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Brasília (17/4/17) – Representantes das cooperativas de crédito do estado de Rondônia conheceram um pouco mais sobre a atuação das três casas do Sistema OCB (Sescoop, CNCoop e OCB) em prol do desenvolvimento do cooperativismo nacional. A visita ocorrida hoje foi acompanhada pelo presidente da unidade rondoniense, Salatiel Rodrigues, e faz parte do programa Portas Abertas, desenvolvido pela Gerência de Relações Instituições da unidade nacional do Sistema OCB.
A programação na Casa do Cooperativismo incluiu uma apresentação detalhada sobre o trabalhado de representação e defesa realizado pelo Sistema OCB, junto ao Três Poderes; uma palestra com representantes do Banco Central do Brasil, sobre o cenário do sistema financeiro nacional, bem como, sobre a regulação atual do setor.
O grupo também teve a oportunidade de conhecer o funcionamento do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop) e, por fim, participou de um bate papo com representantes do Sescoop, que dentre os assuntos abordados, explanou sobre o Programa de Desenvolvimento da Gestão de Cooperativas (PDGC) e, também, sobre o Prêmio Sescoop Excelência da Gestão, cujas inscrições encontram-se abertas até o próximo dia 28/4.
O Congresso Nacional foi a última parada dos rondonienses que se deslocaram até a casa de leis para conhecer de perto a atuação da OCB focadas nos parlamentares brasileiros.
SATISFAÇÃO
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, esteve com o grupo e fez questão de ressaltar sua satisfação ao receber, em Brasília, representantes de cooperativas de todo o país.
“Fico extremamente agradecido quando as cooperativas vêm até aqui, com o propósito de conhecer nosso trabalho de perto e, também, porque ao fazerem isso, elas contribuem conosco muito mais do que imaginam. Elas trazem ânimo e certeza. Digo isso porque também sou cooperado e só estou ocupando esta função de presidente do Sistema OCB por acreditar nas mesmas coisas que vocês. Não tenho dúvida de que as cooperativas têm muito a oferecer ao país, afinal, o que nos mantem unidos, como uma rede forte, é a confiança. E é exatamente isso que o consumidor tem buscado hoje em dia”, comentou a liderança.
Segundo ele, as mudanças sociais, políticas, econômicas e tecnológicas exigirão das cooperativas um nível de qualificação muito superior do que o que já se percebe.
“É necessário estar preparados para um mercado mais agressivo e para um consumidor mais exigente. Sem uma boa gestão, sem processos estruturados numa governança forte, não seremos competitivos. E, como sempre digo, a cooperativa é uma sociedade de pessoas, mas precisa gerar resultados. É para isso que ela existe e, assim, sempre manteremos ativo o espírito de estímulo à qualificação e à melhoria dos processos internos. Já avançamos muito, mas ainda há bastante para ser feito”, avalia Mário Freitas.
Brasília (13/4/17) – Com a intenção de promover o repasse de conhecimento a respeito do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop), o Sistema OCB/CE promoveu nesta semana uma oficina técnica que contou com a participação de representantes de diversas cooperativas do Ceará.
O PDGC tem por objetivo principal a promoção da adoção de boas práticas de gestão e de governança pelas cooperativas brasileiras. Sua metodologia está pautada no Modelo de Excelência da Gestão® (MEG), desenvolvimento pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) – uma espécie de referencial utilizado para promover a melhoria da qualidade da gestão e o aumento da competitividade das organizações. Ele é aplicado em ciclos anuais, visando à melhoria contínua a cada ciclo de planejamento, execução, controle e aprendizado.
APLICAÇÃO
“É a primeira vez que eu faço essa capacitação do PDGC. Estou com uma expectativa muito boa porque tenho certeza de que poderei levar este aprendizado para a cooperativa. E isso deve beneficiar não só os cooperados, mas toda a equipe que contribui no processo da boa gestão”, disse Allane Kátia Sabóia, auxiliar contábil da Sicredi Crateús.
EXCELÊNCIA DA GESTÃO
A capacitação promovida pelo Sistema OCB/CE contou, ainda, com a participação das analistas de Desenvolvimento da Gestão de Cooperativas da unidade nacional do Sescoop, Giulianna Fardini e Pâmella Brandão, que, além de discorrerem sobre o PDGC também explicaram como as cooperativas podem participar do Prêmio Sescoop Excelência de Gestão.
Segundo elas, para participar, as cooperativas matrizes singulares precisam estar registradas e regulares com o Sistema OCB e, ainda, fazerem parte do PDGC. As analistas reforçaram que a participação tanto no programa quanto no prêmio, são oportunidades para aprimorar a gestão, ampliar a rede de relacionamentos e aumentar a visibilidade da cooperativa.
Elas destacaram, por fim, que, após responder os questionários de Diagnóstico e Autoavaliação, a inscrição deverá ser confirmada. Assim, a cooperativa garante que está inscrita no Prêmio. Outra informação relevante é que essa inscrição é gratuita.
SAIBA MAIS
- PRÊMIO SESCOOP EXCELÊNCIA DA GESTÃO
(Com informações do Sistema OCB/CE)
Brasília (13/4/17) – Convergência de propósitos! Esta foi a marca da posse das novas lideranças nacionais da Unimed, ocorrida nesta quarta-feira (12/4), em São Paulo. O presidente do Sistema Ocesp, Edivaldo Del Grande, representou o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. O evento contou ainda, com a participação de Marcos Dias, presidente do Sistema OCB/RJ, José Roberto Ricken, presidente do Sistema Ocepar, e Renato Nobile, superintendente da unidade nacional do Sistema OCB.
À frente da Unimed do Brasil está o médico Orestes Pullin; Nilson Luiz May, assumiu a presidência da Unimed Participações; Helton Freitas, assume a Seguros Unimed; Alexandré Ruschi, é o novo presidente da Central Nacional Unimed. O mandato dos quatro executivos é quatro anos.
GESTÃO
A ampliação do Programa de Atenção Integral à Saúde, baseado no conceito médico de atenção primária, é a prioridade da nova gestão. De maneira prática, o programa permite que o paciente tenha um médico pessoal que conhece o seu histórico clínico, gerencia todos os aspectos da sua saúde e pode ser acionado por meio do telefone celular, quando necessário. Trata-se de um modelo baseado na experiência de países como Inglaterra, Holanda, Espanha e Canadá, onde estudos indicam que 80% dos problemas de saúde podem ser resolvidos por esses profissionais.
RESULTADOS
A iniciativa de criar o movimento Mude1Hábito, que incentiva as pessoas a mudarem hábitos simples em busca de uma melhor qualidade de vida, está alinhada à estratégia de cuidado integral da Unimed do Brasil. Para incentivar as pessoas a aderirem ao movimento, a Unimed criou a plataforma de mesmo nome, que consiste em um hub de conteúdo, onde as pessoas podem trocar experiências, utilizar ferramentas que vão ajudar na mudança e acompanhar sua evolução pessoal.
CONHEÇA MAIS
Unimed Participações: Presidida por Nilson Luiz May, controla a Seguros Unimed, além da Unimed Corretora e Unimed Serviços, consideradas empresas complementares. No ano de 2016, a Participações fechou com elevação de 13,41% no capital social, que agora supera os R$ 338 milhões. A Unimed Participações está entrando em uma nova etapa: uma mudança de sociedade limitada para sociedade anônima, movimento que buscará impulsionar a plataforma de negócios da marca.
