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Por Vivien Aucar de Tolla, Especialista de Investimentos e Previdência da Unicred SC/PR
O início do ano é sempre o momento de colocar os objetivos em ordem, definir prioridades e planejar os meses que estão por vir. Porém, ao passar dos dias, é comum deixar os planos de lado e permitir que a rotina ganhe espaço novamente. Com a vida financeira a história não é diferente.
Em 2016 uma pesquisa revelou que 72% dos brasileiros planejavam usar o 13º salário para pagar dívidas. Em 2015 a situação foi bastante semelhante, cerca de 70% aproveitaram o dinheiro extra para quitar débitos pendentes. Isso mostra que apesar do desejo de organizar o orçamento, colocar essas resoluções em prática ainda é um desafio.
Logo nos primeiros meses diversas contas precisam caber no planejamento. O IPTU, material escolar, matrículas e uniforme são algumas das mais comuns, mas há ainda resquícios das compras feitas para as festas de final de ano e outros imprevistos. Para ajustas as despesas ao salário é preciso colocar tudo na ponta do lápis, avaliar o que pode ser excluído e enxugado, pelo menos até que tudo esteja em ordem.
A tranquilidade financeira é possível somente com alguma reserva. Por isso, ao adequar o que é ganho com o que pode ser gasto é fundamental reservar uma quantia. No mais, se bem investido, é possível ainda fazer o dinheiro crescer.
Bancos e cooperativas oferecem opções com diferentes estratégias de investimento. Aplicações de renda fixa atreladas ao CDI, por exemplo, foram as mais procuradas de 2016. Isso porque a alta taxa de juros da economia brasileira beneficiou os investidores proporcionando rendimentos bastante atrativos.
A diferença entre essas opções é o retorno obtido. Dados do Banco Central mostram que a rentabilidade média paga aos investidores no Sistema Financeiro Nacional (SFN) foi de 11,8%, enquanto na Unicred SC/PR, cooperativa financeira com abrangência nesses dois Estados e mais de 65 mil cooperados, a média de remuneração foi de 13,7%, no mesmo período.
Essa diferença ocorre, pois a cooperativa não visa lucros, conseguindo oferecer taxas melhores. Avaliar as opções de investimento e não comprometer todo o salário em dívidas são dicas preciosas para quem busca a tranquilidade de garantir um orçamento folgado em 2017.
Brasília (16/2/17) – Entre os dias 25 e 27 de abril, a cidade de Florianópolis (SC) será novamente palco da principal feira de negócios dos setores avícola e suinícola da América Latina, a AveSui. Focada em um público qualificado e que busca na feira inovações e realização de negócios o evento terá como tema central One Health - Uma só saúde, que tem como principal objetivo a redução dos riscos de emergência e disseminação de doenças infecciosas resultantes da interface entre animais, humanos e ecossistemas.
A feira pretende debater a integração entre saúde humana, saúde animal, ambiente e adoção de políticas públicas efetivas na prevenção e controle de enfermidades, por meio de painéis e palestras técnicas que reunirão representantes de empresas e pesquisadores, além da exposição de produtos e serviços relacionados ao tema principal da feira.
Feira de Negócios
A AveSui tem como característica a oportunidade de representantes de diversos setores se encontrarem e, em apenas três dias conseguirem realizar contatos com empresas nacionais e internacionais, além de conhecer as novidades e tendências de diferentes lugares do mundo sem precisar sair do Brasil.
Outro ponto forte é a grande presença internacional, não só de expositores, mas também de compradores. Enquanto empresas de diversos países escolhem a AveSui para buscar oportunidades no mercado brasileiro - seja com instalação de fábricas ou fazendo parcerias com empreendedores locais - visitantes da América Latina se destacaram nos negócios gerados na feira. Entre os expositores internacionais, a grande presença das empresas chinesas consolidou novamente a parceria comercial Ásia-Brasil na cadeia de aves e suínos.
A feira também oferece dois espaços de destaque para visitação, a granja modelo e a vitrine tecnológica. Nesse espaço os visitantes possuem a oportunidade de conhecer as tecnologias in loco, já que um modelo de granja é montada com os equipamentos expostos na feira, para que simulem o dia a dia do espaço. Já a vitrine tecnológica reúne em seu espaço start ups e pequenas empresas de tecnologia voltadas ao setor.
Fechando os destaques da feira, a AveSui em parceria com a Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) promove um Concurso Gastronômico e Cultural, que irá valorizar a qualidade da carne suína e incentivar o aumento do consumo dessa proteína animal.
Tendências e Inovações
A feira ainda oferece aos seus participantes a oportunidade de participar de debates e palestras com o Auditório de Tendências e Inovações, onde serão realizados dois painéis com os temas "One Health - Uma só saúde" e "Biosseguridade em Aves e Suínos". Os painéis reúnem em sua programação grandes empresas do setor, instituições ligadas ao agronegócio e pesquisadores de renomadas universidades, e tem suas palestras abertas ao público visitante da feira gratuitamente.
Seminário Técnico
Além da feira de negócios, o evento ainda abriga nos dias 25 e 26 de abril o XVI Seminário Técnico de Aves e Suínos onde será realizada uma extensa grade de palestras técnicas ligadas à nutrição, saúde e bem-estar animal através da formulação correta de rações, do uso de medicamentos veterinários, de epidemiologia aliada ao melhoramento genético e outros temas que são tendências em todo o mundo no setor produtivo de proteína animal.
Serão quatro painéis técnicos que reunirão pesquisadores e especialistas de todo o mundo focados em debater e apresentar estudos que buscam oferecer melhorias na produção de aves e suínos no Brasil.
A programação completa pode ser consultada no www.avesui.com.
Zootecnia de Precisão
A Zootecnia de Precisão pode ser definida como a gestão da produção animal que se baseia nos princípios e na tecnologia da Engenharia de Processos. Para difundir a discussão sobre as vertentes desse processo de tecnologia no sistema produtivo, o Instituto Oswaldo Gessulli (IOG) irá realizar no dia 25 de abril de 2017 o II Congresso de Zootecnia de Precisão - A engenharia a favor da produção animal.
Coordenado pela Prof. Dra. Ibiara C. L. Almeida Paz, da Universidade Estadual Paulista - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (UNESP), juntamente com Prof. Dra. Fabiana Ribeiro Caldara da Universidade Federal da Grande Dourados - Faculdade de Ciências Agrárias o Congresso reunirá renomados palestrantes nacionais e internacionais atendendo aos interesses de empresas, entidades do setor e estudantes, não só do Brasil, mas de todo o mundo.
A programação completa do II Congresso de Precisão já está disponível no http://www.zootecniaprecisao.com.br/.
Apoio à pesquisa
Dentro do Seminário Técnico e do Congresso haverá a apresentação e premiação de trabalhos científicos para divulgação de pesquisas para fomentar e compartilhar ainda mais conhecimento, o que amplia a qualidade e abrangência dos eventos. Os trabalhos podem ser inscritos por pesquisadores, estudantes e profissionais dos setores envolvidos.
