de mais de 350 ações para beneficiar 223 cooperativas e um público de mais de 7,5 mil pessoas, dentre associados, funcionários e conselheiros.
 

SOMOSCOOP

O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, fez um apanhado das questões que foram pauta do ano para o cooperativismo brasileiro, destacando a atuação do Sistema OCB junto aos Três Poderes da República. Ele também lançou a campanha SomosCoop. “O objetivo desse movimento é conectar cooperativas, cooperados e a sociedade em torno de uma única marca para tornar o cooperativismo conhecido e reconhecido por mais e mais brasileiros”. (Com informações do Sistema OCEB)

Leia mais em: http://www.bahiacooperativo.coop.br/noticias/sistema-cooperativista-baiano-promove-encontro-alinhamento-estrategico-ha-oito-anos

Ramo Trabalho debate legislação e ato cooperativo

Brasília (5/12/17) – Reguladas por um amplo arcabouço legal, as cooperativas do Ramo Trabalho têm ampliado sua participação no mercado graças à união e à sua constante busca pela melhoria dos processos que envolvem gestão, governança e competitividade. Um bom exemplo disso é o Seminário Regional do Cooperativismo de Trabalho, cujo objetivo é discutir as alternativas que permeiam aspectos como legislação, ato cooperativo e aspectos tributários e previdenciários.

E foi com essa intenção que representantes das cooperativas da região Centro-Oeste se reuniram nestas segunda e terça-feira, na sede do Sistema OCB/MT, em Cuiabá. O grupo foi recebido pelo presidente da entidade, Onofre Cezário de Sousa Filho, e pelo diretor da OCB, Petrucio Magalhães Júnior, que acompanha o Ramo Trabalho.

Para ambos, o Seminário Regional é uma excelente oportunidade para troca de experiências, repasse de informação e fortalecimento do orgulho de ser cooperativista.

Durante sua fala, a coordenadora nacional do Conselho Consultivo do Ramo Trabalho, Margareth Garcia da Cunha, reforçou a necessidade de maior intercooperação entre as cooperativas, o que, para ela, é condição básica para superar as barreiras impostas pela realidade do mercado brasileiro atual.

DIAGNÓSTICO

A coordenadora fez um apelo para que todas as cooperativas disponibilizem seus dados e respondam ao diagnóstico do Ramo que está sendo realizado em todo Brasil. “É preciso conhecer quem somos, quanto impactamos no mercado, quanto contribuímos para o desenvolvimento nas nossas regiões. Precisamos de informação para traçarmos um planejamento estratégico e sob medida”, alerta.

RAIO X

Vanderlei Aparecido Silva, representante mato-grossense no Conselho Consultivo do Ramo Trabalho, fez um retrato estadual do segmento, que conta com 13 cooperativas e com mais de sete mil associados. Com relação ao diagnóstico, Silva explicou que 11 cooperativas do MT já responderam aos questionários e reforçou a importância da participação. (Com informações do Sistema OCB/MT)

Leia mais

Maior projeto de intercâmbio agro do mundo abre vaga para um brasileiro

Brasília (24/11/17) – Mais um brasileiro tem a chance de fazer parte de um dos maiores projetos de intercâmbio agropecuário do mundo: o Nuffield International Farming Scholarship 2018/19. É que os realizadores do projeto acabam de abrir uma vaga para um representante da piscicultura brasileira. A vaga é o resultado de uma parceria que acaba de ser firmada entre o Grupo Bom Futuro e Nuffield Farming, organizadora do projeto. Cooperados que lidam com piscicultura podem participar.

Os interessados só precisam participar do processo de seleção. As inscrições terminam no próximo dia 3/12 e podem ser feitas, clicando aqui. O brasileiro selecionado terá a oportunidade de conhecer as melhores práticas da agricultura mundial e contribuir com a disseminação dos casos de sucesso e com a segurança alimentar ao redor do mundo.

O escolhido receberá uma bolsa de US$ 30 mil e, ao longo de 19 meses viajará em grupos e individualmente para conhecer experiências bem-sucedidas e desafios do agronegócio em muitos países. Vai conhecer, ainda, os mecanismos produtivos dos mais variados grupos ao redor do globo, bem como se organizam, agem e pensam.

PRÉ-REQUISITOS

Três requisitos são imprescindíveis aos que se interessarem pelo programa da Nuffield: 1) ter perfil de liderança, o que inclui senso natural de compartilhar conhecimento; 2) identificar-se com a essência do “desenvolvimento” e 3) trabalhar em algum segmento do agronegócio (produção, gestão, distribuição, comunicação, políticas do setor).

É preciso ainda ter conversação fluente em inglês e idade no intervalo aproximado de 25 a 40 anos. Ao se inscrever, o candidato deve apresentar um projeto de estudo sobre tema que o motive a buscar informações em diferentes partes do mundo. Nos primeiros meses do programa, o selecionado pode ajustar ou mesmo mudar seu tema, em linha com a mentoria que recebe.

Os novos Nuffieldianos devem manter suas atividades profissionais durante o programa. Precisarão reorganizar seus afazeres apenas nos períodos em que viajarão em grupo ou individualmente. 

CONTRAPARTIDA

Os participantes deverão, ao final da experiência, auxiliar a Nuffield Farming, uma entidade sem fins lucrativos com mais de 70 anos de atuação, a disseminar as boas práticas de segurança alimentar, promover, desenvolver e inspirar outras lideranças do agronegócio, estar conectados a agricultores de todo o mundo, visando a troca de experiências e a serem promovedores da transferência de conhecimentos, além de um entusiasta da criatividade a favor da produtividade no campo.

A ideia é que os representantes de cada país consiga expandir seu conhecimento de mundo e realizar uma pesquisa sobre um tópico de seu interesse e que traga benefícios para o agronegócio da sua região. “Em síntese, estimulamos protagonistas de desenvolvimento”, explica a embaixadora da Nuffield no Brasil, Sally Thomson.

SAIBA MAIS

A Nuffield Farming mantém um programa de estímulo ao desenvolvimento de profissionais do agronegócio há 70 anos. O objetivo é a “transformação” das pessoas que já se dedicam ao agronegócio. Além do Brasil, a Nuffield Farming seleciona anualmente profissionais com perfil de liderança também em países como Reino Unido, Austrália, Canadá, Irlanda, Nova Zelândia, França, Holanda e Estados Unidos, entre outros.

O número de vagas em cada país varia de acordo com parcerias firmadas com empresas e entidades. Ao todo, são selecionados cerca de 80 profissionais por ano, que se somam aos já cerca de 1,7 mil membros da rede Nuffield, cuja missão é Liderar mudanças positivas no agronegócio, estimulando a dedicação e o potencial das pessoas. 

Cooperativas de crédito são a alternativa financeira

O cooperativismo de crédito é uma alternativa para enfrentar as mudanças no mercado financeiro no país e proporcionar melhoria da vida das comunidades e das cidades. E para isso as cooperativas precisam se adequar às mudanças em andamento que o Banco Central do Brasil está promovendo. As cooperativas de crédito do Amazonas, dado as questões geográficas do estado, têm um grande desafio para aumentar o acesso a produtos e serviços financeiros.