Seguros Unimed: Presidida por Helton Freitas, é a seguradora do Sistema Unimed e atua de forma a ampliar as possibilidades de negócios das Unimeds, ao oferecer produtos que se adequam às estratégias de cada cooperativa, no relacionamento com clientes, médicos cooperados e colaboradores. Com 27 anos no mercado, a Seguros Unimed atua nacionalmente, nos segmentos de Saúde, Odontologia, Vida, Previdência Privada e, mais recentemente, nos Ramos Elementares – com crescente demanda por seguros patrimoniais e de responsabilidades.
Atualmente, cobre cerca de 6 milhões de segurados e conta com mais de 1,1 mil colaboradores em São Paulo e nos 22 Escritórios Regionais presentes em todo o país. Com faturamento consolidado de R$ 2,64 bilhões em 2016, a Companhia obteve lucro líquido de R$ 104,6 milhões, o que corresponde a um salto de 116% frente ao ano anterior. Além disso, administra uma carteira de ativos de R$ 2,74 bilhões, dos quais R$ 1,6 bilhão em fundos de previdência privada.
Central Nacional Unimed (CNU): Presidida por Alexandre Ruschi, foi criada em 1998, com o objetivo de ajustar a marca à regulamentação dos planos de saúde, atitude necessária após a decretação da Lei nº 9.656. A CNU é uma operadora nacional para planos de saúde empresariais com vidas em três ou mais estados, sendo que cada empresa precisa ter 300 usuários, no mínimo. Considerada a sexta maior operadora de saúde do Brasil, segundo a ANS, em 2016, a receita da Central Nacional Unimed registrou receita de R$ 4,7 bilhões, com custos assistenciais de R$ 4,3 bilhões.
Unimed do Brasil: Presidida por Orestes Pullin, a Unimed do Brasil é responsável por gerenciar e representar institucionalmente as cooperativas médicas que atuam sob a marca Unimed. Em 2016, a Unimed do Brasil obteve receita no valor de R$ 195,737 milhões, com custos e despesas administrativas de R$ 184,131 milhões.
Sobre a Unimed: A Unimed completa 50 anos de atuação no mercado de saúde suplementar. A marca nasceu com a fundação da Unimed Santos (SP), em 1967, e hoje é composta por 349 cooperativas médicas, que prestam assistência para cerca de 18 milhões de beneficiários em todo País. Por atuar sob o modelo cooperativista, a Unimed não é denominada como empresa, companhia, grupo ou holding, mas como cooperativa.
Clientes Unimed contam com 11 mil médicos, 114 hospitais e 2.810 hospitais credenciados, além de hospitais-dia, pronto-atendimentos, laboratórios e ambulâncias que garantem a qualidade da assistência médica, hospitalar e de diagnóstico complementar prestada aos beneficiários das cooperativas.
(Com informações da Unimed do Brasil)
Brasília (6/4/17) – Cooperativas cearenses iniciaram hoje o curso de formação de Agentes de Desenvolvimento Humano (ADH), uma iniciativa do Sistema OCB/CE. A capacitação, cuja carga horária é de 12h e que ocorre na Casa do Cooperativismo Cearense, termina nesta quarta-feira, 7/4, e conta com o apoio da unidade nacional do Sescoop.
De acordo com a gerente de Formação Profissional do Sistema OCB/CE, Ilana Oliveira, o aprendizado é para sempre. “As cooperativas estão se atualizando o tempo todo e, por isso, nós queremos que os ADHs sejam um grande potencial de conhecimento à disposição do setor”, disse Ilana.
O trabalho com o ADH ocorre em paralelo com a nacionalização do Sistema de Gestão do Desenvolvimento Humano (GDH), que permite às cooperativas fazerem a gestão de suas ações. Nesse caminho aparece a figura do ADH, que é um funcionário da cooperativa e interlocutor com o Sescoop.
A capacitação também está sendo acompanhada pela coordenadora de Desenvolvimento Humano do Sescoop/SP, Andrea Mattos Pinheiro, e pela analista de Formação Profissional da unidade paulista, Camila Matos.
(Com informações do Sistema OCB/CE)
Cooperativismo de MS ganha comissão na OAB/MS
As cooperativas de Mato Grosso do Sul já podem contar com mais um importante parceiro no seu processo de desenvolvimento: a Comissão de Direito Cooperativo da OAB/MS, instalada no último dia 30/3. A composição é a seguinte: André de Assis Rosa será o presidente e, Alípio Laca de Oliveira, vice-presidente. "É uma vanguarda da OAB/MS, criar essa comissão e ter uma nova visão do direito cooperativo, desse sistema que é tão difundido na Europa e em outros países do mundo e poder auxiliar na sua viabilidade", afirmou André de Assis, que também ressaltou que o objetivo dessa comissão é trabalhar, buscar e conhecer e apresentar o cooperativismo à sociedade sul-mato-grossense. Segundo o assessor jurídico do Sistema OCB/MS, José Henrique Vigo, esse era um anseio antigo do cooperativismo no estado. "O setor, no MS e no Brasil, está em ascensão e, com isso, o estudo do Direito Cooperativo só vem a fomentar ainda mais esse desenvolvimento", declara. (Com informações do Sistema OCB/MS)
Copasul rumo ao primeiro bilhão
Em meados de 1978 a ideia de uma cooperativa parecia algo audacioso demais para um pequeno grupo de cotonicultores de Naviraí, Sul do Mato Grosso do Sul. Através de muito esforço, ousadia e confiança, aquele plano que parecia algo impossível, ganhou corpo, associados e nome: nascia a Copasul, Cooperativa Agrícola Sul Matogrossense. Hoje, com 38 anos, tudo indica que em 2017 a Cooperativa irá concretizar um grande projeto: o faturamento do primeiro bilhão. Desde 2012, quando a meta de R$ 1 bilhão foi lançada no planejamento estratégico da cooperativa, várias ações foram sendo adotadas para o crescimento e expansão dos negócios. O resultado é um crescimento contínuo nos últimos anos. Em 2011, o faturamento foi R$ 386 milhões e, em 2016, mais de R$ 977 milhões, o que significa uma média de crescimento de 20,4% ao ano. Hoje a Copasul está presente em 7 municípios e possui 16 unidades, sendo 7 de recebimento de grãos, 2 unidades industriais, 1 unidade de distribuição de insumos, 1 unidade de irrigação, 2 unidades agropecuárias, 2 unidades de difusão de tecnologia e a sede administrativa. São aproximadamente 500 colaboradores e mais de 900 associados. (Com informações da cooperativa)
Depósitos totais da Unicred do Brasil crescem 22% em 2016
A Unicred anuncia os resultados de 2016. A instituição conseguiu aumentar em 22% os depósitos totais, que tiveram um saldo médio acima de R$ 7,6 bilhões. Já o saldo médio das operações de crédito teve uma expansão de 9,6%, atingindo R$ 4,8 bilhões em dezembro de 2016. De acordo com o CEO da Unicred do Brasil, Fernando Fagundes, o capital social da instituição subiu 7,8% e alcançou um saldo de R$ 1,1 bilhão. “Nossa governança permeia todo o planejamento que traçamos para o Sistema. Os números nos mostram que estamos no caminho certo”, afirma Fagundes. O presidente ressalta que o número de cooperados aumentou 7% em 2016, o que trouxe mais de 24.416 mil novos associados, o que totaliza, no fim do ano passado, 181.905 entrantes no Sistema. “Nossa meta para esse ano é mantermos essa taxa de crescimento, o que pode se dar por meio das singulares que serão inauguradas”, explica Fagundes. O ativo total, em 2016, cresceu 19,9% e alcançou R$ 9,3 bilhões. Já o patrimônio líquido aumentou 9,2%. “Chegamos a um patamar de R$ 1,4 bilhão. Para 2017, a expectativa é que esse volume cresça cerca de 12%”, conclui o CEO. (Fonte: Unicred do Brasil)
Sicredi anuncia crescimento de 36,1% no resultado em 2016
O Sicredi registrou em 2016 crescimento de 36,1% e alcançou o resultado líquido recorde de R$ 1,96 bilhão. Deste total, R$ 452,7 milhões foram pagos via juros ao capital social dos associados. O retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio (ROAE) foi de 20,4%, aumento de 0.9 p.p. em relação a 2015. Os dados do combinado de 2016 incluem os números da Central Norte Nordeste, filiada ao Sicredi em março de 2016. Na região de GO, MS e TO a evolução foi ainda mais expressiva por se tratar de uma área de forte expansão do Sicredi, tendo o resultado em 2016 aumentado em 71% em relação a 2015. Segundo o Presidente da Central Sicredi Brasil Central, Celso Figueira, o Sicredi alcançou níveis de crescimento bem acima da média do mercado com a abertura de novas agências e teve um aumento da carteira de poupança e um significativo aumento nos ativos, disponibilizando recursos para o agronegócio, quando a perspectiva era de escassez de recursos nessa linha. No país, os ativos totais do Sicredi apresentaram crescimento de 25,5%, na comparação com o ano anterior, totalizando R$ 65,9 bi. O patrimônio líquido registrou expansão de 33,6%, somando R$ 10,8 bi, em dezembro de 2016. Em 2016, os depósitos totais fecharam com volume de R$ 42,9 bilhões, refletindo a ampliação da liquidez do Sicredi. (Fonte: Sicredi)
Brasília (6/4/17) – Ao longo desta semana, técnicos do Sescoop/PE estão participando de uma capacitação cujo objetivo é o uso da ferramenta do Sistema de Gestão do Desenvolvimento Humano (GDH). O encontro conta com a participação do analista de Promoção Social da unidade nacional do Sescoop, Guilherme Gonçalves.