A premiação dos trabalhos científicos é um incentivo do Instituto Osvaldo Gessulli ao desenvolvimento de novas pesquisas e tecnologias que auxiliem no crescimento do agronegócio brasileiro. Os trabalhos serão avaliados por um Comitê Científico, que apoiam a iniciativa do Instituto viabilizando o suporte na análise dos materiais enviados.
O Comitê é formado por: Prof. Dra. Ibiara C. L. Almeida Paz, da Universidade Estadual Paulista - Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (UNESP), Prof. Dra. Fabiana Ribeiro Caldara da Universidade Federal da Grande Dourados - Faculdade de Ciências Agrárias, Prof. Dra. Angélica Signor Mendes professora dos cursos de graduação em Zootecnia e Agronomia e do Programa de Pós-graduação em Zootecnia, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), Adriano Olnei Mallmann - Aluno de doutorado do Programa de Pós-graduação em Medicina Veterinária da UFSM e pesquisadores da Embrapa Suínos e Aves.
Prêmio Quem é Quem
Visando dar ênfase e valorizar o trabalho e a luta diária do homem do campo, as revistas Avicultura Industrial e Suinocultura Industrial promovem no primeiro dia da feira a entrega do prêmio "Quem é Quem: As Maiores e Melhores Cooperativas Brasileiras de Aves e Suínos".
O prêmio é promovido pela Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), e conta com o apoio da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e da Gessulli Agribusiness e, será composta por quatro categorias: Desempenho Financeiro, Responsabilidade Social, Responsabilidade Ambiental e Desenvolvimento Sustentável.
Na área econômica, a equipe da FGV fará uma análise dos balanços patrimoniais e sociais de cada cooperativa elencada, tendo como base o ano de 2016. Já os rankings ambiental e social serão desenvolvidos em consonância com a OCB, que patrocina esta edição do Prêmio.
As informações coletadas e dados analisados servirão de base para a formação dos índices dentro dos indicadores específicos em cada uma das três categorias. O cálculo final, que contará com os resultados de todos os indicadores propostos resultará no ranking de Desenvolvimento Sustentável.
Serviço
AveSui 2017
Data: 25,26 e 27 de 2017
Local: CentroSul, Florianópolis (SC)
Informações: www.avesui.com
Realização: Gessulli Agribusiness
Brasília (16/2/17) – Há profissionais que já absorveram praticamente todas as referências cooperativistas em terras brasileiras. Embora seja um processo gradual, chega um momento da vida executiva que é necessário abastecer a mente corporativa com conteúdo internacional. Este tempo chegou.
Há 14 anos, a Confebras desenvolve e organiza intercâmbios de curta duração, para que líderes e colaboradores das cooperativas de crédito brasileiras, mergulhem no cooperativismo das nações donas de sistemas maduros, já bastante enraizados como tradição econômica e social. Durante este período a Confebras ampliou os horizontes e agregou outros novos parceiros, o que acarretou na criação de novos roteiros.
A proposta da Confebras é impactar e ampliar as mentes dos líderes e gestores cooperativistas brasileiros, principalmente do ramo financeiro. Em 2017, a Confederação oferece sete oportunidades de viagens internacionais para estudos e visitação técnica, organizadas com a expertise de quem aglutinou bagagem educacional fora do Brasil.
Uma boa opção é a contagiante viagem ao Canadá, para estudar na HEC-Montréal, Escola de Gestão e formação de lideranças para o Sistema Desjardins.
Caso seu desejo seja a Europa, poderá ter o País Basco/Espanha como referência cooperativista no que concerne funcionamento dos diferentes ramos do movimento cooperativo Basco/Espanhol, gerido pela Corporação Mondragon, maior grupo cooperativo do mundo que, certamente, será um exemplo impactante às suas percepções.
Em território Alemão, a Confebras leva você à ADG – Akademie Deutscher Genossenschaften, em Montabaur, com imersão num castelo, que é berço de formação dos grandes líderes cooperativistas da Alemanha.
Se o destino preferido é a Inglaterra, nascente primordial do primeiro movimento cooperativo, o curso acontece na The Co-operative College, escola de formação de lideranças do setor e grande impulsionadora do movimento no Reino Unido. Além disso, há também visitas técnicas em Amsterdam, na Holanda.
Partindo para a Áustria, há a oportunidade de participar da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito de 2017, realizada pelo WOCCU – World Council of Credit Unions (Conselho Mundial das Cooperativas de Crédito). Após o evento, haverá visita técnica ao Rabobank, o 29º maior banco do mundo em volume de ativos, e a 5ª maior instituição financeira cooperativa, classificada no World Co-operative Monitor (Monitor Cooperativo Mundial), painel elaborado pela ACI – Aliança Cooperativa Internacional.
Ao buscar experiências internacionais com a Confebras, você expandirá a sua capacidade de reter mais conhecimento de fontes renomadas da cultura cooperativista mundial, e assim a tendência é que aprimore não somente as competências profissionais, mas abranja a consciência de unidade cooperativista em consonância com sua inteligência corporativa.
É hora de ir além das suas fronteiras. Embarque com a Equipe da Confebras, para elevar as suas experiências a um novo patamar, afinal, o seu know-how corporativo será mais valorizado com os itinerários que temos reservados para você.
Para obter as informações completas sobre cada destino, acesse o site: http://confebras.coop.br/calendario2017/.
(Fonte: Confebras)
Belém (16/2/17) – O cooperativismo está ampliando sua área de atuação na região Norte do Brasil e a parceria entre as unidades estaduais é fundamental para dar prosseguimento à expansão. Durante esta semana, a Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Amapá (OCB/AP) realizou intercâmbio com o Sistema OCB/PA. Integrantes da Diretoria Executiva da unidade amapaense visitaram a sede do Pará e trocaram informações relacionadas à área de superintendência, gerência de desenvolvimento de cooperativas, operações e assessoria jurídica.
O Pará representa 43% do total das cooperativas da Região Norte, 41% dos cooperados e 39% dos empregados, números significativos que motivaram o intercâmbio. “Sentimos a necessidade de ajustar alguns procedimentos internos e avaliamos quais unidades são referência em gestão e que poderiam nos auxiliar. Minas, Pará e São Paulo foram os nomes mais cotados. Optamos pelo Pará em virtude da proximidade, logística, comunicação, parceria, pela estrutura e, acima de tudo, pela possibilidade de fortalecer os laços cooperativistas”, afirma a superintendente do Sescoop/AP, Patrícia Sousa.
Na visita, discutiu-se sobre os mecanismos de atuação e gestão junto às áreas internas e Conselhos, assim como boas práticas de gestão, articulação política em prol das cooperativas. Na Área Finalística, trocou-se informações sobre banco de consultores e instrutores, programas de monitoramento, promoção social, controle documental de atividades para atendimento dos órgãos de fiscalização, cursos de capacitação, distribuição de funções por técnico e estudo de viabilidade econômica no processo de constituição de cooperativas. Na Área Meio, analisou-se processos de compras, licitação, procedimentos financeiros, contrato de gestão, relatório de contingências e outros.