O que isso significa para as cooperativas? É isso que Silvio Giusti veio dizer para as lideranças e todos os cooperados do cooperativismo de crédito. O encontro começa às 8h30 no auditório da Sicoob Uniam, na rua Afonso Pena, e leva o dia todo. Silvio Giusti é coordenador do projeto OCB/DGRV e consultor da DGRV, a entidade que centraliza e fiscaliza as cooperativas da Alemanha. O projeto que Giusti coordena é esse encontro, que é realizado em todo o país. A Alemanha é o berço desse cooperativismo e hoje atingiu um nível de confiança da população, que tem integral confiança da população dos municípios.

  • alemão já reconhece essas cooperativas como sendo o diferencial inquestionável. Antes de colocar seu recurso em um banco internacional, ele coloca na sua cooperativa. Porque ela pertence a ele. Ela é da comunidade. É da cidade. É dele. A sociedade percebe que deixar o recurso ali depositado é fácil, o bem é para a toda a comunidade, para toda a acidade, para as próximas gerações”, explica.

Giusti observa que as cooperativas do Amazonas precisam ficar atentas para as mudanças e trabalhar a educação financeira. “Quanto mais fortalecidas forem as cooperativas de crédito mais vão poder fazer esse processo de inclusão financeira e educação cooperativista da educação financeira

Cooperativas pernambucanas fazem intercâmbio na Espanha

Brasília (20/11/17) - Cooperativas de Recife, Garanhuns, Caruaru e Petrolina participam, desde a última segunda-feira (13/11), de uma missão internacional de estudos na cidade de Mondragon, no País Basco, ao norte da Espanha. A missão técnica, possibilitada pelo Sescoop/PE, contempla reuniões estratégicas e visitas a cooperativas dos ramos Crédito e Saúde. A programação segue até o próximo domingo (19/11).

O objetivo é oportunizar o conhecimento de práticas exitosas da corporação Mondragon, referência internacional no âmbito do segmento. A programação e o roteiro de visitas foram elaborados pela Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebrás).

As cooperativas participantes são: Unimed Recife, Unimed Caruaru, Uniodonto Caruaru, Unimed Vale do São Francisco (VSF), Coomeb, Uniodonto Garanhuns, Uniodonto Recife, Coopanest, Sicredi Centro PE, Sicredi VSF e Sicredi Pernambucred.

As visitas às cooperativas, nos três primeiros dias da missão internacional, incluíram a Saiolan, incubadora de projetos, ideias e negócios para cooperativas; o supermercado Eiroski; a Faculdade de Educação da Universidade Mondragon; a Ulma, cooperativa industrial que fornece embalagens para produtos do mundo todo, inclusive do Brasil; e a Alecop, cooperativa de estudantes, que busca ampliar a inserção de jovens no mercado de trabalho. Para Giovanni Rattacaso Filho, conselheiro do Sescoop/PE, a experiência trará resultados positivos.

“Temos investido em ações para viabilizar aos representantes de cooperativas o conhecimento de outras realidades. A missão de estudos em Mondragón tem sido uma experiência ímpar para todos nós aqui presentes por termos a oportunidade de saber como eles criaram uma identidade tão forte do ponto de vista cooperativista, desde a identificação da família, passando por uma educação escolar onde se aborda também o cooperativismo. Aqui, a cultura cooperativista em todos os ramos está bem presente no sentimento das pessoas”, afirmou. O diretor financeiro da Unimed Recife, Divaldo Bezerra, partilha da opinião.

“Mondragon nos impressiona tanto em virtude de sua experiência quanto no que diz respeito à inter-relação com a sociedade. É uma relação em que os envolvidos têm uma participação direta não só na gestão, mas na propriedade e nos resultados. Existem, claro, as diferenças geográficas, mas, guardadas as devidas proporções, podemos aplicar e adequar a imensidade da experiência que Mondragon nos mostra”, afirmou.

Alguns exemplos exitosos vivenciados nos primeiros dias do evento incluem a participação bastante variada nos conselhos das cooperativas, a exemplo de sociedades do Ramo Educação onde pais de alunos e professores são associados com igual poder de manifestação.

Ainda, nesse âmbito, a Universidade Mondragon, com suas quatro faculdades e mais de 4 mil alunos, é uma referência onde os graduandos integram o Conselho de Administração junto aos seus professores e demais associados e podem participar, entre outros assuntos, na definição do próprio valor da matrícula a ser paga. Para o presidente do Sescoop/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira, a iniciativa trará grandes benefícios para o estado de Pernambuco.

“Este é um curso renomado e referência internacional no âmbito do cooperativismo, e o grupo que participa é bastante capacitado. Imaginamos que a junção dessas duas vertentes poderá resultar em um grande aprendizado. Esperamos preparar dirigentes das cooperativas de Pernambuco no âmbito da gestão e da governança de forma que isso se reflita em benefício dos associados”, concluiu.

CORPORAÇÃO MONDRAGON

Fundado em 1956 pelo sacerdote José María Arizmendiarrieta, o grupo é integrado por 102 cooperativas e conta com mais de 73 mil trabalhadores, além de possuir filiais e delegações em mais de 40 países e vendas em mais de 150. A corporação atua nas áreas de finanças, indústria, distribuição e conhecimento e figura como principal grupo empresarial do País Basco, além de estar entre as dez principais corporações espanholas.

O grupo possui uma estrutura que também abrange empresas de outras naturezas e sua atuação está presente nos cinco continentes. As cooperativas que integram o grupo são autônomas e, por isso, tomam as próprias decisões, mas integram o grupo como forma de se fortalecer e de compartilhar conhecimentos.

Um exemplo disso é um banco de dados de ideias inovadoras, disponível para todos os associados das cooperativas que integram a corporação. O conhecimento de novas tecnologias, produtos e processos são disponibilizados gratuitamente e podem ser utilizados e implementados por todos, com o apoio de consultoria dos que integram a corporação. (Fonte: Sistema OCB/PE)

EBPC celebra cooperação entre teoria e prática

6725_IV-EBPC-2017_20112016_BSB_DF_Kardel_LIVE_MEDIA_Guilherme_Kardel

Brasília (20/11/17) – Quando o assunto é cooperativismo, a teoria e a prática têm andado de mãos dadas pelo desenvolvimento das cooperativas brasileiras. E essa parceria – que envolve a rotina diária do setor e o estudo científico – está sendo celebrada de hoje até quarta-feira (22/11), durante a quarta edição do Encontro Brasileiro de Pesquisadores em Cooperativismo (EBPC).

O evento é uma realização do Sistema OCB e ocorre no auditório da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec), em Brasília. O tema deste ano é: “Desenvolvendo negócios inclusivos e responsáveis: cooperativas na teoria, política e prática”.

Os objetivos são evidenciar o cooperativismo como um modelo de negócios diferenciado e que precisa ser estimulado local e regionalmente, e promover uma aproximação entre a área acadêmica e a realidade das cooperativas brasileiras.