Com a formação, a ideia é fazer com que as atividades administrativas da unidade estadual ganhem mais elementos para auxiliar na mensuração de dados de desenvolvimento humano, sempre visando à uma padronização com as outras unidades.
De acordo com Guilherme, com o GDH é possível gerenciar as atividades realizadas dentro das cooperativas com a parceria do Sescoop. Dessa maneira, existe a possibilidade de unificar os trabalhos e manter um histórico para a prestação de contas dos eventos realizados. Dentro dessa prestação, fica fácil a identificação das fases de orçamento, projeto, planejamento e execução. Além disso, a ferramenta possibilita o gerenciamento das informações em tempo real.
A ferramenta já está sendo usada pelo Sescoop/PE desde janeiro de 2017, porém, com a capacitação, novas informações serão trabalhadas, potencializando o uso do programa na entidade. Para a analista em cooperativismo, Luiza Helena Gomes, a maior importância em aderir à ferramenta está dentro do controle das ações realizadas na unidade e o poder de auxiliar em próximas ações.
“Ela oferece subsídio para se conhecer com profundidade os processos e o planejamento de novas atividades. Outro ponto positivo está na prestação de contas, que agora fica mais direta. O GDH é um diferencial no Sescoop/PE e que vai possibilitar uma troca de conhecimento mais rápido entre todas as unidades”, comentou a analista.
(Com informações do Sescoop/PE)
Brasília (6/4/17) – A metodologia de arrecadação do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) será apresentada a cooperativas gaúchas, no próximo dia 11. O trabalho faz parte da programação do Fórum Contábil e de Recursos Humanos - Impacto Previdenciário e Trabalhista nas Cooperativas com o eSocial, iniciativa do Sistema Ocergs. As informações serão repassadas pelo gerente financeiro da unidade nacional do Sescoop, Carlos Roberto Baena.
No mesmo dia, a gerente de Relações Institucionais da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Fabíola Motta, também discorrerá sobre as ações do Sistema OCB, realizadas junto aos Três Poderes, com foco no desenvolvimento das cooperativas do país.
O evento ocorrerá em Porto Alegre e as inscrições podem ser feitas no site da unidade estadual. Para obter informações adicionais, os interessados poderão encaminhar um e-mail para
PROGRAMAÇÃO
08h30 – 09h: Credenciamento
09h – 09h15: Abertura - Vergilio Perius, com presidente do Sistema Ocergs
09h15 – 09h30: Metodologia de arrecadação ao Sescoop, com Carlos Baena, gerente de Finanças
09h30 – 10h15: Eventos do eSocial na visão do Ministério do Trabalho e Emprego, com José Alberto Maia
10h15 – 10h30: Intervalo – Coffee Break
10h30 – 11h15: eSocial e EFD-Reinf na visão da Receita Federal do Brasil, com Samuel Kruger
11h15 – 12h: eSocial - Segurança e Medicina do Trabalho, com Orion Savio Santos de Oliveira, do Ministério da Previdência Social
12h – 12h30: Sessão de perguntas e respostas
12h30 – 13h30: Intervalo
13h30 – 14h30: Atuação do Sistema OCB, com Fabíola Motta, gerente de Relações Institucionais da OCB
14h30 – 15h: Alinhamento dos Programas Finalísticos - Gerências das Áreas Finalísticas do Sescoop/RS
15h – 15h30: Sessão de perguntas e respostas
15h30: Encerramento
(Com informações do Sistema Ocergs)
Brasília (3/4/17) – Em dez anos, entre 2006 e 2016, as operações de crédito feitas por cooperativas de crédito saltaram de R$ 13 bilhões para R$ 106 bilhões. Já os depósitos subiram de R$ 15 bilhões para R$ 126 bilhões. Em mais de 500 munícipios brasileiros as cooperativas são a única instituição financeira presente. Pois o cooperativismo financeiro será o tema uma conferência internacional que ocorrerá amanhã e quarta-feira (4 e 5/4), em Foz do Iguaçu (PR).
Especialistas da Alemanha, Paraguai, Portugal, Venezuela e Argentina serão alguns dos palestrantes do evento. Também estão confirmadas as participações do diretor de regulação do Banco Central do Brasil, Otávio Damaso, do presidente do Sicoob Unicoob, Jefferson Nogaroli, do presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken, entre outros. Representantes do Sistema OCB também acompanharão as discussões. O evento será no Mabu Thermas Grand Resort.
DESENVOLVIMENTO REGIONAL
Nos dois dias do evento serão discutidos temas ligados ao desenvolvimento regional e o papel das cooperativas na promoção desse desenvolvimento. Segundo o presidente do Conselho de Administração do Sicoob Central Unicoob, Jefferson Nogaroli, um dos organizadores do evento, “as cooperativas têm uma vocação que é mudar a realidade das comunidades onde elas se inserem”.
Por isso, debater sobre a contribuição que as cooperativas podem oferecer, inclusive, para a geração de riquezas, segundo Nogaroli, “é essencial nesse momento em que o Brasil passa por uma grave crise econômica e de valores”. “As cooperativas nascem para mudar a vida das pessoas, e não podemos perder essa perspectiva senão passamos a jogar o jogo do mercado e fugimos de nossa vocação”, argumenta Nogaroli.