Ainda se tratou sobre assuntos ligados à OCB Nacional e CNCoop. “O objetivo para 2017 é fortalecer as parcerias e trabalhar a Gestão interna. Verificamos que existem muitos posicionamentos que podemos levar e adaptar à nossa realidade. Queremos andar juntos para obtermos bons resultados neste ano. A tendência é que o cooperativismo no Amapá cresça”, completa a superintendente.
Para o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, a intercooperação deve ser ampliada. “Este é um princípio que estimulamos nossas cooperativas a cumprirem, mas nós, os gestores das cooperativas, também devemos cultivá-lo, pois são medidas estratégicas no alinhamento regional e consequente ampliação da competitividade. Não existe outra saída para crescermos. Juntos somos mais fortes e podemos fortalecer não somente os estados do Pará e do Amapá, mas todo o país”.
(Fonte: Sistema OCB/PA)
Belo Horizonte (15/2/17) – Foi dada a largada para o 5º Ciclo do PDGC em Minas Gerais. O Sistema Ocemg promoveu nesta quarta-feira (15) o lançamento do Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas (PDGC). Com a presença do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, de representantes de unidades estaduais, além de presidentes e diretores de cooperativas, o evento reuniu cerca de 300 pessoas no Espaço de Eventos da Unimed Belo Horizonte.
O presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, abriu o dia chamando a atenção para o desempenho das cooperativas mineiras no PDGC. “Os dirigentes mineiros estão preocupados com gestão, com liderança, com gente. Dou meus parabéns a vocês e digo que o cooperativismo mineiro tem que continuar sendo referência para o cooperativismo nacional e para a sociedade brasileira. Existimos para fazer o bem”, observou.
A percepção foi ratificada por Márcio Freitas, ao dizer que Minas tem sido referência para o restante do Brasil nos programas propostos pelo Sistema OCB, como o PDGC – o Índice Sescoop de Sustentabilidade Cooperativista (ISSC) das cooperativas mineiras é de 67,23%, frente a 59,61% da média nacional.
“As cooperativas não podem se esquecer nunca de focar no seu grande capital, que são as pessoas. Essa é a nossa diferença, o nosso brilho. E é nessa linha que a Unidade Nacional está disponibilizando várias ferramentas de capacitação”, ponderou o presidente do Sistema OCB.
Reflexões
O evento foi um ponto de partida para a adesão ao PDGC, que terá prazo de inscrição de 1º de fevereiro a 28 de abril. Para promover o pensamento sobre estratégias de gestão e governança, o Sistema Ocemg contou com a contribuição de quatro palestrantes.
O médico e professor Eugênio Mussak, colunista das revistas Vida Simples e Você S.A e da Rádio Estadão, conduziu palestra sobre pensamento estratégico em tempos de mudança. Seu alerta foi para a falta na atualidade de líderes que reúnam o tripé “competência, caráter e causa”. “O mundo vive uma crise de lideranças. Estamos precisando de direcionamento, não sabemos para onde vamos. Esse direcionamento quem nos dá é o líder”, disse.
Gustavo Caetano, fundador da Samba Tech e um dos dez jovens mais inovadores do país pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), deu um olhar sobre novos modelos e soluções para empreender com sucesso. O palestrante falou sobre os desafios das empresas tradicionais frente às constantes mudanças trazidas pelo mercado digital. “Não importa o tamanho do seu negócio, não há a garantia de perpetuidade. O que garante a sobrevivência é a capacidade de se reinventar. É preciso estar aberto à inovação”, destacou.
Ricardo Voltolini, um dos primeiros consultores especializados em sustentabilidade empresarial no Brasil, abordou como o cooperativismo favorece que o negócio seja sustentável. “Quando olho os princípios cooperativistas, vejo a ideia de sustentabilidade. Cooperativas são laboratórios de novos líderes para a sustentabilidade. Criem espaço para que surja esse tipo de líder que fará a diferença para melhor”, comentou.
Por fim, José Jansen de Melo, filósofo e doutor pela Universidade Gregoriana de Roma, apresentou o cooperativismo como um legado de prosperidade. Com um discurso provocativo, o palestrante levou a uma reflexão sobre o que é importante que dure, em um mundo que muda tão rapidamente. “Precisamos de líderes e organizações que tenham coragem de ousar. Só assim podemos construir um legado positivo”, observou.
(Fonte: Sistema Ocemg)
Brasília (13/2/17) – “O grande desafio do cooperativismo para 2017 é continuar com sua busca por um trabalho solidário, sensibilizando todos para um objetivo comum que é contribuir para que o país retome o rumo do seu desenvolvimento, crescimento, prosperidade e inclusão social. E a formação de líderes e gestores é fundamental para isso".
Com esta declaração, Paulo Paiva, professor da Fundação Dom Cabral (FDC) e ex-ministro do Trabalho (1995 - 1998) do Governo Fernando Henrique Cardoso, iniciou o primeiro módulo do Programa de Gestão Avançada para Lideranças (Lidercoop), "Cenário Político Econômico e Gestão Estratégica de Cooperativas", realizado nos dias 1º e 2 de fevereiro, na Casa do Cooperativismo Mineiro, para 34 gestores e dirigentes de 30 cooperativas.
Implantado em 2015, o Lidercoop é uma parceria do Sistema Ocemg com a FDC. Em seu terceiro ano consecutivo, o programa desenvolve competências de gestão, visão e conhecimento nos participantes, com vistas às várias funções empresariais e de negócios com aplicação nas cooperativas.
Abordando o tema "Gestão Estratégica de Cooperativas", Carlos Bonato, professor de Estratégia e Performance da FDC, explanou sobre a necessidade de renovação da gestão dos empreendimentos. "É preciso acordar para as mudanças de mercado e não acreditar que o modelo que sua empresa ou cooperativa segue é eterno", afirmou.
Na mesma linha, o presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, lembrou que formação profissional e a capacitação dos cooperativistas é o melhor caminho para o segmento se destacar. "O cooperativismo tem que ser reinventado diariamente. Por isso é importante capacitar as pessoas", frisou.
Integrante da terceira turma do Lidercoop, o superintendente geral de Gestão Empresarial da Unimed-BH, Alexandre Flores de Almeida, lembrou que a preocupação com a gestão e a formação de lideranças é uma prioridade da cooperativa. "Buscamos sempre um diferencial, e, com certeza, essa parte de treinamento e troca de experiências, é um deles", destacou.
Para a diretoria de Negócios do Sicoob Credivag, Cristiana Silveira, "temos que caminhar para ter cada vez mais alinhamento e produtividade, porque nós temos que dar resultado para os nossos cooperados", comentou. A cada dois meses é realizado um módulo do Programa e o segundo está agendado para os dias 25 e 26 de abril, na sede do Sistema Ocemg. Até o final do ano, serão abordados 12 temas estratégicos, divididos em seis módulos de 16 horas, resultando em um treinamento de 96 horas.