Pesquisadores de todas as partes do país, além de representantes de unidades estaduais do Sistema OCB, acompanham a programação baseada em quatro eixos norteadores: identidade e educação, quadro legal, governança e gestão e capital e finanças.

Tempestividade

Durante a abertura do evento, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, fez questão de ressaltar a velocidade com que tudo tem evoluído nos últimos tempos. Segundo ele, as cooperativas têm se empenhado em acompanhar as mudanças, entretanto, com o apoio dos pesquisadores acadêmicos esse ritmo de adaptação legal, operacional, mercadológica e social passa a ser muito mais tempestivo.

“As cooperativas precisam ser competitivas para dar resultados aos seus cooperados, por isso, é muito importante colocar em prática tudo aquilo que a academia pesquisa e desenvolve. As cooperativas subsidiam esses estudos com dados, informações, relatórios e documentos. E, como contrapartida, os pesquisadores devolvem estratégias diferenciadas, por exemplo, de como melhorar a rotina das nossas cooperativas”, argumenta Márcio Freitas.

Ao final de seu discurso, o anfitrião se disse muito grato pelo trabalho dos estudiosos. “Nós estamos muito agradecidos pela contribuição que as pesquisas de vocês trazem ao nosso movimento. Saibam que o sucesso de vocês é o sucesso das nossas cooperativas”, conclui.

Futuro

Para o secretário-executivo da Associação Brasileira de Instituições Financeiras de Desenvolvimento (ABDE), Marco Antônio Lima, o EBPC é uma grande oportunidade de pensar e planejar o futuro tanto do movimento cooperativista quanto da economia nacional.

GANHA-GANHA

Davi Moura, professor doutor e integrante do Comitê Científico do IV EBPC, também ressaltou a relevância da relação entre cooperativa e pesquisadores. Para ele, quando ambos os lados somam suas forças, o resultado obtido são benefícios bilaterais de fundamental importância para o desenvolvimento tanto de um lado quanto de outro.

Cooperação

Por fim, Danilo Barros Nassif Junior, coordenador do Programa de Pesquisa em Engenharias do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) anunciou a celebração de um acordo de cooperação com o Sistema OCB, visando a inclusão do cooperativismo no Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação. Para ele, o cooperativismo é a solução para muitos problemas socioeconômicos no país. A previsão é de que o acordo seja assinado ainda neste ano.

Programação

Logo após a abertura do evento, o analista técnico e econômico da OCB, Hugo de Castro Andrade, fez uma apresentação institucional sobre o papel de cada uma das entidades que compõem o Sistema OCB (Sescoop, OCB e CNCoop), discorrendo ainda, sobre os principais números do setor.

A programação desta segunda-feira terminou com o painel Quadro Legal e Identidade Cooperativa, moderado pelo pesquisador da Escola Superior de Cooperativismo (Escoop), do Rio Grande do Sul, Márcio de Conto, e que contou, ainda, com a apresentação dos professores Gustavo Diniz, da USP, e Hagen Henry, da Universidade de Helsinki, localizada na Finlândia.

Veja a galeria de fotos do evento.

COOPERATIVA DE CRÉDITO: APROVADA URGÊNCIA DO PLP 100/2011

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite do último dia 16, por 345 votos a 8, o requerimento de urgência para o Projeto de Lei Complementar (PLP) 100/11, que possibilita que as disponibilidades de caixa dos entes públicos municipais sejam depositadas em cooperativas de crédito.

 

Segundo o Deputado Domingos Sávio (MG), presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo (Frencoop) e autor do projeto, o PLP 100/2011 vai fortalecer a economia local por meio das cooperativas de crédito, hoje presentes como única instituição financeira em mais de 10#$-$#dos municípios brasileiros.

Em pronunciamento durante a votação do requerimento de urgência, Domingos Sávio destacou que o projeto visa fortalecer o municipalismo brasileiro, trazendo às prefeituras mais alternativas de agentes financeiros. “Hoje, o cooperativismo de crédito está presente em todo o território nacional, organizado com toda a regulamentação do Banco Central. Porém, muitas vezes, sofremos uma situação em que os entes públicos acabam tendo que depositar suas disponibilidades de caixa em cidades vizinhas, muitas vezes em bancos privados, não incentivando a economia local”.

Por meio de emenda do Deputado Evair de Melo (ES), que faz parte da Diretoria da Frencoop, o Sescoop também poderá organizar, administrar e executar suas disponibilidades de caixa em cooperativas de crédito. Em pronunciamento no plenário, Evair de Melo destacou que o “cooperativismo de crédito precisa, merece e vai ter essa oportunidade de poder contribuir, com o setor público brasileiro, além dos setores privado e rural.”

O PLP 100/2011 está na pauta mínima de prioridades da Agenda Institucional do Cooperativismo 2017. Para o Sistema OCB, com maior alavancagem, as cooperativas poderão potencializar e pulverizar o financiamento de produtores, cooperativas e micro e pequenos empreendedores do interior do país. Hoje, 76#$-$#das operações de crédito das cooperativas estão abaixo de R$ 5 mil.

PRÓXIMOS PASSOS

Com a urgência aprovada, o PLP 100/2011 está pronto para ser incluído na pauta do plenário da Câmara. Caso aprovada, a matéria segue para análise do Senado Federal.

Cooperativas de crédito apresentam suas diretrizes



Brasília (8/11/17) – Competitividade, legislação e regulação, comunicação, governança, intercooperação e representação sindical. Estes são os seis desafios a serem enfrentados pelas cooperativas de crédito brasileiras, nos próximos quatro anos, e que fazem parte das Diretrizes para o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, lançado nesta quarta-feira (8/11). 

O lançamento foi feito pelo presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e pelos integrantes da coordenação do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito (CECO), durante o painel Definindo rumos para o Crédito Cooperativo, que contou com a participação do diretor de Fiscalização do Banco Central do Brasil, Paulo Sérgio Neves de Souza. A cerimônia ocorreu como parte da programação do III Fórum de Cidadania Financeira realizado pelo Banco Central do Brasil em Vitória (ES).

Além dos desafios, o documento também apresenta as respectivas diretrizes para a atuação conjunta das mais de mil cooperativas singulares que integram o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), composto, ainda, por 35 centrais, três federações e cinco confederações, para atender os 9 milhões de cooperados em todo o país.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, ressaltou que graças à diversidade de ideias e ao apoio de todos os integrantes do SNCC, foi possível construir o documento de forma conjunta. O trabalho reflete que o cooperativismo de crédito está com o seu olhar voltado para o futuro, sem descuidar do presente.

“A elaboração desse material reflete o grau de maturidade de todo o SNCC, uma demonstração de força e união do segmento e, com certeza, um importantíssimo passo para o fortalecimento do cooperativismo de crédito brasileiro”, avalia o líder cooperativista.