PAINÉIS
A conferência trará painéis especiais para discutir os temas da educação cooperativa e tecnologias inovadoras, com a participação do Banco Central, do Sebrae e do Instituto Sicoob. As palestras e debates terão como foco três perguntas, para contribuir com a atuação cotidiana dos participantes e o planejamento estratégico de suas cooperativas: Como estamos contribuindo para o desenvolvimento de nossas regiões? O que podemos fazer mais? E o que podemos fazer melhor?
As experiências brasileiras serão apresentadas pelos convidados:
- José Roberto Ricken, presidente da Ocepar;
- Márcio Port, da Sicredi Pioneira de Nova Petrópolis, RS;
- Luiz Ajita, do Sicoob Metropolitano de Maringá, PR;
- Moacir Krambeck, da Viacredi de Blumenau, SC;
- Marcos Maier, do Sicoob Credichapada de Chapada Gaúcha, MG;
- Ivan Capra, do Sicoob Credisul de Vilhena, RO;
- Joãozinho Leite, do Sicoob Saromcredi, de São Roque de Minas, MG;
- Augusto Sperotto, da Sociedade de Garantia de Crédito do Oeste do Paraná;
- Otávio Damaso, do Banco Central do Brasil.
Os apresentadores internacionais serão:
- Mathias Arzbach, da DGRV (Confederação Alemã de Cooperativas);
- Alejandro Simon, da cooperativa de seguros Sancor Seguros, da Argentina;
- Norbert Friedrich, da Volksbank, de Trier na Alemanha;
- José Fernando Figueiredo, da SPGM – Sociedade de Investimento S/A, holding do Sistema Nacional de Garantia Mútua de Portugal;
- Alejandro Soriano, da CAF – Corporação Andina de Fomento, da Venezuela.
PROGRAMAÇÃO
A programação do evento consta em www.conferenciacdr.coop.br. (Assessoria de Imprensa do evento)
NÚMEROS
- Cooperativas de crédito: 1.019
- Número de associados: 9 milhões
- Número de postos de atendimentos: 5,6 mil
- Estão presentes em todos os estados
- 90% dos associados são pessoas físicas
Fonte: Banco Central (janeiro de 2017)
O projeto ‘Expansão da Guaranaicultura- Corredor Metropolitano de plantação do Guaraná’ é um projeto da Embrapa Amazônia Ocidental com o apoio de um arranjo Institucional que envolve a Prefeitura de Manaus, Manacapuru, Presidente Figueiredo, Iranduba, Rio Preto da Eva e o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam), além do patrocínio das empresas Brasil Kirin e Sabores Vegetais.
O projeto também conta com apoio do Sistema OCB/AM, da Cáritas Arquidiocesana de Manaus, Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), Instituto Nacional de Educação Científica Agroecológica da Amazônia (Instituto Amaós), Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amazonas (Ifam), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) e da Universidade Federal do Amazonas (Ufam).
A Embrapa iniciou, no dia 23 de Março, o plantio de mudas de cultivares de guaranazeiro nas 31 Unidades de Referência Tecnológica (URTs), implantadas em áreas de agricultores familiares, localizadas em 15 comunidades nos municípios de Manaus, Iranduba, Presidente Figueiredo, Rio Preto da Eva e Manacapuru, atingindo um total de 20 hectares (ha) de área cultivada. O município de Manacapuru foi um dos que recebeu esse plantio de mudas de guaraná, com o objetivo de fortalecer e aumentar a produção do fruto no Amazonas.
A Coomapem (Cooperativa Mista Agropecuária de Manacapuru), recebeu, nesta ultima sexta-feira, 31, técnicos da Embrapa para o primeiro cultivo, com plantio de 2 hectares de guaraná. A presidente da cooperativa, Eliana Medeiro, destacou a iniciativa da Embrapa: “Estamos muito otimistas com essa oportunidade da Embrapa e acredito que será um sucesso, pois estamos com todo apoio da prefeitura e demais empresários e parceiros. Com esse projeto, surge uma nova oportunidade de desenvolver alternativas produtivas para o município e para os nossos cooperados”, frisou a presidente.
Para a coordenadora do programa, Indramara Lôbo, foi de extrema importância essa iniciativa em Manacapuru: “Estamos fazendo uma rota em alguns municípios da unidade demonstrativa de guaraná, com a unidade de conhecimento para que eles possam conhecer a cultura e adotar como alternativas de plantios e geração de renda dentro da comunidade, com foco mercadológico para atender as indústrias conceituadas do pólo e gerando mais emprego”, afirmou a líder do projeto.
Segundo o Secretário de Produção Rural do município, Nailson Ferreira: “Manacapuru tem uma potencialidade muito grande mas com uma produção muito dispersa e com a Embrapa reunindo esses parceiros das instituições do poder público e agentes financeiros das indústrias, isso tem tudo para fortalecer”, destacou o secretário.
O vice-prefeito de Manacapuru, Raimundo França Capela, agradeceu pelo reconhecimento dessa nova oportunidade e ressaltou que a prefeitura vai entrar com total apoio: “Fico muito feliz por essa nova tecnologia aqui no município e fiquei muito entusiasmado com essa expectativa de lucro, pois todos os agricultores que aqui produzem, vendem para nós da prefeitura, e estamos juntos nesse novo negócio”, ressaltou o prefeito.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação –Sistema OCB/Sescoop/AM
Curitiba (31/3/17) – No domingo (2/4), a Ocepar completa 46 anos. Tudo começou quando representantes de 34 cooperativas do Paraná se reuniram em Curitiba, em 2 de abril de 1971, para o III Encontro de Dirigentes Cooperativistas e para Assembleia Geral, e decidiram fundar a organização, com a missão de representar e defender os interesses do sistema cooperativista paranaense perante às autoridades constituídas e à sociedade, bem como prestar serviços adequados ao pleno desenvolvimento das cooperativas e de seus integrantes.
Naquele ano, de acordo com estudos do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), havia no estado cerca de 56 mil cooperados, a maioria associados a cooperativas dos ramos agropecuário e de consumo. Atualmente, a entidade possui 221 cooperativas filiadas, de dez diferentes ramos (agropecuário, crédito, saúde, transporte, infraestrutura, educacional, habitacional, turismo e lazer, consumo e trabalho) que, juntas, possuem 1,4 milhão de cooperados, geram mais de 2,8 milhões de postos de trabalho e alcançam 3 milhões de pessoas, entre associados, colaboradores e familiares. Juntamente com o Sescoop/PR e a Fecoopar, a organização integra o Sistema Ocepar.
Em 2016, o faturamento do cooperativismo paranaense registrou crescimento de cerca de 16% em relação a 2015, atingindo o valor de R$ 70 bilhões. “Mesmo sofrendo os impactos do atual cenário econômico e político desfavorável, as nossas cooperativas têm obtido resultados positivos. Isso ocorre devido ao planejamento das nossas atividades. Atualmente nossas ações estão sustentadas por meio do Plano Paraná Cooperativo 100 (PRC 100), cujo principal objetivo é atingir R$ 100 bilhões de faturamento. E, para conquistar essa meta, estamos contando com a participação e coloração de todas as cooperativas filiadas, num trabalho conjunto e articulado”, afirma o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.