(Fonte: Sistema Ocemg)
Brasília (10/2/17) – Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas e Embaixador Especial da FAO para o Cooperativismo, foi o entrevistado do portal Conexão Seguros Unimed. Com propriedade, ele discorreu sobre o impacto que o modelo de governança do cooperativismo vem causando ao redor do mundo. Falou ainda sobre os números do setor, profissionalização, liderança e a importância de se ampliar a participação dos jovens no ambiente cooperativo. Clique aqui para ler a íntegra da entrevista.
Macapá (8/2/17) – O Sistema OCB/AP têm investido em iniciativas como o Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista (PAGC) que integra a Diretriz Nacional de Monitoramento e tem foco nos aspectos legal e societário da cooperativa. Em 2016, cinco delas se destacaram:
- Cooperativa Odontológica do Estado do Amapá (Uniodonto/AP);
- Cooperativa de Condutores de Veículos Rodoviários de Macapá (Covem);
- Cooperativa dos Taxistas Independentes de Rádio Táxi de Macapá (Coopitaxi);
- Cooperativa dos Mototaxistas Autônomos de Macapá (Coopmoto);
- Cooperativa de Trabalho e Bombeiro Civil do Estado do Amapá (Cobomceap).
RESULTADO
A aplicação do PAGC ocorreu por meio de questionário próprio do programa, focando na análise criteriosa do Estatuto Social, do Registro de Matrícula, dos Livros de Atas da Assembleia Geral, do Conselho de Administração e do Conselho Fiscal, além de alguns aspectos relativos aos Fundos Obrigatórios e à Contabilidade.
De acordo com a gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sescoop/AP, Naiane Videira, participando do PAGC, a cooperativa tem calculado, automaticamente, seu Índice Geral de Conformidade Cooperativista, que mede o percentual de todos os aspectos avaliados, foram considerados em conformidade com a lei.
“As oportunidades de melhoria identificadas no PAGC ajudam a cooperativa a tornar suas práticas de governança mais eficazes e a aumentar sua segurança jurídica, isso foi observado em todo processo”, destacou Naiane.
Para Rodrigo da Silva, presidente da Coopmoto, o resultado positivo significa acima de tudo maturidade administrativa. “Estamos organizados e em pleno crescimento. O Sistema OCB foi fundamental neste processo”.
Dentre os principais benefícios trazidos pelo PAGC para as cooperativas está a conformidade legal estatutária, segurança jurídica dos atos junto dos órgãos fiscalizadores e Sistema OCB/AP, e ainda, a captação de demandas de treinamentos para desenvolvimento e fortalecimento da cooperativa. (Fonte: Sistema OCB/AP)
Brasília (6/2/17) – Juros praticamente pela metade. É este o enfoque da reportagem divulgada hoje pelo UOL e que lista as muitas vantagens de se contratar serviços financeiros em cooperativas de crédito. Segundo a reportagem, “os juros menores são um dos principais atrativos das cooperativas, dizem os especialistas.”
Florianópolis (25/1/17) – A área de Promoção Social do Sescoop/SC (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo em Santa Catarina) prevê mais de 200 ações para este ano. Estão programadas novas turmas para os programas Mulheres Cooperativistas e Jovemcoop, além de capacitação para novas cooperativas, escolas que aderiram ao Cooperjovem neste ano e também de novos professores das escolas que já participam do programa.
Em 2017, o Sescoop/SC também oferece ações inéditas, como os Encontros de Casais e o Dia C no Parque de Coqueiros, em Florianópolis, a ser realizado no dia 1º de julho.
O lançamento estadual do Dia C em Florianópolis está previsto para o dia 21 de março e deve reunir as cooperativas interessadas em inscrever projetos neste ano. Em 2016, 59 cooperativas realizaram ações de voluntariado e beneficiaram 48 municípios catarinenses. “Nossa expectativa é que haja um aumento de pelo menos 10% na participação das cooperativas em 2017”, revela Luiz Vicente Suzin, presidente do Sescoop/SC. Para incentivar a corrente da cooperação, o Sescoop/SC irá organizar uma ação que será realizada em parceria com cooperativas locais, no Parque de Coqueiros, em Florianópolis, com diversas atividades em prol da comunidade.
Outra novidade para este ano são os Encontros de Casais, que serão realizados na etapa da formação continuada do programa Mulheres Cooperativistas. Neste primeiro ano, 13 cooperativas serão beneficiadas, sendo 02 encontros para cada uma, com a participação das mulheres integrantes dos Núcleos Femininos e os seus cônjuges/companheiros. “Dessa maneira, queremos estreitar e fortalecer o vínculo do casal com a cooperativa, abordando questões sobre a essência do cooperativismo, relacionamento familiar, entre outros”, explica Suzin. Mais quatro novas turmas do Mulheres Cooperativistas também devem se formar em 2017. Estão previstas 32 ações para o programa.
MULHERES
Segundo Suzin, o Encontro Estadual de Mulheres Cooperativistas acontecerá em Florianópolis em outubro, mas haverá mudança no modelo de participação. “Atualmente, 30 cooperativas e mais de 900 mulheres participam do Encontro. Nós percebemos uma necessidade de ampliação do número de cooperativas e de participantes, mas temos diversos fatores limitantes que nos impedem de alcançar este objetivo. Sendo assim, discutiremos a adoção de alguns critérios de participação, visando possibilitar atender melhor às necessidades de todas as cooperativas”, reforça.
JOVEMCOOP
Com 98 ações em 2017, o maior número entre os programas de Promoção Social, o JovemCoop (Programa Juventude Cooperativista) formará cinco novas Comissões Juvenis em cooperativas. Além dos nove módulos, com um total de 150 horas, o Sescoop/SC realizará encontros de planejamento do JovemCoop, com o objetivo de construir a identidade organizacional das seis Comissões Juvenis formadas no ano passado e definir, juntamente com a cooperativa, os projetos para 2017.
“Dentro do planejamento serão inseridas também algumas ações institucionais, que serão realizadas em parceria com o Sescoop/SC, como as reuniões preparatórias para o 2º Encontro Estadual do Programa JovemCoop, que acontecerá no final de novembro, a Campanha Dia de Cooperar, além da formação continuada do programa”, comenta o presidente.
COOPERJOVEM
Três novas cooperativas e 19 novas escolas começam a etapa de sensibilização do Cooperjovem neste ano. Com a adição, o programa conta com 103 escolas e 30 cooperativas participantes. De acordo com Suzin, entre as 45 ações previstas para o programa estão: sensibilização das novas escolas, curso Educação para a Cooperação para novos professores e escolas do programa, formação de coordenadores do Cooperjovem, oficinas de danças circulares e jogos cooperativos, GEP (Grupo de Estudos Pedagógicos) e o 6º Encontro Estadual do Programa Cooperjovem.
(Fonte: Assessoria de Comunicação Interna Ocesc - Sescoop/SC)
Recife (30/1/17) – Na última sexta-feira (27/1), colaboradores do Sistema OCB/PE visitaram a unidade estadual do Ceará para conhecer as práticas exitosas realizadas nas áreas meio e finalística daquele estado. Ao todo, 15 participantes puderam conferir, de perto, as atividades realizadas e, também, compartilhar conhecimento e projetos implementados em Pernambuco. O intercâmbio Boas Práticas integra o plano de trabalho da unidade pernambucana, dentro do projeto Melhorar.