O coordenador do CECO, Leo Airton Trombka, explicou o objetivo do documento. “Nós unimos nossos esforços para enfrentar esses desafios de maneira conjunta, como é a praxe do movimento cooperativista. Esse esforço resultou no nosso plano básico de voo. Uma rota que o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo traçou com o devido respeito às peculiaridades de cada sistema, com seus respectivos quadros associativos e particularidades geográficas”, comenta. (entrevista sobre o assunto)

Por fim, segundo Trombka, é importante ressaltar que todas as diretrizes traçadas pelo segmento cooperativo serão desdobradas em ações e metas que deverão ser discutidas e executadas no âmbito do CECO. Conheça as Diretrizes Estratégicas do SNCC, clicando aqui.

FUNDO GARANTIDOR DAS COOPERATIVAS DE CRÉDITO - FGCoop

Alinhado à essa importante reflexão estratégica do cooperativismo de crédito, foi construído o Plano Estratégico do FGCoop 2018-2022, também lançado durante o III Fórum de Cidadania Financeira do Banco Central. Além de definir missão, visão e valores, o plano traça os objetivos estratégicos da instituição, que delinearão os projetos para o quinquênio.

“Esse documento será a base para os projetos com os quais o FGCoop quer consolidar o seu papel não de mero pagador de depósitos, mas de instrumento para fortalecimento, confiança e crescimento do SNCC, por meio de sua atuação proativa na detecção de problemas e contribuição para a busca de soluções sistêmicas”, comenta o presidente do Fundo Garantidor, Bento Venturim.

O plano possui três objetivos estratégicos finalísticos prioritários. São eles: a atuação preventiva para mitigar riscos de descontinuidade das cooperativas de crédito, o aprimoramento da qualidade do monitoramento e a consolidação da assistência financeira às associadas como um instrumento de proteção.

Saiba mais sobre o Plano Estratégico do FGCoop, clicando aqui.

Diretrizes para o SNCC serão apresentadas nesta quarta-feira

Brasília (7/11/17) – As diretrizes para o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) serão apresentadas nesta quarta-feira, em Vitória (ES), no segundo e último dia da terceira edição do Fórum de Cidadania Financeira do Banco Central do Brasil. A apresentação contará com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, e está prevista para as 14h30, no painel Definindo rumos para o Crédito Cooperativo. 

O evento começou nesta terça-feira (7/11), na capital capixaba, e reúne lideranças de todo o sistema nacional de crédito do país para debater as oportunidades e os riscos da digitalização para a cidadania financeira. As discussões estão sendo conduzidas pelos quatro grupos temáticos do Plano para Fortalecimento da Cidadania Financeira: 

- Inclusão financeira nos pequenos negócios;
- Relacionamento do cidadão com o Sistema Financeiro Nacional;
- Mensuração do bem-estar financeiro;
- Cidadania e vulnerabilidade financeira.

Toda a programação pode ser conferida ao vivo, clique aqui.

Minas Gerais abre inscrições para XIV Encontro de Contabilidade

Belo Horizonte (9/11/17) – Contadores e técnicos já podem se inscrever para a 14ª edição do Encontro Estadual dos Profissionais de Contabilidade das Cooperativas de Minas Gerais. Serão disponibilizadas 80 vagas para o evento, que ocorrerá no dia 26/11, na Casa do Cooperativismo Mineiro, em Belo Horizonte.

O Sistema Ocemg preparou uma programação com temas atuais do setor, a fim de promover a interação entre os participantes e a atualização desses profissionais, proporcionando conhecimento e reflexão sobre a relevância dos indicadores financeiros para o processo de tomada de decisão nas cooperativas.

Quem comandará o dia de palestras e atividades é o mestre em Controladoria e Contabilidade e professor da Fundação Dom Cabral (FDC), Fundação Getúlio Vargas (FGV) e Ibmec, Itamar Miranda Machado. Serão abordados assuntos como a Contabilidade como Ferramenta de Gestão; Análise da Estrutura Financeira das Cooperativas e Fluxo de Caixa Operacional, de Investimento e de Financiamento.

INSCRIÇÕES

Para confirmar presença, os interessados devem baixar a ficha de inscrição, disponível no hotsite do evento, e enviá-la preenchida para o e-mail Este endereço para e-mail está protegido contra spambots. Você precisa habilitar o JavaScript para visualizá-lo. até 20 de novembro. Mais informações pelos telefones: (31) 3025-7109, 3025-7111 e 3025-7112. (Fonte: Sistema Ocemg)

Uniodontos estão entre as mais bem avaliadas pela ANS

Brasília (8/11/17) – Das 42 operadoras de planos exclusivamente odontológicos que conquistaram nota alta – igual ou superior a 0,9 – no Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS 2017 – ano-base 2016), conforme classificação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), 40 são Uniodontos. Isso significa que o Sistema Nacional de Cooperativas Uniodonto detém 95% do melhor posicionamento no ranking IDSS, divulgado anualmente pela ANS e que equivale à nota das operadoras.

A iniciativa permite a avaliação anual do desempenho das operadoras de planos odontológicos e de saúde. O IDSS, criado há 12 anos, é uma das principais iniciativas desenvolvidas pela agência regulatória para o estímulo à qualidade dos planos de saúde.

O Índice de Desempenho da Saúde Suplementar varia de zero a um. É calculado a partir de indicadores definidos pela ANS, distribuídos em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação.

O excelente posicionamento das cooperativas no ranking Uniodonto não se altera mesmo levando-se em conta o porte das operadoras. Apenas 31 operadoras de pequeno porte – com até 19.999 beneficiários, conquistaram IDSS igual ou acima de 0,9. Dessas, 29 pertencem ao Sistema Nacional Uniodonto.

No caso das operadoras de médio porte, ou seja, que possuem em sua carteira de 20 mil a 99.999 mil beneficiários – 26 ao todo no país, apenas dez obtiveram nota 0,9 ou superior no IDSS da ANS, e todas são Uniodontos.

Em relação às operadoras de grande porte, apenas a Uniodonto de Campinas obteve IDSS maior que 0,9, alcançando o mais alto quadrante. Nenhum outro plano odontológico de grande porte, com 100 mil beneficiários ou mais, conquistou esse resultado no índice da ANS.

“Mais uma vez o ranking da ANS vem comprovar o que buscamos dizer ao mercado todo o tempo: a Uniodonto oferece excelência e entrega, de verdade, o que promete aos clientes pessoa física e jurídica. Esse é o nosso diferencial. Nossa expectativa é que pessoas e empresas consultem o IDSS da ANS no momento da contratação do plano odontológico, que é um guia seguro para uma escolha adequada”, destaca o Diretor Vice-Presidente de Operações e Mercado da Uniodonto do Brasil, Dr. José Clovis Tomazzoni de Oliveira.

“A qualidade é uma busca constante. Todos os nossos processos são orientados para oferecer a melhor experiência para o cliente Uniodonto. O ranking da ANS demonstra que estamos no caminho correto”, comemora o diretor vice-presidente Político Institucional da Uniodonto do Brasil, Adalberto Baccarin.