Para ele, a integração entre a entidade, dirigentes, colaboradores e cooperados de todas as regiões do Estado tem sido fundamental para o desenvolvimento do cooperativismo paranaense. “Somente com a junção de esforços poderíamos ter avançado tanto. A Ocepar sempre esteve atenta às demandas vindas da base. Todas as decisões sobre os rumos que devemos tomar são discutidas e deliberadas de forma democrática e transparente, sempre com um único propósito: beneficiar nossos cooperados e prestar o melhor serviço para eles. Quando fazemos isso, desfrutamos de um efeito multiplicador pois, ao melhorar a qualidade de vida do quadro social das cooperativas, as comunidades também são beneficiadas. Isso faz parte dos princípios que norteiam o cooperativismo. Lembrando que as cooperativas são as principais empresas instaladas em pelo menos 100 dos 399 municípios do Paraná, proporcionado oportunidades de emprego, geração de renda e movimentando as economias locais”, ressalta. (Fonte: Sistema Ocepar)
Brasília (29/3/17) – O cooperativismo catarinense é reconhecido e festejado pelos organismos nacionais do setor e pelo público em geral como um dos melhores do Brasil. A frase é do presidente do Sistema Ocesc, Luiz Vicente Suzin, em um artigo recém publicado.
Segundo ele, o sucesso do cooperativismo em Santa Catarina pode ser medido por meio dos números. Ele ressalta que as 260 cooperativas registradas na Ocesc reúnem 1,9 milhão de pessoas e movimentam R$ 27 bilhões ao ano, nas mais diversas atividades econômicas.
As razões destacadas pela liderança cooperativista são a intercooperação e a atuação das cooperativas em rede. Confira o que mais ele diz sobre o desempenho das cooperativas catarinenses.
Intercooperação e atuação em rede
O cooperativismo catarinense é reconhecido e festejado pelos organismos nacionais do setor e pelo público em geral como um dos melhores do Brasil. Alguns números revelam essa eficiência: as 260 cooperativas registradas na Ocesc reúnem 1,9 milhão de pessoas e movimentam R$ 27 bilhões ao ano nas mais diversas atividades econômicas.
Se considerarmos que cada cooperado (associado) representa uma família, constataremos que mais da metade da população de Santa Catarina está ligada ao cooperativismo. Dois fatores explicam esse fenômeno. O primeiro deles é a vocação do catarinense para as diversas formas de associativismo, dos quais, o cooperativismo é o mais expressivo e aquele que produz melhores e maiores resultados.
O segundo fator é o modo de atuação em rede, verticalizado e horizontalizado – aquilo que se convencionou chamar de intercooperação. Nada traduz com tanta fidelidade o nível de desenvolvimento de um sistema cooperativo como o grau de intercooperação existente entre as sociedades que o constituem. O termo pode aparentar um desses modismos que periodicamente surgem e desaparecem nas áreas da Administração e da Economia, com vistoso tratamento de marketing e escasso conteúdo científico. Mas não é. Intercooperação, na verdade, é o sexto dos sete princípios do cooperativismo mundial. Preconiza a parceria, a ação conjunta, o relacionamento institucional, político e comercial entre as cooperativas.
A intercooperação estabelece um relacionamento horizontal das cooperativas singulares entre si, mais profícuo que o relacionamento vertical que elas mantêm com as centrais, federações e confederações. Aqui se sobressai o sentido de rede, de verticalidade, de harmonia e integração da base operacional (as cooperativas singulares dos diversos ramos) e com as estruturas de fortalecimento (as cooperativas centrais) e de planificação e defesa institucional do setor (as federações, confederações, OCEs e Sistema OCB).
Por meio dessa filosofia de atuação em rede, definem-se ações conjuntas e viabilizam-se empreendimentos e projetos comuns de natureza comercial, industrial, cultural e tecnológica. Em muitos países, essa prática permitiu às cooperativas crescer e enfrentar as adversidades do mercado, criando um escudo protetor que as mantêm imune às adversidades do mercado e à deslealdade dos agentes econômicos.
É essencial estimular uma cultura de integração, de concepção do cooperativismo como uma doutrina que pode e deve envolver todas as áreas da atividade humana, valorizando o trabalho, estimulando a solidariedade, premiando a participação e recompensando o esforço individual fulcrado no compromisso coletivo. Isso inclui educar os cooperados e encorajar os dirigentes sobre os benefícios da intercooperação, colocando em marcha ações que otimizem o uso das estruturas locais, regionais, nacionais e internacionais.
Quanto mais intensa for a intercooperação, maior independência conquistará o sistema cooperativista e melhor cumprirá seu desiderato social.
Fonte: http://www.ocesc.org.br/secao/home
Luiz Vicente Suzin
Presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (SESCOOP/SC)
Brasília (29/3/17) – Resultados positivos. Este é o resultado da avaliação que motivou a reunião entre representantes do Sistema Ocergs, Ministério Federal para a Alimentação e Agricultura da Alemanha (BMEL) e da DGRV (Confederação de Cooperativas Alemãs). A reunião ocorreu na segunda-feira (27/3), na sede da Escoop, em Porto Alegre (RS) e contou com a participação de representantes do Sistema OCB.
Brasileiros e alemães se reuniram para avaliar o resultado das ações realizadas por meio do projeto de cooperação bilateral, assinado em 2010 e cujo objetivo é fortalecer as estruturas do cooperativismo no setor agropecuário no RS. O grupo também definiu os novos passos a serem dados pelas instituições. Um dos encaminhamentos é desenvolver ações semelhantes, mas com foco nos estados do Paraná, São Paulo e Espírito Santo. A coordenação ficará a cargo do Sistema OCB.
NACIONALIZAÇÃO
O representante do BMEL, Ulrich Hermann Kleinwechter, salientou que as ações realizadas junto às cooperativas gaúchas foi muito bom e embasa a continuidade do projeto. Segundo ele, possibilita, ainda, que as boas iniciativas sejam ampliadas para o restante do Brasil, por meio da OCB e para a Argentina.
“O início do trabalho com a OCB corresponde aos interesses que o Ministério Alemão tem no projeto e o papel da Ocergs foi fundamental para o seu sucesso”, ponderou. Kleinwechter disse ainda que já foram disponibilizados recursos adicionais para a ampliação do projeto e que as metas são ambiciosas para o futuro.
PARCERIA
Já Vergilio Perius avaliou que o cooperativismo nacional tem outras dimensões, e o Ministério da Agricultura da Alemanha conhece bem essas dimensões. “A escolha dos três estados se dá por terem a mesma cultura e desenvoltura que nós e isso garante o sucesso do projeto”, observou.
Perius disse ainda que com o envolvimento da OCB, a representação nacional do projeto está garantida. “Seguiremos apoiando sempre, na medida em que seremos parceiros no aspecto acadêmico, por meio da formação da Escoop e da transferência de inovação tecnológica”, argumentou.
RESULTADO POSITIVO
O representante do lado brasileiro do projeto de cooperação e gerente jurídico do Sistema Ocergs, Mário De Conto, disse da satisfação de ver os bons resultados do projeto. “Nossos objetivos todos foram alcançados e, ainda, superados. Isso é resultado de muitas pessoas trabalhando juntas. Um projeto que se mostrou muito flexível, pois ao longo do tempo sofreu inúmeras adaptações para que chegássemos aos ótimos resultados aqui apresentados. Fico feliz que possamos continuar com ele em nível nacional”, sublinhou.
SINTONIA
Já Cristoph Plessow, representante da DGRV, valorizou o fato de estarem todas as partes sintonizadas. “O projeto vai continuar funcionando para promover nas cooperativas um desenvolvimento eficiente. O elemento comum dos sistemas contribui para o aumento da eficácia do desempenho das cooperativas”, assinalou.