O evento ocorreu com a apresentação inicial do presidente da unidade do Ceará, João Nicédio, e do superintendente José Aparecido dos Santos. O Sistema OCB/CE possui 27 colaboradores, distribuídos nas entidades do Sescoop e da OCB, que prestam serviços às cooperativas cearenses por meio do mapeamento de sete regiões: Sertão Central, Sertão Sul, Cariri, Norte, Jaguaribe, Metropolitana e Inhamuns.
Em seguida, foi a vez da superintendente do Sescoop/PE, Cleonice Pedrosa, falar aos presentes sobre a importância do evento: “No rol de competências de um colaborador do cooperativismo está a necessidade de uma visão sistêmica. Capacitações específicas são válidas, mas inovar é preciso e esse processo inova porque investe na troca de experiências. Destinamos um recurso, este ano, para o intercâmbio, de forma ampliar a nossa visão”.
A superintendente ainda falou sobre a possibilidade de implementação de projetos conjuntos. “Talvez esta seja a oportunidade de selecionar dois projetos ou processos para implementarmos de forma regional”, frisou.
Na parte da manhã, os anfitriões apresentaram os colaboradores e os trabalhos realizados em cada área específica. Um dos destaques foi a apresentação da equipe de Monitoramento do Ceará, que detalhou como são realizados os programas nacionais.
No Programa de Orientação Cooperativista (POC), por exemplo, a unidade realiza palestras de orientação, exclusivamente voltadas ao público interessado em constituir uma cooperativa e que conta com, no mínimo, 20 participantes para a sua realização. Essa medida ajuda o grupo a compreender os ganhos e desafios que podem envolver a atuação da cooperativa.
Também ajuda a esclarecer o plano de negócio e a promover a reflexão sobre sua viabilidade. Outro destaque é o Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista (PAGC), que já se encontra consolidado na entidade. Também houve apresentações dos setores da Promoção Social, Formação Profissional, Jurídico, Controle Interno, Administrativo Financeiro e Secretaria do Sescoop/CE. A OCB/PE também apresentou detalhes das atividades realizadas.
À tarde, o Secoop/PE apresentou seus principais programas e atividades realizadas pela área de Operações e Finalística. Nesta última, por exemplo, houve a apresentação do programa Aprendiz Cooperativo, realizado pela instituição em parceria com a Unimed Recife e com a instituição Fé e Alegria.
Já é o 4º ano de implementação do Aprendiz e os resultados podem ser refletidos no maior índice de contratação de jovens por meio do programa na região Nordeste. Outro destaque apresentado foi o Cooperjovem, que está reestruturando sua proposta para abranger, não apenas escolas públicas municipais, mas também cooperativas do Ramo Educação, a exemplo da 3º Milênio, que hoje conta com cerca de 1.200 alunos. A analista administrativa da OCB/PE, Renata Bormann, aprovou o evento.
“Foi um momento importante para o aprendizado individual e coletivo através das boas práticas da unidade estadual do Ceará. Algumas delas poderão ser adaptadas à nossa realidade, trazendo maior segurança e transparência nos processos”, finalizou.
“O evento foi muito positivo. Acredito que o intercâmbio é um dos eventos mais baratos porque viabiliza o aprendizado com a experiência de outros, encurtando, assim, algumas etapas. Não devemos reinventar a roda. Se outra pessoa já desenvolve uma prática interessante, podemos replicá-la, claro que respeitando sempre as características de cada unidade. A iniciativa de Pernambuco foi muito boa”, concluiu o presidente do Sistema OCB/CE. (Fonte: Sistema OCB/PE)
Porto Alegre (30/1/17) – O cooperativismo agropecuário entrou em uma nova fase de qualificação das boas práticas de gestão no Rio Grande do Sul. O Sistema Ocergs e a Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado (FecoAgro) vão implementar o Programa de Autogestão das Cooperativas Gaúchas. O foco é na melhoria empresarial, agregar associados, tornar a administração mais transparente e aumentar a responsabilidade da gestão cooperativa.
"A implementação do monitoramento nas cooperativas do ramo agro vai contribuir muito às boas práticas de gestão, e quem ganha serão os associados e o estado", destacou o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo, Tarcisio Minetto.
O modelo de autogestão das cooperativas do agro do Paraná foi apresentado nessa quinta-feira (27) pelo presidente da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), José Roberto Ricken, durante palestra em Cruz Alta (RS). No Paraná, o setor cooperativista do ramo agro teve crescimento de 18% em 2016, enquanto o Rio Grande do Sul alcançou 11%.
O Sescoop/RS será responsável por operacionalizar o monitoramento, supervisão, auditoria e controle das cooperativas, e a formação e o desenvolvimento profissional dos trabalhadores em cooperativas, dos cooperados e familiares. O projeto-piloto conta com a participação de 11 cooperativas gaúchas.
ORIGENS - Desenvolvido e utilizado desde 1991 no Paraná, onde 100% das cooperativas são autogeridas com informações que permitem análise de desempenho e cenários, o Programa de Autogestão das Cooperativas Brasileiras segue a Diretriz Nacional de Monitoramento e Desenvolvimento de Cooperativas. A diretiva é responsável por indicadores que permitem avaliar os resultados e traçar perspectivas de gestão às cooperativas. (Fonte: Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS)
Pedro Afonso (27/1/17) – Com mais de 35 mil hectares de soja plantados na safra 2016/2017, produtores ligados à Cooperativa Agroindustrial do Tocantins (Coapa), localizada no município de Pedro Afonso, no sudeste tocantinense, superaram os números do último ano agrícola e registram a maior área plantada em seus 18 anos de história. Após o cultivo da oleaginosa, os agricultores acompanham atentamente as previsões climáticas, pois um bom volume de chuvas é fundamental para alcançar a produtividade almejada.
“A perspectiva é que seja uma colheita positiva”. Diz o presidente da Coapa, Ricardo Khouri, produtor de grãos e engenheiro agrônomo. Nesse contexto, as chuvas são como uma benção para a boa safra que se espera. A colheita dos grãos está prevista para acontecer entre meados de fevereiro e abril.
De acordo com o presidente da Coapa, os produtores viveram um período de apreensão no quarto trimestre de 2016, pois o plantio começou com poucas chuvas. “Viemos de uma safra com perdas significativas devido as poucas chuvas, que causaram o chamado estresse hídrico. Devido à experiência da safra anterior, a perspectiva era de reversão na atual safra”, analisa. Isso porque choveu pouco em outubro de 2016, justamente no início do plantio da safra 2016/2017. Mas, os produtores que já dispõem de aparato tecnológico conseguiram fazer um bom plantio.
Entretanto, em dezembro ocorreram chuvas regulares. Porém, a partir do período que antecedeu o Natal de 2016 até o final da primeira quinzena de janeiro de 2017 chegou a ficar até 25 dias sem chover, o que gerou certa apreensão entre os agricultores. “Felizmente, o chamado veranico [estiagem] foi na fase vegetativa das plantas e não comprometeu tanto o desenvolvimento”, completa Khouri, lembrando que na segunda quinzena de janeiro deste ano ocorreram chuvas mais regulares e foi possível a recuperação das plantas.