“Essa é uma grande notícia para o ano em que o Sistema Uniodonto comemora os 45 anos de fundação. O primeiro plano odontológico criado no país é também o primeiro em qualidade. Os números refletem o compromisso da Uniodonto com o seu cliente. É motivo de comemoração para todos – lideranças, gestores, colaboradores e cirurgiões-dentistas que integram a Uniodonto, a mais estável e completa rede de assistência odontológica do país”, afirma o diretor presidente da Uniodonto do Brasil, José Alves de Souza Neto.

 As dimensões avaliadas pela ANS

Qualidade em atenção à saúde: avaliação do conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde dos beneficiários, com ênfase nas ações de promoção, prevenção e assistência à saúde prestada.

Garantia de acesso: condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso, abrangendo a oferta da rede de prestadores.

Sustentabilidade no mercado: monitoramento da sustentabilidade da operadora, considerando seu equilíbrio econômico-financeiro, passando pela satisfação do beneficiário e compromissos com prestadores.

Gestão de processos e regulação: afere o cumprimento das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras junto à ANS.

As operadoras do sistema Uniodonto que conquistaram IDSS igual ou superior a 0,9 segundo a ANS

Operadoras de Pequeno Porte – até 19.999 vidas

Uniodonto de Fernandópolis Cooperativa Odontológica
Uniodonto Rio Grande do Sul - Federação das Uniodontos do Rio Grande do Sul Ltda.
Uniodonto de Jales - Cooperativa Odontológica
Uniodonto Dourados - Cooperativa Odontológica
Uniodonto Ponta Grossa Cooperativa Odontológica
Uniodonto Taubaté Cooperativa de Trabalho Odontológico
Uniodonto Bebedouro - Cooperativa Odontológica
Uniodonto de Pindamonhangaba Cooperativa Odontológica
Uniodonto São Carlos - Cooperativa Odontológica
Uniodonto de Presidente Prudente Cooperativa Odontológica
Uniodonto de Jacareí - Cooperativa Odontológica de Jacareí
Federação das Uniodontos do Estado de Minas Gerais
Uniodonto de Lins Cooperativa Odontológica
Uniodonto de Campo Grande Sist. Nac. Coop. Odont.
Uniodonto de Caçapava Cooperativa Odontológica
Uniodonto de Rio Claro Cooperativa Odontológica
Uniodonto de Londrina Coop. Odontológica
Uniodonto de Catanduva Cooperativa Odontológica
Uniodonto de Limeira Cooperativa Odontológica
Uniodonto Sul Capixaba Cooperativa Odontológica
Uniodonto de São José do Rio Pardo - Cooperativa Odontológica
Uniodonto Duque de Caxias Cooperativa de Trabalho Odontológico Ltda.
Uniodonto Ilhéus - Cooperativa Odontológica de Ilhéus Responsabilidade Ltda.
Uniodonto de Rio Branco Acre Cooperativa Odontológica Ltda.
Uniodonto Resende - Cooperativa Odontológica
Uniodonto Vale do Sinos Cooperativa Odontológica Ltda.
Uniodonto de Roraima - Cooperativa de Trabalho Odontológico
Cooperativa de Trabalho Odontológico - Uniodonto Itajubá
Uniodonto Passos - Cooperativa Odontológica

Operadoras de médio porte - entre 20.000 e 99.999 vidas

Uniodonto do Brasil Central Nacional das Cooperativas Odontológicas
Uniodonto de Araraquara Cooperativa de Trabalho Odontológico
Uniodonto de Fortaleza Cooperativa de Trabalho Odontológico Ltda.
Uniodonto Rio Grande do Norte - Cooperativa Odontológica do Rio Grande do Norte
Uniodonto de Americana Cooperativa Odontológica
Uniodonto do Sul Goiano Cooperativa Odontológica
Uniodonto de João Pessoa Cooperativa Odontológica
Cooperativa Odontológica do Estado do Amapá
Uniodonto Uberaba - Cooperativa de Assistência à Saúde Odontológica
Uniodonto Vale Histórico Cooperativa Odontológica

 

Operadoras de grande porte – Mais de 100 mil vidas

Uniodonto de Campinas Cooperativa Odontológica


(Fonte: Sistema Uniodonto)

Para SNCC, união é sinônimo de desenvolvimento sustentável



Brasília (8/11/17) – Nesta quarta-feira, representantes do Sistema Financeiro Nacional puderam testemunhar a materialização de um trabalho realizado em conjunto pelas cooperativas de crédito. Elas estão engajadas em superar os desafios que se apresentam para o segmento. 
Trata-se do lançamento do documento Diretrizes para o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) ocorrido hoje, em Vitória (ES). clique aqui para ler a matéria

Composto por seis tópicos desafiadores e, ainda, suas diretrizes, o documento foi elaborado com a participação de todos os integrantes do setor. 
A intenção é tornar o material factível para que cada uma das mais de mil cooperativas singulares, suas 35 centrais, três federações e cinco confederações e os dois bancos cooperativos possam fazer a sua parte para se fortalecerem e, juntas, ampliarem a participação do cooperativismo de crédito no Sistema Financeiro Nacional.

O coordenador do Conselho Consultivo Nacional do Ramo Crédito da OCB (Ceco), Leo Airton Trombka, explicou a importância desse trabalho realizado de forma conjunta, seus desdobramentos para o futuro das cooperativas e como a ajuda do Sistema OCB tem sido fundamental para assegurar o crescimento sustentável do SNCC. Confira!

Qual o objetivo das diretrizes estratégicas para o sistema nacional de crédito cooperativo?

Antes falarmos de objetivo, é importante ressaltar o apoio e o envolvimento dos meus pares da coordenação e a dedicação do grupo técnico do Ceco nesta construção.

Os desafios identificados durante a condução do trabalho sintetizam os temas que os integrantes do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo terão de enfrentar num futuro próximo. Muitos deles já são, inclusive, realidade em nossas cooperativas e temos que lidar no dia a dia.

E pensando em unir os esforços no sentido enfrentar esses desafios, como é a praxe do movimento cooperativista, traçamos as diretrizes comuns ao segmento cooperativista de crédito. Respeitando, sempre, as peculiaridades de cada sistema, com seus respectivos quadros associativos e particularidades geográficas.

Como se deu o processo de elaboração dessas diretrizes?

Realizamos, na primeira etapa do trabalho, entrevistas com lideranças do setor e importantes agentes públicos que tem influência direta no segmento.

Após as entrevistas, ocorreram três oficinas regionais, envolvendo todas as confederações, cooperativas centrais, federações, bancos cooperativas e um relevante número de cooperativas singulares não filiadas a sistemas verticalizados.

Por fim, oportunizamos, por meio de um questionário online, que todas as cooperativas de crédito do país participassem desse processo construtivo. Tivemos uma relevante adesão ao trabalho, o que nos permite dizer que este é realmente um trabalho conjunto de todo o SNCC.

Qual a expectativa do CECO em relação a essas diretrizes?

É importante ressaltar que este é o primeiro passo na soma de esforços para a construção de um Sistema Nacional de Crédito Cooperativo ainda mais forte e representativo.

Estamos tratando de um ambiente extremamente dinâmico e inovador que é o mercado financeiro; e, num horizonte de quatro anos, conforme prevê o nosso projeto, muita coisa poderá mudar, e teremos que nos adaptar.