PRESENÇAS
Também participaram da reunião: o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do RS, Tarcísio Minetto, o presidente do Sistema Ocergs, Vergilio Perius, o representante do Ministério de Agricultura da Alemanha (BMEL), Ulrich Hermann Kleinwechter, o representante da DGRV, Cristoph Plessow e Arno Boerger, representante do lado alemão; o gerente geral da Câmara Brasil-Alemanha, Valmor Kerber, e a representante da Embaixada da Alemanha em Brasília, Paula Lucatelli.
(Com informações do Sistema Ocergs)
Belo Horizonte (28/3/17) – O cooperativismo médico é, hoje, uma das grandes forças do setor de serviços em Minas Gerais. O segmento cooperativista é responsável por 7,3% do PIB mineiro, sendo que as cooperativas de saúde do estado representam 17,7% do PIB do setor. Esse resultado está vinculado, principalmente, à atuação de órgãos que promovem a governança e a gestão das empresas, por meio de consultorias permanentes e desenvolvimento de produtos e ferramentas adequadas ao negócio.
As operadoras de planos de saúde do Sistema Unimed, líder do segmento em Minas, são representadas política e institucionalmente pela Unimed Federação Minas, responsável também por programas e serviços que contribuem para a sustentabilidade das Unimeds.
“Nos últimos 40 anos, a Unimed Federação Minas tem sido exemplo disso, contribuindo fortemente para o alinhamento da gestão em benefício do desenvolvimento do cooperativismo médico e da assistência em saúde”, afirma Ronaldo Scucato, presidente da Ocemg (Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais).
A governança e a gestão, dois temas tão em voga no mercado atual, são os pilares que guiam o trabalho desenvolvido para as cooperativas do Sistema Unimed mineiro. Segundo o presidente da Unimed Federação Minas, Marcelo Mergh Monteiro, para se obter o sucesso nesses quesitos é fundamental o foco no pioneirismo. “Trabalhamos sempre em prol do que o nosso mercado demanda. Temos uma equipe extremamente qualificada que trabalha pela inovação, desenvolvendo novos produtos adequados às necessidades das operadoras”.
Exemplo de inovação, o Painel de Risco do Negócio com foco na Governança Cooperativa (Pring), permite acompanhar os riscos do negócio das cooperativas, avaliando as dimensões: Regulatória, Trabalhista, Tributária, Institucional, Assistencial e Econômico-financeira, por meio de cruzamento de dados.
Em parceria com a Ocemg, a Unimed Federação Minas contribui também para o progresso do modelo cooperativista no estado. “O Sistema Unimed é modelo de gestão e resultados. Exemplifica bem como colocar os interesses coletivos em primeiro plano para alcançar resultados, qualidade de vida e bem-estar para cada um de seus membros e ainda para o seu entorno de atuação. Isso demonstra cotidianamente que quando os esforços são concentrados em uma mesma direção, com a dedicação de todos que atuam no negócio, o crescimento é apenas uma consequência do trabalho realizado”, comenta Ronaldo Scucato.
(Fonte: Unimed Federação Minas)
Brasília (28/3/17) – Dirigentes de 25 cooperativas pernambucanas conheceram mais de perto o Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC), durante um workshop oferecido pelo Sescoop/PE, na quinta e sexta-feira da semana passada, em Recife.
O encontro teve por objetivo facilitar o entendimento dos gestores no programa, visando a contribuição do desenvolvimento da autogestão, sempre de olho na sustentabilidade e no ambiente de respeito aos valores e princípios cooperativistas. Os cooperativistas receberam informações relativas ao correto preenchimento dos formulários eletrônicos do PDGC com as informações das cooperativas.
O primeiro módulo foi conduzido pela especialista da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), Luciana Lima. Ela ficou responsável por auxiliar os dirigentes no desenvolvimento de um plano de melhoria contínuo da gestão nas cooperativas, baseado nas respostas do questionário do PDGC em 2017. A especialista, explicou os conceitos do programa e como ele pode ser um divisor de águas no entendimento de uma gestão de excelência nas instituições.
“Nossa meta maior é auxiliar a quem faz o cooperativismo pernambucano na elaboração de um bom plano de melhoria de gestão, baseado na autoavaliação permitida pelo PDGC, que é realizado em ciclos anuais. Além de o encontro facilitar no entendimento da ferramenta, ele nos permite trocar experiências entre o público. Isso nos possibilita analisar quais são os pontos fortes e fracos da cooperativa e ajuda a traçar mais ações de melhoria a partir de outras vivências”, comentou Luciana Lima.
A vice-presidente da Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas de Pernambuco (Coopanest-PE), Joyse Breenzinckr Ferreira, disse que a cooperativa está caminhando para um melhor entendimento no PDGC, tendo até o momento conquistado o selo ISSO 9001, que assegura a qualidade do local nos processos de gestão de governança.
“Temos o selo, que garante a nossa qualidade. Porém, agora, buscamos uma avaliação voltada prioritariamente para cooperativas. O PDGC será um enorme ganho e nos dirá como melhorar no seguimento, respeitando os valores como cooperativa. Nossa direção já está convicta de que, com o questionário do programa, poderemos evoluir cotidianamente, nos tornando uma referência”, pontuou a vice-presidente da Coopanest.
(Com informações do Sistema OCB/PE)
Brasília (28/3/17) – Reformar para Competir. Este é o tema da 16ª edição do congresso da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), realizado com apoio do Sistema OCB. O evento ocorrerá no dia 7 de agosto e será marcado por debates sobre temas como as reformas urgentes para o Brasil, a modernização trabalhista, a reforma tributária e, ainda, a nova geopolítica. Os debatedores convidados são profissionais e especialistas de renome, dentro e fora do país.
O tema desse ano obedece à linha de sequência das questões apresentadas e debatidas nos congressos anteriores, sintonizado na ideia da construção de um país moderno com sustentabilidade. Em 2016, sob o tema Liderança e Protagonismo, foram tradados o potencial e a força do agronegócio brasileiro, diante dos compromissos desafiadores nos ambientes internos e externos.
REFORMAS ESSENCIAIS
Para 2017, as reformas essenciais são colocadas no centro das discussões, frente às novas tecnologias e as peculiaridades dos sistemas produtivos contemporâneos.
O Brasil tem no agronegócio a principal alavanca de sua balança comercial e do seu desenvolvimento descentralizado. As revoluções tecnológicas e de gestão do setor agropecuário são constantes e silenciosas. No entanto, o setor é penalizado com as políticas públicas deficientes na infraestrutura e na logística.
Há também uma série de problemas ligados à burocracia e os custos de uma legislação tributária e trabalhista que não mais oferece produtividade e competitividade ao país.
NÚMEROS
No ano passado, o Congresso contou com 830 participantes, entre eles formadores de opinião, executivos de empresas do setor e autoridades; 220 jornalistas de todos os estados brasileiros; e 5,5 mil pessoas acompanhando o evento pela internet.
SAIBA MAIS
Para saber mais sobre o evento, clique aqui.
Brasília (27/3/17) – A qualificação técnica dos profissionais das cooperativas brasileiras é uma das atribuições do Sistema OCB, por meio do Sescoop. O objetivo é simples: ampliar a competitividade do movimento cooperativista. Por isso, foi iniciado, na última semana, o Treinamento em Bovinocultura de Leite, cujo público-alvo são profissionais ligados a cooperativas agropecuárias. O curso é realizado em parceria com a Embrapa Gado de Leite.