Nesse processo produtivo, em fevereiro parte da lavoura estará no enchimento de grãos, fase em que as plantas precisam de muita umidade. Daí a importância de um bom volume de chuvas, o que é esperado pelos produtores. O ideal é que chova, pelo menos, 350 milímetros bem distribuídos durante todo o mês. “Tudo leva a crer que, pelas previsões dos climatologistas, em fevereiro as chuvas sejam regulares para termos uma boa safra”, torce o presidente.
O engenheiro agrônomo da Coapa, Eduarte Bonafede, lembra que na safra 2015/2016, a pouca quantidade de chuvas chegou a causar perdas de áreas e alguns prejuízos financeiros aos agricultores. Mas, se o clima permanecer favorável a perspectiva é que ocorra uma boa produtividade na safra atual. Mas, como diz o presidente Ricardo Khouri, tudo depende das condições climáticas. A oferta de chuvas favorece não somente o plantio de soja, mas também da chamada “safrinha”, já que provoca a umidade do solo, essencial para a produção.
Bonafede lembra que a safrinha de milho e sorgo deverá ser mantida nas áreas que foram plantadas entre outubro e novembro de 2016, considerando que os preços desses grãos estão atrativos no mercado. Sobre as lavouras de soja, o engenheiro agrônomo explica que a presença de pragas, como lagartas e percevejos está dentro do esperado e sendo controlada com inseticidas. “Fazemos o controle preventivo e tudo está sob controle”, assegura.
NÚMEROS - Na safra 2016/20178, 120 associados da Coapa estão produzindo grãos nos municípios de Pedro Afonso, Bom Jesus do Tocantins, Santa Maria do Tocantins, Itapiratins, Itacajá, Recursolândia, Centenário, Tupirama, Rio Sono e Tocantínia, sendo que 20 deles estão plantando soja pela primeira vez.
ESTRAGOS EM 2016 - Em 2016, nem mesmo as chuvas que caíram no início de março foram suficientes para amenizar os estragos que a estiagem prolongada provocou nas lavouras da região de Pedro Afonso. O período seco coincidiu justamente com um momento fundamental para as plantações: a fase de florescimento e enchimento de grãos. Além disso, as altas temperaturas e a baixa umidade também afetaram o desenvolvimento das lavouras, causando abortamento de folhas, flores e vagens. Com isso, o peso dos grãos diminuiu e caiu a produção. A seca, segundo a Coapa, teria causado problemas em propriedades que ocupam uma área de aproximadamente 50 mil hectares. Em algumas regiões foram mais de 30 dias sem chover. “Um quadro estarrecedor”, analisa Khouri.
Por conta disso, a Prefeitura de Pedro Afonso chegou a decretar situação de emergência no município, já que a estiagem estaria causando prejuízos a pecuaristas e comprometendo a produção de cana de açúcar. Outros municípios da região Centro-Norte também chegaram a decretar situação de emergência, entre eles, Guaraí, Santa Maria do Tocantins, Tupirama, Bom Jesus do Tocantins e Rio dos Bois.
CRESCIMENTO – De acordo com o observatório agrícola de Acompanhamento da Safra Brasileira de Grãos (2017/17), da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), de janeiro deste ano, no Tocantins praticamente toda a área já foi plantada e a expectativa para esta safra é de um crescimento de aproximadamente 10% em relação à safra anterior, impulsionado pelo cultivo em áreas onde na última safra não foi possível realizar o plantio ou pela necessidade de replantio, e que devido aos problemas climáticos optou-se pelo milho, além da abertura de novas áreas, movido pelas atuais conjunturas de mercado e facilidades na comercialização desta oleaginosa.
Em algumas regiões produtoras, boa parte do plantio passou por estresse hídrico, que ocorreu entre o final de novembro e início de dezembro, com presença de pancadas de chuvas pontuais e irregulares, provocando a paralisação do plantio, que foi retomado no primeiro decêndio de dezembro. (Fonte: Coapa)
Recife (27/1/17) – E foi dado início à mais nova capacitação que tem a proposta de aumentar o profissionalismo da gestão nas cooperativas pernambucanas. O curso de assessores em projetos cooperativos, oferecido pelo Sescoop/PE, em parceria com a Faculdade Marista, local onde ocorrem as aulas, terá como fundamento oferecer ao segmento cooperativista pessoas capacitadas nas áreas de gestão e direção para esse extenso mercado de trabalho.
E como primeira ação do curso, os alunos assistiram à palestra do superintendente da unidade estadual da OCB, no Amazonas, Adriano Trentin Fassini, que abordou o tema "Cooperativas: negócio social e sustentável". O evento ainda contou com a presença do presidente e da superintendente do Sistema OCB/PE, Malaquias Ancelmo de Oliveira e Cleonice Pedrosa, respectivamente.
O coordenador do MBA da Marista, Marcelo Leitão, foi o primeiro a dar as boas-vindas a nova turma. Aos alunos, ele lembrou que a faculdade também recebeu outros cursos, com a parceria do Sescoop/PE, que teve o objetivo de capacitar profissionais da área do Direito e da Contabilidade para as cooperativas. Todos os cursos evidenciaram novas oportunidades em meio a empresas cooperativas, explorando as boas práticas que elevam o profissionalismo e a legalidade nos processos de gestão.
“A casa já tem experiências exitosas em cursos envolvendo o cooperativismo. Os professores são pessoas capacitadas, de olho no mercado e que contribuirão para a formação de um olhar mais profissional e analítico. O tema desse novo curso é algo muito bom de se trabalhar e tem o intuito de formar pensadores, pessoas que vejam o cooperativismo de uma maneira diferenciada, sempre com o foco em contribuir para o crescimento do segmento”, elucidou o coordenador.
Após a fala de Marcelo, foi dado espaço ao presidente do Sistema OCB/PE, que evidenciou o propósito de investir no curso. De acordo com ele, não há crescimento no cooperativismo estadual se não houver pessoas com novas ideias. Existem pilares no cooperativismo, ainda segundo ele, que se não forem trabalhados de uma melhor forma dentro de sala de aula não será possível aprimorar as bases para uma gestão.
“Há dois pilares no cooperativismo que devemos ressaltar bastante para chegarmos ao grau que queremos. Um é a legalidade, que é o contexto basilar para fixar uma cooperativa, e o outro são as doutrinas dos princípios com seus valores. Não se faz cooperativismo do jeito que se quer. Com esses pilares, que serão bem explorados durante o curso, podemos fazer do cooperativismo pernambucano algo cada vez mais estruturado e consolidado no Brasil”, comentou Malaquias Ancelmo de Oliveira.
Já na aula magna, o convidado focou o início da apresentação em como se organiza uma cooperativa e o Sistema OCB, revelando a maneira de representação. O primeiro trabalho foi mostrar que a OCB desempenha uma atividade com aspecto político e institucional ao ficar de olho em como os poderes políticos se manifestam em apoio às práticas cooperativistas no Brasil.