Para isso, o trabalho conjunto de todos os agentes que integram o setor, e o envolvimento das lideranças desse segmento são imprescindíveis para o sucesso do nosso movimento.

Por isso é importante reconhecer o papel das nossas entidades de representação patronal, institucional, e do nosso braço de formação e capacitação profissional, que juntas integram o Sistema OCB, nessa caminhada rumo à consolidação do segmento cooperativo de crédito como uma alternativa justa e democrática de acesso aos serviços financeiros.

Vale ressaltar que todas as diretrizes traçadas pelo segmento cooperativo terão um tratamento e desdobramento em ações e metas que deverão ser discutidas e executadas no âmbito do CECO.

Quais são os maiores desafios do SNCC e como superá-los?

Pois bem, ao final do trabalho foram identificados seis grandes desafios e 11 diretrizes estratégicas traçadas para superá-los. Os desafios são: competitividade, legislação e regulação, comunicação, governança e qualificação, estímulo à intercooperação e representação sindical.

Estes são os maiores desafios que temos para o universo futuro de quatro anos. E para supera-los, elencamos ações dentre as quais destacaria:

- Aumentar a nossa eficiência, por meio de soluções inovadoras e utilizando as novas tecnologias;
- Fortalecer a defesa de interesses junto aos poderes constituídos;
- Alinhar propósitos e diferenciais cooperativos e comunicar de forma institucional quem somos e o que fazemos;
- Intensificar o atendimento do sistema nacional de aprendizagem do cooperativismo (Sescoop) ao cooperativismo de crédito;
- Estimular as cooperativas de crédito a serem o provedor de serviços e produtos financeiros das cooperativas que atuam em outros nichos de mercado;
- Fortalecer a negociação coletiva sindical e a representação patronal.

Mas falar assim, tão rapidamente, sobre um trabalho que nos demandou um investimento de 11 meses não faz jus à relevância do assunto, é por isso que convido todos os interessados a conhecerem nossas Diretrizes. É só clicar aqui e nos ajudar a mostrar ao Brasil a contribuição das cooperativas de crédito para a economia do país e, sobretudo, para a qualidade de vida de seus cooperados.

Países celebram Dia Internacional da Poupança nesta terça-feira

Brasília (30/10/17) – Em diversas partes do mundo, celebra-se em 31/10, o Dia Internacional da Poupança, uma data em que o hábito de poupar dinheiro deve ser estimulado ainda mais. Apesar de ser uma recomendação unânime entre os especialistas em gestão de finanças pessoais, poupar não tem feito parte da rotina de muitos brasileiros.

Segundo pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), divulgada no primeiro semestre deste ano, 65% dos brasileiros não têm poupança.

Considerando os dados separadamente por classe de renda, a proporção de pessoas que fazem poupança no Brasil foi mais elevada nas classes A e B do que nas classes C, D e E. Na primeira situação, 37% pouparam, contra 60% que não pouparam. Já entre aqueles com renda mais baixa, somente 13% pouparam, ante 80% que não reservaram nenhuma quantia.

Os mesmos especialistas recomendam que o hábito de poupar deve ser algo estimulado desde cedo, entre as crianças e jovens e, alertam: guardar dinheiro é um exercício diário e, por isso, sempre é tempo de poupar.

Aqui no Brasil, o Dia Internacional da Poupança foi celebrado ao longo de toda a semana passada, com uma série de ações realizadas por diversas cooperativas e parceiros do Banco Central durante a Semana Nacional de Gestão de Finanças Pessoas, que ocorreu entre os dias 23 e 28/10 em todas as partes do país.

SOBRE A DATA

O Dia Mundial da Poupança foi estabelecido em 31 de outubro de 1924, durante o 1º Congresso Internacional do Banco de Poupança (Sociedade Mundial de Caixas de Poupança) em Milão, Itália. O professor italiano Filippo Ravizza declarou o "Dia Internacional de Poupança" no último dia do congresso. Nas resoluções do Congresso, foi decidido que o "World Thrift Day", em inglês, deveria ser um dia dedicado à promoção da poupança em todo o mundo. 

Após a Segunda Guerra Mundial, o World Thrift Day continuou e atingiu o pico de sua popularidade nos anos entre 1955 e 1970. Praticamente se tornou uma tradição nos países. Hoje em dia, o foco dos bancos que organizam o Dia Mundial da Poupança é em países em desenvolvimento, onde muitas pessoas não estão bancarizadas.

Unimeds fazem bonito em ranking da ANS

São Paulo (30/10/17) – O Sistema Unimed possui 98% das suas operadoras classificadas entre as duas melhores faixas de avaliação do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) 2017, da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A iniciativa da ANS, de periodicidade anual, avalia os planos de saúde e atribui notas de 0 a 1, considerando a performance em quatro dimensões: qualidade em atenção à saúde; garantia de acesso; sustentabilidade no mercado e gestão de processos e regulação.

Entre as 274 cooperativas da marca Unimed que foram avaliadas, 270 conquistaram as duas melhores faixas de classificação – com notas de 0,60 a 1,00 - sendo que juntas essas operadoras são responsáveis pelo atendimento de 16,4 milhões de clientes. As outras quatro Unimeds ficaram na terceira melhor faixa - com notas de 0,40 a 0,59 – e nenhuma operadora Unimed foi avaliada com notas abaixo de 0,40.

Neste ano, a Unimed apresentou uma evolução histórica, com aumento de 193% em relação ao ano passado, quando se trata do número de operadoras classificadas na melhor faixa de desempenho, que inclui avaliações de 0,80 a 1,00. Em 2017, tivemos 138 cooperativas Unimed contempladas com as melhores notas do IDSS.

"A avaliação positiva da ANS reforça o comprometimento do Sistema Unimed com a Atenção Integral à Saúde. Trata-se de um modelo assistencial, amplamente defendido pela Unimed do Brasil e já aplicado em diversas operadoras do Sistema, que garante mais assertividade no atendimento ao paciente, além de contribuir para a sustentabilidade do setor de saúde", afirma Orestes Pullin, presidente da Unimed do Brasil, que representa institucionalmente as 347 cooperativas médicas autônomas que atuam sob a marca Unimed.

Na lista de Unimeds de grande porte, que possuem mais de 100 mil beneficiários, a Unimed Belo Horizonte (MG) lidera o ranking, seguida da Unimed do Estado do Paraná (PR) e Unimed Porto Alegre (RS). As três melhores classificadas na categoria médio porte, com 20 mil a 100 mil vidas, são Unimed Vale dos Sinos (RS), Unimed Sul Capixaba (ES) e Unimed Santa Barbara D'Oeste e Americana (SP). A Unimed Patos (PB) se destaca na lista de Unimeds de pequeno porte, que considera operadoras com menos de 20 mil vidas, a Unimed Caldas Novas (GO) e Unimed Santa Rita (SP) seguem na sequência.

 

SOBRE O IDSS

Desenvolvido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS) é conhecido como a "nota" das operadoras e demonstra como o mercado está se comportando nos itens avaliados anualmente.

A avaliação contempla quatro indicadores: Qualidade em atenção à saúde (IDQS) – que avalia o conjunto de ações em saúde que contribuem para o atendimento das necessidades de saúde aos beneficiários; Garantia de acesso (IDGA) – que identifica condições relacionadas à rede assistencial que possibilitam a garantia de acesso oportuno, em termos de espaço e tempo, e a oferta de redes própria e credenciada; Sustentabilidade no mercado (IDSM) – que monitora a sustentabilidade da operadora, considerando seu equilíbrio econômico-financeiro; e Gestão de processos e regulação (IDGR) – que avalia o grau de consolidação de processos de gestão que possibilitam o atendimento das exigências regulatórias e o cumprimento da legislação e das obrigações técnicas e cadastrais das operadoras de planos de saúde junto à ANS. (Fonte: Unimed do Brasil)

Educacional troca experiências sobre performance



Brasília (23/10/17) – “Educar é impregnar de sentido o que fazemos a cada instante!”. Paulo Freire, um dos maiores teóricos da educação mundial, parecia se referir às cooperativas educacionais, quando disse essa frase. Além de oferecer educação de qualidade e de assegurar um futuro melhor para alunos e professores, essas escolas têm dado um grande exemplo quando se fala em gestão.

E o Sistema OCB estimula a busca pelo aperfeiçoamento constante de processos internos e dos aspectos ligados à gestão e governança. Um dos exemplos ocorreu entre os dias 17 a 19/10. Trata-se da Capacitação do Ramo Educacional que objetivou a obtenção de novos conhecimentos acerca de técnicas pedagógicas e de gestão do negócio escolar, por meio da troca de experiências.

O evento contou com a participação de cooperativistas de 13 estados brasileiros, além de analistas do Sescoop nos estados de: São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Brasília. A programação que envolveu palestras e uma série de visitas ocorreu nas cidades de Concórdia (SC) e Nova Petrópolis (RS).

“As cooperativas educacionais têm essa possibilidade de oferecer um serviço de qualidade, diferenciado e focado nos interesses dos grupos que as constituíram e isso é impregnar de sentido o que se faz, como dizia Paulo Freire”, comenta o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas.

Os educadores cooperativistas conheceram a experiência da Cooperativa Educacional Magna (Colégio CEM), localizada em Concórdia/SC, constituída por 32 professores. Dentre os projetos desenvolvidos destaca-se a “minicidade”, cuja proposta é proporcionar às crianças uma vivência real de cidadania e vida comunitária por meio da condução dos rumos de uma pequena comunidade fictícia, com foco em negócios cooperativos.

Em solo gaúcho, o grupo conheceu a trajetória das cooperativas escolares do Colégio Frederico Michaelsen (CooperFred) e Colégio Bom Pastor (Cooebompa). Ambas são consideradas como projetos pedagógicos escolares, onde os alunos criam suas cooperativas e têm a oportunidade de vivenciarem o cooperativismo na prática.

Além desses exemplos de sucesso, os cooperativistas ampliaram seu conhecimento a respeito do Programa Cooperjovem, uma iniciativa que, atualmente, leva os valores do cooperativismo a mais de 400 escolas brasileiras e que já beneficiou mais de 80 mil alunos.

“Quando realizamos esse tipo de evento, nossa expectativa é a de contribuir com o desenvolvimento sustentável do Ramo Educacional. Essas cooperativas desempenham um papel essencial na vida das comunidades que é o de formar os cidadãos do futuro. E elas fazem isso de uma maneira que vai além do currículo: as cooperativas educacionais mostram como a cooperação entre as pessoas pode ajudar a melhor a qualidade vida desde seu bairro até o próprio país”, conclui Márcio Freitas.

Cooperativas despontam em ranking da ANS

Brasília (19/10/17) – Uniodontos e Unimeds levam muito a sério a melhoria dos indicadores de gestão que resultam no aumento de sua competitividade. A prova disso é o ranking do Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS 2017 – ano-base 2016) divulgado anualmente pela Agência Nacional de Saúde Suplementar.

Os resultados do Programa são traduzidos pelo Índice de Desempenho da Saúde Suplementar (IDSS), que varia de zero a um. Ele tem o objetivo de aferir o desempenho global das empresas e é calculado a partir de indicadores definidos pela ANS, distribuídos em quatro dimensões: Qualidade em Atenção à Saúde, Garantia de Acesso, Sustentabilidade no Mercado e Gestão de Processos e Regulação.

A lista contendo as operadoras com notas superiores a 0,9, desempenho extremamente positivo, inclui 120 posições, das quais 65 são ocupadas por cooperativas do Ramo Saúde. Vale destacar, ainda, que das 30 maiores notas, 21 foram de cooperativas, sendo 20 do Sistema Uniodonto.

Para o ano-base 2016, o IDSS médio da saúde suplementar foi de 0,80, um crescimento de cerca de 37% em relação ao IDSS médio do setor do ano-base 2010, que foi de 0,58, o que demonstra uma evolução positiva do desempenho do setor ao longo dos anos.


RECURSO

O resultado do IDSS, entretanto, poderá sofrer ajustes, já que as operadoras que não concordarem com a listagem preliminar poderão recorrer. O prazo para a interposição de recursos termina no dia 26 deste mês. Clique aqui para conhecer o ranking do IDSS 2017.

Sistema OCB/AM e cooperativas agropecuárias de Manacapuru reúnem-se com Frencoop/AM

Na manhã de hoje, 29, o presidente do Sistema OCB/AM, Dr. José Merched Chaar, juntamente com o presidente da Frente Parlamentar do Cooperativismo do Amazonas (FRENCOOP), Dep. Luiz Castro e as representantes das cooperativas do ramo agropecuário do município de Manacapuru, COOPFAMMA e COOAPMAR, reuniram-se com o deputado Abdala Fraxe, na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALEAM), com o objetivo de discutir o pagamento da produção entregue pelas cooperativas para o governo estadual no âmbito do PREME (Programa de Regionalização da Merenda Escolar do Estado) e do PNAE (Programa Nacional de Alimentação Escolar), para a ADS (Agência de Desenvolvimento Sustentável) e SEDUC (Secretaria de Educação do Estado do Amazonas).

Segundo as dirigentes, além dos familiares dessas cooperativas necessitarem do recurso relativo a venda de sua produção, as cooperativas também precisam de uma segurança em relação ao recebimento para honrar compromissos com os cooperados e fornecedores. A presidente da COOAPMAR, Veridiana Nogueira, afirmou que a reunião foi de extrema importância e acredita em resultados positivos: “Essa reunião foi bastante proveitosa, pois já entregamos as nossas notas. Acreditamos que tudo dará certo”.

Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM

Semana Nacional estimula a gestão de finanças pessoais

Brasília (26/10/17) – Em uma partida onde o jogador adversário é a situação econômica do país, a única forma de marcar o gol da vitória é gastando menos do que se ganha e, se possível, poupar. A regra é clara, mas não tem sido seguida pelos brasileiros.

Um levantamento divulgado recentemente pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA) mostrou que oito em cada dez brasileiros reconhecem a importância de se fazer uma reserva financeira, mas também revelou que quase 60% dos entrevistados assumem não gostar de se planejar e, por isso, caem em tentação e gastam por impulso.

Então, para virar esse jogo, o Banco Central do Brasil e o Sistema OCB têm estimulado a realização de ações focadas na Gestão de Finanças Pessoais (GFP). Um exemplo dessas iniciativas é a Semana Nacional de GFP, cuja programação ocorre ao longo de toda esta semana (de 23 a 28/10) em todas as partes do país.

Por isso, profissionais formados no Programa de Facilitadores em GFP, implementado no âmbito da parceria entre o Sescoop e o Banco Central, ministram palestras, cursos e oficinas com esse foco. E uma das ações realizadas por diversas cooperativas e parceiros do Banco Central faz alusão ao Dia Mundial da Poupança, celebrado anualmente no dia 31/10, com a intenção de conscientizar as pessoas sobre a importância de poupar o próprio dinheiro.

Quer ter acesso a cursos gratuitos de educação financeira? Então clique aqui.

Seminário Nacional de Autogestão para cooperativas de Transporte

Brasília (26/10/17) – Ser cooperativista é saber que somos todos um só. É acreditar que só é possível ter um mundo justo e equilibrado quando desenvolvimento econômico e social andam de mãos dadas. É por isso que o Sistema OCB realizou hoje o Seminário Nacional De Autogestão para Cooperativas de Transporte. Atualmente, o cooperativismo de transporte reúne 1.205 cooperativas, com mais de 136 mil associados e gera 12 mil empregos.

O evento ocorreu na Casa do Cooperativismo, em Brasília, e contou com cerca de 150 pessoas, representantes de 49 cooperativas, localizadas em 10 estados: RS, SC, PR, SP, ES, RJ, MS, MT, PB e MG. O objetivo foi dialogar sobre a utilização de referenciais comparativos, com vistas à contínua melhoria dos processos que envolvem a gestão das cooperativas.

A abertura do evento contou com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas e dos diretores da OCB para as cinco regiões do país: Edvaldo Del Grande (Sudeste), João Nicédio Nogueira (Nordeste), José Roberto Ricken (Sul), Onofre Cezário (Centro-Oeste) e Petrucio Magalhães (Norte).

A gerente de Relações Institucionais do Sistema OCB, Fabíola Motta, discorreu sobre a atuação do Sescoop, da OCB e da CNcoop, entidades que trabalham pelo desenvolvimento sustentável do movimento cooperativista brasileiro, por meio da defesa de seus interesses, da qualificação da mão-de-obra, dentre outras ações.  

Na sequência Fátima Toledo, doutora em antropologia do consumo pela USP e mestre em administração de empresas pela FGV, ministrou a palestra Gestão por Indicadores. Segundo ela, as grandes empresas, hoje em dia, estão onde planejaram estar. Elas treinaram suas equipes e o próprio olhar para aproveitar as oportunidades.

É preciso estar atento, treinado, ligado no que está acontecendo. Só assim as organizações vão saber aproveitar as oportunidades e, assim, um vento favorável vai te levar para algum lugar... um lugar melhor, planejado. Desatualizada, a empresa corre um sério risco de perder a oportunidade que está bem diante dela! E aí, o caminho é correr atrás do prejuízo, literalmente, explica.


Cases de sucesso

Os participantes assistiram, ainda, a apresentação de cooperativas que encontraram maneiras criativas de vencer as dificuldades e, assim, se tornarem referência no país. É o caso da Unimed Vitória, reconhecida duas vezes no Prêmio Sescoop Excelência de Gestão, na faixa ouro (nos ciclos 2013/2014 e 2015/2016) e da Cooperativa de Transportes Rodoviários de Cafelândia (Coopercaf) que trouxe informações a respeito de como aproveitou a padronização de processos para melhorar sua gestão.

O coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar, João Gogola Neto, apresentou um panorama nacional sobre o cenário econômico-financeiro envolvendo a realidade das cooperativas durante os anos de 2014 a 2016.


Dever de casa

Ao final do evento, os participantes se reuniram em grupos para elaborar uma proposta de continuidade das atividades iniciadas ao longo do Seminário Nacional de Autogestão, em seus respectivos estados.

Max Gehringer: Cooperativismo é solução em momento de reorganização econômica

“Para quem quer recursos, fazer parte de uma cooperativa é uma benção”. A fala em destaque é do consultor Max Gehringer, que esteve no Espírito Santo, nesta terça-feira (10), a convite do Sicoob Centro-Serrano. Na avaliação de Gehringer, a união promovida pelo cooperativismo propicia a acessibilidade aos produtos e serviços a todos que compõem o quadro social, uma vez que cada um contribui e obtém retorno.

Durante o encontro com os associados, em Vila Velha, o palestrante iniciou uma reflexão sobre a necessidade de se adequar às mudanças que vêm ocorrendo no mundo para conseguir melhores possibilidades de negócios e relacionamento. Gehringer destacou o papel do cooperativismo neste contexto: “A mudança perfeita é aquela que é realizada de forma gradual, como tem ocorrido nas cooperativas. Uma iniciativa pode gerar várias outras com a mesma visão e gestões que, apesar de individuais, têm um aporte que congrega todas elas, como é o caso do Sicoob no Espírito Santo”.

Base histórica - O palestrante ainda enfatizou que a melhor maneira de enxergar à frente é olhando para trás. “Historicamente, os países mais poderosos eram os que tinham os melhores exércitos. Ou seja, formavam grupos com um interesse em comum e sabiam como se comportar para obter cada vez mais conquistas. Assim é o cooperativismo, que viabiliza a mudança por meio da união de forças”.

Arno Kerckhoff, presidente do Centro-Serrano, afirma que este tipo de debate é essencial para a atualização dos associados e para a análise das possibilidades existentes diante dessa nova perspectiva. “A interação com o ponto de vista do palestrante nos proporciona uma troca de ideias e o vislumbre de opções que muitas vezes não enxergamos em nosso dia a dia”, explica.

Sobre o Sicoob - O Sicoob é o maior sistema cooperativo de crédito do País. Aberto a empresas e a pessoas físicas, trabalha com produtos e serviços tipicamente bancários, com custos menores do que os do mercado. Os associados, que são donos do negócio, participam dos resultados e dispõem de tecnologia que facilita a movimentação. Além disso, têm a mesma segurança que os clientes de bancos comerciais, pois a instituição garante cobertura de R$ 250 mil por cliente. Com operação no Espírito Santo e no Rio de Janeiro, o Sicoob ES tem 230 mil associados. São oito as cooperativas filiadas: Norte, Leste Capixaba, Centro-Serrano, Sul-Serrano, Sul, Sul-Litorâneo, Sicoob Credirochas e Sicoob Credestiva. O sistema atua em todo o Brasil, com 2,5 mil unidades, e atende 3,7 milhões de associados.

(Fonte: Portal do Cooperativismo Financeiro)