O primeiro módulo ocorreu na sede da Embrapa, na cidade mineira de Juiz de Fora e contou com a participação de 25 profissionais ligados a cooperativas de leite dos estados de MG, SP, RJ, ES e PR. Também participaram pesquisadores da Embrapa e representantes do Sistema OCB.
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, a parceria com a Embrapa “representa um caminho para que os resultados gerados pela pesquisa cheguem aos profissionais responsáveis pela transmissão desses conhecimentos aos agricultores, possibilitando, assim, que a experiência dos extensionistas seja incorporada ao setor produtivo.
ORIENTAÇÃO
Nesta parceria, a Embrapa apontará as principais soluções tecnológicas para a cadeia produtiva de leite, bem como temas transversais, e disponibilizará especialistas para a capacitação, conforme sua área de competência.
A Embrapa também será responsável por desenvolver e conduzir os cursos voltados à transferência de tecnologia, conforme acordos e negociações com O Sistema OCB, além de disponibilizar infraestrutura e materiais específicos para a realização dos cursos.
MOTIVAÇÃO
O principal objetivo da parceria é a capacitação de profissionais das ciências agrárias que, atuando como multiplicadores e interlocutores com os cooperados do setor agropecuário, propiciarão o acesso e a aplicação de novas tecnologias que levem ao desenvolvimento das atividades individuais desses beneficiários e, consequentemente, das suas cooperativas.
METODOLOGIA
As capacitações serão ministradas no Campo Experimental José Henrique Bruschi da Embrapa, no município de Coronel Pacheco, Minas Gerais. A fazenda possui, como suporte à capacitação, laboratórios, experimentos de campo, Vitrine de Forrageiras (com o objetivo de apresentar as características das principais forrageiras recomendadas para o Brasil). Possui ainda, pastos, piquetes rotacionados, sistemas de produção de leite a pasto e em confinamento, áreas de plantio de cana-de-açúcar e de milho, áreas com integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF), sistema silvipastoril, sistema de produção de leite com resíduos destinados a um biodigestor para geração de energia elétrica, salas de aula e auditório.
MÓDULOS
As capacitações serão desenvolvidas em seis módulos presenciais, com 24 horas cada, e um módulo desenvolvido à distância, com 28 horas. A abordagem metodológica conciliará apresentações teóricas e práticas, visando maior dinamismo didático. Neste primeiro módulo, os participantes tiveram a oportunidade de conhecer as instalações da Embrapa Gado de Leite, além de participarem de palestras e debates sobre a estrutura da cadeia produtiva do leite, a produção de leite no Brasil e no mundo, cenários e análise do mercado do leite e muitos outros.
SAIBA MAIS
A atividade leiteira é caracterizada por ser intensiva em gestão e complexa sob a ótica de implantação de novas tecnologias. Neste contexto, apesar do crescimento da produção e produtividade de modo contínuo, pesquisas revelam que, a cada onze minutos, um produtor deixa a atividade. Isso se deve, em grande parte, à não competitividade do setor, frente às novas exigências, em termos de redução de custos e melhoria contínua da qualidade do produto.
Os indicadores de desempenho demonstram que isso ocorre muito em função da carência de profissionais extensionistas, que tenham o pleno conhecimento técnico e que funcionem como multiplicadores de informações junto aos produtores.
Para que ocorram transformações sustentáveis na atividade, é importante contar com os extensionistas rurais, que têm fundamental importância no repasse das mais recentes informações ao produtor, pois são os principais responsáveis por facilitar o desenvolvimento das atividades agropecuárias e por orientar o homem do campo sobre as práticas mais adequadas de produção.
Nesse sentido, visando tornar os extensionistas aptos a cumprirem sua missão, torna-se também relevante disponibilizar um programa de capacitação, que possibilite o intercâmbio de conhecimento, construção de redes e geração de soluções eficientes aos usuários em geral.
Brasília (27/3/17) – Ampliar o conhecimento das cooperativas sobre o trabalho de representação e defesa dos interesses do cooperativismo brasileiro junto aos Três Poderes. Este é o objetivo do programa Portas Abertas, realizado pelo Sistema OCB, e que recebeu nesta segunda-feira uma comitiva do estado do Amazonas.
O grupo, formado por presidentes e diretores de cooperativas agropecuárias, integrantes da Cooperativa Central Agropecuária do Amazonas, foi recepcionado pelo superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e pelas gerentes gerais Karla Oliveira (Sescoop) e Tânia Zanella (OCB).
Renato Nobile disse que visitas como essa são uma motivação. “É uma satisfação muito grande receber aqui, na Casa do Cooperativismo Nacional, aqueles por quem tanto trabalhamos. Nos sentimos honrados em poder defender as cooperativas brasileiras e, quando vêm até aqui, reafirmamos o nosso compromisso com elas, pois mostramos o que fazemos e ouvimos as demandas da base. É uma oportunidade de troca muito rica e isso nos instiga a trabalhar ainda mais”, argumenta o superintendente.
O presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Magalhães Junior, fez questão de agradecer pela receptividade da unidade nacional do Sistema OCB. “Sempre que as cooperativas do Amazonas precisam de alguma coisa, o Nacional nos acolhe para ajudar. Hoje, se estamos aqui, se celebramos o desenvolvimento das nossas cooperativas amazonenses, devemos muito ao trabalho que é realizado em Brasília. Muitas vezes, o cooperado nem sabe que o Sistema OCB existe, mas ele é diretamente beneficiado por tudo que é realizado em Brasília”, enfatiza a liderança cooperativista.
ROTEIRO
O grupo de cooperativistas amazonenses participará, ao longo desta semana, de uma série de atividades, integrantes do Programa de Alinhamento Estratégico do Ramo Agropecuário, realizado pelo Sistema OCB/AM. Após conhecerem a atuação da unidade nacional, os presidentes e dirigentes visitaram o Congresso Nacional e a Embrapa Agroenergia.
A programação inclui, ainda, visitas técnicas ao Sistema OCB/GO, à Central Rede de Abastecimento e à uma cooperativa singular, também em Goiás. De volta ao Distrito Federal, os amazonenses visitarão a Confederação Nacional da Agricultura e deve participar de um encontro com os parlamentares que representam, no Congresso Nacional, o estado do Amazonas.
Brasília (27/3/17) – Os cooperados da Credicoamo têm mais um importante benefício que fará parte de sua rotina financeira. Trata-se do Cartão Múltiplo Credicoamo com a bandeira Mastercard, lançado na última quinta-feira (23/3), na sede administrativa, em Campo Mourão. O cartão estará disponível, em breve, nas 41 agências da Cooperativa de Crédito Rural dos associados da Coamo.
O Cartão Múltiplo da Credicoamo foi lançado pelo presidente da Coamo e da Credicoamo, José Aroldo Gallassini, em cerimônia que contou com as presenças de cooperados, diretoria, superintendentes, gerentes, funcionários e autoridades do setor, como o presidente da OCB, Márcio Lopes de Freitas, o diretor operacional do Banco Cooperativo do Brasil (Bancoob), Enio Meinen, e o presidente do Conselho Central Sicoob, Jeferson Nogarolli.
FORTALECIMENTO
Em seu discurso, Márcio Freitas ressaltou que a Coamo sempre pautou sua atuação com base nos valore do cooperativismo. Segundo ele, o lançamento do Cartão Múltiplo da Credicoamo representa um marco na história da cooperativa. “Esse cartão é a materialização da sabedoria e do conhecimento da Coamo que fortalece ainda mais o cooperativismo de crédito brasileiro”, avalia a liderança cooperativista.