Todo órgão se estrutura por organismos sociais de avaliação e fiscalização. Entre eles está a Assembleia Geral, que é um fórum onde os associados se manifestam e julgam os resultados e as sugestões apresentadas pela administração; o Conselho Fiscal, com o poder de avaliar, revisar e fiscalizar as atividades dos órgãos; além do Conselho Administrativo ou Diretor, que é encarregado de dar continuidade às decisões da Assembleia Geral e informá-la sobre as propostas e limitações, sempre com o apoio de prestar conta dos próprios atos.
O superintendente do Sistema OCB/AM também ficou encarregado de esclarecer sobre a autogestão do trabalho do grupo que participa da capacitação quando atuar dentro de uma cooperativa. Para Adriano, o maior trabalho dos alunos será focado na identificação e aprimoramento do processo decisório da gestão, implementando novas ideias e monitorando os mecanismos de avaliação de desempenho. Entre eles o Programa de Desenvolvimento da Gestão de Cooperativas (PDGC) e o Programa de Acompanhamento da Gestão de Cooperativas (PAGC).
“Esses programas têm como meta principal a promoção de boas práticas de gestão e governança. Eles são aplicados de modo agendado e visam a melhoria de forma contínua, auxiliando o planejamento de crescimento, a execução do trabalho, e até no aprendizado. Então, o trabalho de vocês será aprimorar as ferramentas de estabilidade e promoção das cooperativas, sempre de olho nos indicativos apontados pelos programas, que só fazem ajudar no andamento de um bom trabalho”, explicou o superintendente.
As palavras do convidado para a aula magna acabaram animando ainda mais o representante comercial, Hélio Constantino, um dos alunos do curso. Com experiência em empresas cooperativistas, ele entrou na capacitação para abrir ainda mais o leque de oportunidades.
“Pelo que o superintendente falou, há muito o que se fazer pelo cooperativismo. As oportunidades vão aparecer, mas só as pessoas capacitadas estarão ao nível das vagas. Já fui parceiro em algumas cooperativas do ramo trabalho e sei como funciona o meio, agora, necessito me capacitar para saber o modo certo para voltar com mais força ao setor”, analisou o representante.
As aulas estão divididas em quatro módulos, separadas em 40 horas. Os encontros com os professores aconteceram a cada 15 dias, sendo no turno da noite das sextas-feiras e todo o sábado. A previsão do fim do curso é para o início do mês de março. (Fonte: Sistema OCB/PE)
A Cooperativa Central Aurora Alimentos (Chapecó/SC) é a segunda empresa mais amada do Brasil, segundo depoimentos de pessoas que trabalham na organização e, também, de ex-funcionários. O estudo foi elaborado e divulgado pelo site de carreira Love Mondays, no qual constam as 50 empresas que têm os funcionários mais felizes e satisfeitos no Brasil. O site é tido como uma referência de pesquisa para profissionais que buscam uma oportunidade no mercado de trabalho.
Com um índice elevado de satisfação geral, nota de 4,382 para um limite de 5,0, o qual considera vários quesitos, a Aurora é recomendada por mais de 95% dos colaboradores a seus grupos de amigos como uma boa empresa para se trabalhar. O vice-presidente da cooperativa Neivor Canton destaca que o resultado confirma que a organização está no caminho certo em termos de gestão de recursos humanos.
A classificação
Para a elaboração do ranking, foram consideradas as empresas com mais de 50 avaliações publicadas por atuais colaboradores e ex-funcionários. Além da nota geral, também é possível verificar satisfação em relação à remuneração, benefícios, oportunidades de carreira, cultura da empresa e qualidade de vida. Os principais setores da economia brasileira entraram na avaliação, destacando-se os segmentos farmacêutico, TI e telecomunicações, alimentos, construção e bens de consumo, entre outros.
(Com informações de A.I., adaptadas pela equipe feed&food)
Belém (24/1/17) – A qualificação profissional foi a medida encontrada pelas cooperativas para driblar a crise em 2016. De acordo com dados da área finalística do Sindicato e Organização das Cooperativas Brasileiras do Estado do Pará (OCB/PA), as ações no setor de formação profissional obtiveram um grau de evolução de 4%. O número seria ainda mais expressivo não fosse o cancelamento de mais de 60 ações por eventualidades dentro das cooperativas, o que resultaria em um aumento de 16%. Neste ano, o Sistema OCB/PA investiu R$ 767 mil nos ramos cooperativistas. Em 2017, o investimento será de R$ 2,2 milhões.
Houve um corte de gastos internos da faixa de 56% que possibilitou a aplicação aprimorada desses recursos. Em relação ao número de cooperativas atendidas, o crescimento foi de 39%, mesmo com atendimentos feitos somente às cooperativas adimplentes por determinação do Conselho de Administração do Sistema OCB/PA. Em relação às pessoas beneficiadas, foram atendidas 40% a mais do que no ano passado, de acordo com dados preliminares.
Na área de monitoramento, se aplicou o PAGC e PDGC em 124 cooperativas. “Os números mostram avanços significativos e a relevância que as cooperativas deram à qualificação da sua mão de obra. A OCB/PA tem estimulado a conscientização sobre a importância de promover um aprimoramento técnico tanto de cooperados quando de empregados, pois é uma medida indispensável para manter a competitividade frente a um cenário econômico desanimador”, afirma o superintendente Júnior Serra.
O Pará representa 43% do total das cooperativas da Região Norte, 41% dos cooperados e 39% dos empregados. Com o Diagnóstico do Cooperativismo Paraense, integrado ao planejamento estratégico nacional que foram apresentados no Encontro de Lideranças ocorrido em novembro, a OCB/PA projeta uma evolução qualitativa do setor, com 260 cooperativas, 230mil cooperados e 13mil empregados até 2025.
O Diagnóstico, inclusive, foi uma das maiores conquistas em 2016. Ele consolida informações estratégicas sobre as principais demandas e potencialidades do cooperativismo a partir de pesquisa e análise de dados. As informações colhidas irão subsidiar as ações institucionais de monitoramento, capacitação e intervenção de representatividade política junto às esferas governamentais, assim como aos parceiros de cunho técnico e financeiro.
Atualmente, existem 174 cooperativas devidamente registradas na OCB/PA, distribuídas em 10 ramos de atividades: agropecuário, consumo, crédito, educacional, infraestrutura, mineral, produção, saúde, trabalho e transporte. Os benefícios para os 65.881 cooperados são muitos por se tratar de um modelo socioeconômico baseado na participação democrática, solidária, independente e autônoma que promove o desenvolvimento econômico e o bem estar social simultaneamente, com foco na união das pessoas. No total, o número de empregos gerados corresponde a 4.822 pessoas que atuam nos diversos campos de atividades com especial atenção para o Ramo Saúde que absorve aproximadamente 80% dos empregos gerados pelo Cooperativismo Paraense.
