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Brasília (29/8/17) – Além de fazerem da cooperação uma prática diária para gerar emprego, renda e inclusão social, as cooperativas Viacredi, Unimed Fortaleza, Unimed Rio, Sicoob Metropolitano, Sicoob Norte-PR e Unimed Ceará têm algo de muito especial em comum: elas fazem parte do seleto rol das 150 melhores empresas brasileiras para se trabalhar, em 2017.
A lista foi publicada pela revista Época e Great Place to Work e foi feita com base em questionários respondidos pelos próprios colaboradores. As cooperativas figuram das três categorias: Grandes, Multinacionais e Nacionais. Essa é a 21ª edição da lista que, tradicionalmente, vem contemplando cooperativas em seu ranking.
Como nos anos anteriores, o número de inscrições superou o recorde da última edição: 1.963 participantes ao todo disputaram um lugar entre as 150 vencedoras (média de 13,08 empresas por vaga).
DIMENSÕES
O objetivo da pesquisa feita com funcionários é identificar o clima nos ambientes de trabalho, com base no nível de confiança do quadro de colaboradores, em quatro dimensões: credibilidade, respeito, imparcialidade e camaradagem. Com seu papel ímpar no mercado e aprofundado conhecimento da excelência em ambientes de trabalho, o Great Place to Work é capaz de aplicar pesquisas exclusivas e diferenciadas que levam as organizações a serem cada vez melhores, com produtos inovadores e ótimas relações de trabalho.
SAIBA MAIS
O Great Place to Work é a única empresa global de pesquisa, consultoria e treinamento que estimula as organizações a identificar, criar e manter excelentes ambientes de trabalho por meio do desenvolvimento de culturas de alta confiança – dando ênfase ao modelo diferenciado e abrangente nas evidências e percepções dos funcionários das organizações.
Brasília (24/8/17) – Lideranças cooperativistas de todo o país, dentre elas o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, participam desde ontem (23/8), do Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses, ocorrida em Curitiba, ao lado de líderes do movimento cooperativista dos países integrantes do Mercosul.
Representantes do governo do estado do Paraná prestigiaram a abertura do evento, discorreram sobre as políticas de incentivo ao desenvolvimento do setor e, ainda, destacaram a expressiva contribuição das cooperativas para a economia não só regional, mas nacionalmente.
FORÇA DO COOPERATIVISMO
Para Márcio Freitas, o movimento cooperativista paranaense é um grande referencial nacional, com grandes casos de sucesso e com uma contribuição já reconhecida pelos outros estados.
O presidente do Sistema OCB comentou ainda sobre a situação difícil que o país atravessa. “Nós vivemos um momento terrível no Brasil. O ambiente político é extremamente tumultuado e cheio de incertezas. Por isso, é hora de mostrar a força que temos graças ao DNA cooperativo e que nossas empresas são fortes devido ao caráter das nossas lideranças”.
Fórum de Agricultura - O Fórum dos Presidentes das Cooperativas Paranaenses prossegue nesta quinta e sexta-feira (24 e 25/8) em conjunto com o 5º Fórum de Agricultura da América do Sul. (Com informações da Ocepar)
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Cooperativistas participam de discussões sobre tecnologia, gestão e sucessão
Entidades do Paraná apoiam realização do Censo Agropecuário 2017
Brasília (27/7/17) – Representantes de cooperativas agropecuárias de todo o país e de unidades estaduais discutiram hoje as estratégias para aprimorar a gestão, por meio da utilização de indicadores e referenciais comparativos. Eles participam do II Seminário Nacional de Autogestão realizado pelo Sistema OCB, em Brasília, com a intenção de ampliar a competitividade do Ramo, em um mercado cada vez mais exigente. As discussões ocorrem em volta do tema Gestão por indicadores e Oportunidades de Intercooperação.
Durante a abertura do evento, o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, disse que a segunda edição do seminário é uma grande oportunidade de alinhar processos e de traçar os rumos que as cooperativas pretendem seguir.
Disse ainda que é importante que elas façam seu dever de casa, mantendo os investimentos em tecnologia e em capacitação, pois o resultado será o desenvolvimento do negócio cooperativo, especialmente em um cenário política e economicamente desfavorável.
Para ele, a cooperativa tem de assumir o papel de indutora de desenvolvimento, transformando informação em conhecimento e, posteriormente, em inovação, convertendo-se, assim, em um centro forte de confiança para seu cooperado.
Experiência Alemã
Em seguida, foi assinado um acordo de cooperação internacional entre Sistema OCB e da Confederação das Cooperativas Alemãs, com o objetivo de viabilizar, no âmbito das cooperativas agropecuárias brasileiras, serviços de alta qualidade, de acordo com as necessidades de qualificação, fortalecimento da gestão, padronização de processos e potencialização de controles e resultados.
Christoph Plessow, representante da DGRV, disse que a experiência alemã poderá contribuir muito com o desenvolvimento das cooperativas agropecuárias, sobretudo em áreas como formação e capacitação, relação comercial e promoção de ações intercooperativas com a Alemanha.
Já o coordenador das ações a serem realizadas por meio do acordo de cooperação, Arno Boerger, ressaltou que as cooperativas brasileiras estão maduras em muitos processos e que podem aumentar sua capacidade de gerar resultado aos cooperados. “Não tenho dúvida de que temos muito a ganhar ao somarmos as nossas experiências, já que nosso desejo é o de contribuir com o cooperativismo brasileiro”, declarou.
Programação
Após a assinatura do acordo de cooperação internacional, os cerca de 300 participantes assistiram a duas palestras: Gestão por Indicadores e Referenciais Comparativos, ministrada pela mestra em Administração de Empresas e consultora, Fátima Toledo; e Cenário das Cooperativas Agropecuárias no programa de Autogestão, cuja explanação ficou a cargo de João Gogola Neto, coordenador de Desenvolvimento Cooperativo do Sistema Ocepar.
À tarde, os cooperativistas tiveram um workshop sobre indicadores. O grupo foi dividido em quatro equipes que debateram, por segmento (leite, diversificados, café e grãos e insumos), suas especificidades. Em seguida, acompanharam a apresentação de três casos de sucesso (cooperativas: Holambra, Agrária e Piá) e assistiram a um talkshow com a participação de João Gogola e Fátima Toledo.
A programação desta sexta-feira (28/7) inclui palestras sobre gestão por indicadores, cenário para intercooperação bem como casos de sucesso e apresentações realizadas por representantes de instituições financeiras.
Ao vivo
As atividades do segundo dia do Seminário Nacional de Autogestão para cooperativas agropecuárias podem ser acompanhadas via internet em tempo real. Para isso, basta que o interessado clique aqui.
O Ministério de Desenvolvimento Social (MDS) confirmou essa semana que o município de Manacapuru será o primeiro a receber o Programa Aquisição de Alimentos Municipal (PAA/MUNICIPAL) do Amazonas. O Secretario de produção rural, Nailson Ferreira, foi até Brasília apresentar a solicitação do PAA, onde resultados foram positivos. Na oportunidade, o MDS comprometeu-se em realizar um “Simpósio sobre Compras Institucionais” voltado para a agricultura familiar amazonense, previsto para dia 03 de Outubro, com a possível presença do Ministro Osmar Terra.
É importante lembrar que o PAA tem como principal objetivo, promover o acesso à alimentação e incentivar a agricultura familiar. Com isso Manacapuru será beneficiada diante da implantação desse novo projeto, visando assim beneficiar agricultores, familiares, principalmente de cooperativas. Deve-se ressaltar que centenas de famílias dependem dessa renda e o município de Manacapuru será o primeiro à aderir a esse projeto.
Em seu blog, o administrador de empresas e ex-superintendente da Conab, Thomaz Antônio Perez, enfatiza sua grande satisfação: “Fico feliz em ter ajudado Manacapuru a chegar nessa conquista. Agora tem a necessária burocracia que deverá ser vencida, e isso leva tempo, mas penso que em 2018 já estará em ação. Se for antes, melhor, pois os prejuízos na área rural e o desperdício, está muito grande”, afirmou.
Fonte: Assessoria de Comunicação – OCB/Sescoop – Amazonas Foto: Arquivo Divulgação
Brasília (14/8/17) – O Sistema OCB realiza na próxima quinta-feira (17/8) a quarta edição do Seminário Nacional das Cooperativas de Transporte e, na sexta (18), a Reunião do Conselho Consultivo Ramo Transporte. Ambos os eventos ocorrem na cidade catarinense de Concórdia, na sede da Coopercarga, e contam também com o apoio do Sistema Ocesc.
O seminário tem por objetivo promover o debate sobre os principais temas de interesse que afetam as cooperativas de transporte, tais como: aspectos legais, governança, tecnologias e cenário econômico atual. São esperados dirigentes de cooperativas, cooperados, contadores e técnicos, além de representantes das unidades estaduais da OCB.
A programação do seminário conta com diversas palestras, como “Gestão para Excelência”, cuja discussão girará em torno da importância da orientação estratégica e de processos estruturados, especialmente em um contexto de grandes transformações e inovações, além da mesa-redonda “Cenário Econômico do país”, que tratará exatamente dos cenários, tendências e oportunidades para as cooperativas de transporte no atual momento econômico brasileiro.
O seminário contará com a participação de representantes da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), da Agência Nacional de Transporte e Terrestres (ANTT), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da unidade nacional do Sistema OCB.
Brasília (9/8/17) – O cooperativismo é caracterizado por sua capacidade de gerar desenvolvimento socioeconômico e ambiental, beneficiando não só cooperados, mas toda a comunidade que circunda uma cooperativa. Para se ter uma ideia, juntas, elas reúnem mais de 13 milhões de brasileiros e geram mais de 380 mil empregos diretos.
Por isso, a Confederação Nacional das Cooperativas (CNCoop), uma das entidades que compõem o Sistema OCB, fez uma profunda análise da lei que moderniza as relações entre empregado e empregador, fato ocorrido com a aprovação e sanção da Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/17), há praticamente um mês, e que passa a valer ainda neste ano.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, afirma que a avaliação é positiva e que a reforma atende à uma demanda da sociedade moderna. Para ele, que representa mais de 6,6 mil cooperativas no país, “a reforma trabalhista é uma quebra de paradigma.”
Contudo, seus impactos tendem a trazer mais vantagens do que desvantagens àqueles que fazem da cooperação, uma prática diária de gerar riqueza humana e econômica ao Brasil. Leia, abaixo, a entrevista na qual Márcio Freitas avalia a reforma trabalhista.
O que a Reforma Trabalhista representa para as cooperativas do país?
A modernização das relações de trabalho ou simplesmente reforma trabalhista foi apoiada pelo movimento cooperativista, como um todo, mas especialmente pelas cooperativas agropecuárias, em face das especificidades das suas atividades e do modelo de negócio. Nossa avaliação sobre essa legislação é extremamente positiva, já que apresenta novas possibilidades para a relação entre capital e trabalho. Em resumo, a legislação trabalhista brasileira está mais adaptada ao mundo em que vivemos hoje em dia.
Quais os grandes destaques da nova lei?
A lei, como um todo, apresenta pontos extremamente positivos para ambos os lados (empregados e empregadores), mas gostaria de destacar alguns que, para o cooperativismo são mais contundentes. Uma delas é a questão das horas in itinere.
Sob o ponto de vista das cooperativas agropecuárias, esse aspecto é muito importante, pois as agroindústrias, por exemplo, instalaram suas unidades em localidades onde a matéria-prima de seu negócio é produzida. A intenção é reduzir os custos de produção, já que é mais barato transportar o frango adulto do que os grãos de milho para alimenta-lo durante o processo de engorda.
Ocorre que em muitas dessas regiões, não há mão-de-obra que trabalhe nos frigoríficos, por exemplo, e isso exige que essas cooperativas busquem funcionários em lugares, às vezes, bem distantes de onde a agroindústria está localizada, gerando o pagamento de horas de trabalho, que na verdade eram de deslocamento.
Essa questão, com a nova lei, traz a soberania dos acordos coletivos que podem proporcionar benefícios tanto para o empregador quanto para o empregado.
Outro item importante diz respeito à jornada de trabalho. É importante ter uma flexibilidade nos períodos de safra e entressafra. Então, a jornada de 12hx36h, por exemplo, gera economia às cooperativas e possibilita incrementar investimentos ao negócio, inclusive no que tange à contratação de mão de obra nos picos de colheita, armazenagem, transporte etc.
Por fim, numa visão mais geral, destaco a valorização da negociação coletiva do trabalho. Dentro do ambiente cooperativo, é bastante positivo valorizar aquilo que é negociado entre as pessoas, já que a cooperativa é um ambiente onde prevalece a confiança. Nossos levantamentos apontam que o funcionário de cooperativa tem, naturalmente, uma remuneração superior à média do que é pago nos demais setores econômicos, então, para nós do cooperativismo, negociar diretamente com os nossos funcionários, é bem vantajoso, pois possibilita atendê-los de uma forma melhor e mais dinâmica.
Assim, os empreendimentos cooperativos podem atender de uma maneira muito mais cooperativa aquele que trabalha que acredita na cooperação... nesse jeito mais humano de fazer negócio. Isso pra nós não tem preço!
Após a Reforma Trabalhista, o que deve ocorrer com o número de empregos gerados pelo cooperativismo?
Hoje em dia, as cooperativas têm um planejamento que prevê a expansão de seu número de empregados. Ainda não é possível prever se a nova legislação será uma fonte geradora de mais empregos, especialmente porque ainda é necessário esperar para ver como as relações de trabalho se consolidarão de agora em diante.
Com certeza, nossa aposta é de que a nova lei dê mais tranquilidade às relações que já existem. Minha expectativa, naturalmente, é de que possamos registrar uma evolução desse indicador tão importante.
Em relação ao ingresso de ações na Justiça do Trabalho, acha que o número pode aumentar?
É muito cedo para fazermos qualquer previsão dessa natureza. A lei ainda precisa de regulamentação e isso vai demandar alguns meses de reflexão. Uma coisa é quebrar o paradigma e isso foi feito. A legislação trabalhista foi modernizada. Outra, bem diferente, é a prática do que está na lei.
É necessário construir uma segurança jurídica em torno das novas relações de trabalho e, na minha opinião, isso vai ocorrer no tempo certo e não só porque a lei determina, mas porque a sociedade atual está requerendo novos mecanismos de relação, tanto da parte de quem emprega quanto da parte de quem é empregado.
Sinceramente, acho que não teremos novos atritos ou grandes conflitos. Digo isso com muita propriedade até porque a OCB também é composta por cooperativas que estão na outra ponta, ou seja, cooperativas de profissionais que prestam serviços para empregadores.
Acho que essa dinamização das relações de trabalho é demandada por uma geração nova de profissionais e por uma nova sociedade. É claro que teremos situações que deveremos enfrentar ao longo do processo. Isso é natural. Mas não vejo a Reforma Trabalhista como algo que vai causar transtornos aos brasileiros.
Brasília (7/8/17) – Contribuir para o desenvolvimento sustentável das comunidades é algo natural para as cooperativas que fazem isso por meio de políticas aprovadas por seu quadro social. Estamos falando do interesse pela comunidade, um dos princípios do cooperativismo. O cuidado com as pessoas e com o meio ambiente é tão forte no movimento cooperativista brasileiro que, no estado do Mato Grosso, por exemplo, a Cooperativa de Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto (Coogavepe) é responsável por quebrar um paradigma: o de que os garimpos destroem o meio ambiente.
O assunto chamou a atenção da Rede Globo local é foi pauta do MT Rural deste domingo (6/8). A matéria mostra que a atuação focada no meio ambiente e amparada pela legislação pode render bons frutos para todos os envolvidos. Ficou curioso? Então, clique aqui e assista a reportagem.
Brasília (7/8/17) – A agregação de valor por meio da certificação de propriedades e dos serviços ambientais e a formação profissional são os pilares da nova fase de atuação da Rede de Fomento ILPF, uma parceria público-privada criada há cinco anos para incentivar a transferência de tecnologias e estimular a adoção dos sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) no Brasil. Além disso, a Rede ILPF buscará recursos externos para financiar pesquisas nesse tema.
Para dar maior dinamicidade aos trabalhos e possibilitar a entrada de novos membros, a Rede de Fomento ILPF está passando por uma mudança estrutural na qual será transformada em uma associação. A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) será membro honorífico, de modo a ter todos os benefícios de um associado, respeitando-se as prerrogativas legais da empresa.
>Atualmente, além da Embrapa, compõem a Rede a cooperativa Cocamar e as empresas Dow Agrosciences, John Deere, Parker e Syngenta. Novas empresas e cooperativas já demonstraram interesse em se associar, aumentando o aporte de recursos anuais para serem usados na gestão da Rede ILPF, em ações de transferência de tecnologia e de comunicação. Já o recurso para a pesquisa será captado externamente.
Atuação Ampliada
Nessa nova etapa do trabalho, o grupo vai atuar em frentes não exploradas na fase anterior, como a divulgação internacional da tecnologia, desenvolvimento de pesquisas por meio de financiamento externo e no reconhecimento pela sociedade da ILPF como um sistema de produção sustentável.
De acordo com o presidente do Conselho Gestor da Rede ILPF e pesquisador da Embrapa Solos, Renato Rodrigues, o primeiro objetivo é o de mensurar e comprovar a redução das emissões de gases de efeito estufa da ILPF, usando uma metodologia que seja reconhecida internacionalmente nas discussões sobre mudança do clima.
As ações internacionais serão fortalecidas, buscando-se cooperação com instituições de pesquisa na Europa e nos Estados Unidos e fomentando a transferência de tecnologia inicialmente para países da África e depois para América do Sul e Caribe. Para tanto, a Rede trabalhará com apoio dos Labex, do Itamarati, Ministério do Meio Ambiente e da Agência Brasileira de Cooperação.
Trabalho em Rede
A Rede ILPF atua em rede em todo o país. Mais de 30 centros de pesquisa da Embrapa fazem parte do projeto e desenvolvem regionalmente ações de transferência de tecnologia relacionada à ILPF.
Atualmente são 97 Unidades de Referência Tecnológica (URTs) de ILPF espalhadas pelos diferentes biomas brasileiros. Cada uma delas adota uma estratégia de integração, mostrando como esse sistema produtivo pode ser adaptado às diferentes realidades dos produtores.
Além de realizar visitas técnicas e dias de campo nessas URTs, são promovidas capacitações de agentes de assistência técnica e extensão rural dos setores público e privado em vários estados. São esses profissionais que dão apoio aos produtores que adotam a tecnologia.
Pesquisa encomendada pela Rede de Fomento ILPF mostrou que atualmente o Brasil conta com 11,5 milhões de hectares com alguma configuração de sistemas integrados.
Fonte: Ministério da Agricultura
Brasília (4/8/17) – O cooperativismo brasileiro de crédito fez bonito na Conferência Mundial do Woccu (World Council of Credit Unions ou Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito, em português). O evento ocorreu em Viena, na Áustria, entre os dias 23 e 26 de julho e a delegação do Brasil foi a segunda maior em número de participantes. No total, 176 pessoas levaram o verde e o amarelo para as discussões a respeito dos desafios e oportunidades que envolvem o segmento em nível mundial.
O superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, foi um deles. “O evento foi uma excelente oportunidade de troca de experiências. Como o Brasil teve casos de sucesso para serem apresentados, percebemos que estamos bastante avançados em questões relacionadas à regulação e, também, às ligadas à marca das cooperativas de crédito, por exemplo. Não tenho dúvida de que o as cooperativas brasileiras estão fazendo seu dever de casa com muita propriedade e, por isso, sendo reconhecidas em nível mundial. Elas estão de parabéns!”, avalia Nobile.
O EVENTO
O Woccu atua para promover o desenvolvimento sustentável das cooperativas de crédito por meio de programas de assistência técnica a fim de fortalecer o seu desempenho financeiro e alcance em âmbito mundial. A entidade registrou, em 2015 (últimos dados consolidados), 60,5 mil cooperativas de crédito em 109 países, totalizando 223 milhões de associados.
CONFIRA A AVALIAÇÃO DOS REPRESENTANTES DO BRASIL
FUTURO
“A Unicred pôde absorver importantes conceitos e novidades referentes à concessão de crédito no mundo, em especial de países onde o cooperativismo supera a preferência dos cidadãos em relação ao sistema bancário tradicional. Foram várias plenárias que apresentaram temas como a colaboração da tecnologia para o crescimento das cooperativas, destacando a tecnologia blockchain, a proteção dos dados dos cooperados e os ataques cibernéticos que colocam a segurança das transações em risco. Além disso, ficou claro que a tendência mundial é justamente a vertente em que a Unicred vem trabalhando: crescer de forma sustentável, sempre com um atendimento diferenciado ao associado.” Paulo Barcellos – presidente do Conselho de Administração da Unicred do Brasil
DESTAQUE
"O ano de 2017 tem sido muito importante para o nosso Sistema e o setor cooperativista financeiro. A participação do Sicoob na Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito nos coloca em um patamar de excelência no cenário financeiro mundial com a certeza de que estamos caminhando na direção certa. Pela primeira vez, dirigentes do Sicoob ministraram palestras durante o evento o que nos proporcionou destaque internacional. A nossa participação no encontro nos posicionou como referência diante de outros sistemas cooperativos espalhados pelo mundo inteiro, principalmente, em termos tecnologia." Henrique Castilhano Vilares – presidente do Sicoob Confederação.
ORGULHO
“Tivemos a oportunidade de falar sobre temas estratégicos para o cooperativismo de crédito, além de diversos compartilhamentos, intercâmbios e inspirações. Observamos que os mesmos fundamentos cooperativistas permeiam as cooperativas de crédito do mundo todo, que caminham juntas pela mesma causa. João Tavares, presidente executivo do Banco Cooperativo Sicredi, ainda nos abrilhantou com uma série de informações em torno de todas as questões que envolvem o setor. Além disso, temos muito orgulho dos projetos inscritos no programa World Young Credit Union People (Wycup). É o mundo reconhecendo o que nós, do Sicredi, fazemos diariamente: valorizando os talentos inovadores de nossos colaboradores.” Manfred Alfonso Dasenbrock – presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e conselheiro do Woccu
DADOS DO COOPERATIVISMO DE CRÉDITO NO BRASIL
- As cooperativas de crédito promovem o desenvolvimento econômico e asseguram o exercício da cidadania pela inclusão financeira, a partir de um trabalho de educação financeira junto aos associados.
- O Sistema Nacional de Crédito Cooperativo, caso fosse considerado um grupo financeiro, representaria a 6ª maior instituição financeira do país;
- Estamos em 95% dos municípios brasileiros, sendo que em 564 deles a cooperativa é a ÚNICA forma de inclusão financeira disponível na região.
- Ativos: R$ 221 bilhões (base: dez/16)
- Operações de de Crédito: R$ 81,8 bilhões (base: dez/16)
- Depósitos: R$ 103 bilhões (base: dez/16)
- Patrimônio Liq.: R$ 36,6 bilhões (base: dez/16)
Segundo dados do Banco Central do Brasil:
- Total de cooperativas: 1.033;
- Total de cooperados: mais de 9 milhões;
- Empregados: mais de 48.455 mil;
- Pontos de atendimento: 5.714; - Média de idade de um membro de cooperativa de crédito no Brasil: 45 anos;
- Porcentagem de mulheres associadas a cooperativas de crédito: 41,7%
- Porcentagem de mulheres em Conselhos de Administração: 12,36%
- Porcentagem de mulheres em Conselhos Fiscais: 21,64%
- Porcentagem de mulheres CEOs: 9,13%
Brasília (2/8/17) – Como saber onde se está e onde se quer chegar? Como medir e acompanhar as fases do planejamento? Deixar a vida levar, seguir o fluxo, ou ser autor do próprio destino? As respostas para estas questões deram o tom da palestra Gestão por Indicadores e Referenciais Comparativos, ministrada pela mestra em Administração de Empresas e consultora, Fátima Toledo, no II Seminário Nacional de Autogestão realizado pelo Sistema OCB. O evento ocorreu em Brasília, entre os dias 27 e 28 de julho, e contou com a participação de mais de 300 pessoas, que representaram as cooperativas agro e as organizações estaduais do Sistema.
Fátima foi enfática ao dizer que as empresas (e pessoas) que não se planejam assumem o riso de “não saber onde vão parar” e isso, no mundo dos negócios, pode até significar a sobrevivência da organização. “Quando sabemos para onde vamos, bate um vento favorável e chegamos mais rápido”, argumenta.
Sobre o jargão “em time que está ganhando não se mexe”, a consultora foi categórica: “(...) é uma bobagem, porque os seus concorrentes estão olhando para você, tentando fazer melhor. Se você não mexer no seu time, seu concorrente mexe no dele. Quer saber o resultado do jogo? A concorrência ganha, porque ela vai inovar antes de você".
BREVE PERFIL
É doutora em Antropologia do Consumo pela FFLCH-USP e mestre em Administração de Empresas pela EAESP-FGV, tendo concluído o curso na Melbourne Business School (MBS), Austrália. Ela é, ainda, graduada em Economia pela FEA-USP e Filosofia pela FFLCH-USP. Atua como consultora em planejamento estratégico, Balanced Scorecard, reposicionamento e gestão de marca e é professora de Planejamento Estratégico, Cenários e Tendências.
ENTREVISTA
Como a você definiria o termo "planejamento"?
Planejamento é fazer escolhas. São elas que vão nos ajudar a chegar no lugar onde escolhemos, no passado, estar, no futuro. Então, falar de planejamento é falar de priorização com foco em um objetivo, uma meta que também foi escolhida.
Na sua palestra, você falou sobre a figura de um estrategista. Quem é ou quem pode ser um estrategista?
Todos podem ser estrategistas, desde que se preparem para isso. Há casos, por exemplo, de pessoas que são estrategistas natos, pois conseguem trabalhar com longo prazo, visualizando as incertezas e lidando com elas de uma maneira menos estressante e mais natural.
Agora, quem não nasceu estrategista, pode se apropriar das técnicas. É possível encontrar metodologias que nos permitam pensar como será o longo prazo. Aliás, vale deixar claro que exercício estratégico é o mesmo que ter visão. É projetar aquilo que se pretende ser ou estar, em um horizonte “x”, cheio de incertezas. É aí que entra o estrategista. Ele vai visualizar tudo o que pode ocorrer até você alcançar seu objetivo.
Num contexto onde planejar é fundamental, o que dizer àqueles que preferem o jargão “deixa a vida me levar”?
Quando eu não planejo a direção do meu negócio ou da minha vida, eu topo um risco muito grande que é o de não saber onde vou parar. Simplesmente porque eu estou à deriva! Quando sabemos para onde vamos bate um vento favorável e chegamos mais rápido. É por isso que sempre cito, Sêneca: “Não há ventos favoráveis para quem não sabe para onde ir”.
Hoje, as empresas estão onde elas planejaram estar, suas equipes estão treinadas, os estrategistas estão vendo as oportunidades e aproveitando o que pode. É o exercício constante de treinar o olhar. Por isso é preciso estar atento, treinado, ligado no que está acontecendo. Só assim as organizações vão saber aproveitar as oportunidades e, assim, aquele vento favorável vai te levar para algum lugar, mas um melhor, planejado.
Desatualizada, a empresa corre um sério risco de perder a oportunidade que está bem diante dela! E aí, o caminho é correr atrás do prejuízo, literalmente.
Estando treinado e de posse das habilidades necessárias você consegue ser o primeiro a chegar, pois sua velocidade de reação será uma vantagem. Vejo que muita gente demora demais para reagir e a velocidade de resposta é um indicador de competência e de competitividade.
Tem gente que simplesmente para, tenta entender o que aconteceu e perde o timing, mas se você está preparado, com certeza já pensou antes em todas as possibilidades e caminhos alternativos. Você anteviu as possibilidades, os problemas e as soluções! Às vezes a falta de uma reação rápida pode ser fatal.
Qual a importância de observar contexto e concorrência?
É fundamental. Não tem como fazer uma análise de uma empresa olhando apenas para ela. Toda análise é em relação à concorrência, ao mercado, à referência escolhida. É muito importante ter uma referência, pois ela vai mostrar como lida, gere e responde. Então, é fundamental sempre pensar assim: no meu segmento, quem é o melhor? Escolha a melhor referência. É a partir dela que a empresa poderá dizer se está bem ou mal. E se errar de referencial, mude! Mas mude rápido.
A empresa que olha só para ela é muito limitada. Ela pode achar que oferece um produto de extremo valor, mas que, para o mercado, é algo que todo mundo oferece. E aí, aquilo que ela acha que é seu diferencial, é o mínimo, é o básico que o mercado espera. Viver assim é ilusório!
Qual a importância da utilização de indicadores e referenciais comparativos no planejamento do futuro?
É vital. Os indicadores e os referenciais comparativos é que vão manter a organização no caminho mais curto entre o onde eu estou e o onde eu quero estar. A organização precisa fazer as escolhas dela e monitorar os caminhos com base nos indicadores. Assim, ela consegue acertar o rumo a seguir e alcança suas metas.
Ao chegar no patamar de ser uma referência no seu segmento, qual o próximo passo de uma cooperativa?
Tem alguns hábitos que vão sendo incorporados ao longo do processo. E precisam ser. Por exemplo, se você está atualizado e competitivo, a busca pela melhoria vai ser uma constante e talvez seja possível encontrar um crescimento sustentável ou uma medida que faça parte do desenvolvimento desejável nesse patamar.
O certo é que parar não é uma opção. Tive uma professora americana que me disse que a vida é uma escada rolante que só desce. Isso quer dizer que na escada rolante (o mercado), se você der apenas um passo de cada vez, estará competitivo. Você se mantém onde está. Se parar, você vai para traz. Ou seja: é preciso dar dois passos, estar sempre à frente da concorrência. É isso que garante o futuro.
Por fim, gostaria de dizer que essa história de que em time que está ganhando não mexe é uma bobagem, porque os seus concorrentes estão olhando para você, tentando fazer melhor. Se você não mexer no seu time, seu concorrente mexe no dele. Quer saber o resultado do jogo? A concorrência ganha, porque ela vai inovar antes de você.
Brasília (31/7/17) – A responsabilidade social é uma das características do cooperativismo brasileiro e, na próxima sexta-feira, a partir das 15h, o país todo poderá acompanhar mais uma prova disso. É que a Unimed do Brasil realizará um bate-papo ao vivo sobre aleitamento materno em sua página no Facebook. A conversa contará com a participação de Rosângela Santos, pediatra e consultora de amamentação, e Glauciana Nunes, mãe de três filhos e autora do blog Coisa de Mãe. A ação marca a celebração do Dia Mundial da Amamentação, comemorado nesta terça-feira (1º/08).
As convidadas abordarão temas como primeira mamada, cuidados com a alimentação e o processo de desmame do bebê, além de responderem dúvidas enviadas por internautas. Após a transmissão ao vivo, o vídeo ficará disponível na fanpage da Unimed do Brasil. A ação faz parte de programação de posts especiais sobre amamentação, elaborada pela cooperativa para o mês de agosto.
"A amamentação é um momento muito especial entre a mãe e o bebê e é o primeiro passo para a consolidação da imunidade e saúde da criança. Por meio do vídeo e de publicações nas redes sociais, a Unimed do Brasil tem como objetivo informar e conscientizar os beneficiários e a sociedade em geral sobre a importância do aleitamento adequado”, diz Darival Bringel de Olinda, diretor de Desenvolvimento de Mercado da Unimed do Brasil.
Comprovadamente, o leite materno protege o bebê de diversas doenças e infecções, como otites, alergias e pneumonias, além de melhorar o desenvolvimento mental da criança e contribuir para o fortalecimento do vínculo afetivo entre mãe e filho. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda a amamentação até dois anos de idade, sendo que o bebê deve ser alimentado exclusivamente pelo leite materno até os seis meses, com introdução de alimentos complementares a partir dessa idade.
Programe-se
Bate-papo sobre amamentação.
Quando: 4/8 (sexta-feira), às 15h.
Como: perfil da Unimed do Brasil no Facebook
Sobre a Unimed
A Unimed completa 50 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 348 cooperativas médicas, que prestam assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo país. Atuando sob o modelo cooperativista, a Unimed conta com 114 mil médicos, 113 hospitais próprios e 2.719 hospitais credenciados, além de hospitais-dia, pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias que garantem a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas.
Com informações da Unimed do Brasil.
Brasília (26/7/17) – O estado de Goiás é um exemplo de que, em tempos de crise econômica, a cooperação e a união de esforços são as melhores estratégias para diminuir prejuízo e ampliar o aproveitamento das oportunidades que surgem no mercado.
De acordo com um levantamento realizado pelo Sistema OCB/GO e que faz parte do Censo do Cooperativismo Goiano 2017, que o acaba de ser lançado, o número de pessoas que ingressou no movimento cooperativista em 2016 aumentou 10%, ultrapassando a casa dos 173 mil cooperados.
Confiança
O presidente do Sistema OCB/GO, Joaquim Guilherme Barbosa de Souza, acredita que o cooperativismo possui um diferencial que o faz ser uma opção mais segura em momentos de crise econômica. “Nosso capital é a nossa gente. E esse capital se aglutina em volta de princípios e valores universais, capazes de gerar confiança e desenvolvimento. E é essa confiança que gera números tão expressivos como os apresentados neste Censo do Cooperativismo Goiano 2017”, afirma.
Empregabilidade
A capacidade de suportar momentos de crise do cooperativismo é uma das razões para que o modelo de negócio cresça. Em 2016, diante do aumento das demissões em várias empresas do país, as cooperativas foram na contramão.
De acordo com o Censo do Cooperativismo Goiano 2017, as cooperativas goianas não apenas mantiveram o número de empregados, como também abriram novas vagas. Ao final de 2016, a soma de postos de trabalho formais gerados pelo cooperativismo alcançava 10.230 pessoas.
O aumento nos postos de trabalho é um reflexo do crescimento das receitas do sistema cooperativista goiano que, no ano passado, foi de 23%, chegando a R$ 9,79 bilhões. Além disso, foi registrado também aumento do patrimônio líquido das cooperativas em 10%, totalizando R$ 3,93 bilhões.
Com informações do Sistema OCB/GO
Brasília (26/7/17) – Cerca de 300 pessoas participam, a partir de amanhã (27/7), da segunda edição do Seminário Nacional de Autogestão promovido pelo Sistema OCB, com foco nas cooperativas agropecuárias. Os objetivos são aperfeiçoar a gestão e ampliar a competitividade das cooperativas do Ramo Agro. O evento cujo tema é Gestão por indicadores e Oportunidades de Intercooperação ocorre em Brasília e termina na sexta-feira, dia 28.
Para alcançar essas metas, o Sistema OCB pretende estimular o uso dos indicadores fornecidos pelo GDA – um software de informações econômico-financeiras e executado pelo Sescoop, e também fomentar a intercooperação como aliança estratégica de mercado.
O seminário será transmitido ao vivo e para acompanhar a programação, clique aqui.
INTERNACIONAL
Durante o evento, um acordo de cooperação internacional será assinado por representantes do Sistema OCB e da Confederação das Cooperativas Alemãs (também conhecida como DGRV, na sigla alemã). O objetivo é viabilizar serviços de alta qualidade a cooperativas agropecuárias localizadas em diversas partes do país, de acordo com as necessidades de qualificação para fortalecimento de sua gestão e intercooperação.
PALESTRAS
Também haverá a apresentação de palestras sobre os cenários econômico e financeiro, casos de sucesso e, também sobre a gestão por indicadores e referencias comparativos para estratégia das organizações. Esta última, a ser ministrada pela consultora Fátima Toledo, doutora em Antropologia do Consumo pela FFLCH-USP e mestre em Administração de Empresas pela EAESP-FGV, tendo concluído o curso na Melbourne Business School (MBS), Austrália.
Ela é, ainda, graduada em Economia pela FEA-USP e Filosofia pela FFLCH-USP. Atua como consultora em planejamento estratégico, Balanced Scorecard, reposicionamento e gestão de marca e é professora de Planejamento Estratégico, Cenários e Tendências.
Brasília (25/7/17) – A Confederação Brasileira de Cooperativistas de Crédito (Confebras) e o Sistema Ocesp, com apoio da OCB, realizarão entre os dias 21 e 22 de agosto, o Fórum Integrativo Confebras. O evento ocorrerá na sede da Ocesp, em São Paulo, com o tema Atitude e Amplitude: Coordenadas para evolução corporativa.
O evento tem por objetivo propiciar a troca de conhecimento e experiências. As discussões do dia 21 são destinadas às lideranças das cooperativas de capital e empréstimo; já no dia 22, o foco dos debates está na rotina das cooperativas singulares não filiadas às Centrais.
Serão abordados assuntos que vão desde governança até disrupção digital. Entre os conferencistas já confirmados estão: José Davi Furlan (governança exponencial), Marco Túlio Zanini (governança e gestão), Luís Artur Nogueira (revista IstoÉ Dinheiro) e Fábio Gonsalez (FintechLab).
APOIO
Além da OCB, também apoiam o Fórum Integrativo Confebras: Banco Central do Brasil, Federação Nacional das Cooperativas de Crédito (FNCC), MAPFRE Seguros, Glory Global, Bancoob, Consórcio Ponta, Sicoob Previ, Sicoob Seguros e Sipag.
INSCREVA-SE
As inscrições estão abertas, mas as vagas são limitadas a 200 participantes por dia. Acesse a programação atualizada e demais informações do evento, pelo site www.confebras.coop.br/fic. (Com informações da Confebras)
Brasília (21/7/17) – Quando o assunto é educação cooperativista, Santa Catarina é um dos estados que melhor faz o seu dever de casa. Entre os meses de junho e julho, mais de 100 professores participaram da primeira etapa da capacitação Educação para Cooperação para Novos Professores, que os habilita a atuar no Programa Cooperjovem.
O curso, promovido pelo Sescoop/SC, ocorreu nas regiões Sul, Vale do Itajaí e Oeste e contou com a participação total de 119 educadores de 62 escolas e coordenadores de 21 cooperativas parceiras do programa.
O objetivo foi apresentar os pontos importantes ao desenvolvimento do Programa, como a qualidade da educação, a responsabilidade das pessoas, o paradigma da cooperação e a reavaliação dos seus Projetos Educacionais Cooperativos (PECs), com vistas a melhoria contínua do Programa.
A coordenadora do Programa Cooperjovem no Sicoob Maxicrédito, Taiana Haelsner, participou da capacitação com três professores da Escola de Educação Básica Municipal Professor Rafael Rech, de Luís Alves, que entrou no Programa em 2016. De acordo com ela, como o Cooperjovem já vinha sendo desenvolvido na escola, os professores já tiveram contato prático com o programa.
“Eles já possuíam certo entendimento, mas no curso estão recebendo um conteúdo teórico para realizar as práticas do PEC. É um importante momento de reflexão para solucionar algumas questões. Três outros professores receberam a formação no ano passado, então teremos mais três esse ano para propagar o Cooperjovem na escola”, comenta.
Segundo a professora de educação infantil Joice Wilbert Hess, a formação é fundamental e esclarecedora. “Quando eu tive contato com o Cooperjovem, o planejamento do PEC estava em andamento, por esse motivo essa formação está sendo muito importante. Nosso PEC é sobre o cuidado com o patrimônio da escola e já percebemos uma melhora grande dessa questão depois da implantação do programa”, explica.
A escola fica situada em uma comunidade rural de Luís Alves e tinha problemas com depredação, principalmente dos banheiros. O PEC foi planejado para conscientizar os alunos da importância da cooperação para o cuidado com a escola.
(Fonte: Sescoop/SC)
Brasília (21/7/17) – Começa neste domingo (23/7), a Conferência Mundial do Woccu (World Council of Credit Unions ou Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito, em português). O evento ocorrerá em Viena, na Áustria, e representantes de diversos países, dentre eles o Brasil, já confirmaram a participação. Um deles é o superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile. Até o último dia da conferência, 26/7, são esperados 1,8 mil participantes de 55 países.
O Woccu atua para promover o desenvolvimento sustentável das cooperativas de crédito por meio de programas de assistência técnica a fim de fortalecer o seu desempenho financeiro e alcance em âmbito mundial. A entidade registrou, em 2015 (últimos dados consolidados), 60,5 mil cooperativas de crédito em 109 países, totalizando 223 milhões de associados.
Importância
O brasileiro Manfred Alfonso Dasenbrock, presidente da SicrediPar, da Central Sicredi PR/SP/RJ e secretário-geral do Conselho da Woccu, explicou que o evento é uma excelente oportunidade de trocar experiências com vistas ao aprimoramento dos processos do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo.
“A Conferência Mundial do Woccu é o principal evento para as cooperativas de crédito, âmbito internacional. Tem como foco a abordagem global sobre como melhorar a vida das comunidades por meio do cooperativismo de crédito. É uma oportunidade de compartilhar nossas experiências e também aprender com as cooperativas de crédito de todos os continentes”, afirma Manfred Dasenbrock.
Programação Paralela
Enquanto ocorre a Conferência da Woccu, também serão realizados outros dois eventos: o Future Forum e a reunião da Rede Global de Mulheres Líderes. Ambos contarão com a participação de cooperativistas brasileiros.
O primeiro deles – o Future Forum – é composto por integrantes das maiores cooperativas de crédito do mundo e tem por objetivo destacar as tendências do cooperativismo de crédito. Organizados em grupos, os dirigentes escolhem temas para debater e, ao final, compartilhar as conclusões.
Já a Rede Global de Mulheres Líderes tem o objetivo de proporcionar às mulheres uma rede internacional que permita o engajamento para seu desenvolvimento profissional e pessoal. Desde a sua criação, em 2009, já atingiu mais de 1.100 mulheres em 57 países.
(Fonte: Com informações do Sicredi e do Sicoob)
Brasília (21/7/17) – Aperfeiçoar a gestão e ampliar a competitividade das cooperativas agropecuárias, por meio da utilização dos indicadores e alianças estratégicas oferecidos pelo GDA, um software de informações econômico-financeiras e executado pelo Sescoop.
Estes são os objetivos da segunda edição do Seminário Nacional de Autogestão, realizado pelo Sistema OCB e que ocorrerá na próxima semana (dias 27 e 28), em Brasília. O tema deste ano é Gestão por indicadores e Oportunidades de Intercooperação. No total, 99 cooperativas agro já confirmaram a participação de 235 pessoas, entre dirigentes e gestores.
Tomada de decisão
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, explicou que a realização deste segundo seminário nacional focado nas cooperativas agropecuárias pretende continuar a discussão dos assuntos abordados na primeira edição, ocorrida no ano passado.
“É preciso transformar a informação em ferramenta estratégica, por isso é fundamental a utilização do GDA, pois ele possibilita a análise econômica, financeira e social por meio de indicadores que sinalizam as melhores direções para seguirmos. Na prática, essa ferramenta facilita e nos oferece mais segurança na tomada de decisão e em todos os processos que envolvem a governança do modelo cooperativista”, argumenta Márcio Freitas.
Internacional
Durante o evento, um acordo de cooperação internacional será assinado por representantes do Sistema OCB e da Confederação das Cooperativas Alemãs (também conhecida como DGRV, na sigla alemã). O objetivo é viabilizar serviços de alta qualidade a cooperativas agropecuárias localizadas em diversas partes do país, de acordo com as necessidades de qualificação para fortalecimento de sua gestão e intercooperação.
Palestras
Também haverá a apresentação de palestras sobre os cenários econômico e financeiro, casos de sucesso e, também sobre a gestão por indicadores e referencias comparativos para estratégia das organizações. Esta última, a ser ministrada pela consultora Fátima Toledo, doutora em Antropologia do Consumo pela FFLCH-USP e mestre em Administração de Empresas pela EAESP-FGV, tendo concluído o curso na Melbourne Business School (MBS), Austrália.
Ela é, ainda, graduada em Economia pela FEA-USP e Filosofia pela FFLCH-USP. Atua como consultora em planejamento estratégico, Balanced Scorecard, reposicionamento e gestão de marca e é professora de Planejamento Estratégico, Cenários e Tendências.
Brasília (20/7/17) – A expressão social das cooperativas de mineração no Pará é considerável. Juntas, elas congregam 18.238 cooperados, muitos dos quais são garimpeiros vindos de diversas regiões do país com a esperança de trabalho e melhoria de vida, mas sem qualquer experiência no negócio cooperativista. Organizá-los no formato regido por uma legislação rigorosa é um dos grandes desafios do setor, por isso, o Sistema OCB/PA e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme) realizaram o Encontro Institucional de Fortalecimento do Ramo Mineral.
O evento começou ontem e terminou hoje com uma visita técnica. Cerca de 300 pessoas participaram da programação que contou com três painéis. No primeiro, discutiu-se sobre a Regularização e Organização Social na Mineração. Participaram do debate a Sedeme, o Departamento Nacional de Produção Mineral (Dnpm), Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma), Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB/PA) e a Federação das Cooperativas de Garimpeiros do Tapajós (Fecogat).
No segundo painel, as Perspectivas de Mercado do Setor Mineral entraram em pauta, com os painelistas Associação Nacional do Ouro e Câmbio (Anoro), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Centro de Tecnologia Mineral (Cetem).
No terceiro painel, a Cooperativa de Extração Mineral do Vale do Tapajós (Coopemvat) apresentou sua experiência. Hoje, os participantes tiveram a oportunidade de fazer uma visita técnica à área de garimpo da Fecogat.
Cerm
Ao longo de todo o Encontro, ocorreu o atendimento presencial do Cadastro Estadual de Recurso Mineral (Cerm). “É um ramo do cooperativismo que necessita de muita profissionalização. O primeiro passo é a compreensão de si próprio, do que é o empreendimento cooperativo, seus os deveres, obrigações e direitos dos cooperados. O papel institucional da OCB é justamente esse. Estamos à disposição para orientá-los”, afirmou o gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB/PA, Vanderlande Rodrigues.
Expressividade
O Pará é o segundo maior produtor de minérios do Brasil, sendo os bens minerais o principal objeto de exportação do estado. A atividade mineral responde por 89% dos US$ 14,7 bilhões obtidos pelo estado com exportações em 2012. Neste contexto, merece destaque a região de Itaituba, onde ocorreu o Seminário e está inserida a chamada Província Aurífera do Tapajós.
De acordo com dados do Diagnóstico do Cooperativismo Paraense, documento consolidado pelo Sistema OCB/PA, o ramo Mineral o Pará está representado por cinco cooperativas registradas na instituição, correspondendo ao percentual de 2,87% de todo o universo de cooperativas legalmente constituídas.
Elas se concentram nas mesorregiões sudeste e sudoeste, distribuídas nos Municípios de Curionópolis, Itaituba, Ourilândia do Norte e Tucumã. Duas já possuem todas as licenças para a extração mineral, com autorização para a lavra, licença ambiental e licença de operação. Entretanto, somente uma se encontra em operação para a extração do minério licenciado para a lavra.
O segmento mais fortalecido do Ramo Mineral no Pará é o segmento de ouro que corresponde a 60% das jazidas autorizadas para pesquisa e/ou exploração. As demais, com indícios de ferro e cobre são estruturas potenciais com possíveis viabilidades de exploração mineral. Vale ressaltar o percentual de 40% para outras extrações, como cassiterita e topázio.
Do total das cooperativas do Ramo Mineral, 80% estão inativas, 40% em fase de pesquisa e apenas 20% estão em operação com baixíssima produtividade. Não possui atualmente uma expressão econômica significativa. As singulares são constituídas na sua maioria por pessoas do sexo masculino, correspondendo ao percentual de 99,78% de todo o universo de associados.
A relação de cooperados ativos é muito desfavorável, correspondendo a 99%, o que mostra a plena inatividade das cooperativas em termos de exploração das jazidas minerais sob sua autorização de lavra. O percentual de 1,00% de cooperados ativos estão distribuídos principalmente nas funções de governança e gestão.
Comprometimento
Vereadores de Itaituba e todos as entidades se comprometerem em ações conjuntas para regularizar as atividades garimpeiras na região do Tapajós e demais regiões de Estado. O compromisso do Sistema OCB/PA será com capacitações, plano estratégico e monitoramento.
“É um ramo com enorme potencial, mas necessita de apoio para se organizar e se desenvolver de forma sustentável. São necessárias algumas iniciativas, visando garantir o incentivo e políticas públicas para o desenvolvimento integrado do cooperativismo minerário do estado do Pará, tais como incentivos fiscais que estimulem a inclusão social e a geração de trabalho e renda em projetos sustentáveis e economicamente viáveis, além da promoção da educação e a organização do quadro social cooperativista na exploração de atividades minerais”, afirma o presidente.
Fonte: Sistema OCB/PA
São Paulo (20/7/17) – As cooperativas Unimed Vitória (ES), Unimed Recife (PE) e Unimed Belém (PA) estão entre as operadoras finalistas do prêmio “Laboratório de Inovação e Reconhecimento a Boas Práticas sobre Segurança do Paciente”, realizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e Organização PanAmericana da Saúde (OPAS/OMS), que valoriza iniciativas de promoção de segurança do paciente. A Unimed Santa Bárbara D’Oeste e Americana (SP) também foi reconhecida e terá seu case contemplado na publicação técnica da OPAS e da ANS “Inovação na Gestão”.
A preocupação com a segurança do paciente se tornou mundialmente mais intensa após a divulgação do relatório “Errar é humano”, publicado pelo Institute of Medicine (IOM), dos Estados Unidos, em 1999. A partir deste documento, identificou-se que 98 mil pessoas morriam anualmente no sistema de saúde americano devido a erros médicos, o que gerou um alerta global sobre o assunto.
Com o objetivo de fomentar e reconhecer inovações e boas práticas em segurança do paciente na saúde suplementar brasileira, a ANS e a OPAS/OMS instituíram o “Laboratório de Inovações e Reconhecimento para boas práticas de Segurança do Paciente”. Nesta iniciativa, são premiados projetos que já estejam implementados nas instituições de saúde, e que tenham como base evidências científicas acompanhadas, mensuradas e comprovadas por indicadores.
“O reconhecimento de ações de quatro de nossas operadoras demonstra o padrão de excelência que trabalhamos para manter no dia a dia, e que é motivo de grande orgulho para nós. Os mais de 18 milhões de beneficiários que contam com operadoras Unimed podem confiar em profissionais altamente qualificados, que oferecem cuidados integrais para a saúde e com infraestrutura e capilaridade de uma marca presente em 84% do território nacional”, diz Orlando Fittipaldi Junior, diretor de Gestão de Saúde da Unimed do Brasil.
O executivo explica ainda que a Unimed é a marca com a maior rede de hospitais acreditados do Brasil pela ONA (Organização Nacional de Acreditação), que considera o atendimento de critérios de segurança do paciente em todas as áreas, com 29 hospitais. A Unimed ainda possui três hospitais acreditados pela ACI (Accreditation Canada International), que monitora padrões internacionais em alta performance de qualidade e segurança, e um pela NIAHO (National Integrated Accreditation for Healthcare Organizations), certificado americano de excelência clínica e em negócios e segurança para o paciente.
Cases Reconhecidos
Unimed Vitória (ES): Categoria Núcleo de Segurança do Paciente do Ano – Case “A Gestão de Risco Assistencial Eficiente: A Teoria Aplicada na Pratica da Unimed Vitória (ES)”;
Unimed Recife (PE): Categoria Inovação em Segurança do Paciente – Case “Protocolo de Fêmur: Estratégia para Melhorar a Qualidade Assistencial do Hospital Unimed Recife III (NE)”;
Unimed Belém (PA): Categoria Aprendizado em Segurança do Paciente – Case “Projeto de Capacitação e Desenvolvimento em Segurança do Paciente da Unimed Belém (PA)”;
Unimed Santa Bárbara D’Oeste e Americana (SP): Categoria Aprendizado em Segurança do Paciente – Case “Pré-Natal Ativo da Unimed Santa Bárbara D’Oeste e Americana (SP)”.
Participação
O “Laboratório de Inovações e Reconhecimento para boas práticas de Segurança do Paciente” contou com 71 experiências inscritas. Os cases foram avaliados por uma comissão composta por integrantes da OPAS/OMS, servidores da ANS, representantes do Ministério da Saúde, e membros do Comitê Nacional de Segurança do Paciente. A divulgação final dos vencedores está prevista para o dia 8 de agosto, após período disponibilizado para contestação das instituições autoras.
Sobre a Unimed - A Unimed completa 50 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 348 cooperativas médicas, que prestam assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Atuando sob o modelo cooperativista, a Unimed conta com 114 mil médicos, 113 hospitais próprios e 2.719 hospitais credenciados, além de hospitais-dia, pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias que garantem a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas.
Fonte: Unimed do Brasil
A partir desta segunda-feira (17), está aberto o sistema da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) para recebimento das propostas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) na modalidade Formação de Estoques. O Programa é gerido pela Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead).
Como em anos anteriores, os projetos deverão ser enviados por meio do sistema PAAnet e poderão concorrer associações ou cooperativas com DAP jurídica ativa. Para uma melhor distribuição dos recursos, inicialmente será destinado um montante de R$1 milhão por região, sendo o valor máximo por CNPJ/projeto de R$480 mil (exceto para primeira participação). Para pontuação das propostas, serão utilizados critérios como o projeto ter participação de mulheres, de povos e comunidades tradicionais e de assentados da reforma agrária.
Igor Teixeira, analista de políticas sociais da Coordenação de Diversificação Econômica da Sead, explica que tal recurso garante benefícios importantes para a comercialização dos produtos advindos da agricultura familiar: “Tanto o agricultor quanto a cooperativa têm vantagens quando se inserem no PAA Formação de Estoque. A principal é a possibilidade de poder estocar os produtos ao longo de 12 meses e vender no momento mais oportuno, garantindo o melhor preço”.
Outra vantagem, de acordo com Igor Teixeira, é permitir o planejamento de comercialização do produto, especialmente para os agricultores que fornecem para mercados institucionais, como no caso de participação no Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). “Isso dá garantia de que a cooperativa vai fornecer o produto ao longo do período do contrato”, detalha.
O PAA Formação de Estoque representa também segurança na aquisição da matéria-prima, já que a cooperativa tem o recurso no momento certo para adquirir a produção do agricultor familiar, mesmo que não tenha ainda o retorno da venda do produto estocado. “A cooperativa consegue fazer o planejamento da comercialização e do estoque ao longo do ano, não vai vender o produto em momentos de baixa, vai vender no melhor momento possível”, explica Igor Teixeira.
Sobre o PAAnet
O aplicativo disponibilizado pela Conab tem o objetivo de facilitar e descentralizar o preenchimento das propostas de participação dos mecanismos do PAA. Com ele, as organizações fornecedoras têm a possibilidade de realizar o registro das propostas de maneira mais simples e eficiente.
A proposta do PAAnet é bastante similar ao do aplicativo da Receita Federal, para o preenchimento e transmissão do Imposto de Renda. Nesse sentido, a organização fornecedora poderá obter um dos dois aplicativos disponíveis (PAAnet-Proposta CPR-Estoque e PAAnet-Proposta CDS) por meio de download no site Conab.
As etapas das propostas para participação no PAA Formação de Estoques estão previstas da seguinte maneira:
De 17 de julho a 17 de agosto: recebimento dos projetos por meio do PAAnet.
De 18 a 23 de agosto: ranqueamento.
Dia 24 de agosto: publicação do ranking.
De 24 a 31 de agosto: adequações no projeto sem alterar itens de pontuação.
A partir de 1º de setembro: contratação dos projetos.
Leia mais sobre o PAA Formação de Estoque.