INTERCOOPERAÇÃO
Enio Meinen, diretor Operacional do Bancoob destaca a importância da parceria e do produto que beneficiará os associados da Credicoamo. “Este momento de intercooperação tem o carimbo cooperativista, representa a entrega confiável e útil de um produto que tem segurança e garantia do cooperativismo, sendo um cartão de débito/crédito personalizado, ou seja, um cartão próprio da Credicoamo. Um produto que será bom para o associado e bom para a cooperativa.”
DIFERENCIAL
Para o presidente da Coamo e da Credicoamo, José Aroldo Gallassini, os associados da Credicoamo ganham com mais este benefício. “Antes tínhamos somente o cartão de débito e agora com o cartão múltiplo eles passam a operar com as modalidades débito e crédito. Estre produto soma-se aos outros disponíveis no dia a dia dos associados por meio das linhas exclusivas que a cooperativa oferece ao quadro social”, explica Gallassini. (Com informações da Credicoamo)
O programa Portas Abertas, promovido pelo Sistema OCB, recebeu nesta segunda-feira uma comitiva do estado do Amazonas. O grupo, formado por presidentes e diretores de cooperativas agropecuárias, integrantes da Cooperativa Central Agropecuária do Amazonas, foi recepcionado pelo superintendente do Sistema OCB, Renato Nobile, e pelas gerentes gerais Karla Oliveira (Sescoop) e Tânia Zanella (OCB). O objetivo é ampliar o conhecimento das cooperativas sobre o trabalho de representação e defesa dos interesses do cooperativismo brasileiro junto aos Três Poderes.
Renato Nobile disse que visitas como essa são uma motivação. “É uma satisfação muito grande receber aqui, na Casa do Cooperativismo Nacional, aqueles por quem tanto trabalhamos. Nos sentimos honrados em poder defender as cooperativas brasileiras e, quando vêm até aqui, reafirmamos o nosso compromisso com elas, pois mostramos o que fazemos e ouvimos as demandas da base. É uma oportunidade de troca muito rica e isso nos instiga a trabalhar ainda mais”, argumenta o superintendente.
O presidente do Sistema OCB/AM, Petrucio Magalhães Junior, fez questão de agradecer pela receptividade da unidade nacional do Sistema OCB. “Sempre que as cooperativas do Amazonas precisam de alguma coisa, o Nacional nos acolhe para ajudar. Hoje, se estamos aqui, se celebramos o desenvolvimento das nossas cooperativas amazonenses, devemos muito ao trabalho que é realizado em Brasília. Muitas vezes, o cooperado nem sabe que o Sistema OCB existe, mas ele é diretamente beneficiado por tudo que é realizado em Brasília”, enfatiza a liderança cooperativista.
ROTEIRO E PROGRAMAÇÃO
O grupo de cooperativistas amazonenses participará, ao longo desta semana, de uma série de atividades, integrantes do Programa de Alinhamento Estratégico do Ramo Agropecuário, realizado pelo Sistema OCB/AM. Após conhecerem a atuação da unidade nacional, os presidentes e dirigentes visitaram o Congresso Nacional e a Embrapa Agroenergia.
A programação inclui, ainda, visitas técnicas ao Sistema OCB/GO, à Central Rede de Abastecimento e à uma cooperativa singular, também em Goiás. De volta ao Distrito Federal, os amazonenses visitarão a Confederação Nacional da Agricultura e devem participar de um encontro com os parlamentares que representam, no Congresso Nacional, o estado do Amazonas.
Fonte Oficial: Com informações da assessoria da OCB Nacional (link): http://www.somoscooperativismo.coop.br/#/noticia/20615/
Foto: Divulgação – OCB/Nacional
São Paulo (24/3/17) – A safra 2016/2017 do amendoim alcança seu ponto alto no interior do estado de São Paulo, e a Coplana - Cooperativa Agroindustrial - deve receber, em sua Unidade de Grãos, situada em Jaboticabal-SP, 2,6 milhões de sacos de 25 kg de amendoim em casca, ou 8,5% a mais que na safra passada (2,383 milhões de sacos). O volume previsto equivale a 65 mil toneladas de amendoim em grãos (limpo e seco).
O presidente da Coplana José Antonio Rossato Junior credita o mérito deste cenário ao empenho do produtor, somado ao desenvolvimento de pesquisas em parceria com institutos e universidades, algo que, segundo ele, vai na contramão da crise econômica que há alguns anos afeta a economia brasileira.
“Juntos conseguimos não apenas mais representatividade e poder de barganha, mas também somamos esforços na busca por mais produtividade e, com isso, conseguimos alavancar a economia da nossa região, fortalecendo o agronegócio. Além das plantações já existentes, a terra ocupada pela cana-de-açúcar, que ficava ociosa por meses, hoje abriga uma cultura que representa mais de 50% da renda da nossa Cooperativa, o amendoim”, pontuou ele.
Rossato lembra que entre os maiores produtores do país e do estado de São Paulo, a Cooperativa é a maior exportadora nacional de amendoim para a União Europeia e deve comercializar, com o mercado externo, 25 mil toneladas de amendoim em grãos, ou 23% do volume do Estado (que estima exportar 109 mil toneladas) nesta safra. Este ano, a área plantada com a cultura, entre os produtores da Coplana, deve ficar em 16 mil hectares, o que significa uma manutenção da área do último período.
CERTIFICAÇÕES
Como outros diferenciais, que fazem da Coplana uma referência no segmento, está o fato de ser a única empresa brasileira a possuir três certificações internacionais, que atestam a qualidade do grão e de seus processos:
- A BRC - British Retail Consortium, norma para a segurança do alimento, uma exigência do mercado europeu, considerado um dos mais seletivos do mundo. A Coplana comemora, pelo sétimo ano consecutivo, a mais alta classificação da norma e entra em 2017 com o Grau AA.
- As especificações do ETI, Ethical Trade Initiative, condição para integrar o Programa Nestlé Responsible Sourcing, que tem requisitos de responsabilidade socioambiental na cadeia produtiva.
- A certificação Kosher, que determina padrões para a comercialização com a Comunidade Judaica.
- Além de integrar o Sedex - Supplier Ethical Data Exchange -, organização não governamental mantida por 150 países. Ao integrar este reconhecido banco de dados que promove a transparência nas relações de corporações, a Coplana mantém seus processos abertos para a consulta de empresas e entidades nacionais e internacionais.
MEIO AMBIENTE
Os cooperados produtores de amendoim se destacam como pioneiros na profissionalização da rotação de culturas. O sistema abriu espaço para o amendoim em áreas de cana-de-açúcar, promovendo renda adicional e geração de empregos.
O modelo de rotação de culturas promoveu também a ascensão de produtores que possuíam pequenas áreas de cana-de-açúcar. Como a cultura da cana exige escala, o amendoim se consolidou como uma estratégia vencedora, que permitiu, ao pequeno produtor, manter-se no campo, arrendando terras de produtores maiores. Desta forma, o pequeno produtor de cana tornou-se um grande produtor de amendoim. De imediato, agregou renda e manteve a mão de obra empregada.
QUALIDADE DO INÍCIO AO FIM
Na Unidade de Grãos, o beneficiamento é automatizado, a seleção dos grãos é eletrônica e a qualidade do produto atestada por análises físico-químicas permanentes. Já líder na oferta de amendoim blancheado (sem película) de alto padrão para as indústrias do país e exterior, a Coplana instalou também uma planta de amendoim semielaborado: granulado tostado, em embalagem a vácuo.
(Fonte: Coplana)