AVANÇOS
No âmbito da representação política, o Sistema OCB/PA afinou parcerias com diversas entidades do Poder Público. A partir da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mineração e Energia (Sedeme), foi possível desenvolver o Arranjo Produtivo do Cacau, fortalecendo a cadeia produtiva para fornecimento dos produtos para a Merenda Escolar dos municípios paraenses, conforme diretriz da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Já as parcerias com a Secretaria de Desenvolvimento Agropecuário e da Pesca do Pará (Sedap) e com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-PA) foram decisivas para a abertura de mercado das cooperativas pela visibilidade de feiras de exposição. O cooperativismo teve espaço de destaque no Festival Internacional do Chocolate, da SEDAP, e na Feira do Empreendedor do Sebrae.
No cenário nacional, o presidente do Sistema OCB/PA, Ernandes Raiol, conquistou um assento no Conselheiro Fiscal na OCB Nacional, o que possibilitará uma maior representatividade do cooperativismo do Pará em Brasília. O superintendente da OCB, Renato Nobile, visitou o Estado em agosto e as perspectivas de avanço em cadeia nacional são as maiores possíveis.
“O caminho para superarmos de vez a crise econômica é nos unirmos. A cooperação é a forma mais fácil e promissora de alcançarmos resultados positivos e o desenvolvimento integrado da sociedade brasileira. Por isso, buscamos ampliar a participação da Unidade Estadual no papel de representatividade política, abrindo as portas para que nossas cooperativas possam usufruir de benefícios fiscais, ter acesso a linhas de crédito, ter espaço para a comercialização de seus produtos e serviços seja dentro do mercado regional, nacional ou mesmo no internacional”, completa Ernandes.
(Fonte: Sistema OCB/PA)
Na última sexta-feira, 20, foi realizado o Curso sobre Assembleias e Prestação de Contas para Cooperativas, no auditório do Sistema OCB/AM. O curso abordou temas de grande importância para todo o público cooperativista, como dirigentes, presidentes e membros do Conselho fiscal e administrativo das cooperativas, tratou das Assembleias Gerais Ordinárias (AGO), Extraordinária (AGE) e suas diferenciações, enfatizando o processo de Prestação de Contas de cooperativas.
Para o instrutor do curso, Samuel Rodrigo, que é Gerente administrativo e financeiro da Uniodonto Manaus: “Buscou-se apresentar e discutir a condução participativa e transparente de Assembleias Gerais, o processo de preparação e as ações pós-assembleia. Foram, ainda, esclarecidas as dúvidas dos participantes, buscando envolver suas realidades e exemplos práticos”, relata Samuel.
Ele ainda salientou que o objetivo do curso foi, justamente, dar subsídios às cooperativas para que seus gestores, cooperados e colaboradores compreendam e apliquem os conhecimentos adquiridos na realização de assembleias, prestações de contas e outros assuntos relacionados.
A técnica administrativa de projetos da Fundação Vitória Amazônica, Maria da Saúde Barbosa, destaca sua participação: “O curso me proporcionou aprendizado e amplia um leque de conhecimentos, afinal de contas, apoiar as cooperativas de base comunitária e levar essa experiência para eles é gratificante. Numa linguagem mais simples, explicar a importância da prestação de conta aos cooperados. Em geral, esse curso só fez me engrandecer com conhecimentos e informações”, frisa Maria.
O instrutor finalizou agradecendo: “Destaca-se o trabalho realizado pelo Sistema OCB-SESCOOP/AM, de capacitar seu público, contribuindo para a realização de assembleias válidas, participativas e transparentes nas prestações de contas”.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM
Brasília (14/12/16) – Os rumos do movimento cooperativista de Sergipe estão sendo discutidos hoje e amanhã, durante IV Encontro Estadual das Cooperativas locais. O evento é promovido pelo Sistema Ocese, recebe lideranças cooperativistas sergipanas e contou, hoje de manhã, com a participação do presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas. Juntos eles discutem governança cooperativista e a profissionalização da gestão.
Márcio Freitas falou sobre o movimento cooperativista no país e fez questão de reforçar sua tese de que o cooperativismo é um forte aliado da economia do país. Ele frisou que as cooperativas são geradoras e distribuidoras de confiança, resultado da transparência da gestão, do bom relacionamento com os públicos e, sobretudo, da participação do quadro social.
Hoje, o evento contou com a apresentação de casos de sucesso das cooperativas Cooeduc, Coopmac e Sicredi União, além de debates sobre questões relacionadas à condução dos processos dentro da empresa.
Amanhã
Nesta quinta-feira, segundo dia do evento, os participantes continuam as discussões a respeito de casos de sucesso e terão, também, a palestra motivacional intitulada “Para vencer à crise, saia da inércia”.
A Gerência de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB/AM, fecha o calendário de atividades de Monitoramento de 2016, com visita a um grupo de agricultores interessados em constituir uma cooperativa na Comunidade Alto Rio, localizada na Zona Rural do Rio Preto da Eva.
O Sistema OCB/AM, agradece a todas as cooperativas que contribuíram para o Monitoramento de 623 pessoas atendidas, constando de um total de 20#$-$#e 317 ações realizadas, constadas de um total de 77#$-$#este ano e espera contar com a mesma parceria para 2017.
Fonte e Foto: Assessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM
A Gerência de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB/AM, fecha o calendário de atividades de Formação Profissional de 2016, com a realização do Curso de Atendimento ao Cliente, para os cooperados da Cooperativa de Trabalho dos Zeladores de Veículos do Estado do Amazonas – Cooprozevam.
O Presidente da Cooprozevam, Francisco Pinheiro Nascimento afirma que: “Essa oportunidade dada através do Sistema OCB/AM, nos engrandeceu bastante. Cada ano que passa nós podemos ter uma qualificação bem melhor. Todos ficaram satisfeitos e eu sou muito grato ao Sistema OCB/AM”, salientou Francisco.
Pós-graduada em Planejamento Estratégico e Graduada em Administração, Daniela Menezes, que ministrou o curso, explica que: “A metodologia aplicada para o curso foi estruturada em dinâmicas, vídeos, jogos, dramatização e aplicação de ferramentas comportamentais, que permitiu o maior poder de assimilação entre o aprendizado adquirido e sua aplicabilidade no atendimento ao cliente. Acredito que o treinamento realizado para a COOPROZEVAM foi bastante produtivo e que fora transmitido de forma dinâmica e vivencial e desta forma, possam pratica-los imediatamente”, frisou Daniela.
Ela ainda destacou que procurou no decorrer do curso, abordar temas relacionados ao comportamento, relações interpessoais, trabalho em equipe e aplicar várias ferramentas de Coaching e PNL, para a reflexão e mudanças de atitudes.
O Sistema OCB/AM, agradece a todos os profissionais, que contribuíram para a capacitação de mais de 2.530 pessoas neste ano e espera contar com a mesma parceria para 2017.
Conheça mais da trajetória profissional da professora Daniela Menezes:
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Fanpage – www.facebook.com/coach.danielamenezes
Canal no Youtube – https://www.youtube.com/channel/UCJGpzfIoVqFb9f8CH7wGvAw
Fonte e Foto: Asssessoria de Comunicação – Sistema OCB/Sescoop